A Inquisição Moderna baniu o site “Jesus-is-the-Lord”?
Um exemplo de que Inquisição mundial já está em pleno andamento é este: o site acima mencionado – aquele que publicou a história da ex-freira Charlotte – parece ter sido banido da Internet, e por mais que se tente não mais se consegue conectá-lo,
Alguns avisos da parte dos mantenedores foram dados no sentido de alertar-nos para essa possibilidade. Na semana passada, foi recebido um aviso com os seguintes dizeres: "Proceda ao salvamento de todos os nossos arquivos pois este site será banido em breve". Essa é mais uma prova que a Europa e a América já não são tão livres... E que a União Européia é o Novo Estado Mundial Católico...
Um ex-padre jesuíta irlandês, que esteve nos visitando, no dia 01/01/2003, garantiu que tudo que temos traduzido e comentado sobre os Jesuítas, o Vaticano e a União Européia é a mais pura verdade. Repito o que escrevi no artigo “O Inquisidor Brasileiro”:
A hierarquia da ICR faz tudo para desculpar os atos sanguinários dos inquisidores, dizendo que a Inquisição é coisa do passado e que ela foi apenas um modo arbitrário de certos católicos agirem na antiguidade, etc. Contudo, o papa JP2 achou por bem nomear mais um time para cuidar da inquisição mundial, que jamais foi extinta, mas apenas disfarçada com novo nome e nova maneira de agir.
JP2 nomeou, em outubro do ano passado, novos membros à Congregação para a Doutrina da Fé, nome atual da antiga Sacra Congregação da Inquisição Universal, que a ICR garante não mais existir. Contudo, todos os dogmas do Concílio de Trento continuam em pleno vigor e esse concílio foi organizado, logo após a Reforma Protestante, com o objetivo específico de liquidar todos os “hereges”, isto é, judeus, ortodoxos e protestantes. A SCIU ou CDF liquidou cerca de meio bilhão de pessoas, através da Inquisição e de todas as guerras e revoluções organizadas e sacramentadas pelo Vaticano e pela Ordem Jesuíta, em todo o mundo. Ela foi fundada em 1542 pelo papa Paulo III, com a bula “Licet ab Initio”. Vamos dar os nomes dos novos membros do time do Cardeal Ratzinger, líder da Inquisição moderna.
Poycarpo Penga, arcebispo de Dar-es-Salaam, Tanzânia
Crescenzio Sepe, Prefeito da Congregação de Evangelização dos Povos
Mario Francesco Pompedda, Prefeito do Supremo Tribunal da Assinatura Apostólica
Henryk Muszynski, arcebispo de Gniezno, Polônia
Jean Pierre Ricard, Arcebispo de Bordeaux, França
Bispo Salvatore Fisichella, chanceler da Universidade de Latrão
Cláudio Humme, arcebispo de São Paulo, Brasil.
Todos esses prelados ficarão à disposição do cardeal Joseph Ratzinger, a fim de aconselhar os que dirigem a “Congregação”, reunindo-se em assembléias plenárias bienais.
Com a desculpa de defender a Igreja das heresias, a CDF, que é a mais antiga das nove congregações do Vaticano, segundo declaração de JP2, feita na constituição apostólica “Pastor Bônus”, em 1988, “tem o específico dever de promover e salvaguardar a doutrina sobre a fé e a moral através do mundo católico e por essa razão tudo que diz respeito à fé e à moral fica sob a competência da mesma”.
Como a fé católica é quase inteiramente antibíblica, negando com as suas gritantes heresias dogmáticas a maior parte dos princípios bíblicos, e a moral de sua hierarquia é tão escandalosa que a mídia já não pode mais esconder, imaginamos quais sejam realmente esses assuntos de fé e moral pregados e não seguidos pela hierarquia da ICR.
Contudo, uma coisa podemos garantir. Dentro de pouco tempo, quando essa Igreja estiver no comando mundial, o que não vai demorar muito a acontecer, pois ela é dona da União Européia e controladora de toda a política econômica do Ocidente, todos os “hereges” judeus e protestantes, que não tiverem aderido ao Ecumenismo e às ordens do papa, serão liquidados sob os pretextos mais banais, a começar de São Paulo, onde o nosso inquisidor deveria se esforçar no sentido de ajudar o governo Alkimin a acabar com a violência, em vez de se preocupar em caçar os “hereges”, como, provavelmente, já deve estar fazendo.
Todos os habitantes do planeta já estão catalogados no computador do Vaticano, através dos CPFs, cartões de crédito, seguros de saúde, contas de energia elétrica, etc. Antigamente, a “Congregação” levava três meses para localizar um “herege”. Agora vai levar apenas três segundos e a matança vai ser virtualmente facilitada, quando a ICR estiver no controle mundial.
Mary Schultze – janeiro 2003