Nos USA as coisas estão ficando cada vez mais difíceis de serem aceitas como normalidade democrática, graças a um poder autocrata oculto na política.
Nos livros didáticos americanos e na linguagem prática do dia a dia, os termos agora são controlados e é quase um crime usar certas palavras que antigamente eram normais. Além de proibir o ensino religioso nas escolas, há muitos anos, de considerar a Bíblia como um livro cheio de preconceitos e lendas perigosas, e de limitar a pregação do evangelho a descrentes, por imposição do ecumenismo religioso (o que resultou em que as duas últimas gerações de americanos se tornassem completamente agnósticas), leis absurdas têm sido adotadas, restringindo a verdade em nome do que é considerado “politicamente correto”.
No dia 28/05/03, a Agência Reuters (Los Angeles) publicou o seguinte:
A palavra “hell” (inferno) já não aparece nos livros didáticos americanos dos cursos primário e secundário. Também são proibidas as ilustrações de alguém praticando iatismo, a fim de evitar complexo de inferioridade nas classes menos favorecidas. Também é proibido chamar alguém de imaturo, cego, deficiente, velho, infantil, bibliófilo, e até mesmo de bárbaro. Também foram proibidas as gravuras de monstros e a palavra ”dinossauro”.
Qualquer palavra considerada elitista, preconceituosa ou fomentadora de medo (inferno e dinossauro, por exemplo), deve ser banida dos livros textos. O vocábulo Deus também foi banido desses livros, por ser considerado “religioso” demais. (?) (Tudo isso corre por conta da invasão em massa dos conceitos psicoterapêuticos, que estão dominando a população americana. Sem falar nos conceitos da Nova Era, fomentados por alguns padres jesuítas e freiras feministas, extremamente incrédulos e permissivos).
Existe um livro novo chamado “The Language Police” (A Polícia da Língua) contendo mais de 500 palavras banidas do linguajar diário do povo americano.
A professora Diane Ravitch, a qual trabalhou no setor da Educação nas gestões de Bush (pai) e de Clinton, afirma que ficou alarmada ao descobrir o que agora é e não é permitido nos livros didáticos, mesmo que os editores continuem afirmando que não fazem qualquer censura nesses livros, limitando-se apenas a aplicar regras de boa conduta em matéria de sensibilidade, a fim de não magoar as minorias raciais, os deficientes, os idosos e outras classes de pessoas menos favorecidas.
Quanta “caridade” com o próximo hem? Em todas essas novidades vemos a deterioração moral e religiosa de um povo, que antes foi tão abençoado pela leitura e prática da Palavra de Deus, com a Bíblia King James. Por causa da enxurrada de bíblias falsificadas, da imigração de povos idólatras/pagãos da América Central, da Europa e do Oriente, a América do Norte agora está mergulhada na apostasia religiosa dos últimos dias, tendo se transformado numa caricatura social, moral e religiosa do poder ocidental.
Que Deus tenha piedade dos USA, da União Européia e de todos os países que têm seguido as suas pisadas, no rumo da fulminante ira de Deus.
TBC This Week, 22 de junho, 2003