O Perigo Jesuíta no Brasil
Minha amiga C.B., de Novo Hamburgo (RS), cidade que fica bem próxima de São Leopoldo, (RS), quartel general da Ordem Jesuíta no Sul do Brasil, enviou mensagem contando como os filhos de Loyola estão agindo no sentido de espionar e controlar as igrejas evangélicas no Brasil.
Ela diz que “algum tempo atrás, quando estava terminando de ler a revista Alberto, bateu à porta uma universitária, aluna da UNSSINOS de São Leopoldo. A jovem estava fazendo uma pesquisa no Vale dos Sinos, investigando as seitas evangélicas”. Eis algumas das perguntas que fez:
1 - Quem fundou essa igreja onde congregamos (o marido da amiga é o pastor da igreja)
2 - Nome da esposa e filhos (do pastor)
3 - Se a igreja estava disposta a fazer trabalhos em conjunto com outras igrejas, etc...
Quando a entrevistada indagou o porquê da pesquisa, a universitária respondeu que “o reitor dessa universidade, que é católica, fundada por jesuítas, tem interesse em saber como funcionam essas igrejas, o que pretendem, etc.”
Ela acrescentou que “o reitor possui um mapa de toda a região e assinala com alfinetes coloridos, onde ficam essas igrejas. As informações são armazenados num computador...”
Quando a jovem foi embora, minha amiga e o marido ficaram perplexos, quase não acreditando no que havia acontecido. Eles dirigem uma congregação pequena e já trocaram de bíblia duas vezes (por terem notado deturpações nas versões que usavam antes). Até que, finalmente adotaram a Corrigida e Revisada Fiel da Trinitariana, o que demonstra que se trata de gente séria, que deseja fazer o melhor na obra do Senhor.
Como diz a minha amiga, apesar da pouca força que têm, ela e o marido lutam por um único objetivo, que é ampliar o Reino de Deus! Ela concorda com a articulista no sentido de que “realmente estamos no fim dos tempos”.
Agora vamos falar sobre a Ordem de Loyola, com dados colhidos no excelente livro “Final Authority”, capítulo 13, do Dr. William Grady, Ph.D.
A prioridade máxima dos Jesuítas, desde a fundação da Ordem, tem sido recapturar as nações perdidas para a Reforma Protestante. Os métodos empregados por esta Ordem clandestina são dignos de estudo, visto como o seu objetivo final ainda permanece em operação na América e na desprezada Versão Autorizada. O modus operandi da Sociedade Jesuíta pode ser delineado pelos seus seis estágios seguintes:
1) Educação. 2) Doutrinação. 3) Infiltração.
4) Sedição. 5) Sedação. 6) Perseguição.
A história dá testemunho de que a apropriação jesuíta começa invariavelmente com o estabelecimento de colégios e universidades exibindo até altos graus acadêmicos, a fim de atrair de uma nação em vista os aspirantes a eruditos. Esse estratagema inaugural de Educação não pode ser enfatizado demais. A apostasia é concebida sempre na sala de aula. Newman informa:
Eles descobriram muito cedo a vasta importância de liderar a mais alta educação como meio de ganhar o controle das vidas dos jovens mais habilitados e mais bem situados, fabricando servos intelectualmente treinados aos seus propósitos... A habilidade acentuada dos padres jesuítas, seus conhecimentos insuperáveis da natureza humana, sua afabilidade nas maneiras e sua notável adaptabilidade às idiossincrasias e circunstâncias de cada indivíduo, tornavam-nos praticamente irresistíveis uma vez que entrassem em íntimas relações com a juventude suscetível.
O livre pensador Francis Bacon (1556-1626) ficou tão impressionado com as escolas deles que disse: ‘Tal como são, gostaria que fôssemos nós’. Tendo iludido o estudante desavisado ao exibir uma incumbência para excelência acadêmica, os professores jesuítas perdem pouco tempo em partir para o segundo estágio, que é a Doutrinação. Newman declara:
Sem dúvida, é provável que mais tempo tenha sido empregado em moldar os seus caracteres religioso e moral em completa harmonia com os ideais da Sociedade do que em assegurar a maestria dos estudos.. Grande número dos jovens mais desejáveis que ingressaram em suas escolas, sem intenção alguma de se tornarem membros da sociedade, foram ganhos através do paciente esforço dos que deles ficaram encarregados. (N. T. Podemos ler sobre este assunto no capítulo 8 da “Monita” dos Jesuítas).
Com o abandono natural de vários desses graduados, o terceiro estágio inevitável – a Infiltração – tem início. Por causa do seu treinamento superior e abrasadora convicção, muitos dos melhores graduados logo vão ocupar posições de liderança no governo, no comércio e nas forças armadas. Newman prossegue:
Seu zelo proselitista os impulsiona às regiões adjacentes e, através do esforço, a ganhar de volta à fé católica os que tenham se envolvido em ‘heresia’. Comunidades inteiras foram reavidas em tempo incrivelmente curto.
Esta absorção na sociedade secular tem sido facilitada pela única isenção permitida à Ordem - o uso da vestimenta clerical. Edmond Paris comenta sobre esta espantosa ordem secreta:
O mesmo acontece hoje. Os trinta e três mil membros oficiais da Sociedade operam no mundo inteiro na capacidade do seu pessoal, como oficiais de um exército verdadeiramente secreto, contendo em suas fileiras chefes de partidos políticos, oficiais de altos escalões, generais, magistrados, físicos, professores de faculdade, etc., todos eles batalhando para realizar em sua própria esfera – a Opus Dei – em realidade os planos do papado.
A capacidade de se infiltrar com bastante sucesso tem se tornado possível através do quarto estágio – a Sedição. Um verdadeiro jesuíta é a personificação exata da I Timóteo 4:2:
... Pela hipocrisia dos que falam mentiras e que têm cauterizada a própria consciência.
Boettner tem notificado que a palavra jesuíta entrou no dicionário como sinônimo de dissimulado e hipócrita.
Através dos séculos, os Jesuítas têm deixado bem claro que não hesitarão diante de coisa alguma, a fim de atingir os seus propósitos de subjugar o mundo inteiro ao Vaticano. Por causa de suas incríveis doutrinas de restrição mental e do probabilismo (uma opinião é considerada provável se determinada autoridade puder ser conseguida no sentido de apoiá-la), os Jesuítas podem se tornar confiáveis, até que sejam desmascarados.
Esse engodo foi instituído muito cedo em seu treinamento, quando foram treinados no sentido de:
... Manter suas cabeças levemente inclinadas, sem movê-las para a direita nem para e esquerda. Não levantar a vista e quando falam com alguém não devem fixá-lo diretamente nos olhos, de modo a que sejam vistos apenas indiretamente.
É na área da política mundial que os Jesuítas mais se destacam. Sua reputação em matéria de subterfúgio, espionagem, subversão e coisas piores é bem conhecida pelos estudantes sérios da história. Cinqüenta e uma expulsões documentadas dos Jesuítas pelos governos do mundo dão uma boa indicação de que os ‘missionários’ jesuítas fazem mais do que simplesmente distribuir folhetos.
De fato os filhos de Loyola são tão diabólicos que têm sido expulsos até mesmo de países fanaticamente católicos. Em 06.04.1762, a França lhes deu um pontapé, descrevendo suas doutrinas como: perversas; destruidoras de todos os princípios religiosos e honestos; insultando a moral cristã; perniciosas à sociedade civil; hostis aos direitos da nação, ao poder real e à segurança dos soberanos e à obediência dos súditos; capazes de deflagrar os maiores distúrbios nos estados; de conceber e manter a pior espécie de corrupção nos corações humanos.
O segredo da longevidade dos Jesuítas – apesar da ampla resistência por parte dos governos - tem sido a sua obstinação de entrar novamente nos países de onde foram expulsos, onde e quando isso for possível. Lamentando esse ressurgimento da atividade jesuíta, John Adams escreveu a Thomas Jefferson (N.T. 2º e 3º presidentes dos Estados Unidos), em 1816:
Não me sinto feliz com o renascimento dos jesuítas. Enxames deles se apresentarão sob os mais variados disfarces jamais usados até mesmo por um chefe dos boêmios, como impressores, escritores, publicitários, professores escolares, etc. Se já alguma vez uma associação de pessoas mereceu condenação eterna, neste mundo ou no outro, essa é a Sociedade de Loyola.
De suas numerosas práticas sinistras nenhuma é tão chocante para homens e mulheres como a sanção jesuíta oficial ao assassinato político. Algumas linhas de Suarez trarão luz sobre a acrimônia de Adams:
É permitido a um indivíduo matar um tirano por causa do seu direito de autodefesa. Pois embora a comunidade não o ordene deve-se entender sempre que ela deseja defender-se individualmente em lugar de cada cidadão, e até mesmo de um estrangeiro... assim, após ter declarado que foi destituído de seu reino, é legal tratá-lo como um tirano real e, conseqüentemente, qualquer homem tem o direito de matá-lo.
Deve-se lembrar que Suarez e seus companheiros jesuítas viam o papa e/ ou o seu general como tendo o direito de declarar qualquer governante deposto do seu reino. Caso um chefe de governo fosse contra ‘sua santidade’, um simples estalar de dedos criaria uma literal sessão de caça para o infeliz oficial (referido como ‘ministro de Deus’ em Romanos 13:4). Isso foi precisamente o que precipitou o ataque jesuíta no Massacre do Dia de São Bartolomeu. O Almirante Coligni e Henry de Navarre não apelaram ao papa, e, desse modo, simplesmente externaram um ‘contrato’ sobre eles (agora se sabe porque a Máfia procede da Itália).
Intimamente relacionada com a Sedição vem o quinto estágio do círculo jesuíta – a Sedação. Quando se pensa no arranjo recíproco de dois conceitos, deve-se relembrar a antiga questão de ‘quem veio primeiro – o pinto ou o ovo? ‘
Aliviar a consciência de um membro da Igreja sediciosa é um dos meios mais vigorosos usados pelos jesuítas, a fim de perpetuar suas próprias atividades. Esse ministério de aliviar as consciências tem sido executado através do confessionário. Este círculo vicioso é visto quando a consciência recentemente sedada é, então, incitada a praticar mais Sedição, a qual precisa de mais Sedação. Newman declara:
Desde o princípio eles usaram ao máximo o confessionário como meio de dominar as almas de homens e mulheres e obter um conhecimento dos assuntos religiosos e políticos que servisse aos objetivos da Sociedade. Os filhos e filhas dos ricos e nobres eram buscados por todos os meios para ficar sob a sua influência, e para tanto, logo se tornaram seus confessores favoritos na corte imperial e, em muitas cortes reais da Europa. Era o seu objetivo constante tornar o seu sistema confessional tão atraente para os ricos e nobres, que sempre vinham procurá-lo espontaneamente. Para esse fim o seu sistema casuísta de teologia moral foi elaborado, no qual eles tinham meios de apaziguar as consciências de seus súditos, em todos os tipos de mal feitos. (N.T. Isso pode ser comprovado no conteúdo da Monita dos Jesuítas).
Com estes cinco passos colocados, os seguidores de Loyola já quase conseguiam ter o caminho aberto para fazer com que qualquer nação estivesse de volta ao rebanho papal. Restava apenas o último passo, o de “afiar as garras” através da Perseguição.
Após terem moldado o governante à sua vontade e o transformado em instrumento subserviente de sua política eles sempre ficaram ao lado deste ditando as medidas a serem empregadas para a erradicação da heresia e completa reforma do seu reino, conforme o ideal jesuíta, e sempre estavam prontos, com total autoridade papal, a conduzir o seu trabalho inquisitorial.
Enquanto as facções protestantes ficavam enroscadas em disputas doutrinárias cada vez mais extensas, as ágeis tropas de Loyola empregavam o seu plano sêxtuplo com o maior sucesso, num país após o outro.
Desde 1825, quando se reuniram num colégio, na cidadezinha de Turim, Itália, os líderes da Ordem Jesuíta traçaram os seus planos para reaver o mundo inteiro para o papado. Todas as guerras do planeta têm sido arquitetadas por eles e a criação da União Européia é a coroação dos seus planos. Creio que até 2007 o Vaticano estará governando o mundo inteiro, à custa de milhões de vidas já ceifadas pela sede de sangue desses perigosos vampiros religiosos.
Mary Schultze, Agosto 2003