O pecado que o diabo não comete


“Como é repugnante o ecumenismo.

Este é o pecado que o diabo não comete.

Poderia o mal fazer o bem?! Expulsaria demônios?!

O diabo jamais dividiria seu reino...”

 

E por aí a fora...

 

Eis uma parte do “poema” que alguém me enviou, certamente achando que eu iria ficar maravilhada em ter como correspondente diário na Internet um “gênio poético” desse naipe. Mas Deus é tão gracioso que me enviou esta manhã alguns artigos do irmão João Rodrigo Weronka (www.napec.net), para me compensar. Os artigos apologéticos deste site são excelentes; por isso recomendo aos irmãos (que gostam de acessar sites), que leiam os artigos ali publicados. Vou dar um exemplo da clareza e verdade bíblica do material apologético do napec, com um pequeno trecho de um artigo ali colocado, cujo título é “Usando objetos como muletas de fé”,  tão esclarecedor como o artigo do Dr. Augustus Nicodemus Lopes, o qual trata do mesmo assunto e cujo título é Objetos que Trazem Bênção e Maldição: Um Estudo sobre o Uso de Objetos e a Fé.”

 

        Criando estes "pontos de contato", como são chamados, a fé é depositada onde? Nos objetos ou em Deus? Se eu tenho uma "pequena cruz que espanta os demônios", eu preciso resistir ao pecado, e ao diabo, para que ele fuja de mim? Se eu tenho um "saquinho de sal que traz libertação", preciso me arrepender dos meus pecados e aceitar a Cristo para deixar de ser escravo do pecado?

 Respostas sinceras a estas perguntas devem deixar claro que o uso destes objetos prejudica a compreensão de Deus e do nosso papel perante Ele.

 

O uso de objetos para implementar a fé é um costume que veio do paganismo (do Hinduísmo, por exemplo) e do Catolicismo Romano, o qual copiou esta prática do paganismo. O uso de água benta, o sinal da cruz feito com óleo na testa, o sal na boca dos batizandos, a repetição contida no Rosário, e outros,  são exemplos disso. O Catolicismo copiou a “reza do Rosário” do Hinduísmo e os fiéis católicos ficam repetindo as mesmas palavras e frases. Trata-se de uma prática que Jesus proibiu, terminantemente: “E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios, que pensam que por muito falarem serão ouvidos”. (Mateus 6:7). Os “kakangélicos” carismáticos, fracos demais no contexto bíblico, copiam tudo que acham interessante e  saem por aí dando uma de “inovadores”. E quando chamamos sua atenção para este fato, eles se “arrepiam”, achando que estão sendo “perseguidos” em sua fé. Mas a pergunta é esta: que tipo de fé essa gente esdrúxula cultiva? Sem dúvida, o mesmo tipo cultivado pelos adoradores da “Virgem Santíssima”.

          Anteontem, na clínica de fisioterapia, duas mulheres católicas estavam conversando. Uma delas aconselhava a outra a “usar uns pedacinhos da batina do Padre Pio e a rezar a oração que estava contida no santinho”, ao qual estava preso o minúsculo pedacinho da batina. Sem dúvida essa “relíquia” foi preparada pelas freiras de algum convento (como os pedacinhos de papel contendo a oração do Frei Galvão), a fim de render lucro material e fazer propaganda em favor da igreja do papa. Em geral, as freiras são sujeitas ao clero romano, no trabalho escravo que realizam para a sua igreja, e noutros sentidos...

        Antigamente, o Catolicismo Romano, o mais perigoso engodo religioso do planeta, alimentava-se do sangue dos cristãos bíblicos e dos judeus. Hoje em dia, após a Declaração dos Direitos Humanos (em 1948) e do Concílio Vaticano II (nos anos 1960) esta SEITA gigantesca vive pregando o ecumenismo, transmitindo o engodo, sob uma camada de falso amor e compreensão, aos incautos evangélicos, que estão caindo, facilmente, nesse “conto do vigário de Cristo”. (Muitos líderes evangélicos famosos, como Billy Graham, por exemplo, caíram nesse engodo papista, todos eles em busca de  fama, riqueza e poder). Os católicos são instruídos a ler a Bíblia, em público (como o fazia uma das mulheres que estavam tratando da relíquia do Padre Pio), e acabam convencendo os evangélicos (despreparados em matéria de apologética), de que o Catolicismo mudou para melhor e é, de fato, uma religião bíblica. Mas o seu clero continua sendo  uma matilha de lobos travestidos de cordeiros.

Usando a Teologia Dominionista (ou da Substituição) de Agostinho de Hipona, à qual 90% dos movimentos “cristãos” já aderiram, o papa vai arquivando a simpatia dos líderes evangélicos, cujo amor ao dinheiro ultrapassa qualquer regra de fé e prática. A apostasia entrou na igreja evangélica (já não temos igreja protestante, para protestar contra os erros do Catolicismo Romano), usando dois cavalos de Tróia, ao mesmo tempo: o ecumenismo e a psicologia. Com estas duas armas mortíferas a “operação do erro” prossegue em franco andamento e se os cristãos realmente bíblicos não forem logo arrebatados, a perseguição vai começar e, então, veremos quem é e quem não é, realmente fiel a Jesus Cristo. Do ponto de vista satânico, “o pecado que o diabo não comete”  poderia ser o amor à palavra da Verdade, pela qual todos nós seremos julgados... Enquanto isso, “o pecado que os evangélicos estão cometendo”, do ponto de vista bíblico,  é  “o amor à religião de  fachada”.

 

Mary Schultze, 02/10/2008.

www.cpr.org.br/Mary.htm

 

"Porque, se anuncio o evangelho, não tenho de que me gloriar, pois me é imposta essa obrigação; e ai de mim, se não anunciar o evangelho!"  1 Cor 9:16.
"Porque Deus, que disse que das trevas resplandecesse a luz, é quem resplandeceu em nossos corações, para iluminação do conhecimento da glória de Deus, na face de Jesus Cristo". 2 Cor 4:6.