Os “santos” assassinos

 

         Não satisfeitos com os crimes cometidos durante mais de 16 séculos pela hierarquia romana, através de inquisições, guerras mundiais e todo tipo de perseguição aos inocentes, ultimamente os “santos” católicos feitos de metal, pedra, madeira e barro resolveram agir agressivamente, ferindo e matando os fiéis da igreja que os elevou ao status de santos.

         Duas notícias de um site italiano me chamaram a atenção e aqui estou para entregá-las, com alguns comentários, aos irmãos na fé exclusivamente no sacrifício de Cristo na cruz do calvário. Como já estamos cansados de escutar e ver na TV, nos jornais e revistas,  a novela do mensalão e de outros esquemas de corrupção no Brasil, uma notícia da corrupção espiritual na Europa pode nos dar um refresco, já que na União Européia a  corrupção política não chega a 1/100 da nossa.

 

Crucifixo mata mulher em Cerdeña - Itália


         Na Itália, as Sra. Paoletta Urru, que assistia à missa em honra do patrono local, S. Lourenço, morreu, quando lhe caiu em cima um crucifixo acompanhado de um pedaço da cornija da igreja.

         A vítima, de 38 anos, assistia à missa com o marido e os dois filhos, um de nove anos e outro de um ano e meio, quando o crucifixo a atingiu bruscamente.

         Dada a afluência de fiéis, a malograda devota assistia à missa no exterior do templo, como muitas outras pessoas, quando parte da cornija e o crucifixo se soltaram da fachada, provocando-lhe morte imediata.

         Por isso estou tentando ajudar na obra de construção do novo templo da nossa PIBT, temendo que as pessoas que assistem aos cultos, lá fora, se tornem vítimas de uma “tijolada” na cabeça.


Igreja fere operários


         Dois operários, de 26 e 28 anos, ficaram gravemente feridos em conseqüência da derrocada parcial de uma igreja em construção, no município de S. Fulgêncio, em Alicante.

         O acidente teve lugar lá pelas 11 horas da manhã, após a derrocada dos pilares que sustentavam o último piso.

         As casas de Deus não oferecem proteção divina. Dirão os mais ímpios: «as igrejas podem prejudicar gravemente a saúde e provocar a morte»...

 (”El Periódico”, Carlos Esperança, quarta-feira, 10 e 11 de Agosto de 2005, respectivamente)

 

         Esta articulista concorda plenamente com os ímpios, pelo menos neste ponto. O Senhor Jesus Cristo mandou que orássemos dentro das 4 paredes do nosso quarto, a fim de não sermos vistos pelos homens e considerados piedosos, recebendo, já neste mundo, o nosso galardão. Muitos católicos vão assistir ao blasfemo sacrifício da missa (Leiam a Epístola aos Hebreus) para mais tarde ficarem assistindo todo tipo de show indecente na TV, contando piadas sujas, muitas vezes traindo o cônjuge e se embriagando.

         Por outro lado, muitos crentes evangélicos andam com a Bíblia debaixo do braço, saindo de suas igrejas com uma cara piedosa para, logo em seguida, entrar no supermercado e comprar tudo que faz mal à saúde, poluindo o templo do Espírito Santo, a fim de satisfazer a sua gula desenfreada. O maior pecado dos crentes não é a embriaguez, não é o adultério,  mas a gula desenfreada.

         Os católicos usam o escapulário no pescoço, certos de que a “Senhora do Carmo” irá retirá-los do purgatório, no primeiro sábado após a sua morte, conduzindo-os sãos e salvos ao céu.

         Muitos evangélicos entregam o dízimo e dão ofertas, na esperança de que Deus irá abençoá-los  com bens materiais, mesmo porque o céu já está garantido, uma vez que aceitaram o Senhor Jesus Cristo como único Salvador.

         Que não se enganem os analfabetos bíblicos. Ser salvo é crer no Senhor Jesus  Cristo como único, total e suficiente Salvador, mas também é comprovar essa crença, levando uma vida reta, diante de Deus e dos homens, sem depender de obra alguma, quer seja missa, comunhão, oração aos “santos assassinos” da ICR, dízimos, ofertas, sacrifícios e adulação a qualquer tipo de hierarquia religiosa, quer seja católica ou protestante.

 

Mary Schultze, agosto 2005