Serão boas todas as religiões?
Por que os cristãos
afirmam que Jesus é Deus? Porque eles ignoram outros mestres e os ensinos
de outras religiões? Por que eles dizem que Jesus Cristo é o único meio de
salvação e que não podemos aceitar qualquer outro meio para chegar a Deus?
Estas são as perguntas mais comuns que temos enfrentado em nosso dia a
dia.
Quando olhamos para
as religiões do mundo, verificamos que elas não estão apenas exigindo que
nos associemos aos seus mestres, mas que neguemos a Divindade de Jesus
Cristo, dando ao líder de cada uma delas igual ou maior importância da que
damos ao nosso Senhor. Nesse caso, Jesus Cristo é sobrepujado por outros
mestres, uma coisa que um cristão jamais poderia permitir.
A maioria dos líderes
de outras religiões nunca se opõe ao que Jesus Cristo pregou, ou então
mudam Suas declarações, a fim de enquadrá-las no seu próprio contexto
religioso. Infelizmente, isso está acontecendo também entre os “cristãos
emergentes”, por conta do seu ecumenismo. Jesus disse que os Seus adeptos
deveriam seguir somente a Sua Pessoa e os Seus ensinos, tendo exigido
exclusividade, não apenas naquele tempo, mas até o final da história da
humanidade.
O Islamismo, o
Bahaísmo, o Mormonismo e muitas outras falsas religiões, todas elas
afirmam que o seu “profeta” fundador recebeu uma revelação divina, ou
seja, uma nova revelação. Mas, por que deveríamos aceitar essas
afirmações humanas, que não podem ser comprovadas? Jesus Cristo “é
sobre todos, Deus bendito eternamente. Amém.” (Romanos 9:5);
portanto, vamos segui-Lo! Ora, se Maomé, Baha’u’lla, Buda, Krishna e
outros são deuses, que os ingênuos os sigam. Pelo fato de alguém se
apresentar afirmando ser “Deus”, muitos acreditam, simplesmente porque
desconhecem a Palavra de Deus, a qual nos liberta de todo engodo
religioso. Infelizmente, nos tempos atuais, muitos têm seguido falsos
mestres e falsos ensinos. Contudo, somente Aquele que desceu do céu,
pregou Suas doutrinas infalíveis, morreu numa cruz, foi sepultado e
ressuscitou do túmulo, é digno de crédito. Este fato é tão verdadeiro como
o de alguém se atirando de um alto rochedo e se despedaçando, sem a menor
chance de sobreviver.
Algumas pessoas
afirmam que existem muitas semelhanças entre os mandamentos éticos e
morais do Judaísmo e do Cristianismo com os de todas as religiões, como o
Budismo, por exemplo, o que, de um certo modo, é verdade. A religião pode
revelar valores morais e até pode melhorar, temporariamente, a conduta das
pessoas. Mas, no final de sua vida, ela jamais poderá garantir a salvação
eterna, uma vida após a morte. Isso porque nenhuma religião apresenta uma
solução definitiva para a maldade humana, ou seja, para o pecado.
Romanos 1, versos
19-25, ensina-nos:
“Porquanto o que
de Deus se pode conhecer neles se manifesta, porque Deus lho manifestou.
Porque as suas coisas invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o seu
eterno poder, como a sua divindade, se entendem, e claramente se vêem
pelas coisas que estão criadas, para que eles fiquem inescusáveis;
porquanto, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe
deram graças, antes em seus discursos se desvaneceram, e o seu coração
insensato se obscureceu. Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos. E mudaram
a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem
corruptível, e de aves, e de quadrúpedes, e de répteis. Por isso também
Deus os entregou às concupiscências de seus corações, à imundícia, para
desonrarem seus corpos entre si; pois mudaram a verdade de Deus em
mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é
bendito eternamente. Amém”.
Também,
lemos no mesmo capítulo desta Carta de Paulo, versos 28-32:
“E, como eles não
se importaram de ter conhecimento de Deus, assim Deus os entregou a um
sentimento perverso, para fazerem coisas que não convêm; estando cheios de
toda a iniqüidade, prostituição, malícia, avareza, maldade; cheios de
inveja, homicídio, contenda, engano, malignidade; sendo murmuradores,
detratores, aborrecedores de Deus, injuriadores, soberbos, presunçosos,
inventores de males, desobedientes aos pais e às mães; néscios, infiéis
nos contratos, sem afeição natural, irreconciliáveis, sem misericórdia; os
quais, conhecendo a justiça de Deus (que são dignos de morte os que tais
coisas praticam), não somente as fazem, mas também consentem aos que as
fazem”.
Temos uma
consciência para nos dirigir sobre o que é certo e o que é errado, sendo
ela o nosso próprio juiz, em determinados momentos. Não importa qual seja
o continente ou a religião seguida pela pessoa, ela sempre vai saber que é
errado matar o seu semelhante. Isso mudaria, se todas as religiões e
filosofias do mundo ensinassem o contrário, como uma forma de lei, o que
não acontece. Deus colocou um sentimento de eternidade em nossos corações
e sabemos que o que vemos nesta vida não representa tudo que existe. Por
isso é que todas as religiões (exceto o Ateísmo, que também é uma
religião) ensinam a existência de uma vida após a morte. Desse modo,
podemos traçar os códigos éticos e morais das religiões, desde o início da
história da humanidade. É aqui que o Cristianismo se eleva acima de todas
as religiões do mundo, explicando tudo isso, através dAquele que é a fonte
de todas as coisas.
Mesmo dentro do
contexto do Judaísmo e do Cristianismo, homens como Moisés e os profetas
do Velho Testamento e Pedro e Paulo, do Novo Testamento, poderiam ter
substitutos tão bons, como eles foram, o que jamais poderia acontecer com
Jesus Cristo, o fundador do Cristianismo. Como escreve Charles Gore:
“Receber esta
verdade é ficar nocauteado diante do contraste que o Cristianismo
apresenta, em comparação com as religiões do mundo. Por exemplo, o lugar
que Maomé ocupa no Islamismo é totalmente diferente do lugar que Jesus
Cristo ocupa dentro do Cristianismo e do que Moisés ocupa no Judaísmo.
Nenhum dos fundadores de qualquer religião pôde declarar que estava
falando como Deus. A substância do Islamismo, como religião,
fundamenta-se exclusivamente em um livro. A pessoa de Maomé está
alicerçada simplesmente no fato de ser ele um “profeta de Alá”, o qual,
supostamente, teria recebido as revelações contidas no Alcorão.
Quanto a Gautama,
fundador do Budismo, considerado como um dos mais nobres indivíduos da
humanidade, ele foi apenas o descobridor dos métodos ou do caminho de um
tipo de salvação, o qual significa um meio de emancipação da exaustiva
corrente da existência, até se chegar ao Nirvana, ou aniquilação final.
Quando o budista encontra esse caminho, após muitos anos de exaustiva
busca, ele está apto a ensiná-lo a outros iniciantes, sendo
apenas um exemplo do seu próprio método, um dos muitos entre os
iluminados, que poderão refletir sobre os outros a luz de um conhecimento
superior.”
O que desanima as
pessoas ingênuas, nessas religiões, é que os seus líderes complicam tanto
as coisas que deixam os iniciantes confusos, sentindo-se inferiores e
culpados, quando não conseguem satisfazer às suas exigências. Mas, a
verdade é que todos esses fundadores de religiões foram cortados da Terra,
pelo inimigo de todos nós - a morte física.
Quando muitas pessoas afirmam:
“Eu creio em Jesus Cristo”, elas querem simplesmente dizer que
acreditam no Jesus histórico; no homem bom, no grande mestre. Jamais
acreditam que Ele seja o que nós, cristãos bíblicos, afirmamos que Ele é.
Aquele Deus que está na Bíblia; Aquele Jesus que citou tantas vezes o
Velho Testamento, o Qual anunciava a Sua vinda, sendo Ele mesmo o centro
de todas as profecias do V.T.; Aquele por quem e para quem tudo foi
criado. Como esta é a única verdade, então Jesus não foi apenas um homem
bom, nem um grande mestre. Ele é o Criador do universo, Aquele que
realizou milagres inigualáveis, a fim de comprovar a Sua Divindade. Se
pesquisarmos 3 ou 4 religiões do mundo, veremos que Maomé, Buda, Baha’u’,lla
e Krishna jamais puderam dizer “EU SOU”, simplesmente porque não teriam
como fazê-lo.
O Evangelho de Cristo
não é apenas uma verdade entre muitas, mas a única verdade. Ele não se
compara às religiões que, hoje em dia, são escolhidas, do mesmo modo como
se escolhem, no self-service, os alimentos que nos apetecem. O Evangelho
de Cristo é a Verdade absoluta; caso contrário, não existiria verdade
absoluta e ela existe! Cristo afirma que é a verdade, ou seja, que Ele
é Deus. Ele é o Deus que vela pela Sua Palavra, preservando-a,
eternamente.
Um céptico honesto
procura conhecer a verdade, usando a evidência, enquanto um desonesto nega
a verdade, mesmo contra a evidência. Quem for verdadeiro que esquadrinhe o
coração, a fim de encontrar Deus, pois Ele diz (em Jeremias 29:13): “E
buscar-me-eis, e me achareis, quando me buscardes com todo o vosso
coração. Ele se dirigia a Israel, buscando-O na Grande Tribulação (???
Jeremias 29:1 não fala em “Grande Tribulação”, mas em cativeiro); mas esta
frase pode ser também aplicada ao contexto da igreja.
Quem não reconhece
que é um pecador necessitado da graça e da misericórdia Divina, também não
consegue aceitar Jesus Cristo como o seu grande Deus e Salvador. Jesus
disse aos judeus: “Se não crerdes que eu sou, morrereis em vossos
pecados” (João 8:24). “Em verdade, em verdade vos digo que antes
que Abraão existisse, eu sou” (João 8:58). “Eu e o Pai somos um”
(João 10:30). Jesus Cristo é Deus ou então é um tremendo mentiroso. Mas
eu creio que Ele é Deus xxx porque Ele ressuscitou dos mortos.
Jesus Cristo é o Deus
de Abraão, de Isaque e de Jacó. Ele é o Deus de Moisés, de Pedro, de
Paulo, de todos os cristãos verdadeiros. Ele veio ao mundo para salvar os
pecadores. Esta é a mensagem do Cristianismo, a qual separa o TRIGO (os
que crêem no Evangelho de Cristo) do JOIO (os adeptos das religiões do
mundo). Quem não aceitar esta verdade insofismável, e não se converter ao
Evangelho de Cristo, estará correndo o perigo de perder sua alma,
eternamente. Nenhuma religião conduz a Deus, pois é o próprio Deus quem
nos conduz a Ele mesmo. As religiões são um resumo do homem pecador e
perdido tentando alcançar Deus. O Evangelho de Cristo é Deus descendo do
céu para buscar o homem, abrindo os Seus braços amorosos, numa rude cruz,
para receber todos os pecadores, que aceitarem o Seu sacrifício, após ter
dito, algum tempo antes: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e
oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de
mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as
vossas almas” (Mateus 11:28-29).
As religiões do mundo
ensinam que o homem deve praticar boas obras para ser salvo. O
Cristianismo bíblico ensina que o homem deve se entregar a Jesus Cristo,
pela fé, a fim de, em seguida, praticar boas obras, que Ele mesmo vai
operar em seu coração.
O Cristianismo se
resume numa PESSOA - Jesus Cristo. Ele aponta para um túmulo vazio, de
onde se ergueu o Rei dos judeus, pelo Seu próprio poder, a fim de
comprovar a Sua Divindade. Todos os fundadores de religiões estão mortos,
aguardando que Jesus Cristo, o Supremo Juiz da humanidade, os convoque da
morte física para a definitiva morte eterna.
Mary
Schultze, 28/09/2008 – www.cpr.org.br/Mary.htm
Informações
colhidas no artigo “In Response to All The Religions”, do Let Us
Reason Ministries
"Porque, se anuncio
o evangelho, não tenho de que me gloriar, pois me é imposta essa
obrigação; e ai de mim, se não anunciar o evangelho!" 1 Cor 9:16
"Porque Deus, que disse que das trevas resplandecesse a luz, é quem
resplandeceu em nossos corações, para iluminação do conhecimento da glória
de Deus, na face de Jesus Cristo". 2 Cor 4:6