Justiça, Perdão e Transformação
Dave Hunt
A Bíblia declara que "No princípio criou Deus os céus e a terra" (Gênesis 1:1).
Após ter criado tudo o mais, "formou o SENHOR Deus o homem do pó da terra, e soprou em suas narinas o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente" (2:7). Depois Ele criou Eva; em seguida, "O SENHOR Deus fez brotar da terra toda a árvore agradável à vista, e boa para comida; e a árvore da vida no meio do jardim, e a árvore do conhecimento do bem e do mal" (2:9). Foi então que Ele deu ao casal o mandamento mais fácil de ser cumprido: "De toda a árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás" (2:16,17). Ali, poderia ter brotado qualquer tipo de fruto. Não havia mais poder espiritual no fruto daquela árvore do que em qualquer outro fruto semelhante.
O mandamento de não comer do fruto daquela árvore específica foi apenas um teste de obediência feito às Suas criaturas. Mesmo em se tratando de uma coisa tão simples, a desobediência seria uma rebelião pela qual Adão e Eva ficariam separados de Deus, o Doador da vida, resultando em sua morte espiritual e física e na expulsão de ambos de Sua presença, para sempre.
Os críticos consideram uma inacreditável crueldade que a proibição de comer daquele fruto resultasse nas moléstias dolorosas e nas mortes de hoje, nos insetos e répteis venenosos, no sofrimento de bebês e crianças inocentes, nas guerras, assassinatos, estupros, roubos e outros horrores, os quais têm acontecido na história da humanidade e continuam gerando dor e sofrimento. Contudo, o ato aparentemente insignificante de Adão e Eva foi praticado como um desafio ao seu Criador e o resultado deste tem sido a persistente história da rebelião contra o Deus que criou a humanidade para receber o Seu amor e bênção.
Hoje aqui estamos, mais de 6 bilhões de egos, colhendo as horrendas conseqüências do nosso egoísmo. Não podemos culpar Deus pelo estado do mundo atual, mas somente a nós mesmos. Este não é o mundo que Ele criou, mas o mundo que nós construímos com a nossa rebelião contra Ele.
Dizem que o Presidente Bush é um cristão nascido de novo, que ora de joelhos, todas as manhãs, diante de Deus. Contudo, Bush afirma que o Islamismo é uma "religião de paz", mesmo sendo esta a religião mais brutal da história, responsável pelo extermínio de incontáveis milhões de pessoas, um extermínio que, ainda hoje, prossegue no mundo inteiro. Como Bush pode ser um cristão verdadeiro e dizer essa mentira, não apenas uma, porém muitas vezes? Ele diz que Maomé é o profeta do Deus verdadeiro e que o Alcorão é a palavra de Deus? Dificilmente, Bush poderia ignorar o fato de que por 16 vezes o Alcorão nega que Jesus é o Filho de Deus. Ele nega também que Jesus morreu na cruz pelos pecados do mundo e nega Sua Ressurreição, além de todas as doutrinas cristãs. E mesmo assim, Bush continua elogiando o Islã?
Onde está a evidência prática de que Bush seja um sincero seguidor de Cristo e que ele não esteja apenas fazendo um jogo duplo [N.T. - conforme o Vaticano tem costumado fazer nos últimos 16 séculos] com objetivos políticos? A rebelião iniciada por Satanás no céu, e levada para o Éden, tem sido rompante na América e no mundo inteiro. Deus e o Seu Cristo não são honrados na ONU. Quais os líderes do país que realmente seguem ao Deus Criador de tudo e buscam a orientação divina? A América está agora mesmo onde Israel estava, quando Deus lamentou: "Por isso o direito se tornou atrás, e a justiça se pôs de longe; porque a verdade anda tropeçando pelas ruas, e a eqüidade não pode entrar" (Isaías 59:14).
Como Criador do Seu universo, Deus deve governar. Satanás fez uma rebelião cósmica no céu, levando com ele muitos anjos. Tragicamente, o homem acompanhou essa rebelião que Deus não vai tolerar. Nenhum governante pode tolerar a anarquia e, por isso, a traição exige a pena de morte. Quão infinitamente maior é a revolta da humanidade contra o Senhor do Universo! Deus escreveu Suas leis morais em cada consciência humana: "Porque, quando os gentios, que não têm lei, fazem naturalmente as coisas que são da lei, não tendo eles lei, para si mesmos são lei; os quais mostram a obra da lei escrita em seus corações, testificando juntamente a sua consciência, e os seus pensamentos, quer acusando-os, quer defendendo-os..." (Romanos 2:14-15). Cada um de nós se encontra em alta traição contra o Senhor do Universo. Por isso, Deus disse a Adão e Eva que eles certamente morreriam. E todos os seus descendentes, do mesmo modo, têm fracassado no "teste da obediência". A Bíblia admoesta, em Romanos 6:23a: "O salário do pecado é a morte.". Se a traição contra um governante terreno resulta em pena de morte, quanto mais a traição contra o Senhor do Universo resulta na eterna separação do Doador da vida. O próprio Jesus destinou os rebeldes à expulsão de Sua presença, enviando-os para "as trevas exteriores; ali haverá pranto e ranger de dentes" (Mateus 8:12; 22:13; 25:30).
Será que Deus nos sentencia a uma pena tão severa, embora temporária, para em seguida nos dar boas vindas, depois de termos sido "purgados" dos nossos pecados nas chamas físicas? Pelo contrário, a Bíblia diz que o próprio Cristo "havendo feito por si mesmo a purificação dos nossos pecados, assentou-se à destra da majestade nas alturas" (Hebreus 1:3-b). Se pudéssemos ser purgados dos nossos pecados de outra maneira, então por que Cristo iria morrer na Cruz? Esta idéia errônea de ser purgado pelo tormento do fogo é comum no Catolicismo Romano e no Islamismo. O conceito do Islamismo sobre o inferno soa como se Maomé tivesse tomado de empréstimo o Purgatório católico. No Catolicismo, a "purgação" dos pecados acontece num lugar chamado Purgatório, o qual foi inventado pelo papa Gregório o Grande, em 593 d.C. O Catolicismo Romano afirma que, se alguém não tiver sofrido suficientes "tristezas, misérias e provações nesta vida", então "a expiação deve ser feita na próxima vida, através do fogo e dos tormentos ou castigos de purificação..." (Constituição Apostólica Sobre a Revisão das Indulgências, Vaticano II).
A idéia de que o fogo consumindo o corpo de alguém poderia ter um efeito moralmente purificador (conforme o afirmam tanto o Catolicismo Romano como o Islamismo) não é somente uma heresia, como é também um absurdo. Os evangélicos também aceitam essa idéia de tormento no fogo físico, como um tormento adequado de punição moral e espiritual da rebelião contra Deus. Contudo, esse conceito acarreta inúmeros problemas.
A imersão corporal no fogo (conforme o Islamismo, o Catolicismo e alguns segmentos evangélicos ensinam) iria causar uma dor tão insuportável que tornaria impossível qualquer pensamento moral ou racional. Não poderia haver arrependimento pelos pecados cometidos, mas apenas uma tremenda revolta contra o "Deus" que estivesse torturando dessa maneira, e a desesperada promessa de qualquer coisa que pudesse trazer alívio. Sem dúvida, qualquer promessa feita sob tal sofrimento seria inútil.
Se as pessoas no Lago de Fogo tivessem corpo físico (que o homem rico não tinha), seus corpos seriam imediatamente consumidos e, nesse caso, ao torturá-los, Deus teria de instantânea e constantemente reconstituir os seus corpos, a fim de manter o tormento físico. Este é o inferno do Islamismo: "Atire-os ao fogo, tão freqüentemente, que suas peles fiquem totalmente assadas; e lhes daremos novas peles, para que eles sofram a penalidade, pois assim Alá é Exaltado em Poder, Sabedoria" (Sura 4:56). Ora, se o corpo é muito mais do que simplesmente pele, isto não faz sentido algum. Mesmo assim, os católicos, e até mesmo alguns evangélicos, têm uma visão idêntica.
A pergunta constante é: o que dizer dos corpos dos malfeitores mencionados em João 5:28-29? E sobre o que diz Apocalipse 20:12-13: "E vi os mortos, grandes e pequenos, que estavam diante de Deus, e abriram-se os livros; e abriu-se outro livro, que é o da vida. E os mortos foram julgados pelas coisas que estavam escritas nos livros, segundo as suas obras. E deu o mar os mortos que nele havia; e a morte e o inferno deram os mortos que neles havia; e foram julgados cada um segundo as suas obras"? Isso não soa como se os seus corpos tivessem sido ressuscitados? Não, isso não poderia ser. Nada é dito nestas passagens sobre os mortos possuírem corpos físicos. Como poderiam os que compareceram diante de Deus para o julgamento ser descritos como "mortos", se tiverem sido ressuscitados em corpo, alma e espírito? Somente através da ressurreição de Cristo a morte foi vencida. Somente os corpos dos redimidos compartilharão dessa vitória [antes do Julgamento Final]. O fato de que os mortos serão julgados "segundo as suas obras" (Apocalipse 20:12), certamente nada significa, a não ser que eles serão "castigados segundo as suas obras". Como poderia tal coisa acontecer através da tortura de serem arremessados ao Lago de Fogo? Será que Hitler foi atirado numa seção mais quente? Mas, como poderiam os corpos físicos sofrer maior ou menor grau de calor, no exato segundo da consumação? E como poderiam os graus de tortura distinguir entre pecados de tantos tipos diferentes e a motivação por trás de cada um? O fogo físico não poderia fazê-lo.
O homem rico, no inferno, disse que estava sendo atormentado numa chama: "foi lançado no lago de fogo e enxofre... E a morte e o inferno foram lançados no lago de fogo, onde está a besta e o falso profeta; e de dia e de noite serão atormentados para todo o sempre. ... o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos" (Apocalipse 20:10,14; Mateus 25:41).Ora, o diabo e seus anjos não possuem corpos físicos; então, como poderiam as chamas físicas às quais eles foram atirados, ter sido preparadas para eles? O corpo do homem rico estava no túmulo, não nas chamas do inferno, embora ele falasse de sua língua.
Certamente, o fogo que vai "provar a obra de cada um" (1 Coríntios 3:13) não é físico. Deve ser o "fogo" da justiça, santidade, pureza e verdade de Deus que expõe os motivos e que certamente atormentará, eternamente, a consciência de cada pecador. [N.T. - Aqui eu fiquei realmente apavorada!] . Seria esse o tipo de chama no Lago de Fogo. Já não haverá desculpa alguma plausível, até mesmo para os mais pervertidos. [N. T. - Mas esta passagem não trata dos salvos?] Sem nenhuma árvore, atrás da qual se esconder, sem folha de figo para se vestir, ficando nu diante de Deus, a chama de Sua justiça queima a consciência com uma convicção sobrenatural. Esse tormento ultrapassa tudo que se possa imaginar.
O Alcorão fala muito mais do inferno do que a Bíblia. Suas descrições são vívidas e aterrorizantes. O inferno (segundo o Alcorão) é para os que rejeitam os ensinos do Alcorão (Sura 5:86). E como o Purgatório de Roma, cada muçulmano deve ficar algum tempo no inferno (Sura 19:71,72). Alguns "ali ficarão para sempre" (Sura 2:217), enquanto outros serão libertados, após terem suficientemente sofrido nas chamas: "Aquele que, desse modo, é removido do fogo e levado ao paraíso, de fato é triunfante" (Sura 3:185, etc.).
Sobre o homem rico, Jesus disse: "E no inferno, ergueu os olhos, estando em tormentos, e viu ao longe Abraão, e Lázaro no seu seio. E, clamando, disse: Pai Abraão, tem misericórdia de mim, e manda a Lázaro que molhe na água a ponta do seu dedo e me refresque a língua, porque estou atormentado nesta chama" (Lucas 16:23,24). Esse estranho pedido gerou confusão entre o que é físico e o moral/espiritual, uma vez que o seu copo e língua estavam apodrecendo no túmulo. Tendo buscado os prazeres, a alegria e a satisfação simplesmente físicos, com a exclusão do moral e espiritual, o homem rico fora aparentemente encerrado nessa ilusão, por toda a eternidade.
Por que o tormento no Lago de Fogo jamais iria levar o mais endurecido pecador ao arrependimento e, desse modo, à salvação? Como já observamos, se a dor fosse física, ela seria por demais aguda, não permitindo qualquer pensamento racional e muito menos uma resposta de boa vontade ao evangelho, mesmo que este lhe fosse oferecido. Biblicamente, seria tarde demais. Após a morte, vem o julgamento, segundo Hebreus 9:27, portanto não haveria uma segunda chance.
Todo pai sabe que um filho apanhado em desobediência vai arrepender-se chorando e vai prometer o impossível, a fim de escapar do castigo. O mesmo se aplica aos criminosos. Ajudei um ex-presidente do Federal Parole Board a escrever a sua biografia. Ele aprendeu que os prisioneiros, quando começam numa "parole" (promessa de saída), podem levar alguém às lágrimas, com promessas aparentemente sinceras de que vão andar na linha e jamais voltarão à prisão. Porém, muito poucos cumprem suas promessas. As portas das prisões têm sido abertas em alta escala para a volta desses "diplomados", a fim de continuarem a receber a lição que jamais aprenderam.
Os Estados Unidos, com absoluta maior porcentagem per capita de freqüência às igrejas, também têm, em todos os tempos, a mais alta porcentagem de população por trás das grades. Isso reflete o fato de que muitos criminosos vivem mais luxuosamente na prisão do que vivem lá fora, e que as sentenças para esses criminosos não são bíblicas. Em vez disso, Deus exige restituição às vítimas, o que resulta num efeito moralmente restaurador para o ofensor. Sem dúvida, a maioria das pessoas jamais comete um crime passível de prisão, porém vive se envolvendo secretamente em adultério, fornicação, luxúria, homossexualismo, inveja, orgulho, ciúme, etc., dos quais se "arrepende" somente quando esses pecadores são flagrados.
Uma porção de líderes religiosos de alto conceito, tanto entre os católicos como entre os evangélicos, têm sido denunciados, nos últimos 5 anos, por horrendos pecados, "arrependendo-se" publicamente com muitas lágrimas. A vergonha dificilmente é recuperada e a suspeita nunca pode ser removida, mesmo que o tal [pecador] se arrependa sinceramente, por ter sido embaraçosamente pegado em flagrante. Se o seu pecado tivesse continuado oculto, será que essa pessoa teria demonstrado arrependimento ou teria continuado a conservar o seu pecado secreto? Somente Deus pode dar a resposta, com Jeremias 17:9: "Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o conhecerá?"
Não existe outro caminho para qualquer pecador purificar o seu coração. Deus sabe que não podemos mudar o que somos para nos tornarmos a nova criatura que Ele deseja que sejamos. Para que Ele realmente nos perdoe, a penalidade deve ser paga. Sendo esta infinita e pronunciada por Deus sobre toda a humanidade, ninguém, a não ser o próprio Deus, poderia pagá-la. Contudo, isso não seria justo, porque Ele não é como nós. Por isso, Deus se tornou Homem através do nascimento virginal, a fim de assumir o nosso lugar sob a Sua ira, pagando a penalidade de todos os pecados, para que todos nós fôssemos perdoados com justiça.
Tendo sido, por Deus, pronunciada a penalidade da morte eterna, nem mesmo o próprio Deus poderia mudá-la. Por que? Porque tudo que Ele diz reflete o Seu próprio caráter Santo. Se Deus voltasse atrás em Sua palavra, isso minaria a Sua perfeição. Se Ele pudesse mudar Sua maneira de ser, pelo menos uma vez, porque não o faria, duas, três ou até uma porção de vezes? (Hebreus 13:8). Se Ele quebrasse pelo menos uma vez a Sua palavra, jamais poderíamos confiar novamente no que Ele diz. Haveria a possibilidade de que Ele mudasse, sempre e sempre, a Sua mente.
Contudo, isso é impossível, pois Ele diz: "Porque eu, o SENHOR, não mudo; por isso vós, ó filhos de Jacó, não sois consumidos" (Malaquias 3:6) e "Para sempre, ó SENHOR, a tua palavra permanece no céu" (Salmos 119:89).
Ao contrário, Alá diz: "Se alguma de nossas revelações for neutralizada ou venha a ser esquecida, nós traremos (em lugar dela) uma outra melhor ou parecida" (Sura 2:106).
A obra redentora de Cristo realizada na Cruz é o fundamento de nossa fé e exatamente por essa razão ela tem sido alvo de contínuos ataques feitos com o objetivo de desacreditá-la. No Alcorão, o Islamismo nega que Cristo é Deus vindo em carne (embora confirme o nascimento virginal), nega que Ele morreu na Cruz e que Ele tenha pago a penalidade em favor dos outros (Sura 4:157-158). O exato conceito de Cristo, Aquele sem pecado, morrendo em lugar dos pecadores, é atacado não somente pelo Islamismo como pelos ateus, os quais afirmam que isso viola os princípios de justiça.
Em Romanos 3:21-26, Paulo apresenta a justiça da morte de Cristo como substituta para toda a humanidade. Sua conclusão soa como se ele a tivesse provado completamente: "Para demonstração da sua justiça neste tempo presente, para que ele seja justo e justificador daquele que tem fé em Jesus" (Romanos 3:26). Paulo não apresenta explicação alguma por que isso, que parece tão contrário à razão humana, pudesse realmente ser verdade.
Para se entender melhor, vamos considerar Barrabás e Paulo. O primeiro seria o único a poder dizer que Cristo literalmente morreu em seu lugar. Que testemunho ele poderia ter dado! Mas a morte de Cristo em seu lugar não efetuou mudança alguma em seu coração, mas apenas tornou livre um criminoso para viver por si mesmo. Por outro lado, Paulo testificou: "Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim" (Gálatas 2:20).
Os que confiam verdadeiramente em Cristo como Senhor e Salvador aceitam a Sua morte como se fosse a deles próprios. A vida que antes alguém desejou viver para si foi crucificada com Cristo e Sua vida foi aceita em troca. A fé em Cristo efetua miraculosa transformação no coração do crente e este só pode ser descrito como tendo "nascido de novo" (João 3:3). Todos os que desse modo desejam conhecer a Cristo, podem recebê-Lo pela fé, agora mesmo, para começar a ter uma nova vida, a qual perdurará por toda a eternidade!
TBC Abril 2008 - "Justice, Forgiveness and Transformation"
Dave Hunt/Mary Schultze, 03/04/2008.