Vale a pena tomar vacina?
Segundo informação recebida pela Internet, de um amigo pesquisador de Catolicismo, andei lendo uma denúncia simplesmente horripilante a respeito do verdadeiro objetivo das vacinas que a Medicina moderna tem aplicado nas pessoas.
Li todo o conteúdo e traduzi uma parte da apostila que me foi enviada, mesmo tendo ficado em dúvida quanto à absoluta veracidade do assunto, pois é deveras chocante e não quero acreditar que seja tudo verdade.
O título do trabalho é "Vacinação - A Inquisição Médica do Vaticano - Finalmente é Revelada". Vou dar apenas algumas definições conforme o trabalho, e em seguida falar dos "caçadores de micróbios" que têm lançado as vacinas pelo mundo.
Imunização - É o ato de tornar uma pessoa imunizada contra certa doença. Por exemplo, a catapora infantil imuniza a criança pelo resto da vida.
Vacinação - Injeção feita à base de material doente de vacas, vitelas, porcos, macacos e outros animais, a qual é aplicada à corrente sangüínea humana, a fim de imunizar a pessoa contra as doenças humanas, como a varíola, por exemplo.
Inoculação - É a prática de injetar uma doença humana, por exemplo, a varíola, na corrente sangüínea, a fim de imunizá-la contra a doença.
Varíola - (smollpox em Inglês) é uma doença exclusivamente humana, causada pela picada do inseto "Cimex Lactolarius" (percevejo de cama). [Agora quando eu quiser xingar uma pessoa, vou chamá-la de Cimex Lactolarius... e pronto!]
Vacina - É uma palavra derivada do vocábulo "vacca". Este nome foi dado pelo jesuíta secular Edward Jenner (1749-1823) à injeção feitas nas pessoas, a fim de imunizá-las contra a varíola.
Bolha de vaca - [Traduzi ao pé da letra, pois não sou sanitarista] - É uma doença que ataca o úbere das vacas, cujas causas são: mãos sujas ou feridas na mão de quem as ordenha.
Agora vamos falar do verdadeiro pai das vacinas, o experto jesuíta Jenner.
Foi ele quem ensinou o mundo médico a aplicar agulhas envenenadas. Foi o primeiro a associar as doenças humanas com as dos animais. Essa idéia de Jenner pavimentou o caminho para a morte de milhões de pessoas em todo o mundo. A idéia de que o homem e o animal estão correlacionados em sua origem, compartilhando as mesmas doenças, conduziu à Teoria da Evolução, a qual tem sido responsável pela morte espiritual de outros muitos milhões de pessoas.
No interior de Gloucester, Inglaterra, onde viveu Edward Jenner, os fazendeiros acreditavam na lenda supersticiosa de que se contraíssem a "bolha de vaca", esta os imunizaria da temível varíola.
O "médico" Jenner tomou posse dessa lenda de velhas fofoqueiras, transformando-a em fato científico [do mesmo modo que Darwin iria fazer com a sua maléfica Teoria da Evolução]. Para conseguir isso, ele teve de receber certas credenciais científicas, como M.D. e F.R.S. (esta significando Membro da Royal Society). Logo em seguida, ele escreveu um livro, usando somente no título da capa do mesmo a expressão "Variolae Vaccinae", expressão que em Latim significava "varíola de vaca".
Desse modo, ele associou a varíola humana com a bolha da vaca. Jamais havia existido essa doença chamada "varíola da vaca", até que o "Dr." Jenner a tivesse inventado, no título do seu livro, que foi escrito em 1798.
Ele usou astutamente a palavra "varíola", associando-a à "bolha da vaca". Só que não se atreveu a mencionar tal expressão no texto do livro. Jenner achou que poucas pessoas iriam ler o seu livro, se bem que muitas iriam ler o título da capa, fazendo, então, uma associação mental entre a "varíola" e a "bolha da vaca". A manchete no jornal de Jenner assim dizia: "Uma pequena pesquisa sobre as causas e efeitos da vacina contra a varíola, uma doença descoberta nos condados ocidentais, especialmente em Gloucestershire, e conhecida como cowpox". Poder-se-ia fazer uma objeção à palavra "descoberta", mas isso é de menos. O que importa principalmente é o título completo e erudito - "Vaccinae Variolae", tão solitário na capa do livro. Ora, a expressão "Vaccinae Variolae" em Latim significa exatamente "variola de vaca". É uma infeção causada nas vacas leiteiras, conhecida de quem mora no campo, havia muitas gerações, como "bolha de vaca", a qual foi rapidamente apresentada aos eruditos, que jamais haviam ouvido esse novo nome, como "vaccinae variolae", neutralizando, assim, o nome antigo, não só na pronúncia como também na semelhança da precisão científica, passando a ser rapidamente o único nome usado na comunidade científica.
Essa novidade apareceu apenas no título do livro e Jenner pouco se atreveu a falar esse nome no texto ou no prefácio do mesmo, até então desconhecido dos médicos e veterinários do seu tempo. Ele também não disse uma só palavra no sentido de justificar essa "invenção", no prefácio ou no texto do livro. Contudo, a expressão permaneceu ali, na capa do livro, classificando, de maneira completa e erudita, a "bolha da vaca". Esse termo seria copiado nos jornais e repetido centenas de vezes, mesmo tendo sido silenciado em todo o livro e, sem protesto algum de Jenner, todas as vezes em que foi copiado ou repetido, acarretando tudo que o poder das idéias pode trazer, sobre um sinônimo descritivo, para uma coisa até então desconhecida". (Jenner and the Vacination, Dr. Charles Creighton, p. 44.) [Uma das máximas jesuítas é esta: "Uma mentira repetida mais de cem vezes se torna um fato verdadeiro" ]
Resumo da Vida de Edward Jenner
1749 - Jenner nasceu em 17 de maio, em Gloucestershire, Inglaterra. Era filho de um clérigo da Igreja Anglicana. A única diferença entre esta e a Igreja de Roma é que também ela é um papado, sem, contudo, ter um papa.
1763 - Aos 14 anos, Jenner tornou-se aprendiz de Mr. Daniel Ludlow, cirurgião de Chipping Sodbury, onde conseguiu a maior parte de sua experiência necessária para tornar-se, também, um cirurgião.
1770 - Aos 21 anos foi enviado ao Dr. John Hunter, em Londres, de quem se tornou aluno, o qual era o maior cirurgião da época e como Jenner seria mais tarde, um hábil naturalista. Em Londres, ele fez amizade com Joseph Banks, o qual seria mais tarde Presidente da Royal Society.
1772 - Com 23 anos, Jenner regressou à sua terra natal e começou a trabalhar como cirurgião e farmacêutico. Ficou ali, durante 17 anos, como um medíocre cirurgião e farmacêutico, totalmente desconhecido ao mundo, mantendo, contudo, a correspondência com o Dr. Hunter sobre uma variedade de assuntos de história natural.
1789 - Graças aos amigos influentes, Jenner foi eleito membro da Royal Society por causa do seu jornal incipiente, fundado dois anos antes.
1790 - Jenner se torna o ´Dr. Jenner', M.D, comprando por cinco Libras um grau de Medicina da Universidade de Sto. André.
1791 - Jenner vacina o seu filho de 18 meses com vacina de porco. Aos 20 anos o rapaz morreria de tuberculose.
1796 - Jenner inocula (14/05) James Phillips, filho do seu jardineiro, um garoto de oito anos, contra a "bolha da vaca", doença contraída da empregada Sarah Nelmes. O rapaz contrai a "bolha de vaca", mas sobrevive. Em julho Jenner inocula o rapaz com a vacina anti-variólica. O jovem morre aos 21 anos, de tuberculose.
1797 - Jenner envia à Royal Society um jornal falando de sua nova descoberta: a "variolae vaccinae" ou varíola de vaca. O jornal é censurado e retorna com uma advertência: "Ele não deveria ter promulgado uma idéia tão selvagem, se valorizasse a sua reputação".
1798 - Jenner publica a sua Pesquisa sobre a causa e efeito da Variolae Vaccinae. "Variolae" era o nome conhecido da "varíola" e "vaccinae" era o nome científico para vaca. Desse modo, Jenner pôde equiparar a "varíola", doença humana, com a "bolha da vaca", doença de animal.
1802 - É fundada em Londres a Royal Jennerian Society, a qual dura apenas seis anos, por falta de apoio.
1810 - Morre o filho de Jenner, aos 21 anos, de tuberculose.
1813 - Por ter inventado uma nova doença, a Universidade de Oxford dá a Jenner o grau de Doutor Honoris Causa.
1819 - James Phillps, o jovem usado por Jenner em sua excêntrica experiência, morre de tuberculose.
1823 - Jenner falece e vai encontrar o seu Criador, que fez todas as coisas, segundo a sua espécie, em apenas seis dias, há seis mil anos.
1838 - John Barron escreve "The Life of Edward Jenner", em dois volumes. Esse panegírico foi escrito por um homem, que era o médico clínico num Asilo de Loucos, em Gloucester.
Erasmo Darwin - foi o avô de Charles Darwin, o criador da herética Teoria da Evolução. Tendo Jenner associado os humanos com os animais, afirmando que eles compartilham suas doenças, o passo seguinte foi promulgar a idéia de um ancestral comum. Foi aí que surgiu o mito deste grande amigo de Jenner - autor da obra Zoononia - a qual ele escreveu, em 24/02/1802, algumas semanas antes de morrer: "Dentro em breve, vai acontecer que o batismo infantil e a vacinação poderão ser feitos no mesmo dia" (Jenner and the Vacination, p. 188). Como vemos, o batismo infantil e a vacinação são duas invenções da Igreja Católica Romana. Ninguém, exceto o próprio Belzebu, tem carreado tantas almas para o inferno como a teoria do neto de Erasmo Darwin, Charles Darwin. Erasmo e Jenner estabeleceram o fundamento para que a louca idéia da Evolução se transformasse de fábula em fato científico.
Charles Darwin (1809-1882 - Naturalista inglês, autor da Teoria da Evolução e da Seleção Natural. Após ter feito algumas pesquisas na América do Sul e nas Ilhas Galápagos, Darwin publicou a sua obra Sobre as Origens das Espécies por Seleção Natural ou a Preservação da Raça Favorecida na Luta pela Vida, 1859. Essa teoria se choca totalmente contra a verdade que aprendemos no Livro de Gênesis e, desse modo, Darwin chamou O Espírito de Deus de mentiroso.. cometendo o que se chama "pecado imperdoável".
Como diz Dave Hunt, "Darwin nada entendia de DNA, da estrutura e operação da célula, cujo conhecimento hoje tem relegado a sua Teoria da Evolução ao lixo dos absurdos, a partir de onde ela começou. Se a mais simples das células fosse desmembrada em componentes químicos, a possibilidade de que ela viesse a ser reorganizada seria de uma em cem bilhões de zeros, sem falar em que o corpo humano possui trilhões de células".
[Darwin e as novas versões da Bíblia levaram o mundo à apostasia dos protestantes, resultando na falta de fé na Palavra de Deus. Que os pastores deste país comecem a levar a sério o perigo que correm os membros de suas igrejas, lendo e estudando "bíblias" modernas, como a NVI, BLH, Viva e outras, onde algumas palavras são substituídas com o único objetivo de deletar a crença na divindade do Senhor Jesus Cristo.]
A Deusa Vaca Hathor
Agora vamos falar da vaca sagrada, da qual procede a palavra "vaccina". O nome da deusa egípcia era HATHOR, que significa "Habitação de Horus". Acreditava-se que Horus, o Deus Sol (adorado por Constantino, o fundador do Catolicismo Romano), vinha descansar no seio de HATHOR, aos domingos. Ela era a deusa do firmamento e, sendo uma vaca celestial, deu à luz o universo [Rainha do Universo, como a Maria do Catolicismo Romano?]. Hathor era sempre representada por uma vaca, ou com atributos bovinos, tais como cabeça, orelhas e chifres de vaca.
Era também a deusa da alegria e da maternidade, incorporando tudo que existe de melhor na mulher. Era ainda considerada a deusa da música, da dança e da leveza de coração e era, essencialmente, a Deusa Lua (Isis), protetora das mulheres grávidas e das viúvas. O centro principal do seu culto ficava em Dendera, onde era adorada, junto como seu marido Horus. Era a deusa suprema do amor erótico no Egito, a qual os gregos identificaram como Afrodite. Dendera era a Casa das Drogas e dos Prazeres [como as boates modernas].
Seus atributos principais eram dois objetos carregados por suas sacerdotisas: sistrum, a serpente sagrada de bronze e menat, o colar compacto de contas, tipo um longo rosário que ficava agarrado à mão, usado somente por Hathor e sua sacerdotisas, como instrumento de cura.
Na Grécia, Hathor ficou conhecida como a Diana dos Efésios e na Roma antiga, como Vênus. Na Roma moderna dos papas as identidades de todas essas deusas foram substituídas por uma deusa única - a Virgem Maria, com os nomes de várias "nossas senhoras", conforme o lugar da aparição/adoração.
Na Era das Trevas, a Roma papal exerceu domínio absoluto sobre a Europa. Os Quatro Cavaleiros do Apocalipse - a guerra, a fome, a peste e a morte - prevaleceram fortemente sobre o mundo inteiro, durante esses mil anos de trevas.
A falta de higiene pessoal e comunitária conduziram às pragas e epidemias, as quais causaram a morte de milhões de pessoas. [O Químico alemão, Dr. Hans Georg Max Paul Schultze, costumava dizer que só adoece quem pratica um, ou mais de um, desses erros: falta de higiene, uso de drogas, má alimentação e uso de medicamentos. A verdade é que suas duas filhas jamais ficaram doentes, até os sete anos de idade, quando entraram na escola e foram contaminadas pelas doenças infantis transmitidas pelos colegas].
As ordens religiosas foram as responsáveis pelo curso letal seguido pela história, durante os tenebrosos mil anos da Idade Média, sob o domínio do catolicismo Romano. Vamos mostrar alguns dos fundadores dessas ordens.
Santo Antônio - era em verdade um eremita egípcio, fundador da primeira ordem religiosa do Catolicismo. Sendo o padroeiro dos porcos nas gravuras ele era apresentado com um porco debaixo do hábito. Como os frades romanos não tomavam banho, ninguém conseguia chegar perto deles para ouvir as suas pregações [E como era proibido ler a Bíblia, a ignorância das verdades divinas era absoluta].
Inácio de Loyola (1491-1556) - Quando surgiu a bendita Reforma Protestante, Satanás estremeceu de pavor. A Bíblia restaurada, conforme o Texto Tradicional dos Apóstolos [em vez do texto alexandrino de Orígenes/Jerônimo], veio trazer ilimitadas bênçãos sobre a verdadeira cristandade em toda a Europa, com ensinamentos sobre higiene, saúde, e organização de vida, tão desconhecidas pelo continente europeu durante os mil anos do domínio católico romano. Contudo, Satanás não dorme em serviço e logo tratou de levantar o seu campeão máximo - Inácio de Loyola - o qual iria lutar sempre contra a Verdade que liberta da ignorância e da mentira religiosa, a fim de neutralizar os benefícios trazidos pela Reforma. Muitas guerras foram concebidas na mente diabólica desse monstro e de seus "filhos" - os jesuítas. Eles achavam que os demônios não poderiam resistir sozinhos contra a verdadeira Espada do Espírito, agora empunhada pelo homem comum. Loyola distribuiu os seus discípulos pelos quatro cantos da terra, no sentido de "evangelizar" o povo e "educar" os filhos dos grandes, a fim de que os jesuítas pudessem governar todas as nações através dos seus discípulos, o que, realmente, tem acontecido ao longo dos tempos (Jenner foi um deles),
Um desses filhos de Loyola foi Francisco Xavier (1506-1552) - enviado à Índia e ao Japão. Os padres jesuítas costumavam entrar em contato com os homens poderosos da Medicina em cada país, a fim de usar o seu veneno letal. Ao fazer contato com os brâmanes da Medicina, Xavier aprendeu com eles a maneira de inocular o veneno, a fim de apaziguar os demônios do vício, da vingança e da varíola. Ali ele conheceu a "Deusa da Varíola", uma poderosa deusa hindu.
Essa deusa era apresentada segurando dois punhais afiados, um em cada mão, ameaçando usá-los à direita e à esquerda. Diante dela estavam os seus muitos executores da vingança. Dois deles usavam máscaras vermelhas, escudos negros [as cores dos satanistas modernos], brandindo cimitarras desembainhadas. Raios brancos emanavam dos seus corpos, indicando infeção. À esquerda ficava um grupo de homens, tendo os corpos cobertos de bolhas de varíola. Carregavam campainhas presas à cintura, alguns deles acenando com penas negras. Eram precedidos de músicos tocando tambores, enquanto suplicavam piedade à deusa enraivecida.
Atrás da deusa havia um grupo de jovens mulheres, carregando cestos de contas cheios de oferendas de gratidão pelas suas vidas e beleza poupadas da varíola. Havia também um garoto com algo preso ao pulso, como se estivesse transportando alguma coisa ao braço da deusa. A imagem lembra o emblema da inoculação.
Num país onde cada pensamento, palavra e ação tornam-se apenas repetição dos ancestrais, uma gravura desse tipo leva o selo de muita antigüidade (History of Innoculation and Vacination, Lectura Memoranda, AMA, p. 18). Os jesuítas logo se tornaram estudantes voluntários de Medicina. Depois de Xavier, o homem que conseguiu maior sucesso na Índia, pervertendo o caráter de sua missão, ao introduzir naquele país a abominável idolatria católica, foi o Padre Francisco Nobili. Ele chegou a Madura em 1602, tendo ficado surpreso ao constatar o pouco avanço do Cristianismo, em tão longo tempo. Atribuiu o fato à aversão dos hindus pelos europeus e ainda ao fato de que os jesuítas haviam dado preferência aos párias, tendo dado a impressão de que Jesus Cristo era o "Deus dos párias".
Foi então que ele resolveu agir como um hindu e um brâmane, ao mesmo tempo. Após ter aprendido os ritos, as maneiras e a linguagem, ele se fez passar por Saniassi, um brâmane da 4a. e mais perfeita classe, e, com descarada impudência, afirmava ter vindo restaurar o 4o. caminho da verdade, o qual supostamente havia se perdido há milhares de anos. Ele submeteu os hindus a castigos e observâncias muito severos, obrigando-os a abster-se de tudo que possuía vida, como peixe, carne e ovos. Respeitava os seus preconceitos e, acima de tudo, aprovava a distinção de classes. Era proibido ao pária catecúmeno entrar na mesma igreja dos sudras e brâmanes convertidos. Desse modo, foram assimiladas muitas das cerimônias pagãs com as quais o Cristianismo foi contaminado (History of the Jesuits, J. B. Nicolaini, p. 108).
O Dr. J. Z. Holwell fez uma narração detalhada dos ritos religiosos do Colégio dos Médicos, em Londres, em 1767.
"A inoculação é realizada no Industão por uma tribo particular de brâmanes, a qual cria anualmente delegados para essa tarefa, pelos vários colégios de Bundesband, Elcabas, Benares, etc., a todas as províncias distantes, dividindo-se em pequenos grupos de três ou quatro pessoas cada grupo, planejando os seus circuitos de viagem com tal sabedoria, a ponto de alcançar os lugares durante a abstenção de um mês de peixe, carne e manteiga de búfalo. A proibição de peixe se refere somente aos portugueses nativos e aos maometanos, que abundam em todas as províncias do império". (An Account of the Manner of Innoculation for Smollpox in the East Índia", Dr. J. Z. Holwell, FRS).
No ano de 1717, Lady Mary Wortley Montague (1689-1762) serviu como cortina de fumaça aos jesuítas, a fim de introduzir os ritos religiosos da Índia na Inglaterra. Lady Mary nem sequer era médica. A inoculação ou "variolação" foi sancionada pela família real, quando as duas filhas do Príncipe de Gales foram inoculadas. Tão bárbaro era esse rito religioso que através do mesmo se inoculava a varíola na corrente sangüínea das pessoas. Foi esse o primeiro passo, a fim de preparar a humanidade para ALGO MUITO PIOR...
Quando Jenner inventou a "variolae vaccinae" ou "vacina da varíola da vaca", ele plantou a insidiosa semente da idéia de que os homens e os animais compartilham as mesmas doenças e, por conseguinte, são correlacionados. Ele abriu a porta à vacinação ou injeção de doenças nos seres humanos. Esse novo rito brâmane se espalhou como uma praga por toda a Inglaterra, pela Europa, e atravessou o oceano, chegando às Américas. Seus seguidores foram:
Dr. Luigi Sacco - o Jenner da Itália - Marshall escreveu a Jenner: "Não era fora do comum ver uma procissão de homens, mulheres e crianças conduzidos pelas ruas por um padre carregando uma cruz, a fim de serem inoculados". Por esse meio popular, não houve oposição do povo comum, o qual achava ser aquela uma bênção do céu, mesmo tendo sido a descoberta de um herege praticada por outro herege. (Jenner and the Vaccination, Creighton, p. 288.
Dr. Francisco Xavier Balmis - o Jenner da Espanha - Médico dos reis Católicos. Ele obteve a concessão para introduzir a vacinação nas colônias da América e da Ásia, compensando a despesa com a isenção de impostos no comércio de suas mercadorias. Partiu de Coruña, em 30/11/1803, com 22 crianças, a fim de propagar o vírus. A primeira visita foi feita às Ilhas Canárias, em seguida a Porto rico, onde a "missão" dividiu-se. Dom Francisco Salvani seguiu rumo ao Peru e ao Chile, enquanto Balmis seguia para Cuba e México, cruzando o Pacífico até as Filipinas, com 26 crianças, a fim de manter a sucessão do vírus. Daí seguiu para Macao e Canton. Tendo circunavegado o globo como vacinador e comerciante, Balmis reapareceu em grande estilo em Madri, tendo beijado a mão do rei, em 07/09/1806. (The Story of the Delusion, William White, p. 401).
Louis Pasteur (1822-1895) - o Jenner da França - Ele realizou todos os tipos de experiências mórbidas em animais, a fim de comprovar a sua teoria dos germes. Seus ancestrais foram huguenotes forçados a abraçar o Catolicismo Romano por causa da Inquisição. A pasteurização do leite recebeu esse nome em homenagem a Pasteur. Este processo envolve o aquecimento do leite, até que todos os nutrientes sejam queimados. Não nos permitem beber o leite verdadeiro, pois a inquisição médica nos obriga a ser vacinados contra as doenças do gado.
Resumo da História da Vacina, antes e depois de Jenner
1534 - Inácio de Loyola funda em Paris a Ordem Jesuíta, no dia 15 de agosto.
1541 - Francisco Xavier é enviado por Loyola à Índia e ao Japão.
1717 - Os jesuítas introduzem na Inglaterra a inoculação da Índia, usando Lady Mary Montague como cortina de fumaça. Ela nem sequer era médica. As mulheres médicas apareceriam somente 100 anos mais tarde.
1767 - O Dr. Holwell manda de volta a Jenner a sua reportagem sobre as técnicas de inoculação dos brâmanes.
1797 - Jenner envia um jornal à Royal Society em Londres, sobre a nova doença por ele inventada - a "variolae vaccine" ou "varíola de vaca". O jornal é rejeitado e devolvido com uma admoestação a Jenner.
1798 - Jenner publica sua Pesquisa sobre a nova doença inventada.
1800 - A doutrina e prática da vacinação se espalham como uma praga em toda a Inglaterra.
1839 - Uma epidemia de varíola se espalha por toda a Inglaterra, matando 22.081 pessoas.
1840 - A inoculação é tornada ilegal pelo Parlamento Britânico.
1853 - Na Inglaterra, o Ato da Vacinação Compulsória é aceito no Parlamento. De todos os pais é exigido que vacinem seus filhos com 3 meses de idade, sob pena de multa de 20 shillings.
1855 - Inicia-se a Inquisição Médica nos USA, em Massachusetts, primeiro Estado a adotar a lei da vacina compulsória. Essa lei existe hoje em todo o país.
1859 - Charles Darwin publica sua obra - Origem das Espécies - a tese dos micróbios até os macacos e destes chegando ao homem. Visto como os animais, especialmente os macacos, são nossos ancestrais, não há problema algum em se injetar suas doenças nos sangue dos humanos.
1867 - Não há mais pagamento de multa por se deixar se vacinar os filhos, promovendo-se penalidades mais severas. Milhares de pessoas desafiam a lei da Inquisição Britânica, a fim de não submeterem os filhos a esse rito bárbaro.
1868 - Forma-se na Grã Bretanha a Liga Anti-Compulsória da Vacina.
1870 - Erradicação varíola em toda a Europa.
1871 - A varíola volta a varrer toda a Europa.
1889 - Na Inglaterra uma Comissão Real é nomeada para pesquisar em certos aspectos e questão da vacina. O comitê estaria reunido por sete anos e emitiria seis pareceres, tendo sido o último em 1896. O resultado final foi a emissão do Ato da Vacinação, em 1898. Nesse mesmo ano, foi removida a penalidade por falta de vacinação.
1900 - Os sindicatos de Rockfeller e do Banco Morgan (este com maioria de ações jesuítas) compram a Enciclopédia Britânica, removendo da mesma todas as referência negativas contra a vacinação [Mais tarde, também, todas as referências negativas contra o Vaticano].
1910 - O Parecer Flexner é emitido para exigir a eliminação de mais da metade das Escolas de Medicina nos USA.
1911 - A vacinação é tornada obrigatória nas forças armadas americanas.
1917 - Os soldados americanos são todos vacinados, antes de partir para lutar na I Guerra Mundial e começam a morrer aos milhares... (???)
1918 - 675.000 americanos e 25 milhões de pessoas morrem, em todo o mundo, em conseqüência da vacinação contra a maior epidemia da história mundial. Essa "inquisição médica" foi disfarçada sob o nome de "gripe espanhola".
1976 - A lorota da grande gripe suína. O Presidente Ford é vacinado diante da TV, numa audiência de milhões. Mais de 500 pessoas que são vacinadas, ficam paralisadas com a Síndrome de Guillain-Barre.
1991 - Começa a Guerra do Golfo. Milhões de soldados da coalizão recebem a vacina contendo o letal vírus do Antraz.
2002 - Segunda Guerra no Golfo - Nova vacinação generalizada de toda a população dos USA (???) [O que lá se faz, aqui também se torna lei. Desse modo, que nós, brasileiros, nos preparemos, pois em breve teremos TODOS DE SER VACINADOS, QUER QUEIRAMOS, OU NÃO! Eu nunca tomei a tal vacina da Terceira Idade e vejo minhas amigas que a tomam sempre gripadas, enquanto eu nunca tenho uma dessas gripes dos idosos].
Agora me lembrei de um artigo escrito no ano passado, depois que li o livro de Eric Jon Phelps. O artigo, ainda inédito, sob o título "Fabricantes de Vírus" pode completar o assunto deste trabalho que acabei de traduzir. Vamos ler:
Falando sobre as pestes modernas que têm assolado o mundo, o escritor americano Eric Jon Phelps, em seu livro "Vatican Assassins", nos deixa perplexos, quando afirma que os médicos nazistas trouxeram para os Estados Unidos os resultados das experiências feitas com os judeus, ciganos e socialistas, nos vários campos de concentração.
Eles testaram venenos e novas vacinas, tendo realizado várias cirurgias experimentais em suas vítimas. Tudo isso pode ser constatado no livro “Os Médicos Nazistas”. Todas essas experiências foram arquivadas pela Sociedade Médica Americana, após a II Guerra Mundial.
Diz ainda Phelps que o uso do cloro na água faz com que o oxigênio diminua no corpo humano, e se alastre o câncer, o qual precisa de um estado anaeróbio. O vírus do câncer converte as células em mutantes anaeróbias. Na Europa é proibido usar cloro. Lá a água é ozonizada e não clorada.
As vacinas contra a hepatite B, diz Phelps, estão todas contaminadas com o vírus HIV, SV-40. Isso foi apreendido na Alemanha Nazista. Os médicos americanos desenvolveram o processo e continuaram realizando as suas pesquisas, no laboratório da CIA. Há uma fita dupla sob o título “The CIA and the Vírus Makers”, a qual explica como a CIA criou o vírus HIV e muitos outros. O Jesuíta Roberto Gallo, um católico romano italiano, é o virologista mais famoso do mundo e, certamente, o responsável por todas essas experiências.
Phelps acrescenta que em sua casa ele usa ozônio, em vez de cloro. Também usa radiação ultra violeta para evitar o lupo, a hepatite e a meningite. Essa radiação destrói também o vírus HIV, diz ele.
Phelps continua. Então, como deveriam os cristãos bíblicos reagir, diante das leis que decretam certos tipos de vacina? Deveriam responder: “é contra minhas convicções religiosas colocar germes patogênicos estranhos em minha corrente sangüínea. Isso vai prejudicar o meu coração. E quando eu chegar aos 40 anos, as placas me levarão a um ataque cardíaco. Por isso, não vou permiti-lo”.
Falando da epidemia de AIDS, do vírus Ebola, do Antraz e de outros males por ele atribuídos aos agentes de saúde controlados pelos Jesuítas, Phelps denuncia:
Tendo a Sociedade Jesuíta envenenado a nossa corrente sangüínea com as suas "vacinas e imunizações", tendo nos mutilado com as suas desnecessárias cirurgias, tendo nos drogado com as suas "medicações", agora os filhos de Loyola se preparam para nos cortar as gargantas, de uma orelha à outra, através de um ditador fascista, que trará contra nós exércitos estrangeiros armados. Para quem vamos apelar?
Ainda sobre o assunto de saúde, Phelps cita o Primeiro Ministro Inglês, Benjamim Disraeli, 1877: "... A saúde do povo é, sem dúvida, o fundamento sobre o qual repousam toda a felicidade e poder do Estado... E se a população de um país se torna estacionária ou diminui anualmente - se enquanto ela diminui de número, também diminui em estatura e em força - esse país está condenado. A saúde do povo, em minha opinião, é o primeiro dever do Estado".
Leonard G. Horowitz, Físico e escritor americano, desvendou essa conspiração jesuíta e, por isso, está na mira da Ordem de Loyola, diz Phelps. Seu livro “Emerging Viruses: Aids and Ebola”, editado em 1997, é um documentário corajoso. Numa de suas páginas podemos ler:
"Desse modo, os dois maiores genocídios deste século (o Holocausto dos Judeus e a epidemia de AIDS) parecem ter sido determinados pelas mesmas lideranças mentais..."
O Dr. Roberto Mendelson, cientista americano, em seu livro "Confessions of a Medical Heretic", 1979, cuja publicação lhe custou a própria vida, denuncia:
"Não acredito na Medicina moderna. Sou um médico herege. Acredito que os tratamentos das doenças feitos pela Medicina moderna... são mais perigosos do que as doenças que pretendem tratar. Creio que mais de 90% da Medicina moderna poderia desaparecer da face da terra - doutores, hospitais, drogas e equipamentos - e o efeito sobre a nossa saúde seria imediato e benéfico... Pois o hospital é o templo da Medicina moderna e, desse modo, um dos lugares mais perigosos da terra... Há muito o que temer ali. O deus que reside no templo da Medicina moderna é a MORTE... O médico-sacerdote sempre sai lucrando muito, porque declara estar contra as forças do mal... que nunca são vistas à luz do dia - como agentes do Diabo...
Temos uma inquisição médica. O primeiro sinal de uma inquisição é a venda de indulgências... Do mesmo modo que acontece na comunhão da hóstia, que os católicos recebem na língua, as drogas são as hóstias da Medicina moderna... Tente ir até o final da vida sem pagar seus tributos à Medicina moderna: imunizações, água fluorada, injeções endovenosas e nitrato de prata... Quando você entrar numa catedral e nos pequenos "vaticanos" da Medicina moderna, dará de cara com os sacerdotes ancorados no peso da infalibilidade. Eles nunca podem errar e, por isso, são muito perigosos...
Os Jesuítas são os maiores exploradores dos sistemas particulares de saúde, dos hospitais, das indústrias farmacêuticas, etc... Será que os terroristas remetentes do pó branco contendo o vírus do antraz não têm ligação com esses "donos dos laboratórios", que estão agindo desse modo, a fim de desencadear o pânico entre os cidadãos americanos? Com o povo em pânico, a confusão fica armada e logo um estado de sítio é decretado... E adeus democracia americana!
Sempre fui rebelde. Nunca tomei a vacina da Terceira Idade. Como pouco (frutas, legumes e carne branca), só visito os médicos uma vez por ano, fazer um check-up, evito os medicamentos e, talvez por isso, estou chegando aos 73 anos com uma saúde invejável.
Tradução e comentários de
Mary Schultze - 01/09/ 2002.
Hoje eu faria 46 anos de casamento, se meu marido não tivesse morrido, há 20 anos!