Vampiromania - Um Ramo do Catolicismo?
Dentro do contexto da nova religião mundial, atualmente conhecida como Nova Era, tudo pode acontecer. Como todas as religiões, a Nova Era tem os seus cultos separados, como galhos dessa árvore de satanismo, e acaba criando novas aberrações anti-bíblicas. Uma dessas aberrações é a chamada Vampiromania, uma nova religião que já acontece há anos nos USA e agora chega ao Brasil através da novela "O Beijo do Vampiro" da TV Globo, novela que ainda vai dar muito o que falar...
Assisti um capítulo dessa novela e havia desistido, pois naquela mesma noite tive um pesadelo terrível, acordei suada e ofegante, e achei que deveria esquecer a mesma. Contudo, logo recebi pela Internet, a notícia de um garoto de 3 anos, que atirou no pai, julgando estar matando um vampiro que o ameaçava. Então voltei a assistir a tal novela, pois o assunto é religioso - minha área predileta - e resolvi assumir o papel de telespectadora (com ou sem pesadelos), dessa absurda ficção, que pode muito bem se tornar uma tenebrosa realidade em nosso país. Não quero dizer com isso que o tal vampiro Boris e sua namorada Mina de repente se materializem em nosso meio. Infelizmente, as pessoas que não conhecem a Bíblia e não se entregaram a Jesus Cristo podem ser facilmente capturadas nas armadilhas diabólicas de Satanás, o vampiro maior do inferno. Pertencer a uma religião espirita (ou a outra que não se detenha exclusivamente na Bíblia) é estar a caminho do inferno, podendo, assim, tornar-se uma presa fácil do Vampiro Satã.
Em vez de explicar com as minhas próprias palavras o que pode acontecer no Brasil, vou citar um trecho do livro autobiográfico "Lucifer Dethroned" (Lúcifer Destronado), de 350 ps., (ps. 123-124 e 262-267) do casal cristão evangélico William e Sharon Schnoebelen, (ele um sacerdote da Igreja Ortodoxa Americana), lançado pela Chick Publications, Califórnia, 1993. Leiam na letra "Comic Sans MS":
... Depois de ter sido iniciado no satanismo, vejam o que me aconteceu.
Minha esposa Sharon e eu tínhamos uma capelinha particular no quarto dos fundos de nossa casa, com um altar de pedra, sob o qual havia uma relíquia de S. Francisco, que o Padre Daniel generosamente nos havia dado. Rezei outra ‘Missa do Espírito Santo’, buscando confirmação para o que estava fazendo... só que não estava totalmente preparado para o que aconteceu, quando celebrava a missa. Na hora da consagração do vinho, logo que pronunciei as palavras da instituição, aconteceu ao vinho exatamente o que se supunha que aconteceria e que jamais havia acontecido na realidade... O vinho transformou-se em sangue! Sangue legítimo!
Tanto Sharon como a pessoa que estava ajudando na missa viram o cálice cheio de sangue. Sem saber o que fazer com o mesmo, terminei a missa e bebi apenas uma pequena quantidade daquele sangue, o suficiente para preencher as exigências do ritual.
O restante coloquei num viático especial de ouro, que havia trazido de um kit da minha Igreja, destinado ao transporte do sacramento até os enfermos.
Levei o viático ao meu bispo, que o analisou no laboratório do hospital local. A análise confirmou tratar-se de sangue humano, porém de um tipo absolutamente desconhecido. Logo imaginamos que se tratava do sangue de Cristo...
Infelizmente, depois desse acontecimento, comecei a sentir um prazer inusitado em corromper inocentes e a sexta pessoa que eu recrutei foi uma devota mulher católica, cheia de ingênua confiança... Foi especialmente agradável cometer adultério com ela, como se isso fizesse parte do ritual... Ao voltar ao meu próprio passado, vi nos estudantes católicos de Marquette um campo particularmente fértil para semear o satanismo... (ps. 123-124)
... O "Apostolado Joanino", embora tendo se originado no que chamam hoje de Franco Maçonaria, supostamente levava os seus membros ao consumo de sangue e órgãos humanos, prometendo que isso iria prolongar-lhes a vida, eternamente. Diziam que o primeiro vampiro foi Lázaro, o qual Jesus ressuscitou dos mortos através de um poder oculto. Diziam ainda que a intenção de Jesus fora iniciar com Lázaro uma linha inquebrável de sucessão apostólica [Mais uma crença aberrante, tipo a do Catolicismo Romano, sobre a sucessão apostólica de Pedro], como um sacerdócio oculto dentro do próprio sacerdócio católico. Essa irmandade dos vampiros foi cuidadosamente camuflada dentro dos sacerdócios romano e ortodoxo, como um segredo guardado até da maioria dos sacerdotes. [Como vemos, o Evangelho de João, que dá a maior ênfase à divindade de Cristo, foi torcido por alguns padres do Catolicismo Romano e Ortodoxo, no sentido de criar uma seita satânica dentro de um Cristianismo já deturpado. Como diz a Bíblia, "um abismo chama outro abismo". Dizia o falecido ex-padre jesuíta Alberto Rivera que Inácio de Loyola praticava ocultismo da pesada, o qual, provavelmente, foi seguido pelos seus "filhos".]
A pedra fundamental da existência e sobrevivência do culto satânico em nossos dias repousa sobre o rito católico da Missa/Eucaristia. Logo entendi que havia um estreito laço entre a Transubstanciação e o Vampirismo.
A partir de então, permiti que o meu corpo, através da injeção de algumas ervas especiais e de drogas, começasse a ter o seu apetite normal diminuído, à medida em que aumentava o meu desejo de ingerir sangue e minha fobia à luz solar.
Finalmente, certa noite, o mentor do meu aprendizado permitiu-me beber um pouco do sangue de suas veias, quando, então, assumi o meu papel de vampiro. Passei a me satisfazer apenas com a ingestão de sangue, deixando outros tipos de alimento. E foi então, que, dentro de uma pequena capela, na penumbra à luz de velas, diante de ícones ortodoxos, compreendi a real significação da Transubstanciação.
Para que um vampiro sobreviva ele precisa ingerir de sangue humano, diariamente, a mesma quantidade do alimento normal que costumava ingerir antes. Isso daria a média de todo o sangue de uma pessoa humana, em apenas dois dias, para que o vampiro não morra de fraqueza. Por isso é que apareceu a doutrina da Transubstanciação, na qual se consegue, sem grande esforço e com algumas palavras mágicas, a quantidade desejada do sangue de um jovem galileu de 33 anos...
Todos os membros do sacerdócio vampírico precisam ser, antes de nele ingressar, membros da Igreja Católica - Romana ou Ortodoxa - a fim de que possam, durante a liturgia, produzir o sangue sacramental necessário ao consumo de cada dia, mitigando, assim, a sua sede. Daí por que as missas são rezadas diariamente, a não ser que o sacerdote esteja muito doente. O vinho realmente transformado em sangue nas celebrações ocultistas provê as necessidades dos vampiros religiosos, evitando que eles precisem sair às ruas, atacando as pessoas.
Com o passar do tempo, vi-me dependendo exclusivamente da celebração da missa, usando também o sangue de alguns membros voluntários de minha capela. Em seguida, aprendi que deveria ter um caixão na base do altar, a fim de nele repousar e restaurar minhas forças, nas horas mais agitadas do dia. Sobre esse caixão eu celebrava as missas. Aprendi também a usar relíquias de ossos ou outras peças de santos mortos, como acontece nos altares das grandes catedrais católicas, tradição que vem da época do culto celebrado pelos sacerdotes vampiros.
Aprendi outras liturgias, principalmente a de S. João Crisóstomo, muito usada nas igrejas ortodoxas. Lá eram celebradas missas realmente na intenção do Conde Vlad Drácula e de outros "santos" do Vampirismo. Essas celebrações eram todas copiadas do Catolicismo Romano e Ortodoxo, com a diferença de que Drácula e outros vampiros eram mais exaltados do que Jesus e Maria.
Esses hábitos começaram a se espalhar entre os nossos companheiros, cada vez mais depressa. Eles atraíam mais as mulheres do que os homens, talvez porque os homens temiam perder a sexualidade, se franqueassem o sangue aos vampiros. Infelizmente, dois casamentos terminaram por causa do vampirismo sobre os maridos de dois casais. Isso porque há prazer, tanto em sugar como em doar sangue a um vampiro.
Para "iniciar" duas sacerdotisas no culto dos vampiros, primeiro eu tive de celebrar a "Missa de São Vlad" , na qual é usado um rum especial, em lugar do vinho tinto. O rito da comunhão consiste numa blasfema paródia do que aconteceu a Cristo na cruz. Primeiro, eu tinha de sugar o sangue do pescoço de cada candidata, até que ela desmaiasse de fraqueza. Isso para que, supostamente, fossem transmitidas ao seu corpo as enzimas demoníacas, que iriam transformá-la numa sacerdotisa vampira.
A missa terminou quando o rum, supostamente transformado no sangue de Drácula, foi aquecido. Então invoquei o nome de Drácula, a fim de que ele viesse receber e abençoar a criação de suas duas novas filhas.
Acreditávamos que depois da morte, eu e minhas filhas iniciadas, ressuscitaríamos como vampiros legítimos. Então viveríamos durante séculos, não como vampiros pela metade, mas como legítimos vampiros da linha de Drácula.
Certo dia, quando uma última candidata estava sendo "iniciada", aconteceu algo extraordinário. Sugamos o sangue um do outro, como sempre. Mas no final do ritual, quando eu estava invocando Vlad, com o cálice cheio de rum, acendi o fogo mais do que o necessário. Mesmo que o rum fosse igual aos outros, a chama subiu muito, avermelhando, assustadoramente, todo o ambiente, como jamais havia acontecido.
A partir de então, o meu desejo sexual foi inteiramente substituído por uma verdadeira fixação por sangue. Eu passava a maior parte do tempo na capela, fazendo meus deveres católicos, e detestava sair à luz, enquanto minha visão noturna ia se aguçando cada dia mais. Sentia-me cada vez mais forte, quando ingeria sangue. Quando tentei doar sangue, informaram que o meu tipo sangüíneo havia mudado, o que me pareceu realmente estranho. Fiquei completamente fascinado por filmes de horror e me escondia o dia inteiro nos cinemas, esperando que escurecesse, a fim de voltar para casa. Minha existência ia ficando cada dia mais estranha.
Com o tempo, notei que o vinho da comunhão já não era suficiente, pois a minha ânsia de sangue ia sempre aumentando. Às vezes precisava celebrar mais de uma missa diária. Minhas fantasias tornaram-se violentas e senti necessidade de procurar mais de seis mulheres, ou então bruxas, que se tornassem minhas doadoras. Até que um dia fui longe demais com uma sacerdotisa, da qual suguei tanto sangue que ela desmaiou e parecia ter morrido. Felizmente, quando ela voltou a si, contou que havia tido uma bela experiência mística e foi embora, ignorando o que realmente lhe havia acontecido.
Fiquei aterrorizado. Minhas saídas à noite para o meu jornal em Milwawkee, tornaram-se uma tortura, pois via aquelas prostitutas na rua e tinha vontade de voar nos seus pescoços, como se fosse um leão atacando uma gazela. Sabia que era apenas uma questão de tempo, até que eu perdesse totalmente o controle da situação. Lembrei-me das moças que apareciam mortas em circunstâncias desconhecidas. E temi chegar ao extremo de sair pela noite, assassinando pessoas.
Graças a Deus senti-me culpado e compreendi que estava dentro de um círculo vicioso, o qual só poderia acabar em morte, insanidade mental ou prisão. E foi nesse período de desespero que o Senhor Jesus Cristo entrou em minha vida. Jesus Cristo pode salvar o mais horrendo e viciado de todos os pecadores, pois Ele me salvou! (Ps. 262-267).
Glória ao Nome de Jesus, nosso Deus e grande Salvador da humanidade!!!
Lendo este relato de alguém que já foi um vampiro moderno, temo que dentro em breve apareçam alguns "vampiros pela metade" entre os telespectadores da TV Globo. Que os pais tenham o maior cuidado em afastar da TV os seus filhos, a fim de não terem, mais tarde, o desgosto de vê-los enredados nas drogas, no satanismo e no vampirismo. Porque agora a moda é a Vampiromania e, por mais esdrúxulas que sejam as modas, os jovens sempre gostam de segui-las. Prova disso, é ver uma porção de garotos (e também adultos) usando brincos. E o que dizer das moças da classe média que preferem usar calças jeans remendadas e até furadas, cheias de penduricalhos ridículos, em vez de boas calças de lã sintética, relativamente mais baratas e muito, muito mais bonitas? O pior é que as esposas de alguns pastores aderiram à mini-saia e logo estarão usando também essas calças rasgadas. E se esses pastores forem neo-pentecostais, certamente vão aproveitar a mendicante aparência de suas esposas para arrancar mais dinheiro dos analfabetos bíblicos, mostrando a "pobreza" da indumentária de suas caras-metades.
Texto de William e Sharon Schnoebelen
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Tradução e comentários de Mary Schultze, 13/09/2002.