A Paz de Cristo (no conceito jesuíta)

O escritor americano J. T. Chick conta-nos uma história terrível, em seu livrete “The Force”, a qual tentarei resumir para os leitores, com minhas próprias palavras:

Conta  o Dr. Alberto Rivera, ex-padre jesuíta, que quando ele tinha uns 14 anos de idade (1949), um grupo de alunos do seu colégio jesuíta foi visitar um mosteiro salesiano em Las Palmas (Espanha) para observar o funcionamento daquela Ordem católica, com especialidade em cuidar de órfãos. Ele e seus colegas estavam correndo num campo, quando um deles caiu dentro de um fosso bastante profundo. O menino ficou bastante ferido e Alberto tentou socorrê-lo. Para isso tentou arrancar uma grande estaca, a fim de retirá-lo do buraco, mas a ponta da estaca ficou presa a um grosso rolo de algodão, espécie de novelo. Quando Alberto a puxou com toda a sua força, tentando desvencilhar a ponta, ficou petrificado diante da descoberta que fez. Dentro do imenso novelo de algodão havia os corpos de sete bebês. Cada um tinha três cruzes feitas na cabeça, uma cruz em cada palma da mão e nas solas dos pés. Sobre o peito de cada criança havia ainda duas cruzes, e seus corações haviam sido retirados. O símbolo das cruzes era um P cortado pela letra X, cujo significado na Ordem era   A Paz de Cristo.

Diz o Dr. Rivera que ficou sem fala. Um dos garotos, após ter visto aquele horror, cometeu a imprudência de contar o fato à sua irmã de 13 anos, interna num colégio  de freiras, ali perto. A menina foi se confessar, contou tudo ao Padre. Poucos dias depois, seu corpo foi encontrado no matagal, com as duas orelhas e a língua arrancadas. Quando Alberto viu o que havia acontecido à garota, seus cabelos se eriçaram. O sinal de um X cortado pelo P estava cortando o peito da menina e o seu coração havia desaparecido. Então ele ficou com muito medo de morrer também.

Aqueles bebês haviam sido sacrificados em honra à “Virgem Maria”, exatamente como no tempo de Semíramis. Nada havia mudado. A cruz usada sobre o peito das vítimas, com o significado de a Paz de Cristo, é o símbolo satânico dos jesuítas nos atos de adoração a Maria. Existe um ensino católico que afirma que Maria sofreu tanto quanto Jesus na cruz, porque o seu coração também foi partido.  Dizem alguns fanáticos que o sangue que Jesus derramou na cruz era também o sangue de Maria, porque Ele foi alimentado pelo sangue da Virgem, até o nascimento. Para obter o favor de Maria (que no contexto católico tem tanto ou mais poder do que o Filho), o católico precisa fazer algo, precisa sofrer por  Maria, a fim de ganhar a paz de Cristo. Quando uma freira está com dores de parto, pelo filho de um padre ou monge (uma coisa rotineira nos conventos fechados, tipo os das carmelitas), só recebe assistência se ela dedicar o seu sofrimento a Maria e, se preciso for, dará a vida por ela. O bebê é sempre batizado antes de ser sacrificado. Muitas vezes ele é torturado para sofrer, pois dizem os jesuítas que sem sofrimento não pode haver paz. E que não haverá a paz de Cristo sem o sacrifício a Maria. Ela, Maria, leva o sacrifício da pessoa sofredora ao seu Filho, a fim de apaziguá-lo, e ganhar a sua paz. Este é o significado da cruz cortada pela letra P. Este ensinamento absurdo não é encontrado em parte alguma da Bíblia. É coisa do ocultismo. No Catolicismo, Maria é apenas a reencarnação da divindade Semíramis da Babilônia.

Nestes prováveis dias finais antes da vinda de Jesus, Satanás tem aparecido fazendo sinais e maravilhas para enganar o mundo inteiro. Ele opera no paganismo, no catolicismo e também no pentecostalismo. Tudo que ele faz é para enganar os que não lêem a Bíblia sendo, portanto, vulneráveis aos seus engodos.

Conta o Dr. Rivera que no tempo em que ainda era um sacerdote jesuíta, visitou Lourdes, na França. Lá constatou um milagre estupendo. Um homem cuja perna estava amputada do joelho para baixo foi colocado dentro da água milagrosa. De repente seus olhos viram a perna crescer, com as carnes movendo-se de cima para baixo, até formar os dedos e o homem ficar de pé e começar a andar normalmente. Ele deu toda glória a  Maria!  A multidão ficou incontrolável, mal sabendo que os espíritos de demônios são operadores de milagres (Mt 7:21-23; Ap 16:14). Quanto maior for o número de milagres operados por Maria e os santos católicos, maior será o número de pessoas engajadas definitivamente na idolatria. Um grande número de  denominações evangélicas está se juntando ao Ecumenismo, a fim de dialogar com Roma. O “anjo de luz” está trabalhando através de novos padres “festeiros”, atuando em encontros miraculosos. Os pentecostais desmaiam de emoção, quando esses sacerdotes de Baal seguram um crucifixo, falam umas idiotices em Latim e as curas acontecem através de Semíramis (a Virgem Maria) segurando ao colo o deus Sol (Jesus menino). Uma coisa é certa: Jesus deixou de ser um “menino” há quase 2.000 anos. Ele se tornou homem e foi o Homem-Deus Jesus Cristo quem morreu na cruz para nos salvar. O “menino Jesus” não tem poder algum, sendo apenas um ídolo copiado da Babilônia.  O Senhor Jesus Cristo já nos tinha avisado: “... surgirão falsos cristos e falsos profetas, e farão tão grandes sinais e prodígios que, se possível fora, enganariam até os escolhidos” (Mateus 24:24).

Diz ainda o Dr. Rivera que Satanás  está em ação através do movimento pentecostal, a fim de agradar o Vaticano. (Os pobres “pentecas” nem suspeitam  que estão servindo a propósitos tão sutis e perigosos, quando acrescentam à Palavra de Deus: novidades, como glossolalia, sinais e maravilhas, tentando imitar os católicos). Fomos todos traídos pelos modernos líderes cristãos, que em vez de “batalhar pela fé que uma vez foi dada aos santos” (Judas 3), tornaram-se ecumênicos e começaram a entrar na política, de acordo com os seus interesses pessoais. A maioria dos que têm programas de TV e se engajam na política secular se transforma em líderes colocados num pedestal, promovendo a apostasia final e comprometendo-se com Satanás. Pregando amor e unidade com o Vaticano em vez de gritar: “Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas”  (Apocalipse 18:4), esses líderes emergentes estão cavando a própria ruína espiritual e a dos seus seguidores.

Os pastores evangélicos que conhecem e seguem realmente a Bíblia não podem nem devem mais permanecer em cima do muro, evitando este assunto. Eles têm se tornado servos do Vaticano. A maioria dos iludidos católicos nada sabe a respeito da Inquisição  Cibernética planejada pelos hierarcas romanos  para os crentes cristãos. A não ser que nos levantemos para ganhar esse mais de um bilhão de católicos romanos para o Senhor Jesus Cristo, eles estarão eternamente perdidos e o seu sangue  será requerido de nossas mãos, no dia do julgamento no Tribunal de Cristo (2 Coríntios 5:10).

Ao ler esse relato do Dr. Rivera, fiquei uma noite sem dormir... Será que existe uma Igreja tão perigosa assim? Até quando ela agirá impunemente?   Pelo fato de ter denunciado as falcatruas do Vaticano e, principalmente, da Ordem Jesuíta, o Dr. Rivera foi morto por envenenamento em Oklahoma, em 1997...

Não lhes parece estranho?

Mary Schultze - 10/03/2007.

http://www.cpr.org.br/Mary.htm