Aí vem o “Vigário de Cristo”
Joseph Ratzinger, agora conhecido como Bento 16, é o papa em ofício, agora assentado no trono de Roma, para mandar no mundo inteiro, pois o Vaticano é o sócio majoritário de todas as multinacionais do planeta e, evidentemente, o papa é “o poderoso chefão” de todos os assuntos econômicos, financeiros, sociais, educacionais, morais e espirituais do mundo.
Vou dar a palavra ao Dr. Arthur Noble, erudito escritor britânico protestante, o qual cita Jeremiah Crowley e Ralph Woodrow, conforme escrevi num artigo de alguns anos atrás, intitulado “Os Vigários de Cristo”:
“Nosso Salvador Jesus Cristo jamais cometeu pecado algum. Contudo, muitos dos que se têm denominado "Vigários de Cristo" - os chamados "Santos Padres" - foram tão depravados e inescrupulosos que deixaram uma história de adultério, falcatrua, deboche, fornicação, incesto, assassinato, perversão, abuso, sedução, simonia, sodomia, traição e prostituição. Após ter visitado Roma, o grande poeta italiano, Dante Alighieri, descreveu o Vaticano como "o maior semeador da corrupção".
No século 19, o político, ensaísta, poeta e historiador inglês, Lord Macauley, muito conhecido pela sua obra em 5 volumes - History of England - descreveu o sistema papal, como segue:
"A experiência de 200 anos repletos de eventos, o cuidado e ingenuidade pacientes de quatro gerações de estadistas têm conduzido a constituição civil (da Igreja de Roma) a tal perfeição que, dentre as contravenções que têm sido vistas no sentido de enganar e oprimir a humanidade, ela tem ocupado o primeiro lugar. Hoje, como sempre tem acontecido, o ‘Vigário de Cristo’, o ‘Nosso Senhor Deus, o Papa’, ‘Rei do Céu, da Terra e do Inferno’, ao mesmo tempo em que declara representar o pobre e humilde Nazareno, continua usando uma tripla coroa de valor inestimável e roupas resplandecentes cravejadas de pedras preciosas.
Cristo não tinha onde reclinar a cabeça. O papa mora num palácio de 400 aposentos. Quanta zombaria. Quanto engodo. Que armadilha é o papado!” (Jeremiah Crowley, pp. 203, 205).
Ralph Woodrow, em seu livro "Babylon - Mystery Religion", Riverside, Califórnia, 1966, p. 94f, diz o seguinte:
“Cristo disse aos seus seguidores para guardar os mandamentos. Os papas têm, metodicamente, quebrado os mesmos. Em vez de praticar o ‘Não matarás’, Inocêncio III (1198-1216), em apenas dezoito anos de reinado, não apenas sobrepujou os seus antecessores em matança, como fundou a mais diabólica instituição da história - a Inquisição - a qual, por mais de quinhentos anos, foi usada pelos seus sucessores, a fim de manter o poder contra todos os que discordassem dos ensinos da Igreja de Roma. Estima-se que essa Igreja, ao longo da história, tenha sido responsável pelo extermínio de mais de 100 milhões de pessoas’. [Como dizia o Dr. Aníbal Reis, o maior pesquisador brasileiro de Catolicismo Romano no século passado, esse número teria chegado a meio bilhão, em conseqüência das guerras organizadas e sacramentadas pelos papas modernos - MS].
Cristo disse: "bem-aventurados os pacificadores..." O papa Júlio II (1503-1513) tinha uma paixão frenética por guerras. Seu pontificado foi de perpétua guerra e a Europa não soube o que era paz, durante o seu reinado. Pode-se imaginar qual era o estado espiritual de uma Igreja, cujo papa estava o tempo inteiro nos campos de batalha, empunhando armas bélicas, o qual só se alegrava com a glória de guerrear e pilhar as cidades vencidas. Seus sucessores seguiram-lhe a tradição bélica, apoiando ditadores e se empenhando ao máximo para conseguir os seus corruptos objetivos.
Os países do Ocidente, principalmente os que haviam aderido à Reforma Protestante, têm sofrido uma tremenda lavagem cerebral nos últimos tempos, a fim de acreditar que a natureza e os objetivos do pontífice romano e de sua Igreja mudaram. Contudo, Roma é sempre a mesma e jamais mudará, até conseguir o estabelecimento do seu governo mundial. Como foi nos séculos passados, ela continua sendo até hoje, exceto pelo fato de que nos últimos tempos [em razão dos direitos civis e religiosos] ela tem jogado com cartas diferentes, usando uma política astutamente elaborada, a fim de enganar os incautos.
O Dr. Arthur Noble nos apresenta ainda uma compilação interessante sobre a "semelhança" entre Cristo Jesus, nosso Deus e Salvador, e o líder máximo do Vaticano.
Cristo disse: "O meu reino não é deste mundo".
O papa tem conquistado muitos reinos usando a força.
Cristo usou uma coroa de espinhos.
O papa usa uma tripla coroa de ouro pedras preciosas.
Cristo lavou os pés dos seus discípulos.
O papa tem os pés beijados pelos reis do mundo.
Cristo pagou tributo.
O papa sempre os recebe.
Cristo alimentou suas ovelhas.
O papa as escalpela em seu próprio benefício.
Cristo foi pobre.
O papa é o homem mais rico do mundo.
Cristo carregou a cruz sobre os ombros.
O papa é carregado num trono de ouro, sobre os ombros dos seus servos.
Cristo desprezou as riquezas.
O papa é fanático pelo ouro.
Cristo expulsou do Templo os mercadores.
O papa sempre lhes dá as boas vindas.
Cristo pregou a paz.
O papa promove todas as guerras.
Cristo foi humilde.
O papa é a personificação do orgulho e vaidade.
Cristo promulgou leis santas para o bem da humanidade.
O papa calca aos pés essas mesmas leis.
Roma é um vampiro que anseia por beber o sangue americano, conforme nos previne o veredicto da história:
Onde os padres são livres, o povo é escravo.
Onde os padres são ricos, o povo é pobre.
Onde os padres ensinam, o povo é ignorante.
Onde os padres prosperam, o progresso é paralisado.
Onde os padres governam, eles conduzem o povo à miséria, à escravidão, à pobreza, à superstição, à perseguição e à ruína.
Até aqui falou o erudito Dr. Arthur Noble. Agora é minha vez:
Roma tem prosseguido em seus enganosos intentos de conquistar o mundo e por isso criou a União Européia e tenta destruir os Estados Unidos, a fim de neutralizar toda a democracia política, civil e religiosa do Ocidente. O pior é que a maioria dos líderes protestantes (muitos deles tremendos hipócritas de vida condenável) está caindo nessa lábia de Roma, aderindo ao Ecumenismo e aceitando as regras do Vaticano. Este, por sua vez, como proprietário dos bancos do FMI, vai aos poucos comprando tudo que temos e se apropriando da Amazônia e de todas as nossas riquezas naturais.
A Europa já é uma presa do Vaticano e os USA e o Canadá para lá se encaminham. Quanto a nós, sul-americanos, somos como cordeiros idiotas levados ao matadouro de "Sua Santidade", que através da Ordem Jesuíta (que jamais esquece e perdoa, conforme disse Abraão Lincoln) vai arrebanhando todos nós para o local do sacrifício.
Na Alemanha as indústrias faturam milhões de Euros e, mesmo assim, os funcionários têm recebido os salários com atraso. É o caso de indagar: quem está retendo os salários dos trabalhadores naquela nação ex- protestante, que já foi a mais rica da Europa? Provavelmente todo esse dinheiro está sendo entregue aos cofres da União Européia, a fim de engrossar ainda mais a riqueza da “Mistério Babilônia”. Pelo que me contou um parente que lá reside, a Alemanha deve mais ao FMI do que o Brasil!
Na União Européia predomina um regime quase ditatorial, com capa de democracia socialista, e existe uma perseguição religiosa (ainda velada) contra os cristãos bíblicos. E como ninguém pode viver sem uma religião (embora a religião seja uma desgraça), o maior interesse da Ordem de Loyola é que todos caiam nos engodos da Nova Era, a fim de serem mais facilmente manipulados pelo Dominionismo, quando reinará o “homem do pecado”, passando-se por Jesus Cristo. Esse falso cristo será o Anticristo, entronizado pelo Vaticano com a colaboração de centenas de líderes evangélicos apóstatas, promotores do Reconstrucionismo.
Mary Schultze, março 2007.