ALÁ É O DEUS CRISTÃO?

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From: Mary Schultze
To: saulo de souza ; Humberto e Tania ; CPR
Cc: helio-nira@oi.com.br ; solascripturatt@yahoogrupos.com.br
Sent: Thursday, June 01, 2006 12:56 AM
Subject: Re: [SS-TT] Matéria do Pr. Gondim

Pr. Saulo:

 

Por acaso o Sr. realmente crê  que Alá é o mesmo Deus dos cristãos?

Se é assim, por que não muda de religião e se torna muçulmano?

Quem afirma que Alá e o Deus de Israel são a mesma Pessoa até pode admitir que Hitler fez um excelente trabalho, quando liquidou 6 milhões de judeus!

Se quiser aprender bastante sobre os árabes e o seu deus Alá (ou Deus Lua), posso lhe enviar umas 200 páginas de Dave Hunt sobre o assunto.

Penso diferente do Sr.  e por isso envio um trecho da Berean Call  (dez. 2001) de Dave Hunt, com o qual concordo plenamente.

Quanto à revista ULTIMATO também deixei de assinar porque é ecumenista e, como fui católica por 48 anos, conheço muito bem essa religião com a qual o  Pr. Élben César simpatiza tanto.

Mary Schultze

 

 

O islamismo deixa claro que Isa não é divino e nem é filho de Alá, porque Alá jamais teve um filho, negação que  consta 16 vezes no Corão. Eles confirmam que Isa nasceu de uma virgem, fez milagres e ressuscitou dos mortos (Sura 3:45-49), que não cometeu pecado algum e, até mesmo, que é o Verbo de Deus. Contudo, Isa não é o Jesus Cristo da Bíblia. E, mesmo assim, alguns inocentes cristãos acreditam que podem levar muçulmanos à conversão, apresentando-lhes Isa!

         Davi, o maior rei de Israel, nasceu em Belém, sendo esta também a cidade onde nasceu o Messias, o qual reinará eternamente no trono de Davi, seu pai. Belém nada tem a ver com os muçulmanos e os árabes, embora eles continuem exigindo a posse desta cidade, bem como de toda a Terra Prometida por Deus aos israelitas, seus únicos donos legítimos, muitos do quais têm ali habitado nos últimos 3.500 anos. Hoje a OLP tem corroborado as falsas reclamações de posse - para os adeptos do islamismo - dessa terra que Deus deu ao povo israelita, a ponto de ter privado Belém da paz, com tal violência que os turistas não têm mais conseguido visitar o lugar onde Jesus nasceu. O exército de Israel tem até usado tanques para garantir a segurança dos visitantes...

...imãs rezavam, louvando a Alá em árabe, como o único Deus verdadeiro (já mostramos que Alá não é o Deus da Bíblia), junto com os budistas, para quem nem sequer existe um Deus, junto com os hinduístas, que têm [330 milhões de deuses, ou seja, um deus para cada três adeptos do Hinduísmo], junto com os "cristãos" que esqueceram o verdadeiro Deus da Bíblia, quando abandonaram o Livro Santo.  Parece até que Deus não se incomoda com a maneira com que a Ele nos dirigimos, com a caricatura que dEle fazemos, nem com o tipo de que alimentamos.

         Só que o Deus da Bíblia não responde senão a quem apela em Seu próprio Nome [exclusivamente através do Seu Filho Jesus Cristo]. Ele não se agrada em ser identificado com as falsas divindades, que não passam de demônios (1 Coríntios 10:20). Jesus disse: "Se alguém tem sede, venha a mim e beba"   (João 7:37). "Eu sou o caminho e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim"  (João 14:6). "E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará... Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres"  (João 8:32,36).  A fé e o amor não podem ser alicerçados no medo. [Alá é um Deus rancoroso e vingativo, enquanto o Deus da Bíblia é justiça e amor]. Quando Deus quis chamar o povo de Israel ao arrependimento, Ele falou através de Isaías 1:18: "Vinde, então,  e argüi-me, diz o Senhor: ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a branca lã".

         No islamismo não existe diálogo, mas apenas uma cega submissão, sob ameaça de morte, a qual desencadeia o fanatismo das rancorosas multidões, neutralizando o seu controle e fazendo com que estas pratiquem tremendas devastações, quase diariamente, nas áreas muçulmanas e no resto do mundo. Haja vista aquela multidão cantando louvores a Osama Bin Laden, no Paquistão, e os garotos estudantes em Gaza louvando a destruição de Israel.  Esse povo se alimenta de ódio. [A paz exige, antes de tudo, a  justiça que provém da liberdade, como diz Isaías 32:17: "E o efeito da justiça será paz, e a operação da justiça, repouso e segurança para sempre." Nenhum país muçulmano pode oferecer a paz  que provém da justiça, pois a injustiça (principalmente contra mulheres e crianças) é a característica dessa religião rígida e obsoleta. Jesus equiparou os direitos da mulher aos do homem, enquanto o islamismo permanece na Era da Pedra, escravizando a mulher. Não é verdade que os maridos tratam as esposas com tanto amor e compreensão, como nos tem mostrado a novela da TV, confeitando o machismo dos maridos muçulmanos com doces camadas de gema de ovo e açúcar]. Nos paises ocidentais temos a liberdade de imprensa, de voto, de religião, etc. Enquanto isso, o islamismo apela para a violência dos regimes ditatoriais, simplesmente porque não consegue sobreviver num regime democrático.  Podem notar que a única democracia existente no Oriente Médio é o Estado de Israel.  (Dave Hunt – Islamismo, uma religião de Paz?)

 

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From: saulo de souza
To: Mary Schultze ; Humberto e Tania
Cc: helio-nira@oi.com.br ; solascripturatt@yahoogrupos.com.br
Sent: Wednesday, May 31, 2006 11:34 PM
Subject: Re: [SS-TT] Matéria do Pr. Gondim
 
Estou impressionado!
Será que o querido irmão não sabe que em cada língua o nome Deus é diferente?! Em português é Deus; Em inglês é God; em Espanhol é Diós; em Hebraico é, entre outros Hashem, El Shadai, Adonai; em Árabe é Alá. Quando alguém se converte lá, não tem outra palavra senão Alá ao dirigir-se a Deus. Mesmo se, eu sendo brasileiro, orar em árabe usarei a pala ALÁ ao me dirigir a Deus.
Saiba, meu irmão, os muçulmanos são monoteístas. Eles adoram a um único Deus - Alá que  é o mesmo Deus a quem adoramos.
O que falta a eles é o Salvador, Jesus Cristo. Sem Jesus não há salvação, porque "debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens pelo qual devamos ser salvos".
Assim como os israelitas, eles também precisam de Jesus.
Não faça confusão, meu irmão, nem lance confusão na mente dos milhões de pessoas que navegam na internet.
O pastor Gondin está certíssimo. Paulo, o apóstolo, diz: Examinai tudo; retende o bem (1Ts 5.21).
Quanto à revista ULTIMATO, é uma das melhores revistas (senão a melhor), evangélicas do mundo.
Cuidado com suas análises!!!
Baruch Hashem
Pr. Saulo

 

 

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From: Humberto e Tania
To: Mary Schultze
Cc: helio-nira@oi.com.br ; solascripturatt@yahoogrupos.com.br
Sent: Wednesday, May 31, 2006 3:41 PM
Subject: [SS-TT] Matéria do Pr. Gondim
 

Irmãos,

Há anos deixei de assinar a Revista Ultimato, por considerá-la ecumênica e outras questões, com as quais discordo. (havia assinado-a, quando me converti, mas logo percebi que não era edificante para mim... houve uma matéria em que afirmaram que o deus Alá, dos muçulmanos era o mesmo Deus da Bíblia... cancelei a assinatura no mesmo dia....).

Agora recebi um e-mail, sobre uma msg do Pr. Gondim, contra a ortodoxia, em nome do amor, etc, etc, sugerindo que novos pastores leiam livros seculares, para melhorar a pregação, etc, etc.....

É lamentável. Vejam abaixo (os grifos são meus).

Graça e paz

Humberto

TEXTO DO GONDIM:

Salvemos a próxima geração

Preocupo-me com os futuros pastores. Quase diariamente recebo pedidos de socorro de seminaristas já confusos antes de começarem suas atividades ministeriais. Não conseguem se encaixar nos modelos mais populares de serviço cristão, não sabem quais sendas trilharão.

O contexto oferece poucas opções ao jovem pastor. Caso pertença a uma grande denominação, pode ambicionar as estruturas de poder. Sabendo manter-se politicamente correto, conquistará estabilidade financeira. Se for de uma denominação pequena, se lançará numa feira livre religiosa. O mercado religioso é inclemente; nele impera a máxima “quem não tem competência não se estabelece”. Sem o amparo de uma grande denominação, terá de fazer sua igreja acontecer valendo-se de carisma e empreendedorismo. Lamentavelmente, muitos sucumbem, partindo para a manipulação inescrupulosa do sagrado; outros se concentram em estratégias de marketing, e há os que importam modelos de igrejas estrangeiras bem-sucedidas.

Cabe aos seminários o desafio de nortear futuros pastores; reitores e professores precisam questionar seus modelos; e mais: discutir os propósitos do ensino e saber se respondem aos desafios da seara.

Atrevo-me a oferecer algumas recomendações aos docentes que formam novos ministros.

Aconselho que alguns livros passem a ser obrigatórios. Quem lê romance capta, mesmo em narrativas fictícias, a imensidão humana. Para se inteirar da cultura brasileira, todo aluno deveria ler O Quinze, de Rachel de Queiroz, e Fogo Morto, de José Lins do Rego; para conhecer as raízes da pátria, recomendo O Cortiço, de Aluísio de Azevedo. Todos colariam grau apreciando Machado de Assis e seu “Eclesiastes”: Memórias Póstumas de Brás Cubas.

As grades curriculares deveriam incluir poesia. Cada seminarista aprenderia a esboçar alguns poemas,
para não se contentar em apregoar a verdade, mas enaltecê-la com graça. Um poeta não se satisfaz em ser coerente; quer dar ritmo e formosura à sua fala.
O pastor não deve buscar incutir em suas ovelhas apenas valores morais, intelectuais e espirituais. Ele deve suscitar admiração e espanto diante da majestade divina. Sugiro que os professores omitam o nome dos grandes poetas. Sem preconceitos, seus estudantes aprenderiam a gostar de Fernando Pessoa, Carlos Drummond de Andrade, Vinicius de Moraes, Adélia Prado e outros.

Aconselho o retorno da meditação bíblica, de aulas em que se leriam as Escrituras em silêncio.
Aulas com o objetivo de inocular nos alunos o amor pela Palavra sem terem de tirar verdades práticas para um próximo sermão. Eles descobririam a riqueza de aquietar a alma e ouvir a inaudível bruma com a voz do Espírito Santo. Os professores incentivariam que suas classes se familiarizassem com os pais do deserto. Aconteceria uma revolução, pois teríamos preces menos utilitárias e jejuns sem tentar coagir a Deus.

Sugiro que os seminaristas façam estágio em três instituições: Hospital Infantil do Câncer, Associação de Paralisia Cerebral do Brasil e Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais. A única exigência seria que não se envolvessem com burocracias, mas estivessem em contato com as crianças. Depois, os professores pediriam uma monografia sobre cura divina. Há pouco, ouvi um pastor prometer que todos seriam curados de suas doenças. Abismei-me com sua inconseqüência. Ele provavelmente nunca conviveu com pais que lutam com deficiências genéticas.

Outra idéia, é que se exija dos alunos não viverem em países do Primeiro Mundo sem antes morarem, por pelo menos dois anos, em regiões de extrema pobreza. Sugiro que se mudem para comunidades ribeirinhas do Amazonas, Sertão Nordestino ou favelas de alguma metrópole. Se alguém se sentisse vocacionado para missões transculturais, antes se obrigaria a morar em um país africano, trabalhando em alguma clínica pública para aidéticos ou num campo de refugiados de guerra. Acredito que essa medida estancaria o enorme fluxo dos que desejam emigrar para países mais abastados alegando um chamado divino.

O cristianismo não precisa advogar tanto a ortodoxia. O mundo já não se interessa pela defesa de verdades, quaisquer que sejam elas. Existe um fastio quanto a dogmatismos — ideológicos ou religiosos. O anseio é por coerência entre discurso e vida.


Importa que líderes cristãos encarnem sua humanidade. Em um mundo sem ternura, precisam-se de homens solidários. Numa época em que a vida perdeu seu valor, necessitam-se de pastores que amem a justiça. Jesus nunca almejou fundar uma igreja liderada por técnicos desprovidos de alma. Ele jamais vislumbrou seu corpo resumido a auditórios lotados, e jamais aceitaria discípulos parecidos com aqueles que conspiraram sua morte.

Os seminários não podem resignar-se a gerar profissionais da religião, mas servos que vivam a fé de maneira íntegra, solidária e justa. Se quisermos salvar a próxima geração de pastores, uma nova reforma precisa acontecer imediatamente. E que comece pelos seminários.

Soli Deo Gloria.

Ricardo Gondim é pastor da Assembléia de Deus Betesda no Brasil e mora em São Paulo. É autor de, entre outros,
Orgulho de Ser Evangélico – por que continuar na igreja e Artesãos de Uma Nova História.
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www.ricardogondim.com.br>

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