ALÁ É O DEUS CRISTÃO?
---- Original Message -----
Por acaso o Sr. realmente crê que Alá é o mesmo Deus dos cristãos?
Se é assim, por que não muda de religião e se torna muçulmano?
Quem afirma que Alá e o Deus de Israel são a mesma Pessoa até pode admitir que Hitler fez um excelente trabalho, quando liquidou 6 milhões de judeus!
Se quiser aprender bastante sobre os árabes e o seu deus Alá (ou Deus Lua), posso lhe enviar umas 200 páginas de Dave Hunt sobre o assunto.
Penso diferente do Sr. e por isso envio um trecho da Berean Call (dez. 2001) de Dave Hunt, com o qual concordo plenamente.
Quanto à revista ULTIMATO também deixei de assinar porque é ecumenista e, como fui católica por 48 anos, conheço muito bem essa religião com a qual o Pr. Élben César simpatiza tanto.
Mary Schultze
O islamismo deixa claro que Isa não é divino e nem é filho de Alá, porque Alá jamais teve um filho, negação que consta 16 vezes no Corão. Eles confirmam que Isa nasceu de uma virgem, fez milagres e ressuscitou dos mortos (Sura 3:45-49), que não cometeu pecado algum e, até mesmo, que é o Verbo de Deus. Contudo, Isa não é o Jesus Cristo da Bíblia. E, mesmo assim, alguns inocentes cristãos acreditam que podem levar muçulmanos à conversão, apresentando-lhes Isa!
Davi, o maior rei de Israel, nasceu em Belém, sendo esta também a cidade onde nasceu o Messias, o qual reinará eternamente no trono de Davi, seu pai. Belém nada tem a ver com os muçulmanos e os árabes, embora eles continuem exigindo a posse desta cidade, bem como de toda a Terra Prometida por Deus aos israelitas, seus únicos donos legítimos, muitos do quais têm ali habitado nos últimos 3.500 anos. Hoje a OLP tem corroborado as falsas reclamações de posse - para os adeptos do islamismo - dessa terra que Deus deu ao povo israelita, a ponto de ter privado Belém da paz, com tal violência que os turistas não têm mais conseguido visitar o lugar onde Jesus nasceu. O exército de Israel tem até usado tanques para garantir a segurança dos visitantes...
...imãs rezavam, louvando a Alá em árabe, como o único Deus verdadeiro (já mostramos que Alá não é o Deus da Bíblia), junto com os budistas, para quem nem sequer existe um Deus, junto com os hinduístas, que têm [330 milhões de deuses, ou seja, um deus para cada três adeptos do Hinduísmo], junto com os "cristãos" que esqueceram o verdadeiro Deus da Bíblia, quando abandonaram o Livro Santo. Parece até que Deus não se incomoda com a maneira com que a Ele nos dirigimos, com a caricatura que dEle fazemos, nem com o tipo de fé que alimentamos.
Só que o Deus da Bíblia não responde senão a quem apela em Seu próprio Nome [exclusivamente através do Seu Filho Jesus Cristo]. Ele não se agrada em ser identificado com as falsas divindades, que não passam de demônios (1 Coríntios 10:20). Jesus disse: "Se alguém tem sede, venha a mim e beba" (João 7:37). "Eu sou o caminho e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim" (João 14:6). "E conhecereis a verdade e a verdade vos libertará... Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres" (João 8:32,36). A fé e o amor não podem ser alicerçados no medo. [Alá é um Deus rancoroso e vingativo, enquanto o Deus da Bíblia é justiça e amor]. Quando Deus quis chamar o povo de Israel ao arrependimento, Ele falou através de Isaías 1:18: "Vinde, então, e argüi-me, diz o Senhor: ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a branca lã".
No islamismo não existe diálogo, mas apenas uma cega submissão, sob ameaça de morte, a qual desencadeia o fanatismo das rancorosas multidões, neutralizando o seu controle e fazendo com que estas pratiquem tremendas devastações, quase diariamente, nas áreas muçulmanas e no resto do mundo. Haja vista aquela multidão cantando louvores a Osama Bin Laden, no Paquistão, e os garotos estudantes em Gaza louvando a destruição de Israel. Esse povo se alimenta de ódio. [A paz exige, antes de tudo, a justiça que provém da liberdade, como diz Isaías 32:17: "E o efeito da justiça será paz, e a operação da justiça, repouso e segurança para sempre." Nenhum país muçulmano pode oferecer a paz que provém da justiça, pois a injustiça (principalmente contra mulheres e crianças) é a característica dessa religião rígida e obsoleta. Jesus equiparou os direitos da mulher aos do homem, enquanto o islamismo permanece na Era da Pedra, escravizando a mulher. Não é verdade que os maridos tratam as esposas com tanto amor e compreensão, como nos tem mostrado a novela da TV, confeitando o machismo dos maridos muçulmanos com doces camadas de gema de ovo e açúcar]. Nos paises ocidentais temos a liberdade de imprensa, de voto, de religião, etc. Enquanto isso, o islamismo apela para a violência dos regimes ditatoriais, simplesmente porque não consegue sobreviver num regime democrático. Podem notar que a única democracia existente no Oriente Médio é o Estado de Israel. (Dave Hunt – Islamismo, uma religião de Paz?)
Irmãos,
Há anos deixei de assinar a Revista Ultimato, por considerá-la ecumênica e outras questões, com as quais discordo. (havia assinado-a, quando me converti, mas logo percebi que não era edificante para mim... houve uma matéria em que afirmaram que o deus Alá, dos muçulmanos era o mesmo Deus da Bíblia... cancelei a assinatura no mesmo dia....).
Agora recebi um e-mail, sobre uma msg do Pr. Gondim, contra a ortodoxia, em nome do amor, etc, etc, sugerindo que novos pastores leiam livros seculares, para melhorar a pregação, etc, etc.....
É lamentável. Vejam abaixo (os grifos são meus).
Graça e paz
Humberto
TEXTO DO GONDIM:
Salvemos a próxima geração
Preocupo-me
com os futuros pastores. Quase diariamente recebo pedidos de socorro de
seminaristas já confusos antes de começarem suas atividades ministeriais.
Não conseguem se encaixar nos modelos mais populares de serviço cristão, não
sabem quais sendas trilharão.
O contexto oferece poucas opções ao jovem pastor. Caso pertença a uma grande
denominação, pode ambicionar as estruturas de poder. Sabendo manter-se
politicamente correto, conquistará estabilidade financeira. Se for de uma
denominação pequena, se lançará numa feira livre religiosa. O mercado
religioso é inclemente; nele impera a máxima “quem não tem competência não
se estabelece”. Sem o amparo de uma grande denominação, terá de fazer sua
igreja acontecer valendo-se de carisma e empreendedorismo. Lamentavelmente,
muitos sucumbem, partindo para a manipulação inescrupulosa do sagrado;
outros se concentram em estratégias de
marketing, e há os que importam modelos de igrejas estrangeiras
bem-sucedidas.
Cabe aos seminários o desafio de nortear futuros pastores; reitores e
professores precisam questionar seus modelos; e mais: discutir os propósitos
do ensino e saber se respondem aos desafios da seara.
Atrevo-me a oferecer algumas recomendações aos docentes que formam novos
ministros.
Aconselho que alguns livros passem a ser obrigatórios. Quem lê romance
capta, mesmo em narrativas fictícias, a imensidão humana. Para se inteirar
da cultura brasileira, todo aluno deveria ler
O Quinze, de Rachel de Queiroz,
e Fogo Morto, de José Lins
do Rego; para conhecer as raízes da pátria, recomendo
O Cortiço, de Aluísio de
Azevedo. Todos colariam grau apreciando Machado de Assis e seu
“Eclesiastes”: Memórias Póstumas de
Brás Cubas.
As grades curriculares deveriam incluir poesia. Cada seminarista aprenderia
a esboçar alguns poemas,
para não se contentar em apregoar a verdade, mas enaltecê-la com graça.
Um poeta não se satisfaz em ser coerente; quer dar ritmo e formosura à sua
fala.
O pastor não deve buscar incutir em suas ovelhas apenas
valores morais, intelectuais e espirituais. Ele deve suscitar admiração e
espanto diante da majestade divina. Sugiro que os professores omitam o nome
dos grandes poetas. Sem preconceitos, seus estudantes aprenderiam a gostar
de Fernando Pessoa, Carlos Drummond de Andrade, Vinicius de Moraes, Adélia
Prado e outros.
Aconselho o retorno da meditação bíblica, de aulas em que se
leriam as Escrituras em silêncio.
Aulas com o
objetivo de inocular nos alunos o amor pela Palavra sem terem de tirar
verdades práticas para um próximo sermão.
Eles descobririam a riqueza de aquietar a alma e ouvir a inaudível bruma com
a voz do Espírito Santo. Os professores incentivariam que suas classes se
familiarizassem com os pais do deserto. Aconteceria uma revolução, pois
teríamos preces menos utilitárias e jejuns sem tentar coagir a Deus.
Sugiro que os seminaristas façam estágio em três instituições: Hospital
Infantil do Câncer, Associação de Paralisia Cerebral do Brasil e Associação
de Pais e Amigos dos Excepcionais. A única exigência seria que não se
envolvessem com burocracias, mas estivessem em contato com as crianças.
Depois, os professores pediriam uma monografia sobre cura divina. Há pouco,
ouvi um pastor prometer que todos seriam curados de suas doenças. Abismei-me
com sua inconseqüência. Ele provavelmente nunca conviveu com pais que lutam
com deficiências genéticas.
Outra idéia, é que se exija dos alunos não viverem em países do Primeiro
Mundo sem antes morarem, por pelo menos dois anos, em regiões de extrema
pobreza. Sugiro que se mudem para comunidades ribeirinhas do Amazonas,
Sertão Nordestino ou favelas de alguma metrópole. Se alguém se sentisse
vocacionado para missões transculturais, antes se obrigaria a morar em um
país africano, trabalhando em alguma clínica pública para aidéticos ou num
campo de refugiados de guerra. Acredito que essa medida estancaria o enorme
fluxo dos que desejam emigrar para países mais abastados alegando um chamado
divino.
O cristianismo não precisa advogar tanto a ortodoxia. O mundo
já não se interessa pela defesa de verdades, quaisquer que sejam elas.
Existe um fastio quanto a dogmatismos — ideológicos ou religiosos. O anseio
é por coerência entre discurso e vida.
Importa que líderes cristãos encarnem sua humanidade. Em um
mundo sem ternura, precisam-se de homens solidários. Numa época em que a
vida perdeu seu valor, necessitam-se de pastores que amem a justiça. Jesus
nunca almejou fundar uma igreja liderada por técnicos desprovidos de alma.
Ele jamais vislumbrou seu corpo resumido a auditórios lotados, e jamais
aceitaria discípulos parecidos com aqueles que conspiraram sua morte.
Os seminários não podem resignar-se a gerar profissionais da religião, mas
servos que vivam a fé de maneira íntegra, solidária e justa. Se quisermos
salvar a próxima geração de pastores, uma nova reforma precisa acontecer
imediatamente. E que comece pelos seminários.
Soli Deo Gloria.
Ricardo Gondim é pastor da Assembléia de Deus Betesda no Brasil e mora em
São Paulo. É autor de, entre outros,
Orgulho de Ser Evangélico – por
que continuar na igreja e Artesãos de Uma
Nova História.
<www.ricardogondim.com.br>