O “BIG BROTHER” DE ROMA
Mary Schultze, 2003
Prefácio
Este livro foi escrito a partir de uma pesquisa realizada nos livros dos seguintes autores: Dr. Ronald Cooke, Dr. Ian Paisley, Prof. Arthur Noble, Barão Avro Manhattan, Eric Jon Phelps, T. A. MacMahon, ex-freira Mary Ann Collins, Júlio Carrancho e Thomas F. Heize.
Sempre que leio mil páginas sobre a Igreja Católica Romana (ICR) – história e doutrina - sinto-me na obrigação de escrever sobre esta Igreja, a fim de alertar os cristãos a não se engajarem na mesma, pois ela tem usado e abusado do Nome Santo do nosso Salvador e Senhor Jesus Cristo, durante mais de 16 séculos, a fim de perseguir e matar pessoas inocentes, com o objetivo específico de aumentar a sua riqueza monumental, o seu prestígio político mundial e a escravidão religiosa dos seus membros.
Fui católica durante 48 anos de minha vida e salva em 01/05/1978, após ler o Novo Testamento e Salmos da Trinitariana. Nunca fui uma pessoa censurável em meu procedimento social e moral. Contudo estava engajada numa Igreja que prega mentiras e superstições e, por isso, jamais tive tempo de olhar exclusivamente para Jesus, desviando a vista para Maria e os “santos”, o que iria me render o inferno eterno.
Agora, salva pela graça da fé em Jesus Cristo e confiando inteiramente no Seu sacrifício vicário na cruz (único e jamais repetível), dou graças a Deus por tão grande salvação e desejo que todos os meus leitores possam encontrar a mesma VERDADE que encontrei nas páginas da Bíblia, libertando-se da mentira religiosa em que todos nós estamos imersos, antes de conhecermos o verdadeiro Evangelho do único Senhor e Mediador entre Deus e os homens – Jesus Cristo.
Capítulo 1
Falsas Credenciais
Mary Ann Collins, em seu livro “The Spirit of Roman Catholicism” (por mim traduzido), diz o seguinte: “A ICR afirma que os primeiros cristãos eram católicos romanos e que (sem considerar a Igreja Ortodoxa), todos os cristãos eram seus membros, até chegar a Reforma Protestante. Ela afirma também que o apóstolo Pedro foi o seu primeiro papa, tendo governado a partir de Roma.”
Mas será que essas afirmações conseguem passar no teste da história, ou são apenas falsas credenciais?
Constantino
Em 28/10/0312, o imperador romano Constantino encontrou-se com o Bispo Milcíades (Mais tarde os católicos romanos iriam referir-se ao mesmo como o papa Milcíades de Roma). Milcíades era assistido por Silvestre, um romano que falava o Latim clássico e lhe servia de intérprete. No dia anterior, Constantino tinha visto um sinal nos céus. Uma cruz na frente do sol. Foi quando ele escutou uma voz que lhe dizia: "Com este sinal vencerás". Mandou que se pintassem cruzes nos escudos dos seus soldados. Constantino ganhou uma batalha importante e ficou convencido de que fora por causa do poder daquele sinal que havia visto no céu. Pediu dois dos cravos usados na crucificação de Jesus. Um dos cravos ele mandou colocar nas rédeas do seu cavalo e o outro foi usado para fazer parte de sua coroa, significando que iria governar o Império Romano em nome de Cristo. (Malachi Martin, “The Keys of This Blood”, ps. 32-33).
O fato de Constantino ter visto a cruz e o sol em conjunto pode ser explicado pelo fato de que ele adorava o deus sol, conquanto, ao mesmo tempo, professasse ser cristão. Depois de sua "conversão", ele construiu um Arco do Triunfo, representando o deus sol (o invicto sol). Suas moedas apresentavam a efígie do sol. Ele mandou fazer, para a sua nova cidade, Constantinopla, uma estatua do deus sol, tendo nela mandado esculpir o seu próprio rosto. Escolheu o domingo, dia do deus sol, para o ser o dia de descanso, durante o qual ficou proibido trabalhar (Paul Johnson, ps. 67-68).
Constantino declarou que um medalhão do deus sol (cavalgando numa carruagem) representava Jesus Cristo. Durante o seu reinado, muitos cristãos aderiram à adoração ao deus sol e à religião de Constantino. Eles oravam de joelhos na direção do Oriente (ao nascer do sol). Diziam que Jesus Cristo conduzia sua carruagem através do firmamento (como o rei sol). Faziam o seu culto religioso aos domingos, honrando o deus sol. Celebravam o dia do nascimento de Jesus em 25 de dezembro, quando os adoradores do deus sol celebravam o nascimento do sol, no solstício do inverno (Malachi Martin, p.23. Paulo Johnson, p. 67).
Os historiadores discordam quanto ao fato de Constantino ter-se tornado cristão. O seu caráter certamente não refletia os ensinos de Cristo. Ele era venal, violento e supersticioso. Seu procedimento "ecumênico" de adorar, ao mesmo tempo, o Deus dos cristãos e o deus sol deve ter sido uma tentativa de jogar em dois times (um espírito que pode ser visto em alguns americanos ricos, que financiam dois candidatos opostos, ao mesmo tempo. Não lhes importa quem se torne o vencedor nas eleições. O que lhes interessa é ganhar o favor do candidato vencedor).
Constantino tinha pouco respeito pela vida humana. Era conhecido pelos assassinatos em massa que fazia em suas campanhas militares. Obrigava os prisioneiros de guerra a lutar com as feras, em troca de suas próprias vidas. Fez com que vários membros de sua família (inclusive a segunda esposa) fossem executados por motivos duvidosos. Esperou até o momento em que estava morrendo para receber o batismo (Paul Johnson, já citado, ps. 68-69).
Constantino queria uma igreja estatal, com os hierarcas cristãos agindo como seus servidores civis. Ele se auto-intitulava bispo, dizendo ser o intérprete da Palavra de Deus, a voz que declara o que é verdadeiro e sagrado.
Como diz o historiador católico, Paul Johnson, já citado, Constantino se considerava um importante agente de salvação, ao mesmo nível dos apóstolos.
Bispo Eusébio, encomiasta de Constantino, relata que ele mandou construir a igreja dos apóstolos com a intenção de que o seu corpo fosse ali guardado, junto aos corpos dos apóstolos. Seu esquife deveria ficar no centro (o lugar de honra), com seis apóstolos de cada lado.
Ele esperava que as devoções e honrarias aos apóstolos fossem realizadas na igreja e que ele pudesse compartilhar do título e das honrarias aos mesmos. (Paul Johnson, já mencionado, p. 69).
Constantino disse ao Bispo Milcíades que desejava construir duas basílicas, uma dedicada ao apóstolo Pedro e outra ao apóstolo Paulo. Ofereceu um grande e magnífico palácio a Milcíades e seus sucessores, porém este recusou a oferta. Milcíades não tolerava a idéia de ver o Cristianismo promovido pelo Império Romano. (Malachi Martin, já citado, ps. 33-34).
Constantino foi para a guerra e quando regressou, em 314 d.C., Milcíades havia falecido. O Bispo Silvestre foi o sucessor de Milcíades. Silvestre estava ansioso para ver a Igreja se espalhar, usando as estradas romanas, a riqueza romana, o poder romano e a força militar de Roma. Constantino aprovou que Silvestre sucedesse Milcíades. Em seguida, providenciou a cerimônia da coroação do novo bispo, coroando-o como um príncipe terreno. Nenhum bispo havia sido coroado antes (Malachi Martin, ps. 34-35). As ações de Constantino dão a impressão de que ele acreditava ter autoridade sobre a Igreja.
Antes da "conversão" de Constantino, os cristãos eram perseguidos. Agora, em vez de sofrer perseguição, o Bispo Silvestre passou a viver no maior luxo.
Ele possuía um belo palácio com móveis requintados e objetos de arte. Vestia roupas de seda e brocado. Tinha criados para servi-lo. Junto ao palácio ficava a basílica que servia de catedral. Este luxuoso edifício possuía sete altares de ouro, uma cobertura de prata maciça sobre o altar principal e 50 candelabros. O sistema postal e o de transporte do império foram colocados à sua disposição. Agora seria possível convocar concílios eclesiásticos no mundo inteiro. (James G. McCarthy, ex-católico. "The Gospel According Rome", Eugene, Oregon, Harvest House Publishers, 1995, ps. 231-232).
Leiam o Livro de Atos e as Epístolas e comparem a igreja ali apresentada com a igreja do Bispo Silvestre. Aqui temos o Apóstolo Paulo descrevendo os tipos de obstáculos que ele foi obrigado a enfrentar, conforme a 2 Coríntios 11:24-27:
"Recebi dos judeus cinco quarentenas de açoites menos um. Três vezes fui açoitado com varas, uma vez fui apedrejado, três vezes sofri naufrágio, uma noite e um dia passei no abismo; em viagens muitas vezes, em perigos de rios, em perigos de salteadores, em perigos dos da minha nação, em perigos dos gentios, em perigos na cidade, em perigos no deserto, em perigos no mar, em perigos entre os falsos irmãos; em trabalhos e fadiga, em vigílias muitas vezes, em fome e sede, em jejum muitas vezes, em frio e nudez".
Após a conversão de Constantino a Igreja foi radicalmente transformada. De repente tornar-se cristão resultava em poder, prestígio e promoção [O mesmo tem acontecido ultimamente em muitas igreja protestantes, com a chamada Teologia da Prosperidade], enquanto antes resultava em perseguição. De repente, por decreto do Imperador, o Cristianismo tornou-se "politicamente correto". Desse modo, as pessoas ambiciosas se filiavam à Igreja por razões terrenas. O Bispo de Roma era sustentado pela força política, pelo poder militar e pela riqueza do imperador romano. Concílios mundiais eram convocados.
Foi este o nascimento da Igreja Católica Romana (ICR). Ela nasceu no Ano 314 d.C., com o Imperador Constantino e o Bispo Silvestre.
A História de Dois Bispos
O grau de mudanças que Constantino realizou na Igreja pode ser ilustrado quando examinamos as vidas de dois bispos de Roma. Voltemos 100 anos no tempo, em relação à fundação da ICR, antes do Cristianismo ter-se tornado "politicamente correto", para ver a vida do Bispo Porciano. Em seguida, vamos comparar a vida do Bispo Porciano com a do Bispo Silvestre, o qual viveu no tempo do Imperador Constantino. As informações sobre Porciano estão nas páginas 19-38 do livro de Malachi Martin (ex-padre católico romano e erudito do Vaticano), "The Decline and Fall of the Roman Church", já mencionado várias vezes neste trabalho.
Porciano tornou-se Bispo de Roma no Ano 230 d.C. Foi feito bispo, repentina e inesperadamente, logo depois da prisão e assassinato do seu antecessor pelas autoridades romanas.
Em 27/09/0235, o Imperador Maximiliano decretou que todos os líderes cristãos fossem aprisionados.
Os edifícios cristãos foram incendiados, os cemitérios cristãos foram fechados e os bens materiais dos cristãos foram confiscados. O Bispo Porciano foi preso, no mesmo dia. Foi enviado para a prisão Mamertina, onde foi torturado por dez dias e em seguida enviado para as minas de chumbo da Sardenha.
Quando os prisioneiros chegaram à Sardenha, seu olho esquerdo foi vazado e um número de identificação foi colocado na testa de cada um. Correntes de ferro foram soldadas em seus tornozelos, ligadas a correntes de seis polegadas, as quais os impediam de andar direito. Havia mais uma corrente de segurança ao redor dos pulsos, ligada à cintura, de tal modo que eram forçados a ficarem encurvados.
Os prisioneiros trabalhavam durante 20 horas diárias, com quatro intervalos de uma hora cada, quando lhes era permitido dormir. Como refeição diária recebiam apenas pão e água. Muitos deles faleciam dentro de seis a quatorze meses, vítimas de exaustão, subnutrição, doenças, pancadas, infecção e violência. Alguns enlouqueciam e cometiam suicídio. [Coisa idêntica vai nos acontecer, quando Vaticano voltar governar o mundo, pois os papas são os sucessores dos césares e não dos apóstolos.] Porciano durou apenas 4 meses. Em janeiro do ano 236 d.C. ele faleceu e o seu corpo foi atirado numa fossa.
O que aconteceu a Porciano não era fora do comum. Muitos cristãos foram enviados às minas de chumbo da Sardenha, ou perseguidos de outras maneiras. Quando um homem aceitava a posição de líder cristão, a partir daquele momento sua vida seria breve e penosa. Houve 14 bispos romanos entre Porciano e Silvestre.
Então veio Constantino. Em 314 d.C., Constantino coroou Silvestre como Bispo de Roma. Este viveu no luxo, com criados servindo-o. Constantino confessava-lhe os pecados e lhe pedia conselhos. Silvestre presidia os concílios mundiais da Igreja. Tinha um esplêndido palácio e uma suntuosa catedral. Tinha poder, prestígio, riqueza, pompa e a proteção do imperador.
Os clérigos usavam roupas de púrpura, refletindo a púrpura da corte de Constantino. Foi essa a mudança exterior. Contudo, a mudança mais importante foi a interior. A Igreja adotou a mentalidade de Roma. Sob a liderança de Silvestre, a estrutura interna da Igreja tomou a forma da prática e da pompa de Roma.
Silvestre faleceu em dezembro de 336 d.C. Morreu placidamente, numa cama limpa e confortável, no Palácio de Latrão, em Roma. Faleceu rodeado de bispos bem vestidos e assistido pela guarda romana. Seu corpo foi vestido de roupas cerimoniais, colocado num caixão elegante e carregado através das ruas de Roma, em solene procissão. Foi sepultado com honrarias e cerimônias, assistido pela nata da sociedade romana e pelo povo romano.
É compreensível que muitos cristãos tenham preferido um status oficialmente aprovado para a Igreja. Mas qual foi o resultado disso?
Antes de Constantino a Igreja era constituída de uma plêiade de homens e mulheres tão engajados na obra de Jesus Cristo que suportavam quaisquer provações. Após 314 d.C., a Igreja tornou-se infiltrada de oportunistas, os quais nela buscavam poder e vantagens políticas. Os líderes da Igreja já não corriam o perigo da perseguição. Pelo contrário, gozavam de todas as armadilhas do poder e do luxo.
O historiador (católico) Paul Johnson indaga: "Será que o Império foi conquistado pelo Cristianismo ou o Cristianismo se prostituiu com o Império?" (Paul Johnson, p. 69). A tentação de uma aliança profana com Roma sempre foi muito forte. Mas, a que preço?
A Religião Estatal
Em 380 d.C., o Imperador Teodósio publicou um edito exigindo que todos os romanos professassem a fé do Bispo de Roma. Os que recusavam eram considerados "hereges". Os judeus, pagãos e "hereges" eram sujeitos a severas punições. Em 390 d.C., o Bispo Ambrósio excomungou o Imperador Teodósio, exigindo dele uma pena de oito meses, até ser restaurado pela Igreja. Teodósio concordou. (Teodósio foi proibido de entrar na Catedral de Milão e de receber os sacramentos. Esse é o tipo de excomunhão que corta a pessoa da Igreja. Teodósio foi obrigado a se arrepender, a fim de ser restaurado). Os artigos sobre este assunto estão na Internet, nos endereços abaixo:
"Ambrose, Saint” - "The Columbia Electronic Encyclopedia, sixth edition, copyright 2000.
"St. Ambrose Humiliates Theodosius the Great'”.
Christopher S. Mackay - "Theodosius" - Section "Theodosius in the Thrall of Ambrose".
É estranho quanto poder a ICR tenha conseguido em menos de um século. Constantino havia promovido a Igreja, concedendo-lhe favores especiais. Mas Teodósio forçou as pessoas a se tornarem católicas, impondo severas punições a quem desagradasse o Bispo de Roma. Constantino havia pedido conselhos ao Bispo Silvestre. Contudo, Teodósio tinha de obedecer às ordens do Bispo Ambrósio.
O Catolicismo Romano era agora a religião estatal do Império Romano. A ICR, que havia nascido com o Imperador Constantino, agora havia se tornado tão poderosa que já podia dar ordens ao próprio imperador romano!
De Mártires a Caçadores de Hereges
O Imperador Constantino e o Bispo Silvestre criaram a ICR, no Ano 314 d.C. Quarenta anos mais tarde nasceu Agostinho. Ele se tornou bispo e "Doutor da Igreja". Viveu até o Ano 430 d.C.
Agostinho insistia em que era legal e necessário usar a força para realizar a unidade entre os cristãos. Ele disse que os "hereges" não deveriam apenas ser expulsos da Igreja. De preferência, deveriam ser obrigados a denunciar suas crenças e conformar-se à "ortodoxia", ou então ser destruídos.
Isso veio a se tornar a base da Inquisição e da matança de "hereges", através da história da Igreja. (Paul Johnson, ps. 113-119).
Durante o século seguinte, depois de Constantino, a Igreja foi passando por uma assombrosa transformação. Os católicos se transformaram em caçadores de "hereges", passando a matar as pessoas que deles discordavam.
Na Idade Média a ICR queimava pessoas na estaca por traduzir a Bíblia na língua do povo comum. Queimava até mesmo as pessoas que liam a Bíblia em Latim (Ver o capítulo sobre "Hereges").
O Livro de Atos 5:38-39 conta como o Sumo Sacerdote e os líderes judeus aprisionaram os apóstolos porque eles falavam de Jesus. Gamaliel, um respeitável rabino, advertiu-os a não perseguirem os cristãos, dizendo:
"E agora digo-vos: Dai de mão a estes homens, e deixai-os, porque, se este conselho ou esta obra é de homens, se desfará, mas, se é de Deus, não podereis desfazê-la; para que não aconteça serdes também achados combatendo contra Deus".
Jim Jones mostrou que Gamaliel estava certo. Ele e seus seguidores se autodestruíram. Os homens que traduziram a Bíblia na língua do povo comum também demonstraram que Gamaliel estava certo. A ICR foi incapaz de suprimir as traduções da Bíblia. Daí por que pessoas como nós, que não somos eruditos em Latim, podemos ler a Bíblia, hoje.
Como se pode comparar a perseguição aos "hereges" com a descrição de Jesus apresentada nos Evangelhos? Será que Jesus forçava as pessoas a concordarem com os seus ensinos?
Com admirável paciência, Jesus continuou ensinando multidões, curando enfermos e demonstrando o amor e o poder de Deus. Quando os discípulos não entendiam os seus ensinos, Ele lhos explicava (Lucas 8:5-15). Quando o jovem rico Lhe deu as costas, Jesus não o censurou nem ameaçou. Deixou-o partir (Mateus 19:16-22).
Em João 6:48-68, Jesus deu um ensino que desagradou o povo. Muitos dos seus discípulos o abandonaram, deixando de segui-lo. Então disse Jesus aos Doze: "Quereis vós também retirar-vos?" (João 6:67).
Ele não os ameaçou nem censurou. Não tentou forçá-los a crer no que Ele ensinava. Deixou-os livres para crer ou não crer, para permanecer com Ele ou partir.
Será que Pedro foi papa?
Pedro não se descreve como sendo um alto e poderoso papa, com autoridade total sobre a Igreja. Ao contrário, ele se autodenominou "um servo" (2 Pedro 1:1), referindo-se a si mesmo como um companheiro "presbítero". (1 Pedro 5:1). Em vez de exigir autoridade especial para si mesmo, Pedro diz que todos os crentes são "sacerdócio real" (1 Pedro 2:9). Diz aos líderes cristãos que não devem governar sobre os outros cristãos, nem ambicionar riquezas (lucros duvidosos) (1 Pedro 5:2-3).
"Apascentai o rebanho de Deus, que está entre vós, tendo cuidado dele, não por força, mas voluntariamente; nem por torpe ganância, mas de ânimo pronto; nem como tendo domínio sobre a herança de Deus, mas servindo de exemplo ao rebanho" (1 Pedro 5:2-3).
"Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz." (1 Pedro 2:9).
No Livro de Apocalipse João confirma a declaração de Pedro de que todos os cristãos verdadeiros são sacerdotes (Apocalipse 1:5-6; 5:9-10 e 20:6).
Como poderia Pedro, conforme retratado na Bíblia, ser comparado com o papa, que se assenta num trono, é carregado nos ombros de homens, sobre uma liteira, igual a um rei oriental?
Como líder da ICR o papa controla imensa riqueza, com investimentos espalhados pelo mundo inteiro. A riqueza do Vaticano é assombrosa. [Quem quiser saber tudo sobre essa riqueza monumental, leia “The Vatican Billions”, de Avro Manhattan]. (As finanças do Vaticano são o tema principal do livro de David Yallop "Em Nome de Deus": Uma séria investigação sobre o assassinato do papa João Paulo I. Este livro é bem escrito, inteiramente bibliografado e convincente. Não se deve começar o ler o mesmo antes de ir para a cama. Pode ser que se passe a noite inteira lendo-o. O pessoal do Vaticano pediu que Yallop investigasse a morte do papa, achando que ele havia sido assassinado. Yallop fez o dever de casa. Entrevistou os gângsteres da Máfia e os moradores do Vaticano).
Os teólogos católicos afirmam que Jesus fundou a ICR sobre o apóstolo Pedro. Eles constroem essa afirmação em Mateus 16:18, quando Jesus disse a Pedro: "Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha igreja..." Uma doutrina gigantesca foi construída sobre este simples versinho. A pergunta é: Será que a Rocha sobre a qual a Igreja foi fundada é Pedro ou ela representa Jesus Cristo?
O próprio Pedro responde esta pergunta, quando diz que Jesus é a pedra viva (1 Pedro 2:4). O apóstolo Paulo afirma que Jesus é a nossa pedra espiritual (1 Coríntios 10:4). Em Romanos 9:31-33, Paulo diz que Jesus é a pedra de tropeço para os israelitas, que tentavam ser salvos pelas obras da lei, em vez da fé.
No Novo Testamento há três palavras para "pedra": "lithos", que significa pedra de moinho ou pedra de tropeço. As outras duas são "petra" e "petros". O Dicionário Expositor de Vine" diz que "petra" significa uma rocha maciça. Define "petros" como um fragmento de pedra ou seixo, o qual pode ser lançado ou facilmente removido.
Em Mateus 16:18 a palavra para Pedro é "petros", um fragmento de pedra ou um seixo facilmente removível. A palavra para a "Rocha" sobre a qual a Igreja foi construída é "petra", uma rocha maciça. Outros exemplos da palavra "petra" falam do homem que construiu sua casa sobre a rocha, ao contrário daquele que a construiu sobre a areia (Mateus 4:24-27). Ao falar do túmulo onde o corpo de Jesus foi sepultado, o qual fora escavado numa rocha, o autor sacro usa a palavra "petra". (Mateus 27:60).
Será que Pedro agia como se fosse o líder da Igreja? No Livro de Atos, Paulo fala de uma controvérsia sobre se os gentios convertidos ao Cristianismo deveriam ou não ser circuncidados e seguir as leis judaicas. Paulo e Barnabé foram a Jerusalém para conferenciar com os apóstolos sobre isso. (Atos 15:2-4). Pedro e outras pessoas ali falaram (Atos 15:7-13). Depois de um período de silêncio, foi Tiago, e não Pedro, quem deu a decisão final sobre o assunto. Ele chamou isso de "sentença". Segundo a Concordância de Strong, a palavra significa "sentença judicial", decreto ou julgamento.
"E, havendo-se eles calado, tomou Tiago a palavra, dizendo: Homens irmãos, ouvi-me... Por isso julgo que não se deve perturbar aqueles, dentre os gentios, que se convertem a Deus. Mas escrever-lhes que se abstenham das contaminações dos ídolos, da prostituição, do que é sufocado e do sangue". (Atos 15:13,19,20).
O Livro de Atos nos conta a história da igreja primitiva, até alguns anos antes da morte de Pedro. Nele não consta ter sido Pedro uma autoridade sobre toda a igreja. Também não mostra conexão alguma de Pedro com Roma.
Em Atos 38:14-15, lemos que Paulo se encontrou com os irmãos em Roma e ali não é mencionado o nome de Pedro. Como já vimos, Paulo se encontrou com Pedro em Jerusalém, onde ele foi identificado pelo nome. Em Atos 2:14 e Atos 8:14, lemos que Pedro esteve em Jerusalém. No capítulo 10 de Atos, vemos Pedro em Jope. Atos 11:2 diz que Paulo regressou a Jerusalém. Jope fica a trinta milhas de Jerusalém. Se o Livro de Atos registra detalhadamente a visita de Pedro a uma cidade vizinha, não teria contado se Pedro houvesse feito o caminho para Roma, particularmente, visto como ele nos conta que Paulo foi para Roma? Atos 15:1-20 conta como Paulo e Barnabé foram a Jerusalém e lá se encontraram com Pedro, Tiago e outros apóstolos. Gálatas 1:18-19 diz que Paulo foi para Jerusalém encontrar-se com Pedro e Tiago.
O Livro de Romanos foi escrito pelo Apóstolo Paulo "A todos os santos que estavam em Roma, amados de Deus, chamados santos..." (Romanos 1:7). Em Romanos 16:1-15 Paulo saúda 26 pessoas pelo nome, mas não menciona Pedro. Se Pedro fosse de fato o líder da Igreja em Roma, por que, então, Paulo não o mencionou?
Paulo escreveu cinco cartas da prisão em Roma (Efésios, Filipenses, Colossenses, 2 Timóteo e Filemom) e nunca mencionou Pedro. O homem que ficou ao seu lado, encorajando-o em Roma, foi Lucas e não Pedro. (Colossenses 4:14 e 2 Timóteo 4:11).
Paulo menciona Pedro em apenas uma de suas epístolas (Gálatas). Em Gálatas 1:18-19, ele diz que foi a Jerusalém para encontrar Pedro e Tiago. Em Gálatas 2:8 Paulo diz que pregou aos gentios e Pedro pregou aos judeus (da circuncisão). Em Gálatas 2:11-21, Paulo conta como corrigiu e censurou Pedro, por não ter ele sido correto. Evidentemente, a censura pública de Paulo a Pedro não causou problema algum entre eles. Pedro amava e respeitava Paulo como um irmão e exortou a igreja a acatar a sabedoria de Paulo, conforme a 2 Pedro 3:15:
"E tende por salvação a longanimidade de nosso Senhor; como também o nosso amado irmão Paulo vos escreveu, segundo a sabedoria que lhe foi dada".
Capítulo 2
Como a ICR se tornou herdeira do antigo Império Romano
Nos capítulos 3 e 4 do livro “The Vatican Billions”, o grande historiador britânico, Barão Avro Manhattan, que dedicou 50 anos de sua vida à pesquisa do Vaticano, nos conta como isso aconteceu.
O estabelecimento dos Estados Papais concedeu à ICR uma base territorial e jurídica de imensa importância. A partir daí esse estabelecimento possibilitou-a a deslanchar a promoção de uma política ainda mais audaciosa, no sentido de acelerar a aquisição de mais terras, mais ouro, mais status, com o prestígio e o poder que daí provinham.
O Imperador Carlos Magno não tinha de fato voltado a Roma, após reconhecer a doação de Pepino, mas o Papa Adriano I, em 774 d.C. presenteou-o com uma cópia da Doação de Constantino. Esta foi reputada como concessão, feita por Constantino, de imensas possessões e vastos territórios à Igreja. Era outra falsificação papal. Enquanto a Carta de Pedro tinha sido uma falsificação feita pelo Papa Estevão, a Doação de Constantino foi uma falsificação do Papa Adriano I.
A Doação de Constantino teve uma influência tremenda sobre a aquisição territorial e as exigências do papado e uma rápida olhada em sua origem, conteúdo e significação testamentária ajudam a elucidar a sua importância.
A Doação foi precedida e seguida de vários documentos forjados pelo papado, ao mesmo nível da missiva do Bendito Pedro. Como a última, o seu objetivo específico era dar poder, território e riqueza aos papas. Assim, logo após a morte de Pepino, por exemplo, surgiu em cena um documento que era uma narrativa detalhada, atribuída oralmente ao próprio falecido Pepino. Nela Pepino relatava, num Latim um tanto extravagante, o que se havia passado entre ele e o papa, “o sucessor do Porteiro do Céu, o Bendito Pedro”. Sua revelação foi aceita como prova de que ele doara ao papa, não apenas Roma e os Estados Papais já mencionados, mas também Istria, Veneza e, realmente, toda a Itália.
Não satisfeito com os Estados Papais e as novas regiões adquiridas, os papas passaram a exigir cada vez mais, provando assim a exatidão do antigo provérbio de que o apetite aumenta com o comer. Eles se empenharam em expandir ainda mais a sua propriedade de territórios adicionais, concluindo que os recém-nascidos Estados Papais, embora de considerável tamanho, eram pequenos demais para o papa, representante do Bendito Pedro. Esses territórios tinham de ser estendidos no sentido de fazer jus ao império espiritual de Pedro, fato indiscutível, através do qual aos papas seria inequivocamente concedida a possessão de todos os reinos e impérios do mundo. Isso, portanto, havia se tornado uma necessidade. [Esse desejo continua cada vez mais forte, à medida que os séculos têm passado]
Nesse ponto, a mais espetacular de todas as falsificações fez o seu aparecimento oficial: a Doação de Constantino. Pressupondo ter sido escrita pelo próprio Imperador Constantino, ela agora emergia, não se sabe de onde. O documento, com um golpe de mestre, colocava os papas acima dos reis, imperadores e nações, tornando-os herdeiros legais de todo o Império Romano que lhe fora doado, concedendo a São Pedro – ou melhor a São Silvestre e seus sucessores – todas as terras ao ocidente e além deste, em verdade todas as terras do planeta.
O documento era a soma de todas as falsificações anteriores, mas, ao contrário das fabricações passadas, ele era decisivo, preciso e falava em termos claros da supremacia espiritual e política concedida aos papas, como um direito inalienável. A significação e as conseqüências do seu aparecimento foram portentosas para todo o mundo ocidental. A estrutura social e política da Idade Média foi moldada e baseada em seu conteúdo. Com ela o papado, tendo feito a sua tentativa mais audaciosa de domínio mundial, teve sucesso em colocar-se acima das autoridades civis da Europa, afirmando ser a fonte de todo o poder eclesiástico e secular, bem como o legítimo proprietário das terras governadas pelos potentados ocidentais, e o supremo árbitro da vida política de toda a cristandade.
Em vista das profundas repercussões dessa famosa falsificação, a mais espetacular nos anais do Cristianismo, seria útil dar uma olhada em suas cláusulas principais:
1) Constantino deseja promover o Trono de Pedro sobre o império e também sobre a terra, ao conferir sobre ele poder absoluto e honra imperial.
2) O Trono de Pedro terá suprema autoridade sobre todas as igrejas do mundo.
3) Será juiz em tudo que diz respeito ao serviço de Deus e de toda a fé cristã.
4) Em vez do diadema que o imperador desejava colocar sobre a cabeça do papa, o qual ele mesmo havia recusado, Constantino deu a ele e aos seus sucessores a phrygium, isto é, a tiara e o lorum que adornava o pescoço do imperador, bem como as demais vestes suntuosas e a insígnia da dignidade imperial.
5) O Clero Romano gozará dos altos privilégios do Senado Imperial, sendo elegível à dignidade de patrício e tendo o direito de usar as condecorações dos nobres do império.
6) Os ofícios de cubicularii, ostiarii e excubitae pertencerão exclusivamente à Igreja Romana.
7) Os clérigos romanos montarão sobre cavalos selados com selas brancas e, como o Senado, usarão sandálias brancas.
8) Se um membro do Senado desejar tomar as ordens e o papa consentir ninguém o impedirá.
9) Constantino desiste de permanecer na soberania de Roma e províncias, cidades e cidadezinhas de toda a Itália, ou das regiões orientais, em favor do Papa Silvestre e de seus sucessores.
Com a primeira cláusula, o papa já se tornara legalmente o sucessor de Constantino, isto é, o herdeiro do Império Romano. Com a segunda, tornou-se a cabeça absoluta de toda a cristandade no Oriente e no Ocidente e, em verdade, de todas as igrejas do mundo. Com a terceira, tornou-se o único juiz de todas as crenças cristãs. Desse modo, qualquer pessoa ou igreja que dele discordasse tornava-se herege com todas as horríveis conseqüências espirituais e temporais daí resultantes. Com a quarta, o papa rodeava-se de esplendor e recebia a insígnia do ofício imperial, como representação exterior do seu status imperial. Com a quinta, todo o clero romano foi colocado no mesmo nível dos senadores, patrícios e nobres do império. Pelo poder desta cláusula, o clero romano recebeu por direito o mais alto título honorífico que os imperadores concediam a certos membros preeminentes da aristocracia civil e militar, sendo as classes de patrício e cônsul, naquele tempo, as mais altas que a ambição podia aspirar. A sexta e sétima cláusulas, aparentemente irrelevantes, eram muito importantes. Pois os papas, exigindo ser atendidos por cavalheiros e camareiros, porteiros e guardas pessoais (cubicularii, ostiarii, etc.), enfatizavam sua paridade com os imperadores, pois antes somente os últimos tinham esse direito. O mesmo se aplicava à exigência de que o clero romano tivesse o privilégio de cavalgar seus animais com paramentos brancos, o que, no século 8, constituía um privilégio de extraordinária importância.
A oitava cláusula simplesmente colocou o Senado à mercê do papa. Finalmente a nona, a mais importante e de maiores conseqüências na história do Ocidente, tornou o papa soberano de Roma, Itália e regiões do Ocidente, ou seja, de todo o império de Constantino, o qual englobava a França, a Espanha e a Bretanha, e de fato todo o território da Europa e alhures.
Em virtude da Doação de Constantino, portanto, o Império Romano se tornou um feudo do papado, enquanto os imperadores se transformaram em vassalos e os papas em soberanos. Seu antigo sonho, o domínio romano, tornou-se realidade, mas uma realidade na qual os vigários já não eram súditos do imperador, mas os imperadores, súditos dos “Vigários de Cristo”. [Isso está sendo conseguido novamente, a partir da criação da União Européia pelo Vaticano].
O primeiro resultado concreto da Doação, foi dar uma base legal às aquisições territoriais dos papas, a eles concedidas por Pepino e Carlos Magno. Enquanto Pepino e Carlos Magno os haviam estabelecido como soberanos de facto, a Doação de Constantino os havia tornado soberanos de jure, uma distinção especialmente importante na exigência de futuras possessões territoriais.
É muito significativo que foi depois do aparecimento da Doação, sob o Papa Adriano (774 d.C.), que a chancelaria papal cessou de datar documentos e cartas pelos anos de reinado dos Imperadores de Constantinopla, substituindo aqueles pelos do pontificado de Adriano.
Embora não haja provas de que o documento foi fabricado pelo próprio papa, contudo é indiscutível que o estilo da Doação é o da chancelaria papal, nos meados do século 8. Além do mais, o fato de que o documento apareceu primeiro na Abadia de São Denis, onde o Papa Estevão passou o inverno de 754, é uma prova adicional de que o papa esteve pessoalmente implicado em sua fabricação. De fato, embora novamente, não haja aqui, evidência concreta, supõe-se que a Doação foi forjada lá pelo ano de 753, e foi trazida pelo Papa Estevão II à corte de Pepino, em 754, a fim de persuadir aquele monarca a agraciar os papas com as suas primeiras possessões territoriais. Uma vez que os Estados Papais viessem à existência, o documento seria guardado, até que pudesse ser usado com o seu filho Carlos Magno, o qual sucedeu o pai.
A primeira materialização espetacular da Doação foi vista, não muitos anos depois de sua primeira aparição, quando Carlos Magno, o mais poderoso monarca da Idade Média, concedeu territórios adicionais aos Estados Papais e seguiu para Roma, a fim de ser solenemente coroado na Basílica de São Pedro pelo Papa Leão III, como o primeiro imperador do Sacro Império Romano, no ano 800 d.C. Os grandes sonhos papais: (a) o reconhecimento da supremacia espiritual dos papas sobre os imperadores e (b) a ressurreição do Império Romano, finalmente se tornavam realidade. A subjugação da Coroa Imperial não foi, contudo, o bastante. Assim como é verdade que isso estabeleceu a fonte de toda a autoridade civil – isto é, o imperador – sob o domínio do papa, é também verdade que as províncias distantes não podiam ou não deviam seguir o exemplo imperial. A melhor maneira de fazê-los obedecer era pelo controle da administração civil nas províncias, como fora feito em seu centro com o imperador. Como o papa havia transformado o imperador num vassalo seu, assim igualmente os bispos teriam de transformar em vassalos as autoridades civis em suas dioceses. Ao fazer isso, em cega obediência ao papa, a máquina hierárquica podia controlar à vontade a administração civil de todo o império.
Foi para colocar tal esquema em efeito que apareceu mais uma falsificação complementando a Doação, quase meio século mais tarde, novamente não se sabe de onde. Em 850 os pseudo-Decretos de Isidoro [agora o padroeiro da Internet] mais conhecidos como “Falsos Decretos” fizeram sua primeira aparição oficial. Eles são uma coleção heterogênea de antigos decretos dos concílios e papas. Seu propósito aparente era dar uma base legal às exigências do clero no império, apelando a Roma contra os mal feitos dos altos prelados ou das autoridades civis. Embora parte do conteúdo dos Decretos fosse genuína, uma colossal proporção dos mesmos era confusa, forjada e distorcida, senão inteiramente fabricada. Isso foi feito para se atingir o seu real objetivo, que era o de conseguir mais poder para o papa, ao dar aos abades, bispos e clérigos em geral autoridade sobre a jurisdição civil, em todas as províncias, estabelecendo, assim, uma base legal para se evadirem das ordens dos governantes seculares provinciais.
O resultado foi que a ICR obteve importantes privilégios e, dentre estes, a imunidade às operações da lei secular, o que a colocava fora da jurisdição de todos os tribunais seculares. Desse modo, o clero adquiriu, não apenas uma santidade especial que o colocava acima do povo comum, mas uma inviolabilidade pessoal que lhe concedia enorme vantagem em todos os assuntos ou disputas com o poder civil.
E assim, graças a uma série de fabricações, falsificações e distorções, levadas a efeito ao longo de vários séculos, e das quais a Doação de Constantino foi a mais espetacular, os papas obtiveram, não apenas um vantajoso campo de incalculável valor, a partir do qual puderam ampliar o seu poder espiritual e temporal, como ainda os fez permanecer praticamente independentes de toda a autoridade secular. Mais ainda, eles cuidaram para que os estatutos dos imperadores e reis, não menos que a lei civil das nações, fossem minados, grandemente enfraquecidos e de fato obliterados pela recém adquirida onipotência.
A Igreja exige a propriedade sobre o mundo ocidental
Uma vez enraizada na tradição e fortalecida pela credulidade dos tempos, a dúbia sementeira da Doação transformou-se em poderoso carvalho, à sombra do qual, o autoritarismo papal floresceu. A partir do nascimento do Império Carolingiano, do ano 800 em diante, os presentes de Pepino, a Doação de Constantino e os Falsos Decretos foram assiduamente usados pelos pontífices a fim de consolidar o seu poder. Isso eles fizeram até que com falsificações adicionais e o exercício arbitrário de poder espiritual e temporal, esses documentos se tornaram a formidável pedra angular sobre a qual eles iriam eventualmente edificar suas exigências políticas e territoriais, sobre cuja rocha foi edificada toda a estrutura papal na Idade Média.
À Doação, foram dadas cada vez mais significações pelas sucessivas gerações de teólogos. Sem levar em conta os disparates de suas visões, todos eles concordavam numa interpretação fundamental: a Doação dava ao papado o poder e a autoridade mais amplos possíveis. Assim, por exemplo, enquanto o Papa Adriano I declarou que Constantino havia “dado o domínio nestas regiões do Ocidente” à Igreja de Roma, Enéas, bispo de Paris, afirmou, no ano de 868 que, como Constantino havia declarado que dois imperadores, um do império, outro da Igreja, não podiam reinar na mesma cidade, ele havia se mudado para Constantinopla, colocando o território romano “e vasto número de diversas províncias” sob o governo da Sé Apostólica, após conferir poder real aos sucessores de Pedro.
Os papas se aproveitaram, usando esse argumento como uma base para aumentar o seu controle territorial, com a conseqüente acumulação de riqueza que o acompanhava. Gregório VII (1073) dirigiu todas as suas energias nesse sentido. Ele concentrou a jurisdição espiritual e política em si mesmo, para melhor administrar o Império Ocidental como um feudo do papado. Isso implicava na extensão do seu domínio temporal sobre os reis e reinos da terra e, portanto, sobre as suas riquezas temporais.
De fato, Gregório não tinha escrúpulo algum em afirmar abertamente sua supremacia sobre todo o Império Bizantino, incluindo a África e a Ásia. Ele foi até mais longe, declarando que o seu objetivo final era simplesmente o estabelecimento do domínio temporal universal de São Pedro. Daí o seu contínuo exercício para tomar posse, em adição a Roma e Itália, de todas as coroas da Europa, muitas das quais ele teve sucesso em colocar sob a sua direta vassalagem.
Embora o seu vasto esquema só parcialmente tivesse se materializado durante o seu reinado, seus sucessores continuaram essa obra. O Papa Urbano II, seguindo suas pisadas, decidiu colocar em sujeição as igrejas de Jerusalém, Antioquia, Alexandria e Constantinopla, com todas as terras onde estas floresceram. Sob o pretexto de libertar o túmulo de Cristo, ele simplesmente mobilizou todo o mundo ocidental num exército irresistível, o qual deixando as regiões costeiras da Europa, avançou pela Ásia Menor como um tornado, criando a maior comoção militar, política e econômica em ambos os continentes.
A captura de Jerusalém e o sucesso dessa Primeira Cruzada deram incalculável prestígio aos pontífices. Enquanto as nações da Europa atribuíam essa vitória a um poder sobrenatural manifesto, os pontífices romanos se apressavam em transformar os grandes movimentos marciais dos cruzados em poderosos instrumentos a serem usados para expandir o seu domínio espiritual e temporal. Isso foi feito empregando-os como pivôs militares e políticos, jamais cessando de auferir vantagens territoriais e financeiras através de toda a Idade Média.
Tais políticas foram mais longe, quando, baseando as exigências papais sobre interpretações cada vez mais ousadas da Doação, ficou estabelecido que os governantes seculares deveriam ser obrigados a pagar tributo ao papado. Um veemente advogado disso foi Otto de Freisingen, o qual em sua obra Crônicas, composta em 1143-46, não hesitou em declarar que como Constantino, após conferir a insígnia imperial ao pontífice, havia se mudado para Bizâncio, a fim de deixar o império para São Pedro, então os outros reis e imperadores deveriam pagar tributo aos papas.
Por essa razão, a ICR assevera que os reinos ocidentais foram-lhe dados como possessão por Constantino e exige tributo deles até hoje, com exceção dos dois reinos dos Francos (isto é, França e Alemanha).
Tal exigência tornou-se possível porque, apenas um século antes, em 1054, o Papa Leão IX havia declarado ao patriarca Michael Celularius que a Doação de Constantino significava realmente a doação “do império terreno e celestial ao Sacerdócio Real do Trono de Pedro”.
De tudo isso resultou que logo a Lombárdia, a Itália e a Alemanha começaram a ser computadas, aos olhos de Roma, como “feudos papais”, com os papas declarando, cada vez mais ousadamente, que os reis da Alemanha haviam possuído o Império Romano, bem como o Reino Italiano, apenas como um presente dos pontífices. Tais exigências, certamente, não ficaram sem confronto e muitas vezes causaram a mais profunda comoção política – como por exemplo – a que rebentou na Alemanha em 1157, quando uma carta do Papa Adriano a Frederico Barbaroxa falava dos “benefícios”, que ele tinha concedido ao imperador ou poderia ainda conceder e expressamente chamava a coroa imperial de beneficium isto é, um feudo, conforme foi entendido na corte imperial. Adriano disse, para reforçar o fato, que tinha sido ele quem havia colocado a coroa na cabeça do imperador e que o papa era o verdadeiro proprietário da Alemanha.
Não foram somente os príncipes que se rebelaram contra as pretensões papais. Homens de certo modo devotados a esse sistema religioso falaram em palavras claras contra o avanço papal sobre o poder civil. Provost Gerhoh de Reigsburg, por exemplo, satirizou o imposto do imperador (o qual, sem dúvida se apoiava na Doação de Constantino), sustentando as esporas de ouro do papa, imposto esse que havia levado os Romanos a pintar aqueles quadros ofensivos, nos quais os reis ou imperadores eram representados como vassalos dos papas, concluindo que este, além de causar sentimentos de amargura nos governantes temporais, iam também de encontro à ordem divina ao permitir que os papas exigissem ser imperadores e senhores dos imperadores.
Alguns anos mais tarde Gottfried, um alemão educado em Bamburg, capelão e secretário de três soberanos Hohenstaufen, Conrado, Frederico e Henrique IV, apoiando-se sobre o que Enéas, Bispo de Paris, já havia dito, foi um pouco mais longe do que o Papa Adriano e incluiu a França na Doação. Em seu “Panteon”, que ele dedicou ao Papa Urbano III em 1886, ele declarou que, a fim de assegurar uma paz maior para a Igreja, Constantino, havendo se retirado com toda a pompa para Bizâncio, além de conceder aos papas privilégios reais, tinha lhes dado o domínio sobre Roma, Itália e Gália, com todas as riquezas incluídas.
Com o passar dos séculos, os papas, em vez de diminuírem as suas exigências, continuaram a aumentá-las, declarando que, em virtude da Doação, os imperadores eram imperadores simplesmente porque eles (os papas) lhes permitiam isso e que o único governante em assuntos espirituais e temporais, em realidade, era o próprio pontífice.
Tais pretensões não se confinaram apenas ao campo teórico. Foram dirigidas a concretos objetivos territoriais, políticos e financeiros, os quais eram perseguidos pelos pontífices com infatigável pertinácia. O Papa Inocêncio II (1198-1216), o mais enérgico campeão da supremacia papal, trovejava, incessantemente para toda a Europa, que exigia supremacia temporal sobre todas as coroas da Cristandade, pois como sucessor de São Pedro, ele era simultaneamente o líder supremo da verdadeira religião e o soberano temporal do universo. Suas incansáveis exigências foram no sentido de que o governo papal fosse estendido sobre várias terras e reinos. Ao final do seu reinado, de fato, o Vaticano havia se tornado o governante temporal de Nápoles, das Ilhas da Sicília e da Sardenha, e de quase todos os estados da Península Ibérica, tais como Castela, Leão, Navarro, Aragão e Portugal, de todas as terras da Escandinávia, do reino da Hungria, do Estado Eslavo da Boêmia, Sérvia, Bósnia, Bulgária e Polônia. Uma lista considerável! [Lista que ainda está na mira do papado com a criação da União Européia].
Ele se tornou também o soberano verdadeiro de facto e de jure da Inglaterra, após haver compelido o Rei João à completa submissão. Durante os últimos anos do reinado desse rei e os poucos primeiros do de Henrique III, Inocêncio governou efetivamente a Ilha através dos seus legados. Isso, contudo, não foi o bastante, pois Inocêncio se proclamou o governante temporal dos estados cristãos fundados na Síria pelos cruzados. De fato, ele foi até mais longe. Tomando vantagem da Cruzada Franco-Veneziana de 1202, ele planejou a anexação do Império Bizantino. Um Império Latino veio à existência no Oriente e, enquanto os Bizantinos se tornaram vassalos temporais do papa, a Igreja Ortodoxa Grega foi obrigada a reconhecer a supremacia de Roma. Mais tarde esse imenso domínio foi ampliado pelos seus sucessores, através da conversão dos pagãos do Báltico ao Catolicismo Romano.
Nesse tempo, como no passado, um país mais que qualquer outro se opunha à irresistível absorção eclesiástica - o poderoso Império Germânico. Mas o papa, apesar de muitos revezes, jamais reconheceu a Alemanha como estando fora do formidável império papal, baseado na assertiva familiar de que ela fazia parte do patrimônio de São Pedro.
Não contente com a Doação de Constantino, Inocêncio IV afirmava que o que Constantino dera à Igreja não lhe pertencia de modo algum, pois a Europa havia sempre pertencido à Igreja. Numa encíclica publicada, logo após o encerramento do Concílio de Lyon, em 1245, Inocêncio declarou expressamente:
É errado mostrar ignorância sobre a origem das coisas e imaginar que o governo da Sé Apostólica sobre assuntos seculares data de Constantino. Antes dele, este poder já era da Santa Sé. Constantino simplesmente restituiu às mãos da Igreja um poder que ele usava ilegalmente, enquanto se achava fora de sua fronteira. Uma vez admitido à Igreja, ele obteve, por concessão do Vigário de Cristo, a autoridade que somente então se tornou legítima.
Após o que, na mesma encíclica, Inocêncio prazerosamente ficou com a idéia de que a aceitação da Doação de Constantino pelo papa foi apenas um sinal visível do seu domínio soberano sobre o mundo inteiro e, conseqüentemente, de toda a riqueza que fosse encontrada na terra. A crença na Doação, e na vasta extensão de território que Constantino nela incluiu, cresceu ainda mais. O próprio Graciano não a incluiu; ela foi logo inserida como palea e assim deu entrada em todas as escolas de jurisprudência canônica, de modo que a partir desse tempo, os advogados eram os mais influentes publicadores e defensores dessa ficção. A linguagem dos papas tornou-se daí em diante, cada vez mais confiante.
“Omne regnum Occidentis ei (Silvestre) tradidit et divisit “- disse Inocêncio III (1198-1216).
Gregório IX (1227-1241) levou isso até às últimas conseqüências, de um modo que ultrapassou tudo o que havia sido feito antes, quando ele determinou, diante do Imperador Frederico II, que Constantino havia, junto com a insígnia imperial, doado Roma, com o ducado e o império, aos cuidados eternos dos papas. Daí por que os papas, sem diminuir qualquer grau na sua jurisdição, estabeleceram o tribunal do império, transferiram-no aos alemães e ficaram acostumados a conceder o poder da espada aos imperadores em sua coroação.
Por enquanto, isso era o mesmo que dizer que essa autoridade imperial tinha sua origem única nos papas, podia ser aumentada ou diminuída a seu bel prazer, e que o papa podia exigir de cada imperador que lhe prestasse contas pelo uso do poder e das riquezas a ele confiadas.
Porém o elo mais alto da estrutura hierárquica ainda não havia sido alcançado. Ele foi conseguido primeiro pelo sucessor de Gregório, Inocêncio IV, quando o Sínodo de Lyon resultou na deposição de Frederico, em cujo ato este papa foi além de todos os seus predecessores, no aumento de exigência na ampliação da autoridade de Roma.
O dominicano Tolomeo de Lucca, autor dos dois últimos livros da obra De Regimini Principum, cujos dois primeiros livros eram de Tomás de Aquino, foi mais longe ainda e explicou a Doação como uma final abdicação de Constantino em favor de Silvestre. Anexando esta a outras circunstâncias históricas, que eram invenções ou concepções erradas, ele então chegou à conclusão de que o poder e a riqueza de todos os príncipes temporais derivavam sua força e eficácia unicamente do poder espiritual dos papas. Não havia possibilidade de meio termo e, imediatamente depois, na controvérsia de Bonifácio VIII com Filipe de França, o frade agostiniano Egídio Colonna de Roma, o qual havia sido nomeado pelo papa como Arcebispo de Bourges, chegou a essa conclusão natural, sem o menor disfarce, numa obra que ele dedicou ao seu patrocinador.
Os demais teólogos da corte papal, Agostino de Trionfo e Álvaro Pelayo, ultrapassaram todas as exigências anteriores, declarando que se um imperador como Constantino havia dado possessão temporal a Silvestre, isso era apenas uma restituição do que havia sido furtado [da Santa Sé] de maneira injusta. Os reis eram muitas vezes obrigados, não apenas a aceitar tais exigências como verdadeiras, mas a jurar que defenderiam os papas com as suas espadas. Vamos citar apenas um exemplo: o pacto que o Imperador Henrique VII teve de fazer antes de sua coroação. O Papa Clemente V fez este monarca jurar que protegeria e sustentaria todos os direitos que os imperadores, a partir de Constantino, haviam concedido à Igreja Romana, sem declarar, contudo, quais eram esses direitos.
O poder conferido pela Doação à ICR tornou-se cada vez mais ampliado pelo poder inerente ao próprio papado. Como sucessores diretos de Pedro, os papas eram os únicos herdeiros do poder da Igreja e, a partir daí, de qualquer coisa ou pessoa sob a sua autoridade. A teoria assim deslizava:
Cristo é o Senhor do mundo inteiro. Quando partiu, ele deixou esse domínio aos seus representantes, Pedro e os seus sucessores. Desse modo, a totalidade do poder espiritual e temporal e a união de todos os direitos e privilégios, repousam nas mãos do papa. Cada monarca, mesmo o mais poderoso, possui apenas tanto poder e território conforme lhe fora transferido pelo papa ou que este ache por bem lhe permitir possuir.
Esta teoria foi apoiada pela maior parte dos teólogos medievais. Ela se tornou a firme crença dos próprios papas. Em 1245, por exemplo, o Papa Inocêncio IV expôs essa doutrina ao próprio Imperador Frederico, afirmando que, como fora Cristo quem confiara a Pedro e aos seus sucessores, tanto o poder sacerdotal como o real, os reinados destes dois reinos, o celestial e o terreno, pertenciam a ele, o papa, o que significava que o domínio espiritual do papado teria a sua contrapartida, também, no domínio papal sobre todas as terras, territórios e riquezas do mundo inteiro.
Nem mesmo o imperador mais ambicioso do Império Romano jamais se atrevera a exigir tal coisa.
Capítulo 3
A Inquisição
No capítulo 4 do seu livro "Antichrist and Optimism", o Dr. Ronald Cooke nos fala sobre a Inquisição da ICR, movimento que o Vaticano tem se esforçado ao máximo para apagar da história mundial. Vamos dar-lhe a palavra:
No dia 16/02/1568 uma sentença do Santo Ofício da Inquisição condenou à morte, como hereges, todos os habitantes da Holanda.
Dessa condenação generalizada escaparam apenas algumas pessoas especialmente escolhidas. Uma proclamação do Rei, datada de dez dias mais tarde, confirmou esse decreto da Inquisição, ordenando que o mesmo fosse imediatamente executado, sem distinção de sexo, idade ou condição. Esse foi sem duvida o mais completo extermínio que aconteceu no século XVI, quando três milhões de pessoas - homens, mulheres e crianças - foram sentenciados à forca, em três filas...
A partir desse decreto essa "indústria do sangue" jamais poderia nos parecer supérflua... Homens das mais altas às mais humildes posições eram diariamente amarados às estacas. Alva, numa só carta a Philip, calculou friamente o número de execuções que deveriam ser feitas, após a semana santa, "em oitocentas pessoas".
Para evitar os distúrbios causados pelas vítimas a caminho da forca, um novo tipo de mordaça foi inventado. A língua de cada prisioneiro era colocada numa argola de aço, a qual era aquecida com um ferro em brasa. A inchação e inflamação, que eram o resultado imediato, impediam a língua de sair da argola, neutralizando, imediatamente, toda a possibilidade do prisioneiro falar. (John Le Mothey, "The Rise of Dutch Republic", Londres, 1913, Vol. II, ps. 144-145).
É difícil encontrar na literatura moderna qualquer referência aos mais intensivos e abrangentes movimentos da história da Igreja - a Inquisição, a Reforma e a Contra Reforma. Nos livros que tratam da Nova Ordem Mundial não se encontra menção alguma desses três movimentos. [Os jesuítas obrigam os editores a deletar nos livros históricos toda menção que desabone a ICR, reescrevendo, assim, a história geral].
Pat Robertson, cuja obra foi tão louvada, conforme as palavras abaixo, nem sequer menciona qualquer um desses três movimentos.
"A pesquisa neste livro é incrível. Eu sabia que havia algo acontecendo, mas não tinha idéia. Pessoa alguma jamais havia colocado tanta descrição conjunta, para mim tão convincente".
Como pode alguém imaginar que está escrevendo sobre as forças que estão em vias de subjugar o mundo inteiro sem atentar para alguns esforços já realizados antes, por essas mesmas forças, a fim de subjugar o mundo?
J. R. Church finalmente se dispõe a mencionar a Inquisição, muito concisamente, alegando, porém, que a razão pela qual a mesma foi fundada era reduzir o poder e a influência dos Cavaleiros Templários, especialmente a dinastia dos Merovingianos, que pairava como uma nuvem negra sobre a ICR. (J. R. Church, "Guardians of the Holy Grail", Profecy Publ., Oklahoma City, 1991, p. 25).
Depois ele admite que em razão de terem os Cavaleiros Templários se espalhado por toda a Europa e se fixado na Escócia, a Ordem Maçônica do Rito Escocês se levantou na Escócia, o que simplesmente não é verdade.
A Inquisição teve razões muito mais amplas para existir do que uma hostilidade contra os Cavaleiros Templários. A verdade é que os maçons entraram em conflito com Roma porque a ICR queria governar toda a Europa com mão de ferro.
Então, desobedecer às leis da ICR significava morte certa. [Isso voltará a acontecer, com o estabelecimento da nova religião mundial (sincretismo religioso de Catolicismo e Nova Era) liderada pelo governante mundial]. A única maneira de neutralizar a presença letal da ICR na vida das pessoas foi fundar as sociedades secretas, nas quais os homens se uniam através de pactos de sangue, a fim de combater os agentes secretos (cães de Deus) que se espalhavam por toda as partes da Europa. Claro que um dissidente protestante preferia cair nas mãos da maçonaria do que nas afiadas presas dos "cães de Deus".
A Inquisição logo se transformou numa grande fonte de lucro (pelo confisco das propriedades de todos os "hereges"), possibilitando ao papado estender a sua sangrenta rede sobre as nações da Europa, com excelentes resultados financeiros, rotulando todos os dissidentes e protestantes, onde quer que estes representassem uma ameaça às aspirações mundiais do papado.
Como pode alguém escrever sobre os feudos e sociedades secretas da Idade Média, sem enxergar a Inquisição, como o fez Pat Robertson, quando deixou de mencioná-la? Ali se encontrava a máquina do poder máximo, gerado pelo sigilo e levado a efeito pelo mais agudo fanatismo, visando o controle absoluto do mundo.
Contudo, Robertson não é o único a ter agido desse modo, pois dificilmente existe um escritor moderno, o qual, ao escrever sobre o Reino de Deus e dos demônios que o confrontam, dedique à Inquisição mais do que uma linha, a título de completo exame. A Revolução Francesa tem sido apontada como a única ameaça ao Cristianismo bíblico, nos tempos passados.
O consenso geral é que o papado pode ser equacionado ao Reino de Deus, isso quando não se admite ser ele o próprio Reino de Deus [pensamento quase generalizado nos últimos 20 anos, desde que o Papa JP2 começou a cativar os povos com o seu sorriso amistoso, exibido durantes as suas andanças pelo mundo], evitando-se, desse modo, uma palavra sequer de crítica ao papado, sem que a pessoa que a expressa seja considerada odiosa.
A Inquisição foi um reinado de terror, diante do qual a Revolução Francesa foi apenas um piquenique. A Revolução Francesa perdurou 10 anos, enquanto a Inquisição perdurou 500 anos. A Revolução Francesa foi o castigo divino sobre a França por causa do seu massacre aos huguenotes, na Noite de São Bartolomeu (24/08/1572), durante a Guerra dos Trinta Anos (1562-1598), e de fato marcou o tempo em que esta nação começou a declinar no cenário mundial.
Como podem os homens escrever livros sobre a Revolução Francesa e jamais mencionar a Inquisição, a qual operou em toda a Europa e partes da América Latina? [A explicação é que a ICR - promotora da Inquisição - comprou as consciências modernas, enquanto a Revolução Francesa foi um acontecimento histórico, o qual veio beneficiar o mundo com liberdade, igualdade e fraternidade e, por isso, não poderia comprar as consciências].
Uma geração inteira tem crescido sem ficar a par desse tenebroso órgão de tortura e perseguição dirigido pela ICR. John B. Wilder escreveu:
Eu me graduei em História Geral, num colégio estadual e numa grande universidade. Contudo não me lembro de ter ouvido falar do assunto da Inquisição uma só vez. Contudo, esse horror histórico continua importante no pano de fundo da civilização, como nenhum outro movimento que tenha cruzado a trilha humana... Mesmo assim, homens e mulheres graduados em escolas secundárias e faculdades são jogados na vida profissional com escassos conhecimentos da Inquisição Católica Romana, uma instituição que, provavelmente, custou mais vidas humanas do que todas as guerras, exceto a II Guerra Mundial. (John B. Wilder, "The Shadow of Rome", Zondervan, Grand Rapids, Michigan, 1960, p.86). [Esse método jesuíta de reescrever a história, apagando tudo que venha prejudicar os interesses do papado, tem sido usado em todos os países, a fim de fortalecer o poder da ICR. A Ordem de Loyola é sócia majoritária em todos os grandes empreendimentos econômicos, desde as multinacionais até o Federal Reserve Bank, o Bank of America, e todas as editoras importantes do país. Pelo que nos consta, grande parte da Zondervan já pertence aos jesuítas, de modo que nenhum livro jamais será publicado, fazendo qualquer crítica à ICR].
Podemos corroborar o que Wilder diz, visto como também nos formamos em História Geral numa faculdade e não conseguimos nos lembrar de ter ouvido a Inquisição ser mencionada, por nenhum dos nossos professores. Também estudamos História da Igreja num seminário teológico e a Inquisição jamais foi mencionada ali. Como Wilder observa, existe uma boa razão para isso:
Os professores de todos os níveis da educação, bem com as editoras dos livros textos, além dos escritórios e trustes universitários, iriam demitir os professores, sem falar na ruína financeira das firmas publicadoras, com intermináveis problemas com os trustes (Ibid, p. 86).
Teodósio, o Grande (382), foi o primeiro Bispo de Roma a reforçar a pena de morte para o crime de heresia. Mais tarde, no século VI, o direito dos eclesiásticos de exterminar a heresia foi mais firmemente ampliado, com o estabelecimento das cortes sinodais. Contudo, somente no século XII foi que a Inquisição se tornou uma instituição da ICR. A Inquisição foi estabelecida na França, durante o Sínodo de Verona, em 1184. O IV Concílio de Latrão, em 1215, transformou a perseguição aos “hereges” no principal objetivo das cortes sinodais. Gregório IX nomeou os dominicanos como inquisidores permanentes, em 1223, em toda a Alemanha, Aragônia, Áustria e Lombárdia, bem como no sul da França.
Os dominicanos passaram a ser conhecidos como os "cães de Deus", por causa do seu zelo na caça aos “hereges”, e porque "Domini = Senhor e "canis" = cão, em Latim. [Existe uma lenda contando que a mãe de S. Domingos, o fundador da Ordem Dominicana, sonhou que ia dar à luz esse filho com focinho de cão. Não sabemos se é verdadeira].
Claro que a ICR se salvaguardava da culpa do sangue derramado, fazendo com que as autoridades seculares executassem os “hereges” [Autoridades que eram completamente dominadas pela ICR e, em caso de desobediência, seriam elas mesmas condenadas à morte].
Os castigos aos "hereges" consistiam de três tipos: 1. - Várias penalidades, com a expropriação de todas as suas posses materiais. 2. - Prisão perpétua. 3. - Morte por estrangulamento - para quem dissesse que estava morrendo dentro da Igreja Mãe, e morte na fogueira (estaca) - para quem dissesse que estava morrendo fora da Igreja Mãe. [Isso quer dizer que todos os protestantes fiéis, assassinados aos milhões, foram queimados na estaca. Que nos preparemos todos os crentes bíblicos, porque talvez tenhamos de passar brevemente pela mesma experiência].
A Inquisição foi particularmente cruel na Holanda, porém atingiu o seu ponto máximo na Espanha. Por isso ficou mais conhecida como "Inquisição Espanhola". Inocêncio IV em sua bula papal "De Extirpanda", emitida em 1252, ordenou que as pessoas acusadas poderiam ser torturadas, não apenas para serem induzidas à confissão de sua própria "heresia", mas da "heresia" de outras pessoas. [Que os meus amigos, os santos de Jesus, se cuidem, pois... quem sabe... poderei fraquejar na hora "H" e...] À medida que o tempo corria, máquinas de tortura eram inventadas, a fim de obrigar os "hereges" a confessar e também acusar. Havia uma tortura que esticava as partes do corpo, até quebrar os ossos. Havia também o esmagador do polegar, a bota de ferro e a roupa de ferro para mulheres, todas elas usadas e abusadas, não pelos revolucionários franceses, nem pelos comunistas, nem pelos maçons, nem pelos humanistas seculares, mas exclusivamente pelos inquisidores da ICR. [Vi muitas dessas máquinas no Museu do Crime, em Rottenburg, Alemanha, em junho de 1999, quando pesquisava a obra de Lutero. Quando falei para a jovem alemã que me acompanhava: "Um dia esses instrumentos ainda serão usados", ela riu na minha cara, garantindo, inocentemente, que jamais haveria outra guerra, ou qualquer tipo de tortura, em nosso mundo civilizado!]
Houve muitas perseguições violentas, antes da Reforma Protestante, entre 1184 e 1517 (portanto 333 anos antes da mesma), conforme a obra do escritor católico moderno, Zoe Oldenburg, "O Massacre de Montsegur". Essas perseguições foram feitas pelo papado, tendo prosseguido contra os huguenotes, holandeses, presbiterianos e irlandeses, após a Reforma de Lutero e Calvino. A Inquisição espalhou os seus tentáculos sobre todos os países da Europa, menos sobre a Inglaterra. Contudo, Bloody Mary iria tirar o atraso, no seu reinado de apenas cinco anos (1553-1558), o qual, felizmente, foi seguido pelo da rainha protestante, Elizabeth I. A Inquisição se estendeu até mesmo sobre o Novo Mundo, onde os jesuítas executavam os "hereges" nos países por eles dominados, como o México, o Brasil e outros países da América do Sul. Durante os dezesseis anos do inquisidor Tomás Torquemada (1483-1498), o número de vitimas, conforme Llorente, repórter oficial da Inquisição, foi de 9.000, pessoas queimadas na estaca; 6.500 queimadas em efígie; 90.000 sujeitas a diversas penalidades, inclusive a prisão perpétua. O sucessor deste, Diego Deza (1499-1506), registrou 1.600 casos de execução e um terceiro inquisidor, Francisco Ximenes, mesmo sendo um erudito intelectual, trabalhou na Inquisição, tendo registrado 2.536 pessoas queimadas na estaca, ou estranguladas, e 47.263 castigadas por outros métodos, entre os anos de 1507 a 1517. Llorente também registrou que entre os anos de 1478 a 1517 (antes de Torquemada e até o final de Ximenes), um total de 13.000 pessoas foram queimadas e 160.000 foram torturadas pela ICR.
Na Espanha a máquina do anticristianismo foi bem sucedida em silenciar o testemunho dos protestantes por meio do fogo, da espada, do estrangulamento, da tortura e da perseguição. Quando os homens modernos tentam desculpar os excessos da Inquisição, afirmando que apenas alguns milhares de pessoas foram realmente mortas, eles se esquecem de que a VERDADE FOI PREJUDICADA e não apenas homens e mulheres. O Diabo foi capaz de silenciar a VERDADE DO EVANGELHO durante muitas gerações, em terras como a Espanha e o México.
Ora, existe ampla evidência de que muitos milhões sofreram sob o jugo dos cruéis inquisidores da ICR. Durante os cinco séculos de horror e terror patrocinados pela ICR, estima-se que "50 a 68 milhões de seres humanos foram assassinados, sofreram torturas, perderam suas posses, ou foram devorados de outro modo pela ICR" (Ibid, p. 87). Somente na Espanha, "300.000 vítimas foram imoladas nas piras flamejantes da Inquisição" (Ibid, p. 88).
MacKinley Ash declara: “Calcula-se que os papas de Roma, direta ou indiretamente, assassinaram, por conta de sua fé, 50 milhões de mártires. Foram 50 milhões de homens e mulheres que se recusaram a aceitar a idolatria romana, mantendo a afirmação de que a Bíblia é a Palavra de Deus, pessoas que não amaram suas vidas, enfrentando a morte por amor do seu Senhor. (McKinley Ash, "Antichrist, Past, Present and Future", Blackwood, N.J., 1967, p. 122).
O verdadeiro número de mártires jamais será conhecido. Mas certamente centenas de milhares foram sacrificados durante os 500 anos da Inquisição, sofrendo pela sua fé nas mãos dos inquisidores católicos romanos.
Michael Schwarz, diretor executivo da Liga Católica dos Direitos Religiosos e Civis, clama que as narrativas da Inquisição são absurdamente exageradas. Contudo, mesmo que se tome a mais baixa computação das narrativas, o número de pessoas mortas por Roma chega a centenas de milhares.
Os homens até brigam por causa dos números, quando desejam massacrar e assassinar, a ponto de se tornarem ridículos. Alguns afirmam que Hitler não matou 6 milhões de judeus, mas APENAS 300.000. No massacre dos escoceses/irlandeses pelos irlandeses católicos romanos, Sir John Temple calculou que foram mortos 300.000, enquanto os escritores católicos romanos garantem que foram APENAS 40.000.
Quando o Duque de Alva tentou dizimar uma nação inteira com um reinado de terror, embora não constando o total de suas vítimas nos anais da história "civilizada", novamente gritos de protesto foram ouvidos sobre o "exagero". Contudo, ele mesmo se gabava de ter executado 18.000 homens. A esse número devem ser acrescentados milhares de mulheres e crianças que foram sacrificadas impiedosamente. Também o número de pessoas afogadas em Zutphen, onde 500 foram amarradas pelas costas e atiradas ao rio Yssel, mais 200 afogadas no Harlem, além das matanças feitas em vários outros lugares. Mr. McClintock e Strong afirmam ser impossível computar as cifras exatas.
O número de sérvios ortodoxos assassinados pela Ustashi de Ante Pavelic foi computado em 1.200.000 pela Igreja Ortodoxa Sérvia, no seu exílio em Londres. Contudo, o Vaticano garante que isso é um exagero e que APENAS 500.000 sérvios, 30.000 judeus e 40.000 ciganos foram mortos, sob as bênçãos do Cardeal Stepinac. [Esse massacre de um milhão e duzentos mil inocentes foi patrocinado por Pio XII, com quem o cardeal croata estava em constante contato, do mesmo modo como Hitler e Mussolini também estavam, na II Guerra Mundial, segundo consta no livro "The Vatican Holocaust", de Avro Manhattan]. Quando o notório matador da Ustashi, Ante Vrban, estava sendo julgado pela vergonhosa matança de centenas de crianças, ele protestou dizendo que havia matado APENAS 63.
Um historiador moderno escrevendo sobre Claverhouse, o homem responsável por caçar e matar os "Covenanters" na Escócia, afirma que o número de sua matança foi exagerado e que ele havia assassinado APENAS duas pessoas. Isso é de fato uma abominável tolice, pois mesmo considerando-se apenas uma pessoa, de qualquer modo ele foi um assassino a sangue frio. O assassinato de uma única pessoa já é um ato diabólico, para o qual não existe qualquer desculpa. [Na sociedade moderna os "serial killers", maníacos sexuais e até parricidas, estão em voga e se tornam depressa famosos, visto como as pessoas, sem o conhecimento da Palavra de Deus, se empolgam com as novidades, mesmo quando se trata de assassinos em série, vampiros, traficantes de drogas e terroristas. Quanto à Inquisição, mesmo não conhecendo o número exato dos milhões de pessoas que a ICR dizimou, sabemos que esta organização política e religiosa tem as mãos completamente manchadas de sangue inocente]. A ICR permitiu e abençoou os massacres na Croácia, entre 1941-1944, e continua derramando sangue em Ulster, no México, no Peru, etc., até os dias atuais. [Seus rios de sangue correm todos para o mar da iniqüidade e, por isso, jamais poderão ser detidos por muito tempo, até que a ICR seja destruída pelo sopro da boca do Cordeiro que foi morto.]
A Inquisição foi uma máquina de tortura e morte. Nenhuma linguagem dobre usada pelos escritores modernos poderá mitigar o completo horror dessa máquina diabólica, não construída por ateus ou comunistas, mas por aqueles que se autoproclamam representantes de Deus na terra. Quando Malachi Martin (historiador católico moderno do Vaticano) escreve que o papa é o legítimo sucessor de Pedro e o único representante legítimo de Cristo na terra, ele está apenas repetindo as palavras do Concílio de Trento, antes declaradas por Lanez, o jesuíta, há quase cinco séculos, ou seja: Estas coisas, isto é, ser o detentor das chaves e o pastor, como ofícios perpétuos, devem ser conferidas sobre uma pessoa perpétua, a qual não somente está sobre o primeiro (quer dizer, Pedro), porém sobre toda a sua sucessão. Desse modo, o Bispo de Roma, de Pedro até o final dos tempos, é o legítimo monarca. (Baron Porcelli, "The Antichrist", Blackwood, N.J., 1971, p. 89).
Roma não muda os seus objetivos. Ela apenas muda de tática. Tanto que Malachi Martin declara: “Então ele (o papa JP2) tem demonstrado que pretendia assumir e realmente exercer mais uma vez o papel internacional que havia sido central na tradição de Roma e o exato mandato que os católicos afirmam ter sido conferido por Cristo a Pedro e a cada sucessor do mesmo na terra.” (Malachi Martin, "The Keys of This Blood", Simon & Schuster, N.Y., N.Y., 1990, p. 22).
Os escritores católicos costumam afirmar que os protestantes fizeram tantas perseguições e mortes quanto os romanistas. Jon Zens até garante, sem qualquer documentação, que os protestantes foram piores do que os católicos romanos, quando perseguiram os anabatistas. Contudo, William R. Estep em seu livro "The Anabaptists Story", Eerdmans, Publ. Co., Grand Rapids, Mich., 1975, p. 37), fala de um trabalho recente de Claus-Peter Clasen - Anabaptism: A Social History, 1525-1618" - no qual ele apresenta a seguinte estatística: “Parece-nos, pelos estudos de Clausen, que os governos da ICR foram responsáveis por 84% das execuções, enquanto os governos protestantes, ou os seus simpatizantes, por apenas 16%".
É verdade que os protestantes fizeram algumas perseguições, porém jamais pensaram em colocar em operação uma organização como o Santo Ofício da Inquisição. Também os protestantes jamais fizeram declarações como as que o papa de Roma tem feito e continua fazendo, mesmo após todos os horrores da Inquisição, de serem os únicos sucessores de Pedro e vigários de Cristo na terra. [Isso porque todo protestante sabe que o único Vigário de Cristo na terra é o Espírito Santo.] Quanto se atenta para os massacres e martírios executados sob o comando direto de alguns papas, "vigários do mal" ser-lhes-ia um título muito mais apropriado!!!
O Auto de Fé era o capítulo final do processo inquisitorial. Quando um "herege" era apanhado, ele era julgado e todos os seus amigos e parentes deveriam considerá-lo um marginal. Não lhe era permitido provar a sua inocência. Seus haveres eram todos confiscados, especialmente quaisquer livros ou escritos, pois não lhe era permitido, de modo algum, disseminar a verdade.
Se ele persistisse em declarar-se inocente, era torturado com açoites, a fim de que se extraísse dele a confissão desejada. Se isso não funcionasse, queimavam-lhe certas partes do corpo. Todas essas torturas eram executadas sob a direção dos inquisidores e do bispo diocesano. Se o prisioneiro "confessasse", era torturado pela segunda vez, a fim de declarar os seus motivos e, em seguida, era torturado pela terceira vez, a fim de declarar os nomes dos seus "cúmplices" [O Comunismo aprendeu suas táticas de tortura com a ICR] Todos os que confessavam eram obrigados a usar o "sanbenito", um hábito sem mangas, com a cruz vermelha de Sto. André, no peito e nas costas. Depois de completar a sua pena, o "sanbenito" era pendurado na Igreja, com um cartão contendo o nome do pecador e uma declaração do seu pecado. Qualquer recaída na antiga "heresia" era passível de morte.
Se falhassem as três torturas no sentido de obter a confissão, o acusado era colocado numa prisão pior, a fim de aguardar outros castigos. Mesmo que ele morresse, enquanto estava aguardando julgamento, o seu caso ainda teria de ser levado ao Auto de Fé, a fim de ser julgado, de qualquer maneira. Mesmo que se passassem 40 anos, se os seus restos mortais fossem encontrados, ele seria julgado à revelia, seus ossos eram queimados e jogados na água ou no vento. Se estes não fossem localizados, ele seria queimado em efígie. [A diferença entre a Inquisição e o inferno é que daquela ninguém escapava, nem vivo nem morto, enquanto no inferno só se chega depois de morto]. John Wycliff foi o "herege" mais importante a ser tratado assim. Ele morreu em 1384. Seus ossos foram exumados em 1428, 44 anos mais tarde. Foram incinerados e arremessados no Rio Swift, depois que suas doutrinas foram condenadas no Concílio de Constança. [Esse mesmo concílio julgou e condenou a uma pena leve o papa João XXIII (o primeiro), mesmo sendo ele acusado de pelo menos 54 crimes, alguns dos quais, hediondos).
Todos os inquisidores eram obrigados a fazer um pacto de sangue secreto. Alguns acreditam que os maçons adotaram isso da Inquisição. Os maçons e outros dissidentes não podiam sequer confiar nos membros de sua própria família, temendo que os traíssem ao Santo Ofício da Inquisição. Desse modo, os pactos eram feitos para que os dissidentes não corressem o risco de detenção, tortura e martírio.
Quando todas as torturas não produziam uma confissão ou renúncia, o pecador era trazido, finalmente, ao Auto de Fé. Esse era um local de execução freqüentado geralmente pelos bispos e outros homens importantes da ICR, os quais vinham todos testemunhar a queima dos "hereges". Uma data favorita para os Autos de Fé era o Dia de Todos os Santos, mais conhecido como o Halloween. A procissão era liderada pelos "cães de Deus", os quais portavam uma bandeira louvando a Inquisição. Logo atrás destes, separados por um grande crucifixo, vinham os condenados à morte. Em geral estavam vestidos com estranhos e bizarros tipos de vestuário, com os pés descalços e as cabeças cobertas por chapéus altos, nos quais estavam pintados demônios e chamas. Finalmente, vinham as efígies dos que haviam escapado e, em seguida, os trabalhadores carregando caixões para os "hereges" a serem executados. Os caixões também continham pinturas de demônios e chamas. O encerramento da procissão era decidido pelos padres de Roma, que a acompanhavam até uma "igreja", onde era pregado um sermão de fé. (Práticas idênticas foram executadas nas campanhas da Ustashi, na Croácia (1941-1944), e também nas conversões forçadas e nas execuções de Franco, na Espanha, (nos anos 1930).
Os acusados eram levados a uma alta corte, onde lhes indagavam em qual religião prefeririam morrer. Os que diziam, na ICR, eram estrangulados, e os que preferiam morrer fora da ICR eram queimados na estaca. Dois padres acompanhavam a pessoa a ser queimada na estaca, pressionando-a a fazer as pazes com a ICR. Quando não conseguiam convencê-la, então a consignavam ao Diabo.
Os "hereges" perdoados, depois das três torturas, eram restaurados aos seus antigos lugares, depois de jurar que jamais iriam revelar o que havia acontecido durante o julgamento. Pactos eram extraídos até mesmo dos torturados, muitos dos quais não eram culpados de coisa alguma, mas apenas vítimas da falsa acusação de algum inimigo.
O Auto de Fé era um instrumento tremendamente aterrorizador. A simples menção do mesmo era suficiente para que os homens mais fortes tremessem de pavor. Ele fazia parte do arsenal da ICR contra os "hereges" e dissidentes, durante alguns séculos. Alguns acreditam que os Autos de Fé eram executados clandestinamente em determinados países, quando os governos seculares assim decidiam, em relação aos que eles considerassem marginais. A Inquisição foi abolida em 1808 por Joseph Napoleão. Contudo, o Santo Ofício da Inquisição continua existindo [agora com o nome de Congregação Para a Doutrina da Fé, sob a liderança do cardeal ex-nazista, Joseph Ratzinger. O seu "prefeito" na década de 1970 era o cardeal brasileiro Agnello Rossi, o mesmo que "sugeriu" que o Arcebispo de são Paulo mandasse liquidar o ex-padre Aníbal Reis, o maior pesquisador de Catolicismo Romano em nosso país].
Grattan Guiness nos conta em seu livro que os inquisidores de Roma esgotaram toda a arte de causar a dor, de modo que seria difícil descobrir ou inventar um novo tipo de tortura que eles não tivessem praticado contra os "hereges". Estes eram fuzilados, furados, apedrejados, degolados, enforcados, retalhados, esquartejados, queimados, sepultados vivos, assados em espetos, assados em fornos, atirados em fornalhas, atirados do alto em precipícios, do alto de torres, afogados em pântanos, deixados à inanição, pendurados em árvores, suspensos pelos cabelos, suspensos pelos pés e mãos, explodidos com pólvora, retalhados com espadas, atados em caudas de cavalos, quebrados em rodas, tendo os intestinos extraídos, as ancas açoitadas, queimados com ferros em brasa, rasgados com pinças incandescentes, retalhados com facas, amassados, espetados com garfos, atingidos com água, lixo e excrementos, com pedaços do próprio corpo atirados sobre eles, gargantas cortadas, amarrados em estacas, crucificados em árvores, atormentados com fósforos acesos, óleo e lama escaldantes, chumbo derretido, etc. Muitos tiveram os seus olhos vazados, as unhas extraídas, orelhas, lábios, línguas, seios e membros cortados, como um esporte comum aos carniceiros católicos. Crianças novinhas eram exterminadas, levadas à inanição, afogadas, queimadas para morrer, atiradas contra árvores, rasgadas de ponta a ponta, jogadas para cima e aparadas em pontas de espadas, arremessadas aos cães e suínos, conforme McKinley Ash, nas ps. 113-114 do seu livro. [Vi muitos desses instrumentos de tortura no Museu do Crime, em Rottenburg, Alemanha. Os inquisidores eram piores do que os mais sádicos vampiros da literatura de horror.]
A bula papal "In Coena Domini" diz assim, numa de suas cláusulas: “Excomungamos e anatemizamos em nome de Deus Todo Poderoso, Pai, Filho e Espírito Santo, pela autoridade dos benditos apóstolos Pedro e Paulo, e pela nossa própria, todos os hussitas, "Wycliffitas", luteranos, zwinglianos, calvinistas, anabatistas, huguenotes, trinitarianos, todos os apóstatas da fé e todos os hereges, qualquer que seja o seu nome e qualquer que seja a sua seita, bem como os seus membros, anfitriões, favorecedores e em geral defensores dos mesmos”. (McKinley Ash, p. 112).
Quando consideramos que a Inquisição foi apenas um esforço da ICR de aniquilar o evangelho, começamos a verificar o seu contínuo e determinado esforço, ao longo dos séculos, no sentido de esmagar toda a oposição ao seu autoproclamado direito de governar o mundo. Os demais massacres monstruosos e genocidas executados contra os valdenses, os huguenotes, os anabatistas, os holandeses, os escoceses, os irlandeses e piedmonteses fazem parte da história sangrenta da ICR [Também, segundo Avro Manhattan e Eric Jon Phelps, todas as guerras, inclusive as duas Grandes Guerras.]
Desse modo, o silêncio dos modernos escritores evangélicos é nada menos que uma TRAIÇÃO. Por que esse profundo silêncio continua existindo com referência a Roma, da parte daqueles que supostamente estão escrevendo a respeito de suas conspirações e do seu desejo secreto de governar o mundo? Podemos afirmar com segurança que, não importa quais sejam as desculpas apresentadas pela ICR quanto às sangrentas cruzadas contra os valdenses, as guerras contra os holandeses feitas pelo Duque de Alva, o massacre contra os huguenotes, os presbiterianos, os escoceses/holandeses e o genocídio dos albigenses em Montsegur, através do maligno Santo Ofício da Inquisição, não podemos aceitá-las.
É impossível ignorar que Roma jamais retrocedeu diante de pessoa alguma, nem de qualquer ideologia, em seu objetivo de colocar o mundo sob o tacão do papa, o homem que os valdenses, os "wycliffitas", os hussitas, os reformadores, os anabatistas, os presbiterianos, os puritanos, os separatistas, os não conformistas, os metodistas e os batistas têm chamado - ao longo dos séculos - o ANTICRISTO!
[Eles assim se referiam ao papado somente até os anos 50 do século passado, quando os protestantes deixaram de protestar e começaram a amolecer diante dos falsos protestos de amor da ICR, através do Ecumenismo, que passamos a chamar de "EUCOMOMESMO"!
[Segundo Eric Jon Phelps, no seu livro “Vatican Assassins”, A Inquisição da ICR continua em pleno vigor, a cargo dos jesuítas, os quais assumiram, em 1825, o propósito de conseguir, a qualquer preço, o mundo inteiro de volta para o papa, no prazo máximo de 200 anos. Todas as guerras do planeta, a partir dessa data, foram feitas com esse objetivo, não importa quantos milhões de pessoas tenham perecido, a fim de satisfazer a sede de sangue e de poder da ICR. A próxima Inquisição será a mais tenebrosa de todas, pois sendo agora informatizada, ninguém mais poderá escapar dos olhos desse terrível "Big Brother", conforme a "profecia" de Orwell.]
Capítulo 4
A Reforma Protestante e o Anticristo
No Capítulo 6 do seu livro "Antichrist and Optimism", o Dr. Ronald Cooke nos apresenta a conexão do papado com o Anticristo, segundo a opinião de alguns santos dos séculos 16, 17 e 20. Vamos dar-lhe a palavra:
O Chanceler de Treves, orador da dieta de Worms, falou, indignado: "Não respondestes a pergunta que vos fiz. Não fostes convocados até aqui, a fim de colocar em cheque as decisões dos concílios. Deveis dar uma resposta clara e objetiva. Ides ou não retratar-vos?" A isso respondeu Lutero, sem hesitação: "Visto como Vossa Serena Majestade e Vossa Alta Grandeza exigem de mim uma resposta clara e objetiva, vou dar-vos uma, que é a seguinte: Não posso submeter a minha fé ao papa nem aos concílios, pois está meridianamente claro que têm errado freqüentemente, contradizendo um ao outro. Portanto, a não ser que eu me convença, segundo a Escritura ou pelo mais claro raciocínio... a não ser que eu seja persuadido através das passagens citadas por mim... e a não ser que elas me levem cativo à Palavra de Deus, não posso e jamais irei me retratar. Não é seguro para um cristão falar contra a sua consciência". Em seguida, olhando ao redor, para a assembléia, a qual tinha nas mãos a sua vida, Lutero completou: "Nada posso fazer e que Deus me ajude, Amém!" (J. H. Merle D´Aubigne, "Martin Luther" - Moody Press, Chicago, 1978, p. 433).
"Não consigo imaginar como possa haver paz entre nós e os papistas, pois em nada concordamos. É uma guerra eterna, exatamente como a que existe entre a semente da mulher e a velha serpente. Quando os reis temporais estão exaustos da guerra, eles fazem uma trégua mais ou menos suportável. Em nosso caso, porém, não pode haver concessões. Não podemos nos afastar do Evangelho, assim como eles não desistem da sua idolatria e blasfêmia. O diabo não tolera que os seus pés sejam desviados, assim como Cristo não permite que a pregação de Sua Palavra seja impedida. Desse modo, não posso ver possibilidade alguma de trégua ou paz entre Cristo e Belial". (Martinho Lutero, "Talk Table", (Conversa de Mesa), ps. 201-202).
Vamos falar sobre os reformadores e o Anticristo: Charles Hodge certamente não exagerou quando escreveu que os reformadores fizeram, em uníssono, uma conexão entre o papado e a Babilônia de Apocalipse 17-18. Não há exceção alguma nesse ponto de vista entre os reformadores protestantes.
Martinho Lutero
Claro que Lutero foi um grande porta-voz da crítica ao papado. Talvez ele conhecesse melhor do que a maioria dos reformadores a natureza do sistema contra o qual lutava pessoalmente. Sobre o Anticristo ele declara a sua opinião, sem qualquer compunção: "Não compartilho a sua visão. Pelo contrário, conforme diz o apóstolo João (Apocalipse 17:1-2), deveríamos fazer transbordar o cálice da prostituta escarlate com a qual os reis e príncipes têm cometido e continuam cometendo fornicação. E deveríamos infligir-lhe tantas dores e sofrimentos quanto ela tem gozado de prazer e poder, até que seja calcada aos pés, como a lama das ruas, pois não existe coisa mais desprezível neste mundo do que essa Jezabel sedenta de sangue". (M. Evald Plass, "What Luther Says", Concordia Publ. House, St. Louis. MO, 1959, Vol. 2, ps. 1017-1018).
Aqui Lutero estava se dirigindo a alguns dos seus contemporâneos, que o consideravam severo demais em suas denúncias contra a ICR. Certamente, ninguém poderia acusá-lo de palavras delicadas. Ele sempre gostou de dizer claramente a verdade, conforme veremos abaixo:
"Sabendo que o papa é o Anticristo, considero-o um diabo encarnado... Realmente, o reinado do papa é um enorme desafio ao poder de Deus e é contra a humanidade... É uma blasfêmia monstruosa uma criatura humana presumir exaltar-se na Igreja acima de Deus". (Martinho Lutero, "Talk Table" (Conversa de Mesa). H. G. Bohn, Londres, 1857, p. 195)
João Calvino
Também falava claramente. Vejamos o que ele falou sobre o Anticristo: “Não estamos com o Nome de Deus, mas com a própria majestade e adoração e em geral, com tudo que Ele possa expressar. A verdadeira religião é aquela pela qual somente o verdadeiro Deus é adorado. E é esta que o filho da perdição transfere para si mesmo.”
“Então, qualquer pessoa que tenha aprendido da Escritura quais são as coisas particularmente pertencentes a Deus e, por outro lado, considere incorreto que o papa as usurpe para si mesmo, não terá dificuldade alguma em reconhecer que ele é o Anticristo, mesmo que se trate de um garoto de 10 anos de idade. A Escritura declara que Deus é o único Doador da Lei, O qual pode salvar e destruir. Que Ele é o único Rei, cujo ofício é governar a alma humana através da Sua Palavra. Ele se apresenta como o Autor de todas as observâncias sagradas. Ele ensina que a justificação e a salvação só devem ser embasadas em Cristo, oferecendo os meios e o método. Não existe uma só dessas coisas que o papa não declare ser prerrogativa dele. Ele se gaba de ter o direito de escravizar as consciências humanas com tais leis, segundo o seu desejo, e que pode enviá-las para o castigo eterno. Com respeito aos sacramentos, ele até instituiu novos, a seu bel prazer, ou então corrompeu e rebaixou os que Cristo havia instituído... Ele inventa meios de se obter a salvação em total desacordo com os ensinos da Escritura. Em resumo, ele não hesita em alterar toda a religião, conforme lhe apraz... Então eu pergunto: isso não significa elevar-se acima de tudo que é considerado divino e não é exatamente o que o papa está fazendo?" (João Calvino, Comentário do Novo Testamento, Eerdmans, Grand Rapids, Mich., reedição, vol. 8, p. 401)
Noutra parte do mesmo capítulo, Calvino diz: "Para se reconhecer o Anticristo basta que o coloquemos diametralmente em oposição a Cristo" (Ibid, p. 400). Ele declara ainda, contrariando a posição reconstrucionista, que "o dia de Cristo não virá, até que o mundo tenha descambado na apostasia e a Igreja tenha sido dominada pelo governo do Anticristo" (Ibid, p. 398). Outra observação que ele faz sobre o Anticristo: "Paulo coloca o Anticristo exatamente no santuário de Deus. Ele não é um inimigo de fora, mas do meio da fé e a Cristo se opõe em o Nome de Cristo." (Ibid, p. 402). Calvino associa o "homem do pecado" mencionado na 2 Tessalonicenses 2:3 com os anticristos da 1 João 2:18-19 e a Babilônia Mistério de Apocalipse 17.
McClintock e Strong fazem uma lista daqueles que equacionam o papado com o Anticristo: “Que o papa e o seu sistema são o Anticristo foi ensinado por Lutero, Calvino, Melâncton, Bucer, Beza, Calisto, Bengel e quase todos os escritores protestantes do continente (europeu)...” (McClintock e Strong, "Encyclopedia of Religion Knowledge", p. 258). Em seguida, na mesma página, eles citam outros nomes que equacionam o papado com o Anticristo: “Notavelmente, Bullinger, Christaeus, Aretius, Foxe, Napier, Cranmer, Latimer, Ridley, Hooper, Hutchinson, Tyndale, Sandys, Philpot, Jewell, Rogers, Fulk e Bradford também observam essa conexão.”
Tal opinião não ficou confinada a esses divinos do século 16, os quais supõe-se terem se colocado especialmente contra o papado. O Rei Tiago também era da mesma opinião, tanto quanto Elizabeth I e os teólogos do século 17. (p. 259).
Somente quando a Igreja da Inglaterra começou a perder o seu caráter evangélico foi que os seus líderes começaram a se desviar dessa visão. McClintock e Strong concluem esta seção sobre o Anticristo declarando que embora alguns estivessem abandonando a visão dos reformadores no século 17, "alguns dos melhores intérpretes na Igreja, bem como outros ramos do Protestantismo mantinham ainda a antiga interpretação." (Mesma página)
Portanto, existe praticamente uma unanimidade entre os intérpretes protestantes, tanto da Europa como da Inglaterra, durante os primeiros 200 anos após a Reforma. Todos eles equacionaram o papado com o Anticristo.
Convém notar que os eruditos católicos romanos, quase todos posmilenistas em sua escatologia, e universalistas em sua soteriologia, não apenas detestavam a Reforma porque esta prejudicava a sua "Igreja", mas também porque ela destruía a sua esperança reconstrucionista de que o mundo poderia ser ganho pela "Igreja". Aelred Graham, o brilhante frade britânico, escreveu em seu livro "The Final Victory" (Vitória Final): “A tragédia da Reforma foi que ela frustrou o que de outro modo poderia ter sido obtido, isto é, uma sociedade mundial preenchendo as necessidades e aspirações da humanidade como um todo." (Aelred Graham, The Final Victory", Burnes & Oates, Londres, 1943, p.28).
Malachi Martin acredita que apesar do transtorno causado pela Reforma, de qualquer modo o papa e a ICR vão dominar o mundo. Ele crê que isso é inevitável, dizendo que todos serão absorvidos pela "única Igreja verdadeira".
Como os "angelistas" na perspectiva do Apocalipse de João, todos os grupos "minimalistas" possuem alguma parte da revelação que Deus fez à Sua Igreja, a qual Ele colocou sob os cuidados de Pedro. No dia da recompensa e retribuição pela qual cada um desses grupos espera, quaisquer que sejam os elementos da verdadeira religião mantidos por parte de cada um, certamente serão todos integrados numa total profissão de fé em Cristo (Malachi Martin, "The Keys of This Blood", Simon Shuster, N.Y., 1990, p. 287).
Capítulo 5
Malachi Martin
Lemos no site EIPS o seguinte artigo do Prof. Arthur Noble, membro do United Protestant Council, de Londres, um erudito em assuntos do Vaticano e da União Européia. O título deste artigo, datado de 24//08/99, é “Satan´s Hold on the Vatican”: “Os escritos do ex-padre jesuíta - Malachi Martin – falecido em 27/07/1999 em Nova York, expõem uma arrasadora crítica à ICR, instituição da qual ele se desligou desiludido, após ter ali permanecido por 10 anos, seis dos quais(1958-1964) pesquisando a história da mesma dentro do Vaticano”. (Jornal “The Independent”, 06/08/1999: “The Friday Review”, p. 7).
Martin nasceu no Condado de Kerry, em 1921. Durante o tempo em que trabalhou em Roma ele sempre esteve próximo ao papa João XXIII e afirmava ter sido iniciado nos mais recônditos segredos do Vaticano. Seus anos em Roma também coincidiram com a realização do Concílio Vaticano II (1961-1965). Completamente decepcionado com a ICR e a Ordem Jesuíta, em 1964 ele pediu dispensa dos seus votos religiosos e abandonou Roma às pressas, em julho do mesmo ano, tendo ido para Nova York, onde trabalhou como lavador de pratos e motorista de táxi, conseguindo a nacionalidade americana em 1970.
Sua sucessão de livros sobre temas católicos tornou-se cada vez mais extravagante. No livro “The Pilgrim” (O Peregrino), publicado em 1964, ele divulgou os esforços feitos contra a intenção de João XXIII de revogar a doutrina que culpava os judeus pela morte de Cristo. Em “Hostage to the Devil” (Hospedagem ao Diabo), publicado em 1976, ele fala dos supostos espiões soviéticos vivendo dentro do Vaticano. No livro “The Keys of This Blood” (As Chaves Deste Sangue), publicado em 1990, ele denuncia o delírio do papa JP2 de controlar o mundo através da Nova Ordem Mundial (corroborando a afirmação de que o Vaticano é a força propulsora por trás da União Européia). Em “Windswept House”, (Casa Desarrumada) publicado em 1996, ele apresenta a versão fictícia de um verdadeiro assassino. Em todos os seus escritos “o declínio e queda” da ICR se apresentam como uma constante obsessão.
Em 1981, Martin vergastou a ICR afirmando que esta é “uma igreja de seminários vazios, bispos politiqueiros, freiras pintadas de mini-saias, laicato confuso, e um Vaticano que hospeda traidores comunistas, prelados marxistas, um bordel sobrecarregado de exorcistas e burocratas hostis, com pouca gente boa e calma, centro de 37% de clérigos e pessoas que faturam para uma ICR sufocada por Paulo VI”.
Martin é mais um exemplo do crescente número de sacerdotes que têm testemunhado a iniqüidade da Mistério Babilônia, a partir do seu âmago, tendo resolvido clamar contra ela, de cima dos telhados. Que material ainda mais sinistro teria ele descoberto, se tivesse permanecido por mais tempo no Vaticano? O repórter Felix Corley falou: “O Vaticano deve ter ficado satisfeito, por ter ele saído no tempo certo”.
Os Vigários de Cristo
Prosseguindo com o Prof. Arthur Noble, apresentamos uma compilação do pensamento do escritor Jeremiah Crowley, em seu livro "A Menace to the Nation", Editora Aurora, Missouri, 1912.
Cristo jamais cometeu pecado algum. Contudo, muitos dos que se têm denominado "Vigários de Cristo" - os chamados "Santos Padres" - foram tão depravados e inescrupulosos que deixaram uma história de adultério, falcatrua, deboche, fornicação, incesto, assassinato, perversão, abuso, sedução, simonia, sodomia, traição e prostituição. Após ter visitado Roma, o grande poeta italiano, Dante Alighieri, descreveu o Vaticano como "o maior semeador da corrupção".
No século 19, o político, ensaísta, poeta e historiador inglês, Lord Macauley, muito conhecido pela sua obra em 5 volumes - History of England - descreveu o sistema papal, como segue: "A experiência de 200 anos repletos de eventos, o cuidado e ingenuidade pacientes de quatro gerações de estadistas têm conduzido a constituição civil (da Igreja de Roma) a tal perfeição que, dentre as contravenções que têm sido vistas no sentido de enganar e oprimir a humanidade, ela tem ocupado o primeiro lugar. Hoje, como sempre tem acontecido, o "Vigário de Cristo", o "Nosso Senhor Deus, o Papa", "Rei do Céu, da Terra e do Inferno", ao mesmo tempo em que declara representar o pobre e humilde Nazareno, continua usando uma tripla coroa de valor inestimável e roupas resplandecentes cravejadas de pedras preciosas. Cristo não tinha onde reclinar a cabeça. O papa mora num palácio de 400 aposentos. Quanta zombaria. Quanto engodo. Que armadilha é o papado!” (Crowley, ps. 203, 205).
Ralph Woodrow, em seu livro "Babylon - Mystery Religion", Riverside, Califórnia, 1966, p. 94f, diz o seguinte: Cristo disse aos seus seguidores para guardar os mandamentos. Os papas têm, metodicamente, quebrado os mesmos. Em vez de praticar o "Não matarás", Inocêncio III (1198-1216), em apenas dezoito anos de reinado, não apenas sobrepujou os seus antecessores em matança, como fundou a mais diabólica instituição da história - a Inquisição - a qual, por mais de quinhentos anos, foi usada pelos seus sucessores, a fim de manter o poder contra todos os que discordassem dos ensinos da Igreja de Roma. Estima-se que essa Igreja, ao longo da história, tenha sido responsável pelo extermínio de mais de 100 milhões de pessoas. [Como dizia o Dr. Aníbal Reis, o maior pesquisador brasileiro de Catolicismo Romano no século passado, esse número teria chegado a meio bilhão, em conseqüência das guerras organizadas e sacramentadas pelos papas modernos].
Cristo disse: "bem-aventurados os pacificadores..." O papa Júlio II (1503-1513) tinha uma paixão frenética por guerras. Seu pontificado foi de perpétua guerra e a Europa não soube o que era paz, durante o seu reinado. Pode-se imaginar qual era o estado espiritual de uma Igreja, cujo papa estava o tempo inteiro nos campos de batalha, empunhando armas bélicas, o qual só se alegrava com a glória de guerrear e pilhar as cidades vencidas. Seus sucessores seguiram-lhe a tradição bélica, apoiando ditadores e se empenhando ao máximo para conseguir os seus corruptos objetivos.
Os países do Ocidente, principalmente os que haviam aderido à Reforma Protestante, têm sofrido uma tremenda lavagem cerebral nos últimos tempos, a fim de acreditar que a natureza e os objetivos do pontífice romano e de sua Igreja mudaram. Contudo, Roma é sempre a mesma (semper eadem) e jamais mudará, até conseguir o estabelecimento do seu governo mundial. Como foi nos séculos passados, ela continua sendo até hoje, exceto pelo fato de que nos últimos tempos [em razão dos direitos civis e religiosos] ela tem jogado com cartas diferentes, usando uma política astutamente elaborada, a fim de enganar os incautos.
O Dr. Arthur Noble nos apresenta ainda uma compilação interessante sobre a "semelhança" entre Cristo Jesus, nosso Deus e Salvador, e o líder máximo do Vaticano.
· Cristo disse: "O meu reino não é deste mundo".
· O papa tem conquistado muitos reinos usando a força.
· Cristo usou uma coroa de espinhos.
· O papa usa uma tripla coroa de ouro pedras preciosas.
· Cristo lavou os pés dos seus discípulos.
· O papa tem os pés beijados pelos reis do mundo.
· Cristo pagou tributo.
· O papa sempre os recebe.
· Cristo alimentou suas ovelhas.
· O papa as escalpela em seu próprio benefício.
· Cristo foi pobre.
· O papa é o homem mais rico do mundo.
· Cristo carregou a cruz sobre os ombros.
· O papa é carregado num trono de ouro, sobre os ombros dos seus servos.
· Cristo desprezou as riquezas.
· O papa é fanático pelo ouro.
· Cristo expulsou do Templo os mercadores.
· O papa sempre lhes dá as boas vindas.
· Cristo pregou a paz.
· O papa promove todas as guerras.
· Cristo foi humilde.
· O papa é a personificação do orgulho e vaidade.
· Cristo promulgou leis santas para o bem da humanidade.
· O papa calca aos pés essas mesmas leis.
· Roma é um vampiro que anseia por beber o sangue americano, conforme nos previne o veredicto da história:
· Onde os padres são livres, o povo é escravo.
· Onde os padres são ricos, o povo é pobre.
· Onde os padres ensinam, o povo é ignorante.
· Onde os padres prosperam, o progresso é paralisado.
· Onde os padres governam, eles conduzem o povo à miséria, à escravidão, à pobreza, à superstição, à perseguição e à ruína.
(Até aqui falou o erudito Dr. Arthur Noble.)
Roma tem prosseguido em seus enganosos intentos de conquistar o mundo e por isso criou a União Européia e tenta destruir os USA, a fim de neutralizar toda a democracia política, civil e religiosa do Ocidente. O pior é que a maioria dos protestantes está caindo nessa lábia de Roma, aderindo ao Ecumenismo e aceitando as regras do Vaticano. Este, por sua vez, como proprietário dos bancos do FMI, vai aos poucos comprando tudo o que temos e se apropriando da Amazônia e de todas as nossas riquezas naturais.
A Europa já é uma presa do Vaticano e os USA e o Canadá para lá se encaminham. Quanto a nós, sul-americanos, somos como cordeiros idiotas levados ao matadouro de "Sua Santidade", que através da Ordem Jesuíta (que jamais esquece e perdoa, conforme disse Abraão Lincoln) vai arrebanhando todos nós para o local do sacrifício.
Na Alemanha as indústrias faturam milhões de Euros e, mesmo assim, os funcionários têm recebido os salários com atraso de até dois meses. É o caso de indagar: quem está retendo os salários dos trabalhadores naquela nação ex- protestante, que já foi a mais rica da Europa? Será que todo esse dinheiro não está sendo entregue aos cofres da União Européia, a fim de engrossar ainda mais a riqueza da Mistério Babilônia?
Capítulo 7
Erros do Catolicismo Romano
Neste artigo muitas frases foram tomadas de empréstimo do Dr. Ronald Cooke. A palavra “católico” no Grego significa “universal”. Não tem qualquer outra significação religiosa. Quando se diz que um homem tem gostos católicos significa que ele tem gostos de toda espécie.
A Igreja Católica Romana (ICR), (que realmente significa igreja universal local), está retirando a palavra “Romana” de suas flâmulas no Primeiro Mundo, a fim de ir se identificando com a religião mundial, que abrigará em seu seio todas as demais religiões ditas cristãs, espíritas e pagãs.
Malachi Martin, falecido em 1999, pesquisador da ICR dentro do Vaticano, lamentava a retirada da palavra “Romana” que a ICR tem repudiado no mundo inteiro, não escondendo mais o seu objetivo de se tornar apenas “católica,”, isto é “universal”.
O Deus da Bíblia, e não o Catolicismo Romano, fala com sabedoria em Êxodo 20:4-5: “Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás a elas nem as servirás; porque eu, o SENHOR teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a iniqüidade dos pais nos filhos, até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam”. Este mandamento foi deletado do catecismo católico, a fim de promover a idolatria.
Não interessa que a hierarquia romana diga que Deus não se incomoda com a idolatria, pois, se isso fosse verdade, a Sua Palavra não teria significado algum. Deus é onipotente e sábio, portanto jamais aceitaria tudo que é errado na religião da Mistério Babilônia, isto é, a ICR.
Ele conclama o seu povo a sair da mesma e revela que vai castigá-la severamente, atirando-a ao mar, para desgosto dos que com ela cometeram adultério.”E ouvi outra voz do céu, que dizia: Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas... E os reis da terra, que se prostituíram com ela, e viveram em delícias, a chorarão, e sobre ela prantearão, quando virem a fumaça do seu incêndio” (Apocalipse 18:4,15).
Deus não se alegra com a iniqüidade. Ele a odeia. Ele não vai colocar os idólatras (nem imorais) no colo e niná-los amorosamente, pois, nesse caso, o seu mandamento inviolável não teria valor algum.
O Arc. Trench escreveu sobre o que ele chamou “A Consolidação dos Erros” em Roma. (C. Richard Trench, “The Study of Words”, NY, NY, 1898, p. 228). Trench viu o que todo cristão precisa ver, isto é, que não só existe erro em Roma, mas esse erro tem se consolidado, cada vez mais, através dos séculos. Então, o erro, em vez de ser combatido, se transforma em dogma, sendo imposto a todos os que se consideram bons católicos romanos. Nesse caso, devemos acrescentar à observação de Trench, feita há mais de 150 anos, que esses erros não apenas têm se consolidado, como têm se CRISTALIZADO!
Roma é sempre a mesma, como diz a sua hierarquia, só que às vezes muda e sempre para pior em matéria de heresia e engodo. A atitude moderna em relação à ICR é de puro engano. A cegueira religiosa se tornou mundial e coletiva. Pela falta de conhecimento bíblico até mesmo os pastores “protestantes” estão aceitando as mentiras de Roma e se deleitando em ser amigos da Mistério Babilônia, erro que, sem dúvida, vai acarretar-lhes o castigo divino.
O abominável sistema político, religioso e econômico chamado Catolicismo Romano (o mais rico do globo) pratica a idolatria, a mariolatria e a oração pelos mortos.
Ele encoraja o uso do rosário, das imagens e dos crucifixos. Ele imola Cristo no altar, sempre e sempre, milhões de vezes por dia, ação totalmente condenada no Livro de Hebreus.
Ele desloca Cristo do papel de único Mediador entre Deus e os homens, fazendo-o compartilhar esse papel, que é exclusivamente seu, com Maria e homens profanos, contrariando a Palavra em 1 Timóteo 2:5.
Ele ensina a salvação através do mérito humano e das boas obras, negando a salvação pela graça.
Ele equaciona as tradições com a Palavra de Deus, dando até mais ênfase a essas tradições, que variam conforme a conveniência da hierarquia romana.
Ele suga o dinheiro que os seus iludidos membros ganham arduamente no trabalho, prometendo libertar as almas do purgatório, um lugar que não existe. E, mesmo assim, os “crentes bíblicos” modernos, ecumênicos [e apóstatas] recusam-se a abandonar ou a repudiar esse sistema com todos os seus desvios. Em vez disso, unem-se ao mesmo, a fim de combater a maçonaria.
Não existe “maçonaria” pior do que o Vaticano e quem for idiota que compre esse peixe podre. A ignorância da Palavra não salvará pessoa alguma no Dia do Juízo Final. A Bíblia está ao alcance de todos e mesmo quem não sabe ler pode pedir a alguém que a leia, pois a salvação vem pelo ouvir... Além disso, Cristo disse que seremos julgados pelas suas palavras (João 12:48). Na hora do acerto de contas, quando alguém pensar em se desculpar diante do Supremo Juiz, Jesus Cristo, terá uma surpresa. Todas as chances de salvação terminam aqui e depois da morte vem o julgamento, conforme Hebreus 9:27.
Não existe reencarnação, como apregoam os espíritas. Nem existe purgatório, como inventa a hierarquia romana. O que existe é a certeza da morte e do julgamento final para todas as criaturas que viveram e ainda vivem neste mundo cheio de utilitarismo e hipocrisia religiosa (Leiam Hebreus 9:27).
Capítulo 8
A Missa Católica
Vamos ler agora o capítulo 16 do livro “Antichrist and Optimism”, do Dr. Ronald Cooke:
Recentemente (1993) tem aparecido uma grande quantidade de material comentando os erros dos tele-evangelistas pentecostais. Muitos volumes têm sido escritos sobre os falsos profetas da TV, contudo, nenhum deles – ao que sabemos – é católico romano.
Michael Horton em seu livro “Agony of Deceit” (Agonia do Engano) escreve o seguinte:
A teologia e a ética estão indiscernivelmente conectadas. Contudo, sob a suposta bandeira da unidade, temos dado guarida a naves inimigas... até o ponto de sobrevoarem nossa bandeira. A política precisa mudar. Tolerar os inimigos da histórica fé cristã, mesmo que sejam nossos irmãos, não é amor, é adultério. A SUBSTÂNCIA da fé é a única base para a unidade (J. C. Ryle, “The English Reformers”, Banner of Truth Trust, p. 27).
Esta é, de fato, uma admirável declaração. Contudo ela tem apenas uma limitada aplicação, visto como diz respeito somente aos tele-evangelistas pentecostais, dos quais trata o livro de Ryle.
Mas o que dizer de Billy Graham, por exemplo, o qual fez sentar em sua tribuna o Cardeal Hume, na Cruzada de Londres? Não é dar guarida a naves inimigas e não é praticar adultério em vez de amor? Aparentemente não, pois um dos colaboradores desse livro faz parte da Conferência de Evangelismo de Graham, em Lausane (Suíça).
(O porta-voz católico romano na Conferência da Renovação Carismática em Notre Dame disse que se Billy Graham mencionasse uma vez sequer a frase “salvação exclusivamente pela fé”, sem as obras e os sacramentos (romanos), os membros da ICR seriam proibidos de assistir as suas cruzadas).
Alegramo-nos que esse livro enfatize a teologia, a hermenêutica e a necessidade de permanecer dentro da Palavra de Deus, em vez de exaltar as revelações criadas pelo homem. Porém, quando a Palavra de Deus diz que “Este (Jesus), havendo oferecido para sempre um único sacrifício pelos pecados... com uma só oblação aperfeiçoou para sempre os que são santificados” (Hebreus 10:12,14), por acaso isso não mostra que a missa católica é blasfema e herética? ... Então, o Cardeal Hume não é um grande herege, mais do que qualquer um dos tele-evangelistas pentecostais denunciados nesse livro?
Os reformadores não apenas se opunham ao ateísmo, como se opunham veementemente à falsa religião. Os verdadeiros crentes devem combater a falsa religião com a mesma força com que combatem o ateísmo e o humanismo secular.
Quando Latimer e Ridley foram queimados na estaca do Colégio Balliol, não o foram por causa de alguma bobagem denominacional. Eles foram reduzidos a cinzas por não terem aceitado os ensinos católicos romanos sobre a missa.
Latimer e Ridley não estavam protestando contra o humanismo secular, nem foram queimados na estaca pelos humanistas seculares. Eles estavam protestando contra os ensinos da missa, que a ICR sustentava e ainda hoje continua mantendo, ensino que está manquitolando de volta aos reconstrucionistas como Jordan (Ver “The Sociology of the Church – Essays on Reconstruction, de Jordan).
Latimer e Ridley foram queimados até a morte por pessoas RELIGIOSAS. Não apenas por uma questão de nome, como Cumbey queria que acreditássemos, mas por uma questão de vida e morte. A morte veio para ambos e para uma multidão de mártires, durante o governo de Mary Tudor, a Bloody Mary (1553-1558), por terem se recusado a aceitar a missa como a verdadeira comunhão.
O Bispo C. R. Ryle escreveu: “Grande demais seria o nosso erro, se imaginássemos que eles foram queimados pela simples acusação de terem se recusado a submeter-se ao papa. Nada disso. A razão principal do seu martírio foi terem eles contestado uma das mais peculiares doutrinas da ICR. Por causa dessa doutrina eles oscilaram entre a vida e a morte. Se a admitissem, poderiam viver. Se a negassem, deveriam morrer. A doutrina em questão tratava da presença real do corpo e sangue de Cristo... como a Ceia do Senhor.” (Michael Horton, Editor, “The Agony of Deceit”, Moody Press, Chicago, 1990, p. 23.
A razão da existência de tanta confusão hoje em dia é que, mesmo aqueles que supõem estar denunciando heresias, ou certos tipos de heresia, deixam de fora outras heresias tão perigosas como as demais. Eles dão a impressão de que a heresia que nega o sacrifício todo suficiente de Cristo não é tão grave quanto aquela que afirma que somos pequenos deuses, quando na verdade são igualmente graves. Os escritores se preocupam com os homens que se autodenominam pequenos deuses, porém não se preocupam com as heresias que colocam certos homens acima de Deus, as quais têm prosseguido por mais de MIL ANOS. A ICR ensina que:
Entre o Deus do céu e o homem da terra está o sacerdote, o qual sendo Deus e homem combina as duas naturezas e constitui o elo de ligação. Ele, como sacerdote, não segue na ala do querubim e do Serafim, pois estes são apenas auxiliares de Deus... Ele desempenha três funções exaltadas diante do Deus de nossos altares. Ele o convoca a descer à terra. Ele o dá aos homens... Sem a permissão do sacerdote ele nem se move... Considerem o poder do sacerdote! De um simples pedaço de pão a língua do sacerdote pode criar Deus. Este ato é até maior do que a criação do mundo... O sacerdote é um outro Cristo e o seu ofício é continuar a grande obra da Redenção. (Baron Porcelli, “The Antichrist”, Blackwood, NJ, 1971).
O jesuíta moderno P. Chaignon declara, candidamente, em seu livro abaixo mencionado: “Se tão grande inocência é exigida de nós (os padres), para tocar no Deus vítima, quão profunda deve ser a nossa humildade ao contemplar o absoluto Criador do universo, como se Ele fosse fiel à nossa ordem, diariamente, com alacridade e incansável constância. Não é apenas à Virgem Imaculada, Sua Mãe, que Ele obedece. Mas obedece até mesmo a um homem pecador, o qual nem sequer merece comparecer diante de sua presença. Sob a voz desses homens Ele desce até o altar, permanecendo sob o seu poder, homens esses que dEle dispõem ao seu bel prazer. Ele lhes permite imolá-lo (sacrificá-Lo) para a glória do Seu Pai e para a salvação do mundo.” (P. Chaignon, “The Sacrifice of the Mass Worthly Celebrated”, Benziger Brothers, NY, NY, 1951, p. 27).
Os que podem entender o Inglês verão porque os reformadores classificavam a missa católica como o mais perigoso engodo, uma fábula blasfema. Cada padre católico romano afirma ter o poder de perdoar pecados ou de sacrificar Cristo novamente em seus altares, quando, em vez disso, ele tem grande necessidade de perdão para os seus próprios erros e heresias praticados nos altares. Contudo, conquanto essa perene heresia seja praticada milhões de vezes por ano, nenhum “erudito cristão” tem a coragem de mencioná-la e muito menos de combatê-la. [E quando aparece algum crente bíblico que o faz é logo tachado de odioso].
Aqui está o que Martinho Lutero tinha a dizer sobre a celebração da missa, que ele fazia antes de receber a luz da verdade:
Se você foi um assassino, um adúltero, um bêbado, etc., eu fui um blasfemador contra Deus, pois durante 15 anos fui um frade que blasfemava contra Deus, ao celebrar o abominável e idólatra sacrifício da missa. Ter-me-ia sido melhor se eu tivesse participado de qualquer outra maldade em vez dessa. Mas não se pode voltar atrás... (Martinho Lutero, “Talk Table”, p.115).
É realmente triste ver a cegueira e o erro daqueles que imaginam ser protestantes. Billy Graham em seu livro “Approaching Hoofbeats”, cita William J. Peterson, editor da revista “Eternity”, com respeito aos comentários deste sobre o satanismo:
A mais infame blasfêmia do ritual satânico é a missa negra. Peterson descreve como os participantes tentam subverter tudo que conhecem sobre o Cristianismo. O crucifixo é pendurado de cabeça para baixo. O altar é coberto de preto, em vez de branco. Os hinos são cantados de trás para a frente. O ritual é executado por um sacerdote despido de vestes sacerdotais... (Billy Graham, “Approaching Hoofbeats”, Avon Books, NY, NY, 1983, p. 85.)
É realmente triste constatar que os reformadores ingleses foram todos martirizados, não por causa da “missa negra”, mas por causa da missa católica romana. Preocupar-se se o crucifixo, que é um ídolo, fica pendurado de cabeça para baixo ou na posição correta, demonstra de fato uma ignorância monumental em relação à Bíblia. Nenhum cristão verdadeiro deveria comparecer diante de um altar, quer esteja ele coberto de branco, vermelho, amarelo ou preto, ora bolas!
A obra de Cristo foi absolutamente COMPLETA e não precisa de um homem pecador oficiando em altar nenhum, a fim de acrescentar sequer um centavo de valor à mesma. Essa celebração nos altares é uma blasfêmia e em cada seguimento ela é tão maligna quanto qualquer “missa negra” que possa ser inventada. [E os padres católicos que celebram missas são tão culpados diante de Deus como o satanista Anton Lavey]
Em Tournay, durante o reinado de terror da Inquisição na Holanda, Bertrand Le Blass, um fabricante de veludo, desafiou a blasfêmia da missa que era celebrada. Ele fez isso no distrito de Titelmann, um dos déspotas mais cruéis entre os inquisidores que já existiram. Quando o padre segurou a hóstia consagrada no altar, Le Blass, arrancou-a das mãos do espantado sacerdote, reduziu-a a fragmentos, enquanto gritava esta frase: “Homens mal orientados, vocês acham que esta coisa é Jesus Cristo, nosso Senhor e Salvador?”
Em seguida, atirou os fragmentos da hóstia no chão e os pisoteou com violência. Os padres e os paroquianos ficaram todos paralisados de susto. Ele poderia facilmente ter escapado dali, porém considerou que o que acabara de fazer era um dever necessário e sagrado demais, de modo que iria enfrentar as conseqüências de sua ação. Logo em seguida foi preso, conforme narra Bertrand Blass:
O inquisidor exigiu que ele se arrependesse do que havia feito. Pelo contrário, ele se gloriou de tê-lo feito, afirmando que enfrentaria cem vezes a morte para libertar-se dessa diária profanação feita em o Nome do seu Redentor, Jesus Cristo. Ele foi torturado três vezes para que revelasse os nomes dos seus cúmplices [como era o costume nas torturas inquisitórias]... Contudo, ele não os tinha e, portanto, não poderia denunciar nenhum deles.... Foi amarrado na roda, com a boca fechada com uma mordaça de ferro e levado à praça do mercado. Sua mão e pé direitos foram queimados e retorcidos entre os ferros em brasa. Sua língua foi extraída pela raiz e como ele, mesmo sem a língua, ainda se esforçava para invocar o nome de Deus, a mordaça de ferro foi novamente colocada. Com os braços e pernas atados atrás do corpo por uma corrente de ferro, ele foi passado sobre o fogo, de lá para cá, até ficar completamente tostado. Sua vida durou até quase o final dessas tenebrosas torturas, mas sua fortaleza permaneceu por toda a sua vida. (John L. Mottey, “The Rise of the Dutch Republic”, Belland Sons, Londres, 1913, Vol. 1, p. 307). [Convém notar que essas torturas ainda são abençoadas pelo Concílio de Trento, cujas doutrinas ainda continuam em pleno vigor, mesmo após o Concílio Vaticano II.]
O Bispo J. C. Ryle contou a experiência de renomados mártires ingleses, concluindo que todos foram queimados por terem se recusado a reconhecer a presença real de Cristo, corporal, local e materialmente, no pão e no vinho. Ele concluiu esta seção, declarando: “Sempre que alguém se compraz em achar ou declarar a doutrina romana da presença real, quando levada até às suas legítimas conseqüências, obscurece cada doutrina principal do Evangelho, prejudicando e interferindo em todo o sistema da verdade de Cristo. Esse alguém rouba a bendita doutrina da obra completa de Cristo... Rouba a doutrina escriturística do ministério cristão. Exalta homens pecadores à posição de mediadores... Dá aos elementos sacramentais do pão e do vinho uma honra que jamais mereceram receber, praticando uma idolatria que deve ser abominada por todo cristão legítimo... Nem por um minuto posso duvidar que os nossos mártires reformadores viram e sentiram essas coisas mais claramente do que nós o fazemos... Em vez de admitir a doutrina da presença real no pão e no vinha, os reformadores da Igreja Anglicana [hoje tão prostituída com Roma] SENTIAM-SE FELIZES POR SEREM QUEIMADOS!” (Ryle, Ibid, p. 31).
A blasfêmia da missa é simplesmente maligna. Como disse Ethelbert Bullinger, ela foi responsável pela morte de milhões de inocentes seres humanos. Essa blasfêmia é celebrada agora, de Nova York até Sidney, do Rio de Janeiro até Riga, e os cristãos ignorantes acham-na maravilhosa! Eles pensam que somente a missa negra dos satanistas é horrível. Não! Horrível é a missa da ICR e a sua prática tem acarretado a maldição e o julgamento de Deus sobre todos os que a praticam, em vez de bênçãos. [Quando vejo pessoas da minha família pagando missas após a morte de um parente, sinto vontade de puxar-lhes as orelhas e mostrar a bobagem que estão cometendo].
Quando vão ser escritos livros sobre o adultério espiritual dos ministros famosos e dos tele-evangelistas que aparecem nas mesmas plataformas junto com os jesuítas e os monsenhores católicos romanos? Será que algum dia ainda vão aparecer alguns tomos sobre o VENENO do culto a Maria?
Malachi Martin disse que o papa atual (JP2) tem certeza de que foi “comissionado pela Senhora de Fátima para ser o líder espiritual do novo governo mundial”. Será que ela vai intervir com sinais e prodígios, a fim de autenticar o seu poder e a sua autoridade? Será que vão ser escritos alguns tomos embasados nessas afirmações exorbitantes e tolas? Andrew Greely, o padre católico romano que se tornou novelista, iguala Maria a Deus. Recentemente, ele disse, referindo-se às reivindicações femininas, que “Maria é a única divindade disponível no mercado, hoje em dia.”
A agonia do engano continua cada vez mais profunda e tem nos rondado há muito mais tempo do que os erros dos tele-evangelistas. (Jackson Bill, “The Final Flock”, publicação independente, 1988, p. 154).
A ICR é a instituição do erro CRISTALIZADO, a qual, segundo os crédulos evangelistas, iria nos ajudar a evangelizar o mundo no Ano 2000. ***
Capítulo 9
O Grande Conspirador
O Dr. Ronald Cooke dá algumas opiniões sobre a ICR, neste artigo que escrevi usando algumas das opiniões desse maravilhoso autor cristão.
Em seu livro "Rich Church, Poor Church", p. 13, o ex-padre jesuíta Malachi Martin diz o seguinte, referindo-se à conspiração global do Vaticano: “Há muito tempo que os altos escalões da Igreja (Católica) têm suspeitado desses objetivos mundiais: os dirigentes secretos e quase cabalísticos contra os direito e as liberdades do povo comum. Muitos dos protestantes modernos também estão convencidos dessa verdade.”
Tendo sido um padre jesuíta, Martin tem escrito suas obras sob a ótica dessa Ordem. Em suas críticas sérias, e até mesmo severas contra o Vaticano, ele jamais teve a idéia de criticar a Ordem Jesuíta, por razões de segurança. Mesmo constatando e denunciando os erros da ICR, ele continua achando que esta é a "única igreja verdadeira". Por isso ele tem se constituído em pedra de tropeço para os protestantes americanos, que o consideram inimigo do Catolicismo Romano, o que de fato ele não é.
Isso porque à medida em que ele vai mostrando os erros de sua Igreja no passado, vai também induzindo os leitores a aceitar os seus escritos, passando aos protestantes a falsa idéia de que a Igreja de Roma mudou para melhor, que o papa é realmente o "Vigário de Cristo" na terra e que essa igreja é, de fato, a única igreja a oferecer salvação.
Ele garante, e quase tem convencido os protestantes modernos, que existe uma conspiração mundial em andamento dentro do próprio Vaticano, a qual é ignorada pelo papa. Isso pode convencer qualquer um que desconheça a história do Protestantismo e de como este tem sido perseguido pela ICR. O impacto da poderosa mídia controlada pelos jesuítas tem obtido espantosos resultados, no sentido de neutralizar a fé protestante, atirando-os à apatia e à descrença nas verdades bíblicas, para que aceitem a premissa de que os irmãos católicos são tão salvos quanto eles, mesmo obedecendo as doutrinas errôneas de sua igreja e praticando a idolatria. O resultado é que os USA, o Canadá, enfim todo o Ocidente tem mergulhado na apostasia religiosa, abandonando os ensinos da Bíblia, procurando emoções e novidades em esdrúxulos cultos evangélicos, entrando na onda do Ecumenismo, cujos caminhos levam exclusivamente a Roma. Os USA estão afundando porque não têm levado a sério as admoestações da Bíblia, nos últimos cem anos, a partir do lançamento das bíblias corrompidas, que diluem escandalosamente a divindade de Cristo.
A completa apatia e a ignorância dos protestantes americanos a respeito dos objetivos do Vaticano - que é derrubar o grande baluarte do Protestantismo e da Democracia mundial - tornam-se cada dia mais preocupantes. Até mesmo os líderes evangélicos que se consideram bem informados sobre a religião de Roma, têm se omitido em escrever livros denunciando as maquinações do Vaticano e, portanto, têm falhado em defender o futuro do nosso país.
É comum ouvirmos falar de perversão sexual nos USA, como no caso dos "gays". Mas ninguém se atreve a falar da perversão doutrinária entregue através das bíblias corrompidas, da mídia jesuíta e da literatura católica vendida nas livrarias evangélicas do país. As Escrituras são muito claras neste sentido, conforme Romanos 1:22-28, que diz:
"Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos. E mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível.... Por isso também Deus os entregou às concupiscências de seus corações, à imundícia, para desonrarem seus corpos entre si; pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém. Por isso Deus os abandonou às paixões infames. Porque até as suas mulheres mudaram o uso natural, no contrário à natureza. E, semelhantemente, também os homens, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para com os outros, homens com homens, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a recompensa que convinha ao seu erro. E, como eles não se importaram de ter conhecimento de Deus, assim Deus os entregou a um sentimento perverso, para fazerem coisas que não convêm."
A Bíblia diz claramente que a perversão doutrinária conduz à idolatria e que a idolatria conduz à perversão sexual.
Quando o papa de Roma prega doutrinas pervertidas como o celibato dos padres e freiras, a missa, o purgatório, a mariolatria, a infalibilidade papal e outras, ele se torna uma ameaça maior para o Ocidente do que os "gays", quando estes exigem os seus direitos. E como os americanos não têm atentado para esse perigo e começaram a cair na apostasia religiosa, tiveram de enfrentar crises como a de 11 de setembro de 2001, com o peso da mão de Deus caindo sobre esse país, que já foi protestante e agora está completamente esvaziado em matéria de fé.
As doutrinas espúrias que têm substituído a doutrina verdadeira trazida pelos puritanos, sobre a qual a nação americana foi edificada, têm contaminado a fé e a segurança bíblica do povo, deixando-o à mercê de um Ecumenismo religioso, o qual tem atirado os americanos ao hinduísmo, ao budismo, ao islamismo e às religiões africanas trazidas da América Central pelos imigrantes católicos.
A natureza da nossa batalha é puramente espiritual. Quando as santas doutrinas da Bíblia são substituídas por doutrinas de demônios, a sociedade mergulha na descrença que leva à permissividade. A descrença nos padrões bíblicos é bem mais perigosa do que o humanismo secular, que tem dominado a América e a Europa. Povo incrédulo é bem mais fácil de ser manipulado. Daí o objetivo dos jesuítas de neutralizar a fé dos protestantes.
Alguns líderes evangélicos americanos, na década de 80, estiveram lutando incansavelmente contra o humanismo. Contudo, nenhum deles teve a ousadia de denunciar a idolatria de Roma, que tanto tem amaldiçoado os USA, achando que isso poderia ferir os "irmãos" católicos. Isso quer dizer que não se pode denunciar os erros de uma falsa religião sem incorrer no perigo de ser censurado, em nome da liberdade religiosa.
Os castigos divinos estão caindo pesadamente sobre os USA, mais por causa da apostasia religiosa causada pelo seu namoro com a Meretriz de Apocalipse 17-18 do que do humanismo ateu.
É provável que Deus prefira um ateu a um falso cristão.
O Comunismo "ateu", uma ameaça para os USA durante mais de 50 anos, jamais representou um milésimo do perigo que o Vaticano representa para o mundo ocidental, e contudo, os USA se aliaram ao Vaticano para derrubar esse regime "ateu". O Islamismo é uma ameaça quando os seus objetivos são violados. Se de fato Bin Laden foi alugado pelos jesuítas, conforme dizem alguns pesquisadores americanos, unindo o útil (verba do Vaticano) ao agradável (atacar a nação que ele chama de grande Satã), temos nele um exemplo de líder paranóico, fanático e perigoso, igualzinho a Hitler, o qual, mesmo assim, não representa um milésimo do perigo representado por um General Jesuíta, que tem nas mãos o controle político mundial.
À medida que os USA vão se tornando mais idólatras, estão caindo mais profundamente na maldição divina do segundo mandamento, que diz: "não farás para ti imagem de escultura, nem algum semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não te encurvarás a elas, nem as servirás; porque eu, o Senhor teu Deus, sou Deus zeloso, que visita a iniqüidade dos pais nos filhos, até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam." (Êxodo 20:4-5)
Curioso é que nenhum líder protestante da atualidade tem coragem de citar este mandamento, fazendo de conta, do mesmo modo como os hierarcas romanos, que ele não existe na Bíblia. Não sendo mencionado, ele vai se diluindo, tornando-se irreal na mente do povo americano.
É fácil acusar os imigrantes latinos, os maçons, os muçulmanos e outros grupos, de qualquer mal que acontece no país, porque esses grupos são facilmente identificáveis. Difícil é acusar um grupo religioso que age sub-repticiamente em o nome de Cristo, usando a religião como disfarce para os seus objetivos malignos, afirmando ser "para a maior glória de Deus".
A Palavra de Deus deve ser a única regra de fé e prática de um cristão verdadeiro. Ela nos avisa que falsos profetas e falsos cristos se levantariam e que somente os verdadeiros eleitos não seriam enganados. Isso porque somente os eleitos estão em perfeita comunhão com o Pai, através da Palavra santa, podendo identificar os falsos profetas e os falsos cristos, e ainda detectar rapidamente uma espécie de falso cristo, que se diz vigário de Cristo e um "outro Cristo".
O Vaticano tem sido o fosso mundial da mentira, da hipocrisia e da impureza, desde a sua concepção. Sua igreja é a mãe das prostituições e das inquisições e tem perseguido os cristãos (e judeus) durante todo o desenrolar da história mundial, organizando inquisições e fazendo guerras contra os eleitos do Senhor.
Llorente, que fez um registro das atrocidades da Inquisição Espanhola organizada pela sua Igreja, afirma que mais de 300 mil vítimas pereceram nas fogueiras dessa bárbara inquisição. Mesmo assim, os modernos escritores católicos (e alguns protestantes) têm procurado encobrir esse holocausto espanhol, e também a inquisição na Holanda, onde alguns "hereges" eram assados em espetos como churrascos humanos, a fim de satisfazer a crueldade da hierarquia romana, segundo relato de J. L Motley, no seu livro "The Rise of Dutch Republic", Londres, 1913, ps. 294-316.
O Vaticano tem sido não apenas o centro de toda crueldade e perseguição religiosa, como tem espalhado suas falsas doutrinas pelo mundo inteiro, condenando milhões de pessoas ao inferno. [Lembro-me que no tempo em que eu era católica o padre italiano da paróquia à qual eu pertencia, deu-me para ler um livro de capa vermelha, que negava a existência do pecado e do inferno. É isso que os hierarcas ensinam às pessoas que eles julgam inteligentes, a fim de cauterizar as suas consciências e poderem usar as suas qualificações a serviço da Igreja. Dou graças a Deus que me fez ler a Bíblia e adotá-la como única regra de fé e prática de vida.]
Alguns escritores católicos, como Malachi Martin, criticam o Vaticano apenas por causa do seu enriquecimento ilícito, mas nunca por causa das doutrinas, pois desconhecem as verdades bíblicas e, portanto, continuam acreditando que sua Igreja, e somente ela, pode dar salvação, depois de uma boa temporada no purgatório, é claro. Para nós, os protestantes bíblicos, se essa igreja se desfizesse, agora, de sua incalculável fortuna, dando o último centavo de dólar aos pobres, ainda assim continuaria sendo a Meretriz de Apocalipse 17-18, por ter prevaricado durante dezenas de séculos com os reis e governantes da terra e por ter ensinado doutrinas espúrias como a do Purgatório, da Missa, da Eucaristia e de outras doutrinas de demônios. Os católicos acreditam piamente que ao deglutir uma bolachinha de trigo estão recebendo literalmente o corpo de Cristo, o Deus Criador e Sustentador do universo. Isso demonstra a que ponto de cegueira chegam as pessoas, até mesmo as mais inteligentes, quando têm suas consciências cauterizadas por falsas doutrinas. Essas fábulas ridículas têm sido repetidas no mundo inteiro, principalmente nos USA, pela hierarquia romana e pelo seu papa globe-trotter, quando vem ao país que os jesuítas conseguiram conquistar para o Vaticano.
Quando esteve no Canadá em 10/09/84, o papa JP2 fez questão de repetir que a Igreja continua proibindo o casamento dos padres e das freiras. Vamos analisar essa declaração do papa sob o ponto de vista bíblico:
1. A Bíblia diz que o celibato forçado é doutrina de demônios, conforme 1 Timóteo 4:1-3: "Mas o Espírito expressamente diz que nos últimos tempos apostatarão alguns da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios; pela hipocrisia de homens que falam mentiras, tendo cauterizada a sua própria consciência; proibindo o casamento, e ordenando a abstinência dos alimentos que Deus criou para os fiéis, e para os que conhecem a verdade, a fim de usarem deles com ações de graças"
Então, conforme a Bíblia, que obriga os padres e as freiras ao celibato, a hierarquia romana está:
a) Apostatando da fé
b) Dando ouvidos a espíritos enganadores
c) Dando ouvidos a doutrinas de demônios
d) Falando mentiras
e) Sendo hipócrita
f) cauterizando a própria consciência.
2. É fácil para o papa discorrer sobre controvertidos itens religiosos. Contudo, quando um verdadeiro líder protestante, como o Dr. Ian Paisley, faz o mesmo, é logo tachado de fanático, atrasado, ou coisa pior, como por exemplo, ser proibido de entrar nos USA.
Ninguém se atreve a acusar o papa, mesmo quando ele está pregando suas falsas doutrinas pelo mundo inteiro... porque ele é o "Santo Padre", até mesmo para os relapsos protestantes. Nos USA um jornalista que ousasse falar mal de "Sua Santidade", logo perderia o emprego ou seria linchado pelos católicos... Isso num país dito protestante.
3. Em 1984 sete padres católicos estiveram envolvidos num escândalo na Califórnia, quando abusaram de uma candidata a freira. As notícias foram devastadoras para a reputação da Igreja. A moça foi enviada às Filipinas, lá deu à luz uma criança, mas como saber quem era o pai da mesma, se os sete homens dela tinham abusado? Eles haviam prometido enviar-lhe dinheiro e quando não o fizeram, a moça foi aos jornais e denunciou o mal feito. Em resposta, os padres a acusaram de ser uma prostituta que havia servido aos mesmos (coitadinhos!) e ainda moveram uma ação contra a infeliz por perjúrio e difamação. Por mais que a moça protestasse inocência, prevaleceu o poder da Igreja e ela foi atirada à rua da amargura, mesmo tendo afirmado que havia cedido aos caprichos dos sacerdotes porque estes dela exigiram total obediência. Como vemos, os padres podem prevaricar à vontade, contanto que não cometam o "crime" de se casar. [Tantos que têm usado e abusado de menores, enquanto os seus bispos continuam acobertando suas práticas abusivas]
Na época em que esse escândalo veio à tona, estava sendo encenada uma peça de ficção narrando a história de um ex-estuprador que havia se convertido a Cristo e agora pregava o evangelho. O título da peça era "Celebrity" e contava que esse evangelista matou um "gay" , tendo ido a julgamento. Durante o julgamento a vítima do estupro se atirou sobre ele, espancando-o até a morte. A peça foi levada a cartaz exatamente para enxovalhar o Protestantismo e abafar o escândalo dos padres, objetivo que foi totalmente conseguido.
Certa vez o Cardeal Manning disse: "A Igreja Católica é a obra prima de Satanás ou o Reino de Deus". O Cardeal Newman disse quase a mesma frase: "A Igreja Católica é a casa de Deus ou a casa de Satanás". (Fundamentals, Vol. 11, p. 13). Depois de ler essas declarações de dois dos maiores expoentes do Catolicismo Romano, a escolha é nossa...
Os cristãos bíblicos sabem que Deus é Santo e que a noiva de Cristo, a Igreja, também é santa, sem mácula alguma. Quando examinamos as origens e práticas da ICR, podemos constatar que essa Igreja tende muito mais para Satanás do que para Cristo, do qual o seu líder máximo se diz o "vigário" na terra.
Diz Malachi Martin que os métodos usados para a eleição de um novo papa incluíam: "inimigos selvagens, sangue derramado e vidas ceifadas". Na eleição do papa Damásio I, em 366 d.C., trinta e sete cadáveres se amontoaram nos arredores da Basílica Liberiana, depois de uma disputa entre os partidários de Damásio e os do seu arqui-rival Ursino. Ele conta que Estevão, tendo mandado trazer diante dele o seu maior inimigo, mandou que seus membros fossem quebrados e os seus olhos arrancados. ("The Rise and Fall of the Roman Church", p. 43).
Falando da prostituta Morózia, Martin conta que o ponto alto de sua carreira, já no final de uma longa vida, quando estava na prisão, foi receber a visita do Imperador Otto III, sucessor de Carlos Magno. Otto desejava muito conhecer pessoalmente a mulher que dera à luz um papa, filho de outro papa; que era tia de um terceiro papa; avó de um quarto papa e, com o auxílio da mãe, criadora de nove papas, em apenas oito anos, dos quais dois foram estrangulados, um sufocado com um edredom, tendo sido quatro empossados no ofício e cinco depostos em circunstância jamais esclarecidas.
[O pior é que mesmo sabendo de tantas atrocidades praticadas pelos papas romanos, os católicos ainda os consideram homens santos e infalíveis. Dizem que os papas modernos não são maus, ignorando que Pio XII (o Papa de Hitler) foi o mentor da II Guerra Mundial. Que o "bondoso" João XXIII fez uma aliança secreta com os comunistas do Vietnã do Norte, a fim de liquidar os budistas do Vietnã do Sul, quando os USA suspenderam a ajuda que davam a estes. Que Paulo VI teria sido o mandante do assassinato do Pres. Kennedy, através do Cardeal Spellman, segundo o pesquisador Eric Jon Phelps, e que o Papa Negro, a quem JP2 sempre tem obedecido, é o maior conspirador do mundo, tendo derrubado o comunismo, exatamente para impedir que a Rússia fosse um empecilho aos objetivos dominadores do Vaticano, e não porque aquele fosse um regime ateu.
JP2 é o sucessor de muitos monstros, tendo sido obrigado a seguir suas mentiras e atrocidades, agora cometidas através das guerras fomentadas pelo Vaticano, como as da Iugoslávia e a da Irlanda, para citar apenas dois exemplos.
Diz Phelps que o Vaticano está por trás desses atentados terroristas e que as bactérias de antraz enviadas aos americanos foi mais um ato de terrorismo dos jesuítas, visto como a CIA é controlada pela Ordem e nos laboratórios desta têm sido feitas as experiências científicas da guerra bacteriológica, etc. O Vaticano quer liquidar Israel para se apossar de Jerusalém e precisa detonar os USA para que o povo de Deus fique à mercê dos árabes. Quando estes destruírem Israel, o Vaticano os destruirá e então terá chegado o reinado supremo do Anticristo, o qual se assentará no trono de Jesus Cristo, já que o papa se considera um "outro Cristo".
Diante de tanta miséria moral e espiritual praticada pela Igreja de Roma, vemos que é impossível o Espírito da Verdade - o Espírito Santo - ter se aliado a essa Igreja, dando apoio às suas mentiras e atrocidades.
O Vaticano sempre tem demonstrado uma inacreditável capacidade de se adaptar às circunstâncias e para cada país que o papa atual visita, ele tem um discurso adequado e conforme a situação política e religiosa do mesmo. Quando está num país socialista, ele prega os direitos dos pobres. Quando está num país de Primeiro Mundo, ele prega a necessidade do povo se aproximar mais de Deus, visto como já é rico. O importante é aparentar uma bondade que ele não tem.
Ao saber das últimas enchentes no Rio de Janeiro, em conseqüência das chuvas que têm caído desde a véspera de Natal (2001), o papa JP2 disse que "lamenta profundamente". Lamenta coisa nenhuma! Se lamentasse teria ordenado o arcebispado a desembolsar um milésimo de sua fortuna para ajudar a onda de miseráveis, criada por essas enchentes. Ele só tem papo furado... nada mais! É um fantoche dirigido pelo Papa Negro e não vive tremendo apenas por causa do mal de Parkinson, mas também com medo de não agradar o seu amo, Peter Hans Kolvenbach. JP2 é um homem derrotado e vai padecer eternamente no mesmo lugar onde se encontram os seus antecessores.
Para conseguir o objetivo final de dominar o mundo, o Vaticano sempre tem se valido da mentira, do perjúrio, do assassinato, do massacre, da falsa mídia, da guerra, da revolução, da repressão, do extermínio, da manipulação das consciências, da falsa bondade, da coação e, principalmente, da falsidade dos jesuítas. Ele tem usado esses corvos leais para conseguir os seus objetivos no mundo, destruindo governos, neutralizando países e praticando barbaridades modernas. Com o slogan de "os fins justificam os meios", esse país pequeno em extensão territorial, mas enorme em poder político, econômico e religioso, está a um passo de conseguir realizar o seu sonho milenar de se apossar da Cidade Santa e ali instalar o seu governo mundial. Um dos últimos estágios desta satânica conspiração global já foi conseguido com a criação da União Européia, o Estado Católico Europeu, que após o lançamento da moeda forte do Vaticano, o EURO, estará comandado com mão de ferro, a economia global. Por isso o dólar precisa cair e os USA desmoronar.
Derrubar o presidente argentino foi moleza. Ele não pertencia ao Partido Justicialista de Perón, o filho da igreja, que tanto colaborou com o Vaticano, ao receber e apadrinhar os piores criminosos de guerra nazistas, após a II Guerra Mundial. A Argentina precisa colocar no governo um presidente peronista... ou então vai acabar numa guerra civil e na miséria. O pior é que, depois de liquidar o gigante portenho, os olhos do Vaticano poderão se voltar para o Brasil e então estaremos perdidos...
A Igreja Mundial idealizada por Roma e dirigida pelo papa já se delineia no horizonte. É questão de poucos anos. Dentro em breve a "mulher montada na besta" vai se revelar em todo o seu esplendor, mas o Senhor Jesus Cristo vai mandar que os seus anjos a atirem nas profundezas do mar... A Palavra de Deus jamais falhou!
Nós, os cristãos sinceros, teremos sido arrebatados e não iremos presenciar a cena dantesca. Precisamos retirar o maior número possível de católicos desse atoleiro espiritual em que estão imersos, quase todos eles tão descrentes quanto os seus líderes religiosos. Jesus manda que eles abandonem essa Babilônia, em Apocalipse 18:4: "Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas".
Capítulo 10
Karol Wojtyla e a União Européia
Este artigo é do Dr. Ian Paisley, membro da Casa dos Comuns em Londres.
Falando aos bispos europeus, o papa JP2 lhes disse: “Sejam a alma da Europa... A Igreja é a chave para a União Européia”. Numa carta enviada ao Cardeal Miroslov Vlk, arcebispo de Praga e Presidente do Concelho de Conferências Episcopais Européias, ele disse que um conceito puramente econômico para a integração européia jamais poderia conduzir a uma unidade permanente:
Jamais podemos conceber a Europa como apenas um mercado de trocas econômicas ou um lugar de livre circulação de idéias, mas, acima de tudo, ela deve ser uma genuína comunidade de nações, as quais desejam unir o seu futuro e viver como irmãs, respeitando as tradições culturais e espirituais, as quais não podem ficar à margem de um projeto comum ou em oposição ao mesmo.
Então, mais uma vez o papa revela que a agenda da ICR é política e manipuladora, cujo objetivo é se tornar a força controladora dominante na Europa.
Para apreciar o envolvimento de Roma na conjuntura social e política da União Européia (UE) precisamos entender que a ICR é, ao mesmo tempo, uma organização religiosa e política, agindo exatamente assim. Ela acha que tem o direito de governar os assuntos temporais do mundo, visto como a sua hierarquia representa o governo real de Cristo na terra, ou seja, através do papa, dos bispos e dos padres a soberania de Cristo é exercida nos assuntos das nações e da sociedade.
A ICR está alicerçada no dogma político que afirma ser o papa o governante supremo do mundo. Através da história a realeza de todas as nações, inclusive a Rainha da Inglaterra, tem desejado se submeter ao papa. Nada foi revogado na ICR. Tanto a supremacia espiritual como a supremacia temporal do papa continuam a ser dogmas fundamentais dos ensinos da ICR e de sua doutrina social.
Deliberada engenhosidade possibilitou a criação da União Européia, provendo uma imensa oportunidade de desenvolvimento e ampliação da influência da ICR. Convém lembrar que foi o laicato católico romano quem, desde o início, esteve por trás da formação da UE e que ainda hoje continua promovendo o seu crescimento. Também não devemos esquecer que enquanto este país (Reino Unido) - até 1973 - pôde votar, a Europa continuou a ser apenas o Mercado Comum Europeu. Contudo, depois da guerra fria e das recessões, ao país foi imposto um modo de trabalhar de maneira mais estruturada em termos comerciais e de compartilhamento comunitário da livre circulação de idéias, imposto pelo governo central da UE como sendo o caminho mais viável.
Entretanto, o que o eleitorado não sabia é que o plano completo era formar um estado totalmente integrado de nações e não apenas a cooperação de nações-estados, mas a incorporação destes num SUPERESTADO que se levantaria para minar a soberania e a identidade das nações européias. A partir daí houve a evolução do Mercado Comum Europeu para Comunidade Européia e, finalmente, para União Européia, com toda a credencial dada pela mídia mundial.
Esse deliberado engodo foi possível porque os poderes estavam certos de que esta nação (Reino Unido) não iria engolir essa pílula da UE com todas as suas implicações, em 1973, menos de 30 anos após ter a guerra subvertido a exata essência do que agora está sendo promovido. [O Dr. Paisley se refere ao fato de que a II Guerra Mundial foi promovida por Pio XII, através de Hitler e Mussolini, com o objetivo específico de criar um Estado Católico Europeu, a fim de implantar ali o domínio da ICR sobre o mundo.] Tão furtivos foram os movimentos do Vaticano, tão fraca a orientação dos governos e tão fortes as declarações favoráveis da mídia, que a criação da União Européia se tornou possível.
Uma resistência pode ser feita contra a invasão por um exército, mas nenhuma resistência contra a invasão por uma idéia (Victor Hugo, no livro “História do Crime”).
O Plano
Se aplicarmos tudo isso ao Concelho de MInistros Europeus para a conclusão da União Européia, entenderemos que agora ficamos sob o domínio de Roma. Desde então temos visto em nosso país (Reino Unido) a desintegração de todos os seus valores e de toda a sua importância histórica. Os fundamentos bíblicos do país simplesmente foram colocados à margem e o bem estar da nação foi declinando a ponto de já não termos autonomia, coisas das quais o povo parece não ter se apercebido. Por causa disso estamos sendo castigados...
A carta do papa mostra que ele acha ser este o tempo exato para ampliar ainda mais o seu objetivo de se tornar o líder supremo (espiritual e temporal) da Europa. [Com a desintegração dos USA, já preparada pelos jesuítas a favor do Vaticano, em breve todo o Ocidente estará sob o domínio do papa...]
Quando o papa se refere à Igreja, convém lembrar que ele está falando da ICR. Nenhuma outra igreja é válida aos seus olhos, conforme ele mesmo declarou, apenas algumas semanas antes da visita da Rainha a Roma. Ora, depois de 40 anos de Ecumenismo (a partir do Arcebispo Ramsey, nos anos 1960), têm sido gastos muito dinheiro e tempo no jogo de palavras em nome da unidade. Contudo, a ICR não arredou uma polegada sequer em qualquer assunto. Infelizmente, acreditando em todos os bons propósitos do Movimento Ecumênico, as demais igrejas se comprometeram, tendo sido ludibriadas por acharem necessário engajar-se nessa maligna e diabólica mentira. Cada vez que alguém faz um gesto, encontrando-se com o papa ou aceitando qualquer coisa que ele diz, vai aumentando o crédito nas exigências de sua Igreja. Isso porque o povo está cada vez mais distante da Palavra de Deus...
A Verdade Bíblica
A verdade bíblica nos mostra ser pura tolice aderir (via Ecumenismo) a essa apostasia final da Babilônia, a qual sempre tem estado no erro bíblico e histórico. Roma é imutável, sem desejo algum de arrependimento e cheia de arrogância. O povo está se esforçando em favor da união com essa BESTA, como se isso fosse necessário, nesta e na outra vida. Tanta tolice depois que o nosso Gracioso Senhor nos livrou da escravidão a Roma, no Século 16, quando começou a cumular de bênçãos esta pequena ilha, a ponto dela ter influenciado e liderado o mundo. Quanta tolice em voltar atrás... É como se os israelitas voltassem ao Egito, depois de 450 anos após terem sido resgatados no Mar Vermelho. Como é possível o homem esquecer com tanta facilidade as obras que Deus tem feito em sua vida?
Quando observamos as igrejas se encontrando e assumindo alianças no desejo de assemelhar-se à ICR, ficamos chocados ao presenciar tanta futilidade e tanta indiferença nesse modo de agir. Seus olhos e suas mentes estão cegos diante da farsa dessa situação, igrejas cheias de ilusão por acharem que não haverá perigo algum nem conseqüência alguma para elas, para as futuras gerações, nem para a nação como um todo. Vemos o nosso país emergindo como a nação mas ímpia do planeta, onde as verdades e os princípios fundamentais sobre o que é certo e o que é errado têm sido totalmente anulados. Nosso sistema legal, embasado nos deveres e responsabilidades dos cidadãos, tem sido entregue nas mãos de um sistema estrangeiro, desde a criação da União Européia, a qual esposa os direitos embasados na cultura...
A Estratégia
Duas declarações podem ilustrar essa estratégia. A primeira vem das cartas enviadas à seção do “Church of England Newspaper” (Jornal da Igreja da Inglaterra): “O Cardeal está pensando em atacar o Ecumenismo. Graças a Deus é a minha reação. Eu não poderia considerar o sistema da ICR como igreja, portanto não há conseqüência alguma em que ela tenha decidido rejeitar mais igrejas bíblicas. Contudo, o Vaticano conhece muito bem a velha tática comunista da política maleável: primeiro você endurece, depois parece amolecer, em seguida novamente endurece... Resultado? Aqueles que procuram viver pacificamente com você começam a se apressar para tentar agradá-lo de qualquer maneira. Há muito tempo Pavlov descobriu isso com os seus cachorros.” (Pr. Philip Foster, 15/09/2000).
A segunda foi lida no Parlamento: “Desse modo, eu vos conclamo, o que existe por toda a Europa, por consenso, é uma exata cooperação e adaptação “de todos os poderes papais” no sentido de suprimir tudo que lhe atravessar o caminho. Contudo, poder-se-ia dizer “Esse é o grande caminho seguido por todas as partes extremas do mundo; o que então será de nós?” Se nada significa para vós que assim seja, eu lhes digo que é algo que diz respeito a todas as religiões e a todos os interesses da nossa Inglaterra.” (Oliver Crommwell, 25/01/1658).
As pessoas hoje em dia vivem falando de paz, amor, tolerância, e de muitas coisas que antes eram inaceitáveis. No mesmo jornal alguém escreveu dizendo que “não devemos cair na armadilha de uma futura divisão. De modo nenhum deveríamos, através de nossas humanas fragilidades, nos juntar ao exército do diabo”. [Exército do diabo, aqui, seria a desunião. Infelizmente esse missivista não descobriu ainda que o exército do diabo é o “exército do papa”]
Essas falsas concepções estão sendo amplamente perpetradas no processo de “ficarmos calados”. Será que a divisão entre o Catolicismo e o Protestantismo é errada? Eles acham que sim. O lobby anti-histórico tem feito lavagem cerebral no povo, a fim de que este considere a história não confiável e, portanto, irrelevante. Nas Escrituras é demonstrado que a ICR tem sido construída sobre um edifício de erros e armadilhas que conduzem as pessoas à porta larga. Por que, então, o povo persiste em se dobrar diante dessa Igreja?
Não pode haver encontro com meia volta, nem mudança com mão única. Pelo que a ICR luta, mantém e está fazendo agora, ela não muda. O seu moto é “infalivelmente” e “semper eadem”. Aprendemos que será sempre assim, na Bíblia e nos eventos circundando a ICR, no presente e por toda a história. A Igreja sobre a qual o papa está falando ao Cardeal Mirolov Vlk não é a verdadeira Igreja de Cristo, mas a sua própria ICR. Quando ele diz “a Igreja”, quer dizer “o papa”. Então a própria Igreja é a chave da União Européia.
Um ex-ministro belga disse um dia: “Não precisamos de outro comitê. Do que precisamos é de um homem de estatura suficiente para manter a lealdade a todos os povos e nos deixar fora do marasmo econômico no qual estamos mergulhados. Enviem-nos esse homem e seja ele deus ou demônio, nós vamos recebê-lo.” (Paul Henri Spaak)
Spaak foi um dos fundadores do Mercado Comum Europeu. O papa igualmente fala de “uma genuína comunidade de nações, as quais desejam unir o seu futuro e viver como irmãs, respeitando as tradições culturais e espirituais”. Contudo, ele sabe que não pode comprometer-se e nem mudar. Ele jamais o fará. Após declarar que as igrejas fora dele não são consideradas igrejas, ele agora começa a falar sobre tolerância e fraternidade. Ao abandonar o diálogo entre a ICR e as demais igrejas protestantes, conforme ele tem feito recentemente, como é que ele vai poder cooperar com essa variedade de diferenças espirituais por ele identificadas?
Unidade
A Reforma Protestante representou um baque na aliança entre o papa e a Europa Média, tendo acarretado a perda de grande parte dos povos europeus, que antes obedeciam ao Vaticano. Por tudo de ruim que a ICR porventura tenha feito, inclusive através do infalível “Vigário de Cristo”, o papa de Hitler (Pio XII), a influência perdida foi agora reconquistada. Muitas pessoas afirmam que a ICR mudou, mas quando indagadas a respeito dessas mudanças, elas jamais conseguem apontá-las. De onde, pois, lhes vêm essa falsa informação, a não ser dos próprios enganadores? UNIDADE é a palavra que vive bailando nos lábios dos ecumenistas. Contudo, essa unidade com a ICR é impossível, quando se trata de uma igreja protestante bíblica. Seria o mesmo que unir-se à Igreja do Anticristo. Como pode haver unidade entre dois grupos, cujos fundamentos são tão opostos? O problema aqui não é apenas uma leve diferença de interpretação sobre um pequeno assunto bíblico, porém uma disputa da maior importância, uma luta contra o falso e blasfemo evangelho pregado pela máquina política de Roma, o qual têm conduzido milhões de almas à perdição eterna e destruído os que não querem submeter-se ao mesmo. A doutrina social e o ensino da ICR são um perigoso engano.
Quando o Dr. Carey, Arcebispo de Canterbury, encontrou-se com Jacques Delors (católico romano), no tempo em que este era presidente da Comissão da União Européia, ambos concordaram em que será necessário fabricar uma colcha espiritual de retalhos, a fim de colocar todas as igrejas juntas. Contudo, TODOS SABEMOS que tipo de espiritualidade será essa.
No jornal “Sunday Telegraph” saiu um artigo (21/07/1991) intitulado “”Hatching a New Popish Plot”, (Deslanchando uma Nova Conspiração Papal), dizendo que, enquanto vai nos informando sobre os planos do papa “para evangelizar a Grã Bretanha e todo o continente europeu”, Karol Wojtyla está se preparando tranqüilamente para o cargo que ele acredita solenemente ser o seu divino direito – colocar sobre si mesmo o manto de Imperador do Novo Sacro Império Romano, reinando dos Urais até o Atlântico.
Que Deus nos guarde de cair novamente sob essa férrea ditadura. A melhor coisa que pode existir entre a Europa e a Inglaterra é o MAR.
Capítulo 11
A futura Euro-Teocracia Católica Romana
O Prof. Arthur Noble, nos apresenta este artigo bastante elucidativo sobre o que a União Européia vai significar para o mundo inteiro. Esta é uma tradução livre do trabalho desse eminente escritor britânico, um cristão bíblico.
Da Magna Carta, passando pelo Complô da Pólvora, até à Concordata de Hitler com o Vaticano, a história britânica tem se constituído numa constante luta contra o papado de Roma, pela liberdade da nação do domínio e das exigências jurisdicionais do papado, realizadas através de complôs e de vários estratagemas. A Reforma Protestante nos trouxe a liberdade de fé e consciência, liberdade de discussão e de imprensa [liberdades que serão destruídas, quando Roma der novamente as cartas.]
Quando os princípios da Bíblia (King James) passaram a regular todas as nossas nações e a legislação, inigualáveis bênçãos sociais e grandeza política logo aconteceram. O ensejo do Estabelecimento da Revolução de William delineou o princípio constitucional do Monarca como defensor da fé protestante.
Roma está nos atacando novamente - Hoje a Inglaterra apóstata (o dote de Maria) libertada do Vaticano no Século XVI, está sendo reclamada de volta pela poderosa ICR, que agora apresenta uma nova cara, embora com os mesmos dogmas antigos.
Ela se move enganosamente por trás do Movimento Ecumênico, o qual está totalmente ligado à presente tentativa de estabelecer os Estados Unidos da Europa. Os acontecimentos na Europa não foram planejados para terminar em simples união econômica e política. Seu objetivo final foi revelado nas encíclicas papais de Pio XII e João XXIII: "A Europa iria se tornar o maior superestado católico (romano) que o mundo jamais viu"... A única maior força humana jamais vista pelo homem", unido dentro das fronteiras do antigo Sacro Império Romano pelo laço espiritual comum da religião. O Núncio Papal em Bruxelas descreve a União Européia como "uma confederação católica (romana) de estados".
A futura Euro-Teocracia - O Vaticano planeja dar sua garantia eclesiástica a essa Nova Europa, a qual representa exatamente o oposto da visão pós-guerra de Churchill, de uma democrática associação de nações estados. O palco está montado para a grande revolução político-religiosa jamais testemunhada pela história. Em sua mensagem natalina de 1951, Pio XII visualizou uma Europa dependente de "uma ordem garantida pela Igreja, conforme o seu ofício e o seu campo de ação". Essa exigência tradicional de Roma do direito de exercer o seu mandato sobre os governos civis deve ser reforçada através da exigência de Leão XIII de que deve ser "crime político" resistir ao poder exercido pela Igreja em nome de Deus. Essa afirmação arrogante ainda mantém a marca registrada de implícita infalibilidade da Igreja, junto com o proclamado direito de suprimir os dissidentes – um crime passível de morte durante a Idade Média.
Colaboradores Ecumênicos - Essa tarefa do Vaticano tem sido sancionada e auxiliada pelos líderes apóstatas da chamada Igreja Protestante, os quais têm arremessado ao lixo os princípios básicos da fé e da Reforma. Eles têm se associado, se comprometido e aceitado as crenças e práticas da Igreja de Roma, cujo líder, seus artigos de fé proclamam ser "o homem do pecado". Essa traição foi profundamente simbolizada no Sínodo da Igreja Irlandesa em Dublin, em 1997, quando o Arcebispo Robin Eames, sob o olho observador do retrato de Guilherme de Orange, advogou a separação da Igreja da Irlanda dos fundamentos sobre os quais ela foi fundada.
Esses invertebrados ecumenistas jamais pronunciaram uma palavra sequer de condenação contra o sectarismo, a falsa doutrina e os massacres históricos perpetrados pela ICR, porque estão ativamente engajados em se unir ao papado.
Ulster - objeto dos ataques de Roma - Em parte alguma os romanistas têm atacado tão violentamente a Grã-Bretanha como na Irlanda do Norte, onde a mentalidade medieval de uma minoria dominada pela ICR é violentamente hostil à maneira de viver organizada nos métodos da Reforma Protestante, sob o novo disfarce de "paridade de respeito", uma frase nova para a pretensa discriminação. Roma e seus terroristas republicanos têm se dedicado ao expurgo dos protestantes, através da falsidade, do assassinato e da limpeza étnica das liberdades civis e religiosas, constitucionalmente gozadas pelos protestantes e pela maioria unionista. O diálogo entre igrejas - especialmente nas atividades do Concílio Mundial de Igrejas - tem sido o principal método enganoso empregado por Roma, a fim de atrair suas vítimas para o rebanho do papa.
A profecia bíblica em cumprimento - A mania de imagens católicas romanas na Europa é endêmica e tem sido entusiasticamente abraçada pelo Parlamento Europeu. Ela apresenta uma semelhança chocante com as profecias do capítulo 2 de Daniel e do capítulo 17 de Apocalipse, as quais os teólogos Wycliffe e Spurgeon sempre identificaram, constantemente, como representando a Roma dos papas. Elas descrevem uma união política nos últimos dias, a qual, em sua forma final, consistirá de dez nações ou grupos de nações dominados pelo poder que se assenta sobre sete colinas.
A visão é de uma "grande prostituta" cavalgando uma besta com "sete cabeças e dez chifres", a qual leva o nome de "Mistério, a grande Babilônia, a mãe das prostituições e abominações da terra". Hoje se cumpre essa profecia diante de nossos olhos. A União Européia foi inspirada pelo Vaticano e é controlada pelo Vaticano. [A União Européia é a mulher montada na besta, que é a hierarquia romana]
A mulher montada na besta - O Parlamento Europeu está estabelecido em Estrasburgo, cidade que simboliza o sonho da integração franco-germânica, e foi o coração do Sacro Império Romano de Carlos Magno, no Ano 800 d.C., [que agora ressurge como o Sétimo Império Romano]. Sua bandeira foi inspirada no halo de doze estrelas ao redor do retrato da Madona, o qual aparece proeminentemente nos vitrais da Catedral do Concelho da Europa, em Estrasburgo, revelados ao mundo no dia 11 de dezembro de 1955, coincidindo com a celebração católica da Imaculada Conceição. O Papa JP2 dedicou a União Européia à Virgem Maria. Sobre o domo do edifício do novo Parlamento de 8 milhões de libras, em Estrasburgo, existe uma pintura colossal da mulher montada na besta. No escritório do edifício PE1 do Parlamento encontra-se uma gigantesca estátua de bronze de uma mulher praticamente nua cavalgando a besta, a qual está cavalgando as ondas. Na parede da sala de repouso do Dinner´s Club, na capital administrativa da União Européia - Bruxelas - há uma pintura da mulher e da besta, juntas. Essa imagem tem aparecido nos selos postais, inclusive na edição britânica de 1984, a qual comemora a segunda eleição do Parlamento Europeu. É o sinal e o símbolo da Europa, apontando o caminho para o que está planejado.
Nossa constituição protestante está sob ataque - O "Catholic Herald" declarou recentemente: "Os dias da Igreja Anglicana estão contados e muitos dos adoradores voltarão à verdadeira fé de seus antepassados medievais." [Os que não voltarem serão eliminados, é claro]. Praticamente se cumpre agora a afirmação do que foi cunhado na moeda de 20 pence, da colônia inglesa de Gibraltar, feita pelo Parlamento e aprovada pela Rainha. Nela foi gravada a imagem de Maria coroada como "Rainha do Céu" e chamada "Nossa Senhora da Europa". A efígie da rainha britânica, na outra face, diz apenas: "Elizabeth II - Gibraltar", sem mencionar os seus títulos normais de "D.G.REG,FD", isto é, Rainha pela graça de Deus, Defensora da fé. Esses são os frutos da associação com o moderno super-estado papal. Enquanto prega o amor ecumênico aos seus irmãos separados, a ICR, a maior assassina de multidões da história mundial, tem a rompante audácia de debochar dos protestantes de Ulster como desposando uma "religião de assassinos", [apresentado ao mundo, através da falsa mídia, sempre os protestantes atacando os católicos indefesos] (Catholic Herald, 13/10/1999).
Ao visitar o papa, Mr. Trimble demonstrou tanto a sua inexperiência como a sua adesão à planejada destruição de Ulster pela União Européia, a qual está sendo conduzida pelo Vaticano. A Bíblia nos admoesta sobre as perigosas conseqüências de tais associações, em Apocalipse 18:4: "Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas". ********
Capítulo 12
Assis, a Babel Religiosa
Agora vamos ler o Capítulo 19 do livro “Antichrist and Optmism”, do Dr. Ronald Cooke:
Um encontro sem precedentes aconteceu em Assis, Itália, em 1986. Nesse ajuntamento religioso todas as falsas religiões com alguma importância estiveram presentes. Havia líderes religiosos ameríndios, budistas, confucionistas, hindus, judeus, muçulmanos, ortodoxos, sikis, adoradores da serpente, xintoístas, o Dalai Lama, o Arcebispo de Canterbury, o papa, católicos romanos e protestantes, todos reunidos para “rezar”.
Johny-Pretty-on-Topp, o homem da Medicina Crow, junto com o Dalai Lama e os seus círculos de oração, rezaram junto com os adoradores da serpente. Os líderes ameríndios dos USA fumaram os seus cachimbos da paz diante do altar católico romano, enquanto outros participantes dançavam e rezavam.
Esse profano amálgama religioso jamais havia sido visto antes, em toda a terra, desde a construção da Torre de Babel.
Quando colocamos toda essa turma junto com as associações evangelísticas, as quais têm sido formadas para enriquecer o mundo no Ano 2000, elas são apenas algumas das organizações formadas recentemente para alcançar o mundo com o “evangelho”. O único problema é que todos esses movimentos estão trabalhando para o papa, pois supunha-se que ele iria controlar o resultado desses movimentos no Natal do Ano 2000. Esperava-se que ele falasse para cinco bilhões de pessoas, via satélite, a fim de congratular a “Igreja” por estar ela alcançando o mundo, no final do segundo milênio.
Certamente as pessoas são convocadas a fazer aqui uma escolha: ou estamos vendo a evangelização do mundo pelos ortodoxos, pelos novos evagelicalistas, pelo papa de Roma, pelo Dalai Lama, pelos adoradores da serpente, pelos homens da Medicina Crow, pelos judeus e muçulmanos, ou então estamos testemunhando a ascensão da grande meretriz de Apocalipse 17-18. Uma coisa ou outra.
Os reconstrucionistas continuam nos garantindo que a Mistério Babilônia caiu no Ano 70, porém não nos dizem o que significa Assis. Aparentemente para eles esse ajuntamento de 180 religiões falsas nada significa.
O mais significativo a ser observado em Assis [terra do “santo” mais badalado por católicos e protestantes] é que o papa de Roma é considerado o líder de todos eles. Mesmo nos esforços evangelísticos o papa é considerado auxílio e fonte da inspiração e a ele foi entregue a tarefa de fazer o discurso de enceramento, que para exaltar o sucesso da “Igreja” no sentido de alcançar o mundo.
A pergunta a ser respondida é a seguinte: será que Roma possui a mensagem certa, de modo que possa trabalhar junto com os protestantes para alcançar o mundo com o Evangelho? Aparentemente, alguns protestantes crêem que sim. Michael Harper, escritor evangélico da liderança, acredita que Roma pode e deve ajudar na evangelização do mundo:
Depois de uma participação de cinco anos no diálogo com católicos romanos e vários anos com evangélicos, cheguei à conclusão de que as coisas que nos unem são mais numerosas e fortes do que as coisas que nos dividem... É difícil, por exemplo, ver como o programa evangelístico de Deus para o mundo pode ser executado sem a ICR, cuja influência em termos de recursos humanos (em países como a França, Itália, América do Sul, México e Índia) excedem em muito qualquer coisa que os protestantes possam empreender. (“Reformation Review, Vol. 28, No. 1, janeiro 1983, p. 35).
A revista “Christianity Today” publicou dois artigos intitulados “O que separa os Evangélicos dos Católicos?” e “O Papa como Anticristo: um Anacronismo?” Esses dois artigos levariam os cristãos a crer que “a ICR não tem diferença alguma da Igreja Protestante. E o papa é realmente uma pessoa amistosa e aceitável” (Ibid, p. 34-35).
A Nova Evangelização classifica Madre Teresa “uma das maiores evangelistas que já viveram” (“Protestant Challenge’", jan/fev. 1992, p. 4). Contudo ela não prega mensagem alguma que tenha conexão com o que Paulo pregava. Sua idéia de salvação do mundo não repousa na obra definitiva de Cristo na cruz, de Sua gloriosa ressurreição dos mortos, nem do Seu ministério de intercessão, agora à destra de Deus, mas, ao contrário, ela se encontra no interminável ritual blasfemo da missa.
Os crentes bíblicos podem discordar dessa posição que o papa ocupa na escatologia, mas será que algum crente verdadeiro já observou o papa como outro, senão o falso profeta? Mesmo que se discorde de que ele é o Anticristo ou o falso profeta, deveria ficar bem claro para cada um que ame o Evangelho da graça que o papa é anticristão. Essa posição de que ele é anticristão até parece ser evitada, atualmente, por muitos protestantes.
James Robinson disse: “Eu lhes digo que um dos mais belos representantes da moralidade nesta terra, neste exato momento, é o papa. As pessoas que sabem disso crêem realmente que ele é uma pessoa nascida de novo”. (Ibid, mesma página).
James Jordan, um reconstrucionista, faz uma declaração quase tão ruim como esta de Robinson. Ele escreve: “As grandes realizações da Sé papal foram rejeitadas” (“Trinity Review”, maio 1992, p. 4). Comentando essa declaração de Jordan disse Robinson: “Ele não diz a nós, pessoas comuns, quais foram esses grandes avanços e realizações ... Quem sabe a supressão da Bíblia? Quem sabe, a Inquisição?” (Ibid, mesma página).
A ignorância com respeito à verdade bíblica, hoje em dia, é monumental, até mesmo da parte dos que se acham inteligentes. Os rudimentos do Evangelho precisam ser enfatizados nesta geração apóstata e ecumênica. Isso é obvio, quando alguns querem ser professores, conforme Hebreus 5:12: “... devendo já ser mestres pelo tempo, ainda necessitais de que se vos torne a ensinar quais sejam os primeiros rudimentos das palavras de Deus; e vos haveis feito tais que necessitais de leite, e não de sólido mantimento”.
À medida que a Igreja foi caminhando em direção ao final do século 20, certas tendências se tornaram visíveis. Certamente a maioria dos eruditos bíblicos que vem do Catolicismo é vista sob uma luz muito positiva. Dificilmente podemos encontrar alguém que critique, mesmo de leve, os egrégios erros de Roma.
James Montgomery Boice escreveu: “Calvino desenvolveu uma pregação contra o Catolicismo Romano do século 16, a qual em nada me interessa”. (Chemlovski, obra citada, p. 3). Admiramo-nos de certas declarações que esses homens fazem hoje a respeito de Roma. É como se a Reforme estivesse tão ausente da história da Igreja como está da literatura moderna da Igreja. O Concílio de Trento trancou num bloco de concreto teológico, de uma vez para sempre, os erros e tolices de Roma.
“As bulas papais que enchem 18 volumes, os Decretos, os Atos dos Concílios, os Atos do Sanctum, compreendendo 90 volumes... uma ilimitada massa de tradições não escritas, as quais têm se acumulado como madeira empilhada sobre um rio, a partir da Era Cristã, até os dias de hoje... todas essas disparatadas invenções humanas acrescentadas à Bíblia... constituem a regra de fé católica” (Hilary T. Hudson, “The Methodist Armour”, 1889, p. 12).
O Concílio de Trento não só decretou que todas essas tradições contraditórias, escritas e não escritas, deveriam ser colocadas em pé de igualdade com a Bíblia, mas que qualquer pessoa que negasse, pelo menos uma, deveria ser anátema. De fato, o Concílio de Trento [ainda em pleno vigor] concluiu os seus dezoito anos de deliberações com o grito unânime de todos os delegados presentes: “Morte aos hereges!” (Porcelli, obra citada, p. 62). Mesmo assim, Jordan deseja que aceitemos essas realizações e, certamente, Boice não vai entrar em controvérsia sobre as mesmas.
Contudo, quando olhamos para os competentes eruditos da última parte do século 19, ficamos imediatamente chocados com a diferença que existe entre eles e os nocauteados homens de hoje. Patrick Fairbairn, o erudito presbiteriano escocês, Charles Hodge, o famoso teólogo americano de Princeton, e Henry Alfred, o prodigioso erudito do NT de confissão luterana, todos eles ligam o papa ao Anticristo e ao Anticristianismo. Conquanto nenhum deles tenha ensinado que o papa é o Anticristo, todos eles ligaram o papado ao Anticristo. Todos eles acreditavam que o cenário final iria incluir mais do que o papado, mas nenhum deles jamais mencionou que este incluiria menos.
Essa é a diferença entre os homens que conheciam a VERDADE e os eruditos de segunda mão da atualidade. Muito poucos hoje parecem conhecer alguma coisa sobre teologia e, portanto, esta quase desapareceu, não apenas da sociedade, mas também da igreja. O indiferentismo tem predominado, até mesmo onde alguma teologia ainda é estudada. O indiferentismo sobre a Reforma continua prevalecendo, como Montgomery Boice demonstra plenamente.
Acreditamos que Roma é a religião da Mistério Babilônia ou está com a mesma envolvida até o pescoço. Concordamos com os escritores mais antigos como Fairbairn e com as suas palavras:
Se não pudermos dizer que a apostasia romana e o seu líder papal são a completa e final realização do mal predito, ainda assim é ali que os termos da descrição são mais cabalmente encontrados, e as características do sombrio quadro são mais palpavelmente exibidas”. (Fairbairn, obra citada, p. 171).
Capítulo 13
A suposta unidade católica
A Igreja Católica Romana (ICR) vive apregoando ao mundo inteiro que é una, santa, apostólica e indivisível. Contudo, existem movimentos dentro da ICR que mostram a falácia dessa afirmação.
Em seu livro "The Spirit of Roman Catholicism", por mim traduzido, a ex-freira Mary Ann Collins diz o seguinte:
Os católicos têm diferenças nas práticas e nas crenças, mas continuam se chamando pelo mesmo nome (católicos romanos), afirmando que o papa é o seu líder. Isso dá uma falsa impressão de unidade.
Apesar de afirmarem verbalmente que o papa é o seu líder, existem padres e teólogos católicos que desafiam, publicamente, a autoridade do papa. Malachi Martin fala de alguns destes em seu livro "The Jesuits:The Society of Jesus and the Betrayal of the Roman Catholic Church" (Os Jesuítas: A Sociedade de Jesus e a Traição à Igreja Católica Romana). Também existem as freiras feministas que desafiam publicamente o papa. Existem os católicos conservadores que desejam fazer as coisas à moda "antiga", isto é, conforme eram feitas antes do Vaticano II, inclusive que a missa seja rezada em Latim.
Um grupo ultra conservador conhecido como "True Catholic" (Católicos Verdadeiros) acredita que João Paulo II não é um papa legítimo, porque ele tem promovido a "heresia" (o que contraria a doutrina católica, a qual foi declarada "infalivelmente" pelos papas que o antecederam). Eles crêem que, em razão disso, a cadeira papal ficou vaga. E para sanar esta situação, elegeram um outro papa. (Pio XIII), no dia 24 de Outubro de 1998.
Há teólogos católicos que ensinam a Teologia da Libertação [criada pelo ex-frade Leonardo Boff], a qual equipara a "salvação" com a revolução armada. Existem padres católicos guerrilheiros, que lutam ao lado das guerrilhas comunistas, batalhando pela revolução comunista [Na Colômbia alguns padres lutam ao lado das FARC]. A primeira vez que ouvi a respeito deles foi de um amigo latino americano, o qual havia sido uma testemunha ocular da destruição e da confusão causadas por eles.
Alguns padres e freiras católicos ensinam coisas totalmente contrárias à doutrina católica. Contudo ainda lhes permitem ensinar em nome da ICR, mantendo posições de influência e autoridade. Presenciei alguns destes, quando freqüentei aulas de Educação Religiosa num colégio católico, em meados dos anos 60. Desde então eles têm se espalhado mais e mais, enquanto os seus ensinos se tornam cada vez mais extremistas.
Bioética - A ICR tem sido, supostamente, uma campeã na pregação da santidade de vida. Contudo, alguns padres católicos de uma prestigiosa universidade católica estão trabalhando ativamente para minar a santidade da vida humana, tanto na teoria como na prática.
A Universidade Georgetown é dirigida por padres jesuítas. É o lar do Instituto Kennedy de Ética, o qual é liderado por um padre jesuíta. Alguns dos membros do corpo docente da mesma são também padres jesuítas.
O Instituto Kennedy de Ética promove o aborto e a eutanásia, erros contrários à tradicional crença católica da santidade de vida. Ele está trabalhando para ter a "morte" redefinida, incluindo as pessoas no coma irreversível, a fim de que os médicos possam conseguir órgãos de melhor qualidade para os transplantes. Isso está documentado no livro "Culture of Death" (Cultura da Morte). A introdução do livro está disponível na Internet.
O Instituto Kennedy de Ética treina os médicos, enfermeiras, advogados, legisladores, professores e administradores de hospitais. Ele oferece também um "Curso Intensivo de Bioética" anual, o qual é assistido por pessoas do mundo inteiro. Ele possui filiais na Ásia e na Europa. Segundo a mulher com quem falei, ele possui a mais compreensível biblioteca do mundo, de literatura e bioética.
Ensinos e Práticas da Nova Era - A Nova Era é um atual ressurgimento do paganismo, o qual foi ocidentalizado e revestido de um vocabulário moderno. Ela nega as doutrinas fundamentais e a moralidade básica do Cristianismo. Ela é totalmente contrária aos "ensinos oficiais" da ICR. Contudo, existem padres e freiras católicos que estão promovendo publicamente as crenças e práticas da Nova Era. Essa é uma área onde existe uma enorme diversidade de crenças entre os católicos...
Alguns padres católicos estão ensinando os crédulos católicos a se engajarem em práticas ocultistas, inclusive na "canalização" ("espíritos" falando através das pessoas). Algumas freiras feministas participam de rituais pagãos, adoração "à deusa" (Gaia) e de prática da bruxaria.
Existem casas católicas de retiro que promovem as práticas da Nova Era. Um padre católico dirige uma casa católica-hinduísta "de oração", a qual apresenta estatuas de deuses hindus junto com o crucifixo.
Algumas escolas católicas já não ensinam as doutrinas fundamentais do Cristianismo, como a Ressurreição, por exemplo. Em vez disso, ensinam as crenças da Nova Era. Existem colégios católicos que dão palestras sobre rituais de bruxaria, canalização e adoração à deusa.
Existem freiras feministas que promovem o lesbianismo. Uma peça lésbica, que é literalmente pornográfica, tem sido encenada em nove universidades e colégios católicos (a maioria deles jesuítas), com a aprovação dos padres e freiras que dirigem essas instituições de ensino. Num dos colégios católicos, uma das atrizes da peça era uma freira.
Essas crenças e práticas da Nova Era são contrárias ao ensino católico tradicional. O lesbianismo e a pornografia são contrários à moral católica tradicional.
Outra área de diversidade entre os católicos é a variedade de "devoções" antigas. Vou ilustrar o assunto com um exemplo apenas.
Será que os católicos podem estar certos de chegar ao céu, usando um específico item religioso demonstrando sua devoção a Maria? Os teólogos e apologistas modernos provavelmente vão dizer: "Claro que não!" Contudo, existem católicos que acreditam que Maria lhes dará um "seguro contra o fogo" se eles seguirem suas instruções. Até aqui falou a ex-freira, Mary Ann Collins.
Essas instruções marianas têm sido entregues através das muitas aparições de Maria, promovidas pela ICR, sempre com o propósito de angariar mais riqueza para os já abarrotados cofres do Vaticano, que é sócio majoritário de todas as multinacionais, através das várias ordens religiosas, principalmente da Ordem Jesuíta.
Aqui no Brasil temos a Senhora Aparecida, que é a padroeira do Brasil e, por isso, temos sofrido tantas maldições divinas... O povo brasileiro, desconhecedor da Palavra de Deus, tem fome de milagres, pois os seus olhos estão cegos pela idolatria que Deus chama de "prostituição espiritual".
No jornal "Fraternizar", do Porto, Portugal, lemos algumas declarações que mostram a diversidade de pensamento entre os padres católicos e "sua santidade", o papa JP2. Vamos dar algumas.
O Pe. Mário Oliveira, autor do bestseller "Fátima Nunca Mais", afirma no jornal "Fraternizar" (edição 146, julho/setembro de 2002) que "A Senhora de Fátima é uma criminosa", explicando o porquê dessa declaração. Esse artigo, bem como uma dezena de outros dessa edição, pode ser visto na web site www.padremariodalixa.cjb.net. O Pe. Mário nega todos os milagres do Senhor Jesus Cristo e também a transubstanciação, doutrina mestra da ICR.
Na mesma edição, Frei Leonardo Boff diz que "Deus se parece com os piolhos, que estão mais junto dos pobres do que junto dos ricos". Enquanto isso, Frei Betto fala de celibato e pedofilia, admitindo o homossexualismo e atacando a pedofilia. Infelizmente, são os padres homossexuais que atacam os garotos dentro e fora das igrejas. E é claro que a causa dessas anomalias sexuais entre os padres católicos é o celibato forçado, que conduz ao homossexualismo e às aberrações sexuais.
Mary Ann Collins, no livro supra citado, diz algo sobre o celibato forçado: Alguns padres são secretamente casados. Quando eu era católica, tinha um confessor regular, um padre com quem me encontrava toda semana para ser dirigida e instruída sobre assuntos de fé e moral. Anos mais tarde, fiquei chocada ao descobrir que, ao mesmo tempo em que era o meu confessor, ele era casado secretamente. Eventualmente, ele abandonou a Igreja e casou publicamente com a sua mulher. Anos mais tarde, abandonou a esposa e voltou à Igreja, tendo sido reinstalado no ministério sacerdotal.
Quando eu era freira, foi-nos ensinado que o propósito do celibato era que fôssemos mais capacitados para servir totalmente a Deus. O apóstolo Paulo disse: "E bem quisera eu que estivésseis sem cuidado. O solteiro cuida das coisas do SENHOR, em como há de agradar ao Senhor; Mas o que é casado cuida das coisas do mundo, em como há de agradar à mulher". (1 Coríntios 7:32-33).
Mas, o que significa exigir que as pessoas permaneçam celibatárias? Antes, no mesmo capítulo, Paulo falou: "Porque quereria que todos os homens fossem como eu mesmo; mas cada um tem de Deus o seu próprio dom, um de uma maneira e outro de outra. Digo, porém, aos solteiros e às viúvas, que lhes é bom se ficarem como eu. Mas, se não podem conter-se, casem-se. Porque é melhor casar do que abrasar-se". (1 Coríntios 7:7-9).
Ao mesmo tempo em que discutia o celibato, Paulo dizia que Deus deu às pessoas dons diferentes. É bom que uma pessoa que tenha recebido o dom do celibato conserve-se celibatária. Contudo, se ela não tem esse dom, é melhor que se case.
Apesar das admoestações de Paulo, a ICR exige que os seus padres e freiras permaneçam solteiros. Como isso se tornou possível?
O papa Gregório VII reinou de 1073 a 1085. Naquele tempo, muitos padres católicos eram casados. Os reis e os nobres costumavam fazer doações de propriedades à ICR, em troca da fidelidade nos serviços dos padres. Alguns padres tentavam deixar essas propriedades aos seus herdeiros. Em troca, eles eram leais aos nobres que os proviam de lares. Com o fito de proteger as propriedades da Igreja e garantir que a lealdade dos padres fosse exclusivamente ao papa, e não aos governantes seculares, o papa Gregório aboliu o matrimônio clerical. Ele promulgou leis exigindo o celibato dos padres e, assim, livrou-se dos padres casados. (Malachi Martin, ps. 141-142 e John Schuster, "A "Concise History of the Married Priesthood in our Roman Catholic Tradition" e "Birth Control and the Catholic Church" (Informações contidas na internet).
No Ano 655 d.C., através de um decreto, o IX Concílio de Toledo tornou os filhos dos padres casados propriedade da Igreja. Estes imediatamente se tornaram escravos da ICR. Em 1089, através de um decreto, o Sínodo de Melfi, sob o governo do papa Urbano II, transformou as viúvas dos padres casados em escravas, ao mesmo tempo em que esses padres eram colocadas na prisão. Seus filhos eram até mesmo vendidos como escravos, ou então abandonados. (John Schuster, "39 Popes Were Married - Part IV" Subtitle "Infidelity: A Man-Made Concept". (Informação contida na Internet).
Os padres casados eram os mais visados pela Inquisição. (Raymond A. Grosswirth, "Celibacy". Artigo escrito por um católico que acredita que aos homens casados deveria ser permitido tornarem-se padres. Está na Internet.
Existe uma web site para os padres que estão lutando em favor do celibato. (http://www.marriedpriests.org.)
Há, na Internet, um site de apoio aos padres e freiras que estão envolvidos em "affairs românticos". (Good Tidings Ministry.)
Há também grupos mantenedores para ajudar os filhos nascidos de padres católicos. (Raymond A. Grosswirht, "Celibacy", já citado).
Nos últimos 15 anos, a ICR já pagou, na América, cerca de um bilhão de dólares por causa dos padres que foram acusados de abuso sexual. Há dois grupos mantenedores para ajudar mulheres envolvidas sexualmente com padres católicos paroquiais. A Igreja dos Ritos Orientais (que não exige o celibato) jamais teve problemas desse tipo.
Como vemos, a ICR não é tão santa, una e indivisível como pretende ser e a diversidade entre os protestantes, tão atacada pelos teólogos e líderes católicos, é menos censurável do que as pregações marxistas e as anomalias sexuais dos sacerdotes, que dizem estar sob o comando do "pastor" universal, o papa (agora já são dois). Por mais erros que nós, protestantes, possamos cometer na interpretação da santa, pura e infalível Palavra de Deus, ainda temos essa nave segura para nos conduzir ao porto da salvação, enquanto os católicos continuam naufragando no tempestuoso mar das mentiras religiosas da grande prostituta de Apocalipse 17-18.
Capítulo 14
As “Más Novas” da ICR
No site EIPS, encontramos este esclarecedor artigo do Dr. Ian Paisley sobre o “outro evangelho” que a ICR tem pregado, desde que foi fundada por Constantino e organizada em sua versão do Cristianismo pelo bispo apóstata , Silvestre, no século IV.
I – A TRINDADE
O papa se apropria, indebitamente, do lugar e dos nomes que pertencem exclusivamente a Deus (Vaticano II, “Lumen Gentium”, Vol. III).
1. Deus Pai - O papa afirma ser o “Santo Padre”, título exclusivo de Deus Pai. Em João 17:11, lemos: “E eu já não estou mais no mundo, mas eles estão no mundo, e eu vou para ti. Pai santo, guarda em teu nome aqueles que me deste, para que sejam um, assim como nós”.
2. Deus Filho – O papa afirma ser o líder da Igreja, quando somente Jesus Cristo merece esse título. Em Colossenses 1:8, lemos: “Ele (Jesus Cristo) é a cabeça do corpo, da igreja; é o princípio e o primogênito dentre os mortos, para que em tudo tenha a preeminência”.
Em Efésios 5:23, lemos: “Porque o marido é a cabeça da mulher, como também Cristo é a cabeça da igreja, sendo ele próprio o salvador do corpo”.
3. Deus Espírito Santo – O papa afirma ser o “Vigário de Cristo”, ofício exclusivo do Espírito Santo.
Em João 14:26, lemos: “Mas aquele Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito”.
O papa sempre tem usurpado os títulos divinos. O catecismo católico diz que o papa é “o árbitro do mundo, o supremo juiz no céu e na terra, julgando sobre todos e não sendo julgado por ninguém, sendo o próprio Deus na terra”.
Como vemos, a TRINDADE DIVINA tem sido usurpada pela ICR.
II - A INTERMEDIAÇÃO DE CRISTO
A Bíblia declara, na 1 Timóteo 2:5-6: “Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem. O qual se deu a si mesmo em preço de redenção por todos, para servir de testemunho a seu tempo”. Contudo, a ICR afirma que
1. As missas que ela celebra podem repetir o sacrifício de Cristo na cruz e transformar o pão e o vinho no corpo, sangue, alma e divindade de Cristo. Ela diz que a Eucaristia perpetua o sacrifício na cruz (Eucharisticum Mysterium, Intro. C). Ela afirma ainda que no sacrifício da missa o Senhor Jesus Cristo é imolado. (Ibid, C). Vamos ver o que diz a Bíblia. Cristo gritou na cruz: “Está consumado” (João 19:30). Em Hebreus 9:25-26, lemos: “Nem também para a si mesmo se oferecer muitas vezes, como o sumo sacerdote cada ano entra no santuário com sangue alheio; de outra maneira, necessário lhe fora padecer muitas vezes desde a fundação do mundo. Mas agora na consumação dos séculos uma vez se manifestou, para aniquilar o pecado pelo sacrifício de si mesmo”.
Em Hebreus 10:12, lemos: “Mas este, havendo oferecido para sempre um único sacrifício pelos pecados, está assentado à destra de Deus...”
2. A ICR elevou Maria ao ofício de Mediadora. O papa JP2 declara que “Em Maria efetua-se a reconciliação com Deus com a humanidade” (“On Reconciliation and Penance”, St. Paul Editions, p.139).
Nenhum cristão deve aceitar o “Culto à Bendita Virgem” (Vatican II, Lumen Gentium, VIII, p. 66). Isso é idolatria e um insulto à Pessoa de nosso Senhor Jesus Cristo.
Como vemos, a intermediação de Cristo é usurpada pela ICR.
III – A AUTORIDADE DA BÍBLIA
1. A ICR tem estabelecido as suas falsas reivindicações de que somente ela tem preservado a Palavra de Deus, sendo, portanto, a mantenedora da verdade bíblica. Entretanto, a sua rejeição à Bíblia como exclusiva regra de fé e prática, tem sido confirmada através de muitas adições feitas às Sagradas Escrituras. [Para não mencionarmos as perseguições que ela tem feito à Bíblia durante mais de 15 séculos]. O mandamento e admoestação de Deus é que nada seja acrescentado à Sua Palavra.
Vamos ler algumas passagens que dizem isso.
Deuteronômio 4:2: “Não acrescentareis à palavra que vos mando, nem diminuireis dela, para que guardeis os mandamentos do SENHOR vosso Deus, que eu vos mando.”
Deuteronômio 12:32: “Tudo o que eu te ordeno, observarás para fazer; nada lhe acrescentarás nem diminuirás”.
Provérbios 30:6: “Nada acrescentes às suas palavras, para que não te repreenda e sejas achado mentiroso”.
Jeremias 23:28: “O profeta que tem um sonho conte o sonho; e aquele que tem a minha palavra, fale a minha palavra com verdade. Que tem a palha com o trigo? diz o SENHOR”.
Apocalipse 22:18: “Porque eu testifico a todo aquele que ouvir as palavras da profecia deste livro que, se alguém lhes acrescentar alguma coisa, Deus fará vir sobre ele as pragas que estão escritas neste livro”.
2. A ICR acrescentou à Bíblia os livros apócrifos. Esses livros jamais foram reconhecidos pelo Cânon dos Judeus (Romanos 3:2). Todos foram rejeitados pelos pais da igreja e, obviamente, não são inspirados. O autor de 2 Macabeus, no verso 15:3, até se desculpa das imperfeições do mesmo. Um deles até parece induzir ao suicídio. [Imaginem o Espírito Santo, que é Deus, pedindo desculpas ao homem ou induzindo-o a cometer suicido!] Esses livros não constam das Sagradas Escrituras e, mesmo assim, foram acrescentados ao Cânon da ICR, a fim de completar a sua bíblia.
3. A ICR também acrescenta à Bíblia as tradições apostólicas e eclesiásticas. A tradição oral foi transformada em centenas de livros de tradição escrita, a qual não é confiável, conforme se pode ler em João 21:22-23: ”Disse-lhe Jesus: Se eu quero que ele fique até que eu venha, que te importa a ti? Segue-me tu. Divulgou-se, pois, entre os irmãos este dito, que aquele discípulo não havia de morrer. Jesus, porém, não lhe disse que não morreria, mas: Se eu quero que ele fique até que eu venha, que te importa a ti?”
4. A ICR também ensina que a interpretação da Escritura Sagrada deve ter o “consenso unânime dos pais.” Contudo, os pais jamais foram unânimes na interpretação da mesma, contradizendo-se uns aos outros, jamais estando de acordo. De fato, por incrível que pareça, Gregório (o Grande), Bispo de Roma, declarou que o Bispo de Roma que afirmasse ser o bispo universal (papa) seria o precursor do Anticristo. (Registo Epist. 1-b.v.11.Ind. Is e os. 33 et Benet Domisitos).
Cristo nos admoestou a respeito da tradição, declarando em Mateus 15:3,6 e 9: “... Por que transgredis vós, também, o mandamento de Deus pela vossa tradição? ... E assim invalidastes, pela vossa tradição, o mandamento de Deus... Mas, em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos dos homens”.
A ICR se apresenta, então, como uma confessa mentirosa, tornando-se, desse modo, alvo da condenação do Deus Todo Poderoso, por acrescentar, deliberadamente, tradições humanas às Sagradas Escrituras, que são a VERDADE (João 17:17).
No final do século 19, a ICR ainda iria acrescentar à Escritura Sagrada os dogmas da Imaculada Conceição de Maria e da Infalibilidade Papal, tentando escapar do desastre que dela se aproximava, depois da reviravolta causada na Europa pela Revolução Francesa.
Tudo isso nos mostra que a autoridade da Bíblia tem sido usurpada pela ICR.
IV. A REMISSÃO DE PECADOS
O papa JP2 declara: “Seria tolice e presunção... afirmar que se recebe o perdão fora do sacramento da penitência” (“On Reconciliation and Penance”, p. 15). Além, disso, ele insiste em que a confissão auricular com o sacerdote católico ”se constitui na única maneira ordinária através da qual o fiel, consciente de grave pecado, pode se reconciliar com Deus”. (Ibid, mesma página).
Contudo, a Bíblia nos ensina que o único meio para a verdadeira remissão de pecados é totalmente diferente daquele indicado pelos papas e pelos padres, através de penitências e absolvições dadas pelos mesmos. Vamos ler Esdras 11:11: “Agora, pois, fazei confissão ao senhor Deus de vossos pais...” Em Mateus 11:28, Jesus fala: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei”.
Como vemos, o Senhor Jesus Cristo jamais colocou qualquer padre ou papa entre Ele e o pecador. Portanto, a remissão dos pecados é também usurpada pela ICR.
V – A GARANTIA DE SALVAÇÃO
A ICR subverteu o meio de salvação ensinado na Bíblia, com esta doutrina: “Se qualquer pessoa disser que é pela justiça do próprio Cristo que ela é formalmente justificada, que seja anátema.” (Concílio de Trento, Secção 6, Cânon 10).
“Os pecados devem ser expiados. Isso deve ser feito na terra, através de tristezas, sofrimentos e provações nesta vida e, acima de tudo, através da morte. De outro modo, a expiação deve ser feita na outra vida, através do fogo e dos sofrimentos nos castigos purgatórios”. (Indulgentium Doctrina, I).
Desse modo, a ICR remove toda a segurança que um pecador pode ter em matéria de salvação eterna. Contudo, a Bíblia nos mostra um quadro bem diferente, no qual “o mais vil pecador,/ que verdadeiramente crê/, recebe, num instante,/ o perdão de JC”. Vejamos alguns versos sobre a simplicidade salvação:
“Mas Deus, não tendo em conta os tempos da ignorância, anuncia agora a todos os homens, e em todo o lugar, que se arrependam” (Atos 17:30).
“Pois assim como por uma só ofensa veio o juízo sobre todos os homens para condenação, assim também por um só ato de justiça veio a graça sobre todos os homens para justificação de vida”. (Romanos 5:18.
“Porque todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo” (Romanos 10:13).
“Mas vós sois dele, em Jesus Cristo, o qual para nós foi feito por Deus sabedoria, e justiça, e santificação, e redenção”. (1 Coríntios 1:30)
“Aquele que não conheceu pecado, o fez pecado por nós; para que nele fôssemos feitos justiça de Deus” (2 Coríntios 5:21)
“Não pelas obras de justiça que houvéssemos feito, mas segundo a sua misericórdia, nos salvou pela lavagem da regeneração e da renovação do Espírito Santo” (Tito 3:5). [E muitos outros versos que provam essa grande verdade].
Jesus Cristo veio para nos livrar do inferno, ao padecer na cruz por nossos pecados. Quem o recebe como Salvador, ganhará a Sua perfeita justiça e santidade e poderá agradar a Deus, tornando-se aceitável diante dEle. Qualquer outra tentativa de ganhar a aceitação de Deus jamais funcionará. Isso quer dizer que devemos abandonar a nossa velha maneira de pensar e passar a viver e se voltar para Deus...
Este é o convite. Nem a ICR, nem o batismo, nem as boas obras podem salvar-nos. Precisamos confiar somente em Jesus Cristo. “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie” (Efésios 2:8-9).
Podemos ser salvos, aqui e agora, recebendo total garantia de fé na certeza da vida eterna. Não precisamos de sacerdote algum – a não ser Cristo, (Hebreus 4:15). Nem de sacrifício algum, a não ser o de Cristo (1 João 1:7). E muito menos de mediador algum, a não ser Cristo (1 Timóteo 2:5).
As “más novas” da ICR nos garantem o purgatório – um lugar fictício. As “boas novas” de Cristo nos garantem o paraíso, através da simples fé em Seu sacrifício vicário na cruz. Estas são, de fato, BOAS NOVAS. Lembremo-nos do que Pedro (o “Primeiro Papa” da ICR) falou em Atos 4:12: “E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos”.
Como podemos constatar, A ICR não é uma igreja cristã e a garantia da salvação é mais uma verdade por ela usurpada.
Capítulo 15
Vocês acreditam em Maria?
No Capítulo 6 do seu livro “Answers to my Catholic Friends”, Thomas F. Heinze nos fala a respeito de Maria, a mãe de Jesus:
Sim, nós cremos em tudo que a Palavra de Deus fala sobre Maria. As crenças que rejeitamos são aquelas que vieram posteriormente, sem nenhum respaldo bíblico. Cremos que Maria foi uma mulher maravilhosa, escolhida por Deus para ser a mãe de Jesus Cristo. Também que ela ficou virgem até o nascimento do nosso Salvador. Por outro lado, não oramos a Maria nem lhe fazemos imagens, porque a Bíblia nos diz em Lucas 4:8: Adorarás ao Senhor teu Deus, e só a ele prestarás culto. A Bíblia nos ensina claramente que as orações devem ser dirigidas a Deus Pai. Quando os discípulos pediram a Jesus: Senhor, ensina-nos a orar, a primeira coisa que ele ensinou foi: Pai nosso... e lhes ensinou todo o “Pai Nosso”. Outra vez Jesus perguntou a um grupo de pessoas: Por que me chamais Senhor e não fazeis o que eu vos mando? Então, se Jesus nos mandou orar ao Pai, vamos fazê-lo!
Algumas vezes aqueles que desejam que oremos a Maria dizem que desde que ela foi a mãe de Jesus, ele sempre atende tudo que ela lhe pede. Você pode julgar por si mesmo se isso é ou não verdade, lendo a seguinte passagem da Bíblia: “Chegaram então sua mãe e seus irmãos e, ficando do lado de fora, mandaram chamá-lo. Havia uma multidão sentada em torno dele. Disseram-lhe: “Eis que tua mãe, teus irmãos e tuas irmãs, estão lá fora e te procuram”. Ele perguntou: “Quem é minha mãe e meus irmãos?” E, repassando com o olhar os que estavam sentados ao seu redor, disse: “Eis a minha mãe e os meus irmãos. Quem fizer a vontade de Deus, esse é meu irmão, irmã e mãe”. (Marcos 3:31-35)
Na Bíblia não existe exemplo algum de que alguém tenha ido a Jesus ou ao Pai através de Maria. Em vez disso, lemos: há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, um homem, Cristo Jesus, que se deu em resgate por todos (1 Timóteo 2:5-6). Jesus disse: Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai a não ser por mim (João 14:6). Cristo é o nosso único mediador. Ele nos coloca diretamente em contato com Deus, porque tomou sobre si os nossos pecados, os quais nos separavam de Deus, colocando-nos em contato direto com Ele.
A História nos ensina que as orações a Maria começaram no final do quarto século depois de Cristo. Se Maria vivesse na época, jamais teria permitido tal prática. Sendo uma mulher piedosa, ela jamais aceitaria as orações que deveriam ser feitas diretamente ao Deus único.
Na Itália, a capital do Catolicismo Romano, as pessoas tendem a criar várias imagens de Maria. Também acreditam que cada imagem por si tem habilidades particulares. Umas crêem que uma imagem tem poder para curar. Outras crêem que ela livra das lavas do Vesúvio. Outras protegem grupos particulares, como pescadores, por exemplo. As igrejas cheias de imagens são as que criam esse tipo de crenças. O resultado é que muitas pessoas viajam quilômetros, passando por várias imagens de Maria, em busca daquela pela qual serão ajudadas. Isso é obviamente idolatria e não é isso que desejo discutir, pois nada tem a ver com Maria, a mãe de Jesus, que é uma só. Seu poder não poderia mudar de uma estátua para outra...
Entrementes, olhemos para Maria, a mãe de Jesus, uma mulher tão real como você que está lendo este livro. Cremos que ela foi uma excelente mulher, já que Deus a escolheu para um papel tão especial que lhe daria proeminência e nos ajudaria com o seu exemplo. Não há, entretanto, razão alguma para crer que ela tenha sido concebida sem pecado (Imaculada Conceição), porque, após o nascimento de Jesus, nós a encontramos no Templo, oferecendo sacrifício pela sua purificação (Lucas 2:22-24). Era o mesmo que todas as mulheres hebréias costumavam fazer, depois de dar à luz (leia Levítico 12). Também, em sua prece de agradecimento a Deus, por ter sido escolhida para mãe do Salvador, Maria chama Deus de “meu Salvador” (Lucas 1:47). Se ela tivesse nascida imaculada, não precisaria de purificação, nem de um Salvador.
Mãe de Deus?
A Igreja de Roma ensina que Maria deve ser chamada “Mãe de Deus”, expressão jamais usada na Bíblia. A razão é porque ela é a mãe de Jesus Cristo e ele é Deus. Se à primeira vista isso parece aceitável, por outro lado, se ela fosse a mãe de Deus, poderíamos concluir que a criatura pode ser a mãe do Criador, isto é, que Maria nascida em um tal período da História seria a mãe de tudo relativo a Deus, que existiu desde toda a eternidade (Gênesis 1:1; João 1:1-3 e 14). A Bíblia não nos ensina tal coisa. Em vez disso ela diz que Deus, que sempre existiu, tomou a forma de homem através do nascimento virginal. Então, Maria é a mãe da natureza humana de Cristo, porém não de sua natureza divina, a qual existiu desde a eternidade (João 8:57-58). A fim de evitar confusão neste ponto, é melhor não a chamarmos Mãe de Deus.
Sempre virgem?
Conquanto a Bíblia ensine que Maria foi virgem até o nascimento de Jesus, ao mesmo tempo ela não nos dá razão alguma para crer que Maria tenha permanecido virgem toda a sua vida. De fato, Maria foi obediente a Deus que, quando falava de gente casada disse: Eis por que deixará o homem a seu pai e a sua mãe, e se unirá à sua mulher, e se tornarão os dois uma só carne. (Efésios 5:31 e Mateus 19:6). Falando particularmente de Maria e José, a Bíblia explica: Contudo, não a conheceu, enquanto ela não deu à luz um filho, a quem pôs o nome de Jesus (Mateus 1:25). Esta passagem obviamente estabelece que José não teve relação sexual com Maria antes do nascimento de Jesus, mas propositadamente exclui o tempo que se segue. Nem passagem alguma que fala da virgindade de Maria estabelece ter ela permanecido virgem, depois do nascimento de Jesus; pelo contrário, deixa claro que José e Maria tiveram vida normal de marido e mulher. Manter Maria virgem a vida inteira é fazer-nos crer que ela não obedecia a vontade de Deus para mulheres casadas, o que não a honra, de modo algum.
Quem eram os irmãos de Jesus?
Para provar que Maria não permaneceu virgem para sempre, a Bíblia nos fala dos irmãos de Jesus, diversas vezes, também. No Evangelho de Mateus, lemos: “Não é este o filho do carpinteiro? Não se chama sua mãe Maria, e seus irmãos Tiago, José, Simão e Judas. Não vivem entre nós todas as suas irmãs? Donde lhe vem, pois, tudo isso?” (Mateus 13:55-56).
Depois do nascimento de Jesus, todas as vezes em que a Bíblia fala de Maria, ela está sempre em companhia de seus filhos. Pelo visto, eles viviam juntos, como uma família normal (Mateus 12:46, 13:55-56, Marcos 3:31, 6:3, Lucas 8:19 e João 2:12). Alguns Católicos garantem que os irmãos de Jesus eram, na verdade, seus primos. Muitas traduções antigas da Bíblia Católica traduzem a palavra irmão por primo, sem qualquer respaldo bíblico, e somente no caso dos irmãos de Jesus Cristo. Todos os demais irmãos foram traduzidos por irmãos. A desonestidade nesse tipo de tradução foi tão evidente, que quase todas as traduções recentes da Bíblia, usam agora a palavra irmão...
Alguns Católicos até argumentam: “sim, eles eram irmãos, mas só no sentido espiritual, não físico”. Essa interpretação é também errônea, porque até a ressurreição acontecer, os irmãos de Jesus não criam nele (João 7:5). Então está muito claro que seus irmãos na carne não criam nele. Se seus irmãos não criam nele, obviamente não eram irmãos no sentido espiritual. Os tradutores da versão New American Bible (Nova Bíblia Americana) evidentemente reconhecem que esta contesta os ensinos romanos de que Maria permaneceu virgem após o nascimento de Cristo. Eles enfraqueceram levemente a tradução de João 7:5. Várias passagens da Bíblia realmente distinguem os irmãos espirituais dos irmãos físicos de Jesus. Exemplo disso é João: 2:12. “Depois disto, desceram a Cafarnaum, ele, sua mãe, seus irmãos e seus discípulos...” (Ver ainda João 12:46-50, Marcos 3:31-35, 6:1-3, Lucas 8:19-22). Passagens como estas deixam bem claro que a Bíblia faz distinção entre os irmãos de Cristo e seus discípulos.
Sobre esse falso fundamento da perpétua virgindade de Maria, os filósofos, através dos séculos, criaram muitas fábulas e idéias que não estavam embasadas na Bíblia ou em qualquer outro registro do período no qual ela viveu. Jesus Cristo não encorajou a excessiva glorificação de Maria, a qual é tão comum, agora. Lemos, por exemplo: Enquanto ele assim falava, certa mulher levantou a voz do meio da multidão, e disse-lhe: “Felizes as entranhas que te trouxeram e os seios que te amamentaram!” Ele, porém, respondeu: “Felizes, antes, os que ouvem a palavra de Deus e a observam” (Lucas 11:27-28. Ver também: Mateus 12:46-50 e Marcos 3:31-35).
Dar a Maria a glória que só deveria ser dada a Deus não é a maneira certa de honrá-la. Se eu chamasse você de “Sua Majestade, a Rainha da Inglaterra”, ou então dissesse: “foi maravilhosa a sua bravura ao enfrentar perigos para atravessar o Oceano Atlântico e descobrir a América!”, você se sentiria honrado? Provavelmente você me acharia um grande ignorante ou então que eu estaria zombando de você, não é? Certamente você iria preferir que eu dissesse algo de bom que você tivesse realmente feito...
Outra maneira de honrar Maria é fazer o que certamente lhe agradaria. A Bíblia nos dá apenas um mandamento dela. Foi nas Bodas de Caná que ela disse: “Fazei tudo o que ele vos disser” (João 2:5). Ela estava ordenando que os criados naquelas bodas obedecessem a Jesus em tudo que Ele os mandasse fazer. Uma vez que este mandamento foi dado numa ocasião especial e para um povo específico, nós até podemos deixar de cumpri-lo, se o desejarmos. Todavia, em nossos corações sabemos que Maria ficaria mais feliz se obedecêssemos a Cristo do que se deixássemos de fazê-lo, e ainda por cima ficássemos dizendo que estamos honrando-a. Então, vamos honrar Maria de uma maneira que não vá de encontro aos ensinos da Escritura, de um modo que ela e Deus possam aprovar. Sigamos o seu mandamento, fazendo tudo que Jesus nos manda fazer...
Quanto à intercessão a Maria que alguns fanáticos papistas dizem estar fazendo em meu favor, a fim de diminuir o meu tempo no lendário purgatório católico, peço-lhes, em nome de sua respeitável mãe biológica, para não me fazerem essa desfeita, porque eu já tenho o maior e melhor Advogado do universo intercedendo por mim, Jesus Cristo (Hebreus 7:25), e não preciso da ajuda de nenhuma “ Nossa Senhora” Daqui, Dali, nem Dacolá...
Pior é que tenho despesa e trabalho para ir até a Alemanha e trazer dez mil páginas de Berlim sobre a ICR e a sua atuação na Europa e nos USA. Leio mil paginas, a fim de colher umas 100 ps. de informações para dar a esses católicos iludidos e eles ainda nos acusam de falta de amor, de ser odiosa e tudo o mais. Quando chegarem lá em cima e descobrirem que Maria está mais morta do que eu, provavelmente vão chorar de arrependimento, mas já então será tarde demais.
Capítulo 16
GOSPA - O Movimento de Medjugorje
Seis adolescentes de Medjugorje afirmavam que a Virgem Maria os visitava quase diariamente, entre 1981 e 1991. Ela sempre aparecia à noite, com uma auréola luminosa sobre a cabeça, de túnica cinza sob um manto branco, algumas vezes carregando um menino ao colo.
Depois das aparições, que duravam entre 1 e 45 minutos, os jovens transmitiam as mensagens da Virgem aos monges franciscanos do povoado, os quais sempre precisavam corrigir seus erros de gramática. (Tudo indica que a Virgem não sabia falar bem o dialeto da localidade).
O mais importante é que as pizzarias, os bares, as lojas de lembranças e os hotéis se multiplicaram na localidade, a fim de atender mais de um milhão de peregrinos que para ali afluíam anualmente. Essas aparições cessaram por algum tempo, em 1991. Contudo, esse pequeno povoado campestre, com cerca de 300 habitantes, continuou arrecadando cerca de 70 milhões de dólares por ano, devido às aparições da Virgem. E tem mais. Os 6 garotos até davam autógrafos aos peregrinos!
A seguir, vamos ler uma defesa ardorosa de Medjugorje, que hoje tem um movimento internacional conhecido como GOSPA, dando anualmente milhões de dólares de lucro ao Vaticano e aos católicos que lá se instalaram, a fim de fazer bons negócios com esse movimento que eu chamaria de "Gospa & Cia. Ltda.". Mesmo porque essas aparições voltaram a acontecer e Medjugorje já se tornou, segundo o papa JP2, "uma continuação de Fátima!".
O artigo abaixo foi retirado do site http://www.ianpaisley.org na seção de "Errors of Rome", a minha favorita. Ele nos manda ler um artigo do católico Paul Burnwell e tirar nossas próprias conclusões, como crentes bíblicos:
Paul Burnwell, a partir de sua própria experiência, responde aos críticos.
S. Paulo diz que "onde abundou o pecado superabundou a graça". Temos visto abortos, imoralidade sexual, racismo, eutanásia, o Holocausto, armas nucleares, rompante materialismo e pobreza global causados pela injustiça econômica. [Será que esse católico Burnwell não sabe que: 1). A imoralidade e a violência têm sido causadas pela deturpação e conseqüente descrédito na Palavra de Deus? 2). Que o Holocausto foi obra de Hitler, abençoada por Pio XII. 3). que a pobreza global é de responsabilidade do Vaticano, já que as multinacionais que exploram o povo são quase todas de propriedade do mesmo?]
Existe uma apostasia difundida pelo afastamento dos ensinos católicos e os pastores docentes estão levando suas ovelhas a se extraviarem.
Deveríamos esperar um derramamento da graça de Deus através da Mediadora de Todas as Graças. As aparições diárias em Medjugorje, a partir de 24/06/1981, são uma aula de Eucaristia, com Maria nos dando armas para combater nessa guerra espiritual. [Realmente, se a nossa luta não é contra a carne, o "Anjo de Luz" da 2 Coríntios 11:14 precisa se transformar numa deusa linda, a fim de trazer o acréscimo da idolatria e, conseqüentemente, o afastamento de Jesus por parte dos cristãos nominais].
Prossegue Burnwell:
Depois da minha conversão em 1990, comecei a viver a mensagem de Nossa Senhora, jejuando a pão e água, nas quartas e sextas feiras, indo à missa e rezando o rosário diariamente, e me confessando todo mês, a fim de poder viver conforme a Escritura. [Vejam aí as boas obras, prática essa que muitos evangélicos pentecostais estão adotando, quase como uma condição sine-qua-non de salvação, e para crescer na graça! Só não consegui encontrar na Bíblia onde o Senhor nos comanda a rezar o rosário todo dia e a nos confessar, a fim de podermos viver conforme a Escritura!] Deus e sua bendita Mãe me deram essa graça.
Minha peregrinação de 1990 teve um tangível sabor celestial, prosseguindo com a minha segunda visita, num comboio de auxílio aos refugiados de 1993.
Milhões de pessoas no GOSPA, o movimento de Medjugorje, receberam uma recordação das verdades de nossa fé católica, graças ao Deus Todo Poderoso e ao Gospa Croaciano. [A Croácia é a parte católica da Iugoslávia, onde, durante a II Guerra Mundial, a mando de Pio XII e através do Arc. Aloísio Stepinac, um milhão de sérvios ortodoxos (homens, mulheres e crianças) foram torturados e mortos, por não terem aderido ao Catolicismo Romano (The Vatican Holocaust, Avro Manhattan). Tendo perdido a II Guerra Mundial (1945), a da Coréia, (1950-1953), e a do Vietnã (1954-1975), o Vaticano resolveu adotar um sistema menos sangrento - o Ecumenismo - e com este conseguiu derrubar todas as barreiras que se levantavam contra o seu domínio global. Como teria dito o Papa Negro: Antes tarde do que nunca!].
Ele (o GOSPA) ensina as maneiras básicas, dizendo que Maria agradece as respostas dos fiéis, chamando-os: "Queridos filhos,...deixem que a Santa Missa seja a sua vida...Orem com o coração...Abracem a cruz, a fim de evitar guerras, orem em família pela paz, paz, paz, reconciliem-se... Orem pelos incrédulos... Se vocês soubessem como eu os amo, na certa iriam gritar de alegria". [Essa Maria é um bocado esperta. Ela sabe que se falar 80% de verdade, os 20% de erros doutrinários acalentadores, estes 20% passarão completamente despercebidos e os seus "filhos" cairão como patinhos em suas garras].
Os frutos de Medjugorje incluem: conversões de ateus, de membros de outras denominações e fés, o retorno de padres e outros religiosos relapsos, curas, nascimento de novas comunidades, curas de viciados em drogas na Comunidade Cenáculo de Soror Elvira, etc.
GOSPA nasceu porque a Rainha da Paz nos garante que Deus existe e nos ama. Essa paz fez com que o terrorista do IRA, Damien McShane, trocasse as balas pelo rosário e um jornalista do Tabloid protestante, Healther Parson, voltasse a ser um crente convicto, passando a viver para a ICR.
O escritório da paróquia de Medjugorje já documentou 445 curas médicas. O paralítico escocês em cadeira de rodas, Heather Duncan, foi curado de sua paralisia. Notavelmente, Rita Klaus acreditou e orou em sua casa, nos USA, tendo sido curada de esclerose múltipla, cura confirmada pelo Escritório Médico de Lurdes.
O Card. Siri de Gênova, em 1989, observou: "Noto que as pessoas que voltam de Medjugorje se tornam apóstolos. Renovam as paróquias. Formam grupos de oração. Rezam diante do Santo Sacramento. Renovam a Igreja"
Como muitos bispos, o Card. Christopher Schoenborne de Viena, disse: "Se eu fosse um opositor de Medjugorje, teria de fechar o meu seminário, pois quase todos os candidatos foram vocacionados ao sacerdócio através de Medjugorje".
Ele disse aos peregrinos de Lurdes, em 12/07/1998: "Pessoalmente ainda não fui a Medjugorje, mas de certo modo lá já estive 3 vezes, através de pessoas que conheço ou tenho encontrado. Estaria mentindo se negasse os fatos que lá acontecem".
O escritor e teólogo Fr. Francis Marsden disse: "Fui padre por 18 anos. Jamais ouvi nem experimentei confissões de tanta profundidade ou penitência como as que tenho ouvido em Medjugorje, durante minhas quatro visitas... As conversões acontecem com pessoas que jamais estiveram em Medjugorje. Podem vir através de vídeos, de um livro, de uma mensagem recebida, de ouvir testemunhos dos amigos e na freqüência a muitos grupos de oração. Até mesmo assistir um vídeo pode tornar-se uma experiência de extraordinárias graças".
Medjugorje é um importante centro ecumênico de comunhão entre diversas fés, atraindo peregrinos muçulmanos, ortodoxos e anglicanos, os quais voltam para casa rezando o rosário. A vidente Mirjana [Que nome, hem?] afirma que Nossa Senhora lhe disse que todas as religiões não são iguais diante de Deus, mas que todos os homens o são. [Acho que a "santinha" andou lendo a Bíblia!]
Seus problemas são as indagações espalhadas por causa de Faustina, a primeira santa do Novo Milênio, cujos escritos haviam sido antes banidos pelo Vaticano e pelo santo Pe. Pio, que havia sido proibido de rezar a santa missa em público.
O porta-voz do papa, Dr. Joaquim Navarro-Valls, disse (21/07/1996) que os católicos poderiam assistir a missa particular e que os padres deveriam prover o sustento pastoral do santo.
Ele disse ao Catholic News Service nos USA: "Por acaso a Igreja e o Vaticano proibiram os católicos de visitar Medjugorje? Não!"
O Card. Franjo Kutharic de Zagreb disse ao Croatian Catholic Newspaper, em 1993, que Medjugorje é um santuário mariano, acrescentando: "Nada temos contra a veneração à Mãe de Deus, segundo o ensino da Igreja e de nossa fé. Daí por que deixamos esse assunto para futuros estudos. A Igreja não tem pressa".
O Bispo de Mostar falou, numa recente reunião em sua paróquia, que ele não cria nas aparições, mas estava satisfeito com a administração da paróquia. Todos os franciscanos são por ele comissionados. Ao contrário do que dizem, o Card. Vinko Puljic, nada falou sobre Medjugorje, durante o Sínodo dos Bispos, Roma 2001.
O web site de Medjugorje em geral faz entrevistas com os bispos visitantes - 206 cardeais até agora.
O Card. Conrado Ursi, 94 anos, arcebispo aposentado de Nápoles, disse, em novembro de 2001: "Vim aqui para rezar e não para discutir. Desejo minha completa conversão pessoal... Que alegria e imensa graça é estar presente aqui".
Os videntes conseguem ficar em paz, apesar do intenso escrutínio da mídia com os característicos ataques dos incrédulos. Como todos os fiéis, eles oram pelo seu bispo e também pelos críticos. [Os bispos precisam muito de oração, a fim de se converterem. E os críticos, a fim de não resvalarem, caindo no abismo dos engodos da ICR].
Intensos testes científicos têm comprovado a sanidade mental dos videntes. O falecido Fr. Slavko Barbaric, OFM, doutorado em Psicologia e Psiquiatria, foi para Medjugorje, a fim de desmascarar os videntes, mas acabou se tornando diretor espiritual dos mesmos. [Quem sabe o cachê era bem maior!]. Seus livros devocionais são obras primas espirituais e os privilegiados que assistem os seus encontros anuais de oração na Inglaterra, e em todo o mundo, jamais conseguem esquecer a sua profundidade e simplicidade.
Medjugorje dispõe de um completo programa pastoral, incluindo conferências internacionais para sacerdotes, casais, líderes de grupos de oração e da juventude. A recente conferência internacional sobre cura e partos atraiu mais de 500 sacerdotes.
Quem segue as mensagens do GOSPA, como a Escritura do Semeador, pode fazer a sua própria investigação, conforme Nossa Senhora disse em sua mensagem registrada no 21o. aniversário (25/05/2002): "Amados filhos, hoje eu rezo por vocês e com vocês, a fim de que o Espírito Santo possa ajudá-los no crescimento de sua fé, de modo que possam aceitar cada vez mais as mensagens que estou lhes trazendo neste lugar sagrado. Filhinhos, comigo vocês estão seguros. Desejo conduzi-los em todo o caminho de santidade. Vivam minhas mensagens, praticando em suas vidas cada palavra que estou lhes entregando. Que elas possam ser preciosas a todos vocês, pois procedem do céu. Agradeço que tenham atendido ao meu chamado" [Agora a Senhora de Medjugorje demonstrou um pouco de humildade, agradecendo aos fiéis. Eu nunca li na Bíblia Jesus agradecendo qualquer coisa a um dos seus discípulos, porque Deus (e Maria não é uma deusa?) não precisa agradecer coisa alguma às suas criaturas. Talvez por isso ela não tenha citado João 14:6, dizendo que ela é "o caminho, a verdade e a vida..."]
Teólogos católicos, como o Mariólogo Fr. Michael Carrol, lê as mensagens, sublinhando os ensinos de devoção ao papa. Em agosto de 1994, o GOSPA falou do papa JP2 como sendo o único pastor escolhido para a nossa época. Ele nunca ora ou faz qualquer declaração oficial, enquanto prosseguirem as investigações, embora haja muitos testemunhos registrados e documentados sobre observações informais, vindas de bispos, padres e leigos, muitas mesmo, para serem simplesmente invenções. Ele disse ao Bispo Pavel Hulca, SJ, em 26/03/1984, seu conselheiro em Fátima, depois do atentado que sofreu, em 1981: "Medjugorje é a continuação de Fátima. O mundo perdeu o sentido do sobrenatural. Está reencontrando-o em Medjugorje, através da oração, do jejum e do sacramento da Reconciliação". Depois ele disse que os peregrinos deveriam "proteger Medjugorje". [Tinha de haver em Fátima um conselheiro jesuíta para o papa, pois a Ordem de Loyola tem controlado todos os "santos padres" de Roma.]
Durante a sua visita a Sarajevo, com 30 membros de sua comitiva incluindo dois bispos, ele ficou um tempo em Medjugorje, onde celebrou missa.
Aqui termina o relato do católico Paul Burnwell. Como podemos ver, a chamada "operação do erro" sobre a qual nos alerta o apóstolo Paulo, na 2 Tessalonicenses 2:11-12, está em franco andamento, tornando-se cada vez mais agressiva. Os crentes evangélicos que se deixam levar por emoções, visões e revelações são os que mais facilmente irão cair nos engodos da ICR, aderindo ao Ecumenismo, cujo objetivo único é reunir todos os cristãos (e pagãos) num só rebanho, com um só pastor - o papa.
Capítulo 17
Dançando com o Diabo
Vamos dar a palavra ao Dr. Ian Paisley, em seu artigo publicado no site da EIPS, “Dancing with the Devil”:
O Cardeal Desmond Connell, de Dublin, que havia recebido o chapéu vermelho na quarta feira passada (12/03/01), provocou uma tempestade semelhante àquela causada pelo documento “Domine Jesus” do papa JP2. Connell declarou que o fato das igrejas não católicas convidarem os católicos para receber a comunhão faz com que a Igreja da Irlanda deixe de “respeitar a fé e as obrigações de nossos membros e, conseqüentemente, a causa do Ecumenismo”.
Será que foi um “chapéu vermelho” ou um “chapéu maluco” o autor dessa declaração?
O arcebispo anglicano, Walton Empey, achando que o comentário do cardeal poderia criar uma acrimônia, declarou: "Em tempos como estes, sinto que Jesus está chorando e o diabo dançando”. [Eu diria que Jesus chorou diante do túmulo de Lázaro, de pura emoção, e que deve estar chorando agora, de pura tristeza, ao ver a crescente apostasia mundial.]
Fica bem claro, a fim de que todos possam ver, que o Ecumenismo não passa de um engodo, e que ele jamais poderá ser alcançado, sendo apenas uma perda de tempo em palavras ilusórias, enquanto tantas almas continuam se perdendo eternamente para alegria do Diabo. Em vez de ataques repentinos contra esse homem e o Ecumenismo centrado em Roma, a Bíblia deveria ser pregada, a fim de nenhuma alma venha a perecer.
Jesus deve estar muito aborrecido pelo abuso contra as palavras que Ele falou, as quais foram cuidadosamente preservadas na Bíblia. Cada vez que leio “para que sejamos um” (João 17:11), fico tremendo diante da má interpretação da Escritura. Esse verso foi retirado do contexto, a fim de sangrar até a morte. Unidade – ser um – nada tem a ver com o processo ecumênico, pois este movimento está querendo incorporar o que não é aceito pela Bíblia E aderir a uma instituição que prega fraudulosamente um evangelho diferente significa dançar com o Diabo.
Se os defensores do Ecumenismo desejassem mais claramente explicá-lo, eles deveriam dizer o seguinte:
“Quando os católicos romanos recebem a comunhão eles estão declarando estar em completa comunhão com aquelas pessoas com as quais recebem a comunhão. Mas a nossa comunhão com a Igreja da Irlanda e os demais protestantes é incompleta, visto como eles e nós não temos a mesma fé, sobre, por exemplo, a Eucaristia, (além de outros itens)”. Então é isso. Não temos a mesma fé, por exemplo... em coisa alguma. Os protestantes se apegam à Escritura, enquanto os católicos se apegam à Igreja de Roma, com os seus dogmas, doutrinas, tradições e a salvação através da Igreja.
Vejam que na declaração de Connell não existe qualquer menção de estarem os católicos em comunhão com Deus e que graças devem ser dadas a Deus pela morte vicária na cruz e pela vitória de Cristo sobre a morte.
Num segundo artigo no “Catholic Standard”, Mons. Dennis Callagham falou: “Esta é uma fantástica oportunidade para que dois arcebispos entrem num diálogo, a fim de explicarem as posições um do outro e encontrarem algum tipo de consenso”.
Vamos destacar aqui alguns pontos importantes:
Primeiro, exatamente quantos (se é que existe algum) e por que os católicos estão freqüentando as igrejas protestantes durante os cultos de comunhão, em vez de permanecerem em suas igrejas?
Segundo, porque há necessidade de qualquer diálogo? E quem acha que deve ser assim, quando de fato as diferenças são tão obviamente claras?
Terceiro, Por que deveria existir um compromisso? Quem vai se comprometer? E por que isso deve ser considerado apropriado? Toda essa conversa fiada é simplesmente ridícula. Os dois grupos deveriam se sentir completamente livres para fazer o que lhes parecesse apropriado. [Por que a ICR tem sempre se mostrar autoritária em tudo o que realiza? Onde está a liberdade religiosa pregada pelos protestantes?]
Como a ICR está banindo a intercomunhão, nenhum compromisso deve ser conseguido e então não há motivo algum para que o Ecumenismo seja executado, a não ser que a brigada ecumênica planeje adotar obrigatoriamente a transubstanciação. [Por causa dessa maldita doutrina católica milhões de dissidentes foram mortos, durante centenas de anos, sem falar nas vítimas que pereceram após a Reforma Protestante, inclusive nas duas Grandes Guerras organizadas pelo Vaticano e outras muitas guerras, cujo objetivo sempre foi liquidar os não católicos.]
A ICR vive falando em termos de compromisso, porém tem sempre agido sem qualquer intenção ou mecanismo de realizar qualquer compromisso, a partir do seu lado. Essa conversa fiada é pura perda de tempo e esforço. [O Ecumenismo, que eu apelidei de “Eucomomesmo”, é apenas a mais letal de todos as armadilhas, a fim de neutralizar os protestantes e os membros das religiões não católicas]. Jesus jamais assumiu qualquer compromisso com os fariseus ou os pagãos, em hipótese alguma.
Paul Tighe, líder do “Mater Dei”, declarou: “Uma coisa que parece estar emergindo claramente nesse debate é que o ensino da ICR sobre a “intercomunhão” não tem sido compreendido por muitos católicos envolvidos. Muitos deles o percebem como se um simples e arbitrário banimento ou regulamento pudesse ser removido, caso houvesse um compromisso real com o Ecumenismo”.
Aqui podemos ver que o banimento jamais será removido. Então o ponto do diálogo é sempre falar de maneira dobre. Como vemos e continuamos a afirmar, os esquemas da ICR e suas conspirações diabólicas, perpetrados durante séculos, jamais irão mudar. Ela é especialista em usar palavras vãs...
Para os verdadeiros crentes o ato da comunhão representa uma ação de graças pelo sacrifício de Cristo e uma recordação de sua morte em benefício de todo pecador, um terrível sacrifício feito por Deus, a fim de que o homem fosse salvo dos seus pecados.
Para os membros da ICR a comunhão significa que o padre é um invocador, como nas seitas ocultistas, no sentido de que o pão e o vinho se transformem física e corporalmente no corpo, sangue, alma e divindade do Senhor Jesus Cristo. Mas como? Isso não é possível! [Como pode o Rei dos reis e Senhor dos senhores obedecer às palavras de comando de um miserável pecador, usurpador dos seus títulos honoríficos, e descer do céu, para se transformar num “deus” de araque?]
Jesus está no céu, assentado à destra do Pai, preparando muitas mansões celestiais para os seus fiéis seguidores (João 14:2) Ele jamais poderia estar na ICR, em todas as igrejas do mundo inteiro, ao mesmo tempo! Além disso, se ele é um ser transubstanciável será que os católicos das gerações anteriores já não o terão comido totalmente, [visto como Ele é tão fraco a ponto de obedecer às palavras de um simples mortal? Ora, isso é ocultismo da pior espécie e essa “Igreja” não passa de uma sucursal do Inferno e por isso vive dançando com o diabo!]
Será que ainda restou algum pedacinho do “deus” da ICR para ser comido? Mons. Callagham disse ainda que as diferenças entre as igrejas sobre a intercomunhão derivam em parte do ensino da ICR sobre a invalidez das ordenanças anglicanas. Ele disse também que “compartilhar da comunhão não significa um passo em direção à unidade entre os cristãos e que, em vez disso, seria selar o final desse processo”.
Interpretação – Se as ordenanças anglicanas são inválidas, nesse caso Roma jamais vai abraçar coisa alguma do Anglicanismo e fica bem claro que o Ecumenismo é apenas uma estrada de mão única, através da qual todas as demais religiões terão de subjugar-se à ICR.
Então, segundo as suas próprias palavras, todos teremos a mesma fé [e estaremos em completa comunhão com aqueles com quem iremos nos congregar, sob a égide da “Santa Madre”].
Nesse caso, qual foi o compromisso de que se falou antes? Simplesmente que todas as igrejas venham a submeter-se à ICR, a fim de terem com a mesma perfeita comunhão. E que todas as exigências do papa no sentido do diálogo nos levam a uma única conclusão lógica:
O Ecumenismo apenas tem desviado os protestantes de sua trilha de ganhar almas para o Senhor Jesus Cristo. Ele nos tem tomado um valioso tempo que não poderíamos desperdiçar, enfraquecendo o evangelismo e impedindo-nos de ganhar muitas almas para o Senhor.
Duvidam? Vamos parar para conferir o que a ICR tem rendido, ou até mesmo oferecido, à guisa de Ecumenismo, a qualquer outra igreja protestante. O que foi que ela já nos deu? Se alguém não conseguir se lembrar, vamos responder: ela não ofereceu coisa alguma, desde que a estrada do Ecumenismo foi construída. Um compromisso é algo feito entre duas partes. Por acaso ela fez a sua? Lá pelo ano de 1998, Desmond Connell disse na Rádio da Irlanda que “era uma vergonha os católicos receberem a comunhão numa igreja anglicana.”
Como podemos observar, nada mudou, não é isso? Já se passaram dois anos de desperdício (2001). Dois anos de conversa fiada, em vez de estarmos evangelizando. Novamente o caso de Pavlov e os seus cachorros!
Capítulo 18
Israel e o Papa
O mundo inteiro está preocupado com a situação no Oriente Médio, onde árabes e judeus se confrontam numa guerra sem tréguas, cada um desejando levar a melhor. Atualmente Israel está invadindo algumas cidades ocupadas há décadas pelos palestinos. O povo judeu cansou de tanto terrorismo praticado por homens e mulheres bombas, que têm sacrificado inutilmente suas vidas a serviço de Arafat. Este protótipo do Anticristo, que recebeu, injustamente, o Prêmio Nobel da Paz, tem sido o principal responsável por toda a carnificina dessa guerra cruenta.
Os palestinos desejam tirar de Israel as terras que lhe pertencem por direito bíblico e nisso têm sido apoiados pelo mundo inteiro, com exceção dos USA, que ainda continuam apoiando Israel. O certo é que todos os países desejam sacrificar Israel, como se ele fosse um novo Isaque a ser imolado como oferta a um Deus exigente, que neste caso não seria o Deus de Israel, mas o deus Alá, de Maomé.
A tentativa de destruir Israel poderá ser a fonte da maior reviravolta da história mundial, como foi para os Israelitas aquela noite da Páscoa no reino do Faraó, na qual foi prefigurado o sacrifício do Cordeiro divino, imolado por amor da humanidade pecadora, cujo sacrifício continuará valendo, até o final dos tempos.
Israel parece ter enveredado, ultimamente, por um beco sem saída, mas a poderosa mão de Deus há de guiar esse povo por Ele escolhido e lhe dar, após um tempo de terrível angústia, o merecido repouso do guerreiro intrépido, que procura recuperar o que lhe foi roubado pelos fanáticos seguidores de Alá/Maomé.
A graça de Deus enxerga além da mais profunda necessidade dos homens e das nações. Ela nos alcança onde quer que estejamos, falando diretamente conosco em linguagem discernível, provando ser tão imerecida quanto abundante e alcançando todos os que reconhecem a voz do "Filho Amado".
Outro responsável pelos distúrbios no Oriente Médio tem escondido a face sob uma camada de religiosa respeitabilidade. Ele tem-se intrometido nos assuntos de Israel com os palestinos, na certa visando a parte do leão, na hora de repartir o bolo. Roma tem quase certeza de que é a herdeira infalível e absoluta do cristianismo primitivo e, por isso, deseja instalar-se em Jerusalém, a fim de “provar” a sua legitimidade como Igreja. Contudo, isso jamais acontecerá, porque o Anticristo vai dar um basta nos abusos dessa Igreja que vai colocá-lo no poder, usando todo a sua força religiosa, política e econômica. Quando o Anticristo se voltar contra os judeus, já terá se voltado contra a “mulher” que o colocou no trono (exatamente como as prostitutas costumavam fazer no passado, colocando os seus papas favoritos no “trono de Pedro”) e irá destruí-la, a fim de realizar o cumprimento da profecia de Apocalipse 18.
O líder dessa Igreja, que vive pregando a paz, mas que anseia pela guerra, conforme o Salmo 120:7, é o papa "globe trotter". Como diz o teólogo Júlio Carancho, ele tem reformado o inferno e negado a existência do céu, sabendo, bem no íntimo, que nenhum papa jamais entrou no céu, tendo ido todos para o inferno, daí fazerem questão de negar a existência de ambos. Ele sabe que Deus condena a idolatria, chamando-a de prostituição espiritual, mas teima em ajoelhar-se diante dos ídolos de madeira, ferro e barro, ensinando os fiéis católicos a fazer o mesmo. Morre de medo do porvir espiritual, continua Júlio, vestindo-se como um palhaço para impressionar o mundo, embora enfrente os mesmos problemas de uma pessoa comum, cujo corpo, quando privado de suas vestes magnificentes, apresenta uma terrível debilidade física, prestes a ser entregue aos vermes, e será por estes devorado em pouco tempo.
Capítulo 19
Quem vai ser o próximo papa?
Roma está fechando o cerco ao redor dos padres pedófilos americanos, a fim de limpar a barra da Igreja para a chegada do novo papa.
JP2 está velho e enfraquecido demais pelo mal de Parkinson e já não se agüenta em pé. Não pode ser despachado para o Purgatório, como fizeram com o seu antecessor, João Paulo I (JP1), por ser conhecido e amado no mundo inteiro. Ele foi o MAIOR diplomata que a Igreja teve em todos os tempos (desde a sua fundação pelo imperador pagão Constantino, ano 314 d.C.). Por isso vai ter a sorte de morrer de morte natural, pelos imensos dividendos políticos, econômicos e religiosos que tem conseguido para a sua Igreja, faturando o mundo inteiro para o Vaticano e concretizando a sonhada apostasia dos judeus e protestantes, cuja maioria já se dobra reverentemente, para engraxar-lhe as botinas de couro legítimo.
Albino Luciani (JP1) foi papa durante 33 dias (1978). Quis mexer no vespeiro dos negócios escusos do Vaticano e foi logo despachado (via SEDEX) ao Purgatório, conforme os livros escritos sobre o assunto - "Em Nome de Deus" (David Yallop), "The Vatican in World Politics" (Avro Manhattan), "Vatican Assassins" (Eric Jon Phelps) e muitos outros. Como sempre acontece, quando o Vaticano manda assassinar algum papa ou católico dissidente (Joana d´Arc, por exemplo), agora o falecido papa JP1 vai ser canonizado, a fim de limpar a barra da ICR.
A ICR é a organização política, econômica e religiosa mais corrupta do planeta. Sempre que uma nova eleição se aproxima, muitas intrigas, especulações e negócios secretos se desenvolvem nos bastidores ocultos do Vaticano, principalmente no "Little Vatican", como é chamada a Catedral de S. Patrício em Nova York, comandado pelo Cardeal Arcebispo Edward Eagan, atualmente o homem mais poderoso da ICR nos USA, cuja Igreja é mais rica do mundo, sustentada pelos católicos (e protestantes) mais abastados do Ocidente. Contudo, o homem mais poderoso do mundo não é o papa oficial, mas o chamado "Papa Negro", padre Peter Hans Kolvenbach, o General dos Jesuítas.
A ICR americana é tão poderosa que no dia 02/07/2002, obrigou a Corte Suprema dos USA, por 5 votos a 4, a assinar uma lei que obriga o país a sustentar TODAS as escolas paroquiais católicas com os impostos dos cidadãos americanos. Já não lhe bastava controlar todo o ensino médio e superior, todo o sistema de saúde, a mídia, todas as multinacionais e editoras do país (inclusive as evangélicas, que agora não podem mais publicar um só livro, inclusive Bíblias, sem o invisível imprimatur de um hierarca romano), a imigração e as forças armadas, sem falar na CIA e no FBI, os quais, segundo Eric Jon Phelps, em sua obra “Vatican Assassins”, são comandados por católicos fiéis ao papa.
Para um poder tão fantástico, um papa não seria o bastante. Por isso existem atualmente dois papas católicos lutando pela primazia, como aconteceu na Idade Média.
JP2 é mais conhecido e badalado, por ter viajado pelo mundo inteiro, como "public relations" do Vaticano. Esse velho, trêmulo, cansado e esclerosado "infalível", ainda é o símbolo maior da ICR.
Na época de sua eleição havia duas superpotências mundiais - URSS e USA. Em menos de 12 anos o Vaticano e o seu aliado maior, os USA, conseguiram destruir o comunismo soviético e hoje, depois de engolir todos os países do Ocidente e criado a União Européia, o Vaticano já não corre o perigo de ser derrotado por causa do seu gigantesco poder político, econômico e religioso espalhado por todo o planeta.
Nenhum presidente americano, desde Ronald Reagan, tem tido a ousadia de desobedecer qualquer ORDEM recebida do "Little Vatican", se quiser permanecer vivo. Kennedy tentou governar o país para os americanos e se deu mal, assim como no passado, Abraão Lincoln, e também os outros três, todos cinco assassinados, segundo o livro de Phelps, a mando dos jesuítas.
Hoje o Vaticano já não precisa mais se preocupar com os presidentes, que, segundo Phelps, são previamente eleitos no Vaticano, pois todos eles têm sido educados nas universidades jesuítas, de lá saindo com a "cabeça feita" no sentido de realizar todos os desígnios de Roma.
Pio 13 foi eleito em 24/10/1998 pelo grupo americano "True Catholic". Ele anatemiza o Concílio Vaticano II e todos os papas eleitos depois de Pio XII, que para ele foi o último papa legítimo, sendo falsos todos os que vieram depois do mesmo. Condena o seu confrade JP2, chamando-o de herege e publicando em seu site as 101 heresias que, segundo ele, o "papa bonzinho" tem falado em seus pronunciamentos, ao redor do mundo.
Pio 13 odeia todos os hereges, segundo o Concílio de Trento. Ele é o "lobo mau", para quem a humanidade é o "chapeuzinho vermelho".
Vamos aguardar a saída da fumacinha na chaminé de S. Pedro, para ver quem será o novo "infalível", o qual deve se chamar JP3, a fim de agradar a incontável multidão de papólatras, todos saudosos do papa atual. Antes disso, porém, JP1 deve ser canonizado, a fim de deixar JP2 na fila para a mesma farsa.
Pio 13 é o papa dos católicos anti-ecumênicos, ortodoxos, radicais. Imaginem o que aconteceria aos protestantes se esse Pio de número considerado azarado fosse o papa em ofício, no momento. (Leiam sobre ele no site http://truecatholic.org./heresiesjp2.htm).
Se com o papa JP2 já é difícil suportar os desmandos a ICR, com esse Pio 13 a situação poderia se tornar insuportável... Se bem que é na provação que se conhece o verdadeiro cristão! O mal dos protestantes é que já não sabem protestar contra a Mistério Babilônia, pois se acomodaram às facilidades da vida moderna e esqueceram o seu papel de ganhar almas para Cristo.
Capítulo 20
O Falso Profeta
Agora vamos ler o capítulo 20 do livro “Antichsrist and Optimism”, do Dr. Ronald Cooke, o qual dá o título deste livro:
Os antigos escritores não costumavam fazer muita distinção entre o Anticristo e a Mistério... Babilônia, segundo informa Charles Hodge. Eles também não falavam sobre o falso profeta. Gerhardt mostrou que esse é o AntiEspírito.
Gerhardt escreveu a respeito de uma trindade inventada por Satanás, a fim de subverter e usurpar o governo da Trindade Divina. Ele também oferece algum esclarecimento sobre a razão por que a palavra "Anticristo" não aparece no Livro de Apocalipse.
Por que em nosso Livro (Apocalipse) nunca é usado o termo Anticristo? ... Respondemos que o Império Romano não era para o vidente, quer geral ou em sua personalidade individual, o exato e perfeito oposicionista de Cristo ou o COMPLETO Anticristo... Contudo, a ausência do termo Anticristo pode também ser explicada a partir da peculiaridade da linguagem apocalíptica e devemos ligar o falso profeta a uma completa antítese indicada pelo seu próprio nome, até mesmo na verdadeira profecia. Temos visto, de fato, que a profecia do VT e do NT são uma só e também como a atividade do Espírito coincide quase totalmente com a profecia. Pode ser, então, que talvez expressemos melhor o sentido do autor, se dissermos que o falso profeta é o exato oposto da verdadeira profecia do VT e do NT, e como a primeira besta é o Anticristo, então a segunda é o ANTIESPÍRITO. (Herman Gerhardt, "The Doctrine of the Apocalypse "T.T Clark, Edimburgo, 1878, ps. 234-235).
Em seguida, ele acrescenta: “Também me parece significativo, considerado a inclinação do vidente, que de acordo com a concepção do falso profeta, aparece no capítulo 13 uma trindade profana, constituída pelo dragão, a besta e o falso profeta, contrastando com a Trindade Divina do capítulo 1:4-6”. (Ibid, p, 235) Gerhardt prossegue, mostrando que Roma é a antítese da Cidade Santa e da Igreja dos Santos: "Para o vidente (Roma) é o lugar e a igreja do Anticristo" (Ibid, p. 237). Gerhardt pinta o dragão como o anti-Deus, a besta como o Anticristo e Roma como a anti-Igreja do Senhor Jesus Cristo.
Sem dúvida, a ICR tem obtido grande avanço nos USA. O papa também atingiu um status internacional nos últimos anos, fato que não acontecia desde a Idade Média. Ele agora é visto como o líder dos líderes. Quase todos os chefes de estado deste mundo têm corrido para vê-lo. Um professor da Universidade da Pensilvânia disse, referindo-se à visita dele aos USA, que “existe uma crescente conscientização da humanidade atual de que os problemas mundiais são tão complexos e insolúveis que ela está procurando um líder mundial com o carisma e o poder pessoal de convicção que existem (sic) neste homem." (Philadelfia Enquirer, 07/10/1979, p. 4 L).
Este jornal estampou esta declaração na primeira página: "Eruditos em Sociologia, Psicologia e Religião dizem que as pessoas do mundo inteiro estão procurando um líder e este parece ser o candidato".
Outra brilhante honraria lhe foi concedida, após um dos seus pronunciamentos: “É uma resposta de mente aberta às possibilidades que o seu ofício tem de dar direção ao mundo, não só para os problemas pessoais dos indivíduos, mas para os problemas sociais, políticos e culturais”. (Ibid, p. 9-A).
Malachi Martin se junta às honrarias, insistindo que o papa é a resposta para "todos os difíceis e insolúveis problemas do mundo ... fome, violação da dignidade e dos direitos humanos, guerras, violência, opressão econômica, perseguição política... qualquer um e todos esses podendo ser resolvidos APENAS pela aceitação e implementação da mensagem da revelação de Cristo anunciada pelo papado e pela ICR (Malachi Martin, ”The Keys of This Blood", p. 74). *Martin acredita que o papa JP2 tem sucesso garantido. “Fátima (tem se tornado) para JP2 o mandato divino da garantia e do sucesso... Por causa de Fátima a partida final do milênio tornou-se tão importante quanto urgente para JP2, do mesmo modo como a situação internacional havia se tornado para Constantino em seu tempo”. (Ibid, p. 49).
Aparentemente, Martin coloca muita ênfase nas visões de Catarina de Siena. Ele narra uma das conversas desta "santa" com Deus:
Deus Pai - A quem meu Filho deu as chaves deste sangue?
Catarina - Ao apóstolo Pedro.
Deus Pai - Sim, e a todos os sucessores de Pedro, até a consumação do século. Daí porque a autoridade dessas chaves jamais será enfraquecida, porque a força do sangue jamais poderá ser diluída. (Ibid, p. 136). [Quanta heresia o “deus pai” da ICR consegue falar, hem?]
Em seguida, Martin acrescenta: O que capta a firme atenção dos líderes seculares do mundo é o notável trabalho em rede da ICR, que é precisamente o fato de que ela coloca à disposição pessoal do papa uma estrutura sobrenatural, supercontinental, de bloco supercomercial, a qual é tão construída e orientada de modo que, se amanhã ou na próxima semana, por um repentino milagre, um governo mundial for estabelecido, a Igreja não terá de sofrer qualquer mudança estrutural, no sentido de manter a sua posição de domínio e de ampliar os seus objetivos globais. (Ibid, p. 143).
Sem dúvida, O papa JP2 ocupa agora uma posição de poder mundial bem maior do que a de qualquer outro homem. Parece mentira, mas nove mil jornalistas se credenciaram para cobrir a visita do mesmo aos USA, enquanto apenas sete mil o fizeram nos jogos olímpicos. Este papa tem feitos incríveis progressos nos últimos anos [o que é compreensível, considerando a falta de conhecimento bíblico das duas últimas gerações americanas). Muitos eruditos estão procurando o Anticristo na pessoa de um monstro ateu e não de um religioso, mas Patrick Fairbairn rejeita essa visão. Ele acredita que o “homem do pecado” vai se levantar dentro de uma religião apóstata e o falso profeta vai surgir de uma falsa religião: “Ora, tudo na descrição do apóstolo Paulo também coincide com a ascensão e progresso da iniqüidade dentro da igreja. A visão global é de que a apostasia principia quando o homem fracassa em receber a verdade em amor, tendo prazer na injustiça, de modo que a revelação do que é enfaticamente chamado “iníquo” ou “homem do pecado”, não pode ser outra senão o crescimento da corrupção interna até o ápice... sem ser, em hipótese alguma, o ateísmo ou a rompante falta de religião aí descritos. (Patrick Fairbairn, “Prophecy”, Baker Book House, editado pela 2a. vez, em 1976, p. 359).
Em seguida, ele acrescenta claramente: Resumindo, então, a forte conclusão a que chegam nossas mentes, a partir de uma completa e imparcial consideração do testemunho apostólico, é que a apostasia anticristã não pode ser identificada, quer com o paganismo da Roma antiga, ou por qualquer forma concebível de infidelidade ou ateísmo ainda a ser desenvolvida.
As condições do enigma profético não podem ser satisfeitas por nenhuma destas visões... se não puder dizer que no Romanismo e no papado o mal antecipado tem conseguido a sua EXCLUSIVA realização. Nem por um minuto podemos duvidar que é ali onde devemos procurar a incorporação mais completa, sistemática e palpável, de suas grandes características. Ali percebemos, como em nenhum outro lugar,... uma massa de erros e abusos “sob o disfarce de fé cristã... tomando uma ousada posse da Igreja cristã”. Vamos a doutrina do celibato... - contrariando totalmente o espírito do Evangelho – estabelecida numa igreja por uma autoridade que exige obediência universal. Um homem do pecado se exaltando no templo de Deus e publicamente desafiando os direito de fé e honra devidos somente a Deus... Adiantando-se ele próprio com prodígios e maravilhas de mentira...[Com aparições satânicas de um espírito demoníaco que afirmam ser a Mãe de Jesus].
Tudo isso calha perfeitamente com as condições da profecia de Paulo. Sua história e crescimento também da era apostólica combinam com as admoestações dadas em gradual e imperceptível significação, que em qualquer tempo em que o Anticristo venha a existir, DEVEM SER FORTEMENTE PRECONCEITUOSOS OS QUE NÃO DISCERNIREM A SUA SEMELHANÇA COM A APOSTASIA DE ROMA (Ibid, ps. 362-363).
Fairbairn deixa aberta a porta para futuras manifestações do Anticristo, dizendo que Roma pode não ser a ÚNICA manifestação do Anticristo que deve ser encontrada no passado e no futuro.
Em seguida, ele faz uma importante observação: “O Anticristo que todos devem conhecer é o do seu próprio tempo. Os Valdenses viram o papado como o Anticristo e foram perseguidos por ele, de um modo como jamais puderam ver outra forma do Anticristo, tendo sido esse, então o Anticristo que conheceram.
Quando Bertand Le Blas foi assado no fogo em Tournay, foi esse o único Anticristo que ele conheceu e é o caso de indagar: poderia ele esperar coisa pior de algum homem da Mistério... no futuro? Embora alguns afirmem que o Anticristo ainda vai surgir no futuro, o único Anticristo que conhecem é a expressão do mesmo em seu tempo.
Se alguma manifestação mais completa do Anticristo deve aparecer, digamos, daqui a cem anos, ele não afetará pessoa alguma que está vivendo atualmente. Daí porque Harry Ironside enfatiza o fato de que o mandamento de Deus é para que nos separemos de Roma, não importa o que venha a aparecer no futuro. Devemos obedecer a convocação de Deus, AGORA (Apocalipse 18:4), mesmo que ainda faltem cem anos para a concretização dos acontecimentos.
Os homens estão comprometidos com o Anticristo de Roma até o pescoço, AGORA, enquanto ficam falando de um homem misterioso que deve aparecer no futuro [O Maytréia]. Billy Graham em seu livro “Aproaching Hoofbeats”, declara: “A Bíblia ensina que em algum tempo no futuro haverá um super-homem chamado Anticristo”. (Obra citada, p. 84). Contudo, ele próprio também está comprometido até o pescoço com o papa de Roma – com a apostasia romana.
Certamente não podemos nos aliar aos apóstatas e romanistas, AGORA, ao mesmo tempo em que ficamos preocupados com o homem misterioso que vai aparecer no futuro.
De fato, é deveras difícil entender porque Billy Graham um dispensacionalista, Ryrie e Woolword, bem como uma hoste de escritores modernos, estão assim preocupados com o futuro Anticristo, quando ele entrar em cena, visto como afirmam que não estarão mais aqui? Nesse caso, Billy Graham não está preocupado com a manifestação do Anticristo (que já temos aqui), nem com qualquer manifestação do “homem do pecado”, visto como ele já não se encontrará aqui, quando esse personagem aparecer. Então por que tem escrito tanto sobre o futuro homem misterioso, se não precisamos nos preocupar com as blasfêmias e crueldade dele, visto como a Igreja já não estará aqui quando ele aparecer? [Não será por uma questão de lucro com a venda dos seus livros, avidamente procurados pelos interessados em Escatologia?]
Bertrand Le Blas e milhões de outros, já enfrentaram o seu Anticristo, o único por eles conhecido, quando foram por ele torturados até a morte. Se alguém lhes dissesse aquilo que eles estavam experimentando nada tinha a ver com Anticristo, o qual só iria aparecer depois do Arrebatamento, como poderiam eles aceitar esse ensino?
Os muitos milhões de mártires e confessores da história da Igreja já encontraram o Anticristo do seu tempo. Não escaparam de sua ira, apesar daqueles que haviam dito que o Anticristo só iria aparecer no futuro. Pode até ser que ele ainda venha surgir no futuro, à medida que forem surgindo novas gerações, mas a verdade é que ele sempre tem estado aqui entre nós, através da Igreja de Roma. Tudo que é futuro não passa de conjectura. Precisamos encará-lo AGORA, em nossa geração, separando-nos da grande prostituta - a Mistério Babilônia – a qual está montada na besta.
É interessante observar que a esse respeito Malachi Martin também fala de uma anti-Igreja. Ele acredita que existe uma "superforça", uma “antiigreja” disposta a destruir o prestígio do papa e do papado. Ele se preocupa com o papa atual, visto como ele não tem falado contra o declínio da sua própria Igreja e porque ele não tem procurado reformar a Igreja contemporânea:
O resultado abrangente dessa política da ICR tem sido profundo. Mas numa área chave... na área do privilégio e do poder papal incorporado ao sacro símbolo das chaves petrinas... a política tem sido desastrosa. Pois ela tem possibilitado que aqueles dentro da Igreja se curvem diante de uma agenda contra o papa... uma antiigreja dentro da Igreja... para alcançar uma distância palpável dos seus principais objetivos, isto é, a eliminação do próprio poder papal, como um fator operacional na administração da estrutura católica romana e na vida desta instituição. (Martin, obra citada, p. 51).
Martin, como os modernos reconstrucionistas, estava procurando uma estrutura de todas as nações, a qual será por Deus abençoada. Ele está buscando uma Nova Ordem Mundial alicerçada na ICR e governada pelo papa. Está preocupado porque o papa não está se incomodando com a “anti-igreja” nem a “superforça”, as quais, pensa ele, estão agindo no sentido de destruir o poder do papa.
David Yallop também fala do misterioso grupo [maçônico] P2, o qual opera dentro do Vaticano. Aqui se pode ver a forma embrionária da dupla semelhança da qual Apocalipse pouco fala: a mulher vestida de escarlate, que é a descrição da religião prostituída, da qual o papa é o falso profeta, e a besta, a superforça dentro do Vaticano, a qual se voltará contra a prostituta e a destruirá.
O que podemos acrescentar é que Martin pode estar certo, quando vê o papa como figura chave da cartada final do milênio, como ele chama. Certamente o Vaticano vai se encontrar onde o juízo de Deus for centralizado, conforme Apocalipse 17 e 18.
Como já falamos em nosso estudo sobre “O Declínio do Protestantismo Bíblico” escrito há vinte anos, quando se fala em salvar a América, deve-se fazer a seguinte pergunta: Salvá-la de que e para que?
A salvação que Malachi Martin vê para a América e o Ocidente é o retorno ao sistema da grande meretriz e do Anticristo. [da Era das Trevas]. Isso não é salvação, mas escravidão da pior espécie. Devemos discernir o que a Escritura e a História nos ensinam. Devemos verificar que a batalha entre Cristo e o Anticristo tem se prolongado, desde que João escreveu a sua Epístola.
Precisamos tomar AGORA uma posição definida contra o Anticristo, pois este é o ÚNICO LUGAR e a ÚNICA HORA em que devemos servir [a causa do Evangelho de Cristo].
Capítulo 21
Os Bajuladores do Anticristianismo
No capítulo 13 do livro “Antichrist and Optimism”, diz o Dr. Ronald Cooke: Quando consideramos a situação teológica atual, verificamos que as palavras de Spurgeon estão se cumprindo. Ao contrário da acusação de Robinson contra todos os “protestantes críticos”, é mais do que obvio que os protestantes já não têm coragem de protestar contra a ICR e até mesmo, em muitos casos, lhe dedicam profusos elogios. Estamos num tempo em que os reconstrucionistas tecem louvores à Era das Trevas, visualizando um retorno ao feudalismo. Este é um tempo em que homens como James Dobson e Chuck Colson divulgam para o mundo que “Madre Tereza é a maior cristã que já viveu” (1993). (Madre Tereza é sem dúvida um produto dos erros e da ignorância da ICR. Ela jamais conheceu outra coisa além das trevas romanas. Contudo, aqueles que supõem ser ministros e evangelistas bíblicos conhecem, ou pelo menos deveriam conhecer melhor a Bíblia. Portanto, a responsabilidade destes com a sua geração é infinitamente maior do que a de Madre Tereza).
Este é o tempo em que James Farwell anuncia que “o papa é um dos maiores líderes morais e espirituais do século 20”.
Também é o tempo em que o vice-presidente dos “Assuntos Estudantis” na Liberty University (Universidade da Liberdade) declara publicamente que aqueles que criticam o papa são “extremistas, quando declaram que o papa é o Anticristo e desumanizam outros com declarações emocionais oriundas do seu próprio fanatismo, tornando-se insensíveis aos outros e faltando com o amor de Cristo” (Discurso no Calvin College, atestado por Thomas Chemlovski).
Este homem - Edward Dobson - é o epítome do estudante moderno neutralizado, o qual confunde o espírito eclético do Movimento Ecumênico com a verdade bíblica. Ele próprio parece insensível ao sofrimento dos mártires de Jesus, milhares dos quais declararam que “o papado é o Anticristo”. Portanto, com as suas próprias declarações emocionais ele demonstra muito maior fanatismo contra os santos que entregaram suas vidas por amor à verdade do que os “extremistas” por ele acusados.
É por demais patético ver que a verdade que foi entregue aos crentes bíblicos de hoje pelas mãos dos mártires cristãos é tão pouco estimada por aqueles que são os beneficiários da posição bíblica assumida pelos mártires de Jesus. Como esses pequenos mal informados podem se olhar ao espelho, ao mesmo tempo em que vão recebendo altos salários por algo quase obsceno? Vivemos num tempo de ingratos espirituais, de principiantes e ignorantes espirituais, que demonstram a mesma ignorância existente na Era das Trevas, na qual ainda deveriam viver, se não fosse pelos homens santos que eles agora tacham de fanáticos.
Por que esses críticos do Protestantismo não vão morar e trabalhar na América Latina ou em outra região qualquer [de predominância católica], onde o Protestantismo é minoria? Uma coisa é certa: os seus salários serão bem mais baixos. Eles vivem numa nação que já foi protestante, onde os salários dos ministros protestantes [e evangelicalistas] são os mais altos do mundo. Até que poderíamos escutar James Dobson, de boa vontade, digamos, na Itália e na Croácia, se ele ali falasse essas mesmas palavras.
Ora, só porque Madre Tereza ajuda os hindus (1993) a morrer com dignidade não significa que ela tenha sido uma cristã. Cristão é quem testifica a verdade conforme o Evangelho de Cristo. A ajuda e o conforto humanitários da parte de um servo de Cristo representam apenas um meio para se chegar ao fim, sendo esse fim a pregação do evangelho, e jamais podem ser considerados como um fim em si mesmos. Deixar simplesmente que as pessoas morram com dignidade, qualquer que seja a significação desta frase, sem procurar entregar-lhes a única mensagem que poderá salvá-las, é enviá-las para uma eternidade sem Deus.
Certo escritor que entrevistou uma das freiras, a qual durante três anos trabalhou ao lado de Madre Tereza em Calcutá, contou-lhe que tendo perguntado à Madre o que deveria ser dito àqueles que estavam aguardando a morte, a fim de que se preparassem para a eternidade, esta respondeu, francamente: “Diga-lhes para rezar aos seus “bhagwars” ou aos seus deuses”. “The Protestant Challenge”, jan/fev. 1992, p. 5). Será que algum crente bíblico poderia equacionar tal prática ao Cristianismo ou à compaixão cristã? É esse o tipo de amor sobre o qual Dobson está falando? Será compaixão cristã enviar pessoas ao inferno, com dignidade? Será que o Evangelho é apenas isso?
Certamente a Palavra de Deus, a verdadeira igreja e a história estão do lado dos mártires e não das neutralizadas tolices da religião contemporânea auto-indulgente, a qual nem parece saber o que realmente significa confessar o Nome de Cristo. Devemos declarar, com a maior sinceridade possível, em reconhecimento aos reformadores, confessores e mártires da história da igreja, que a Missa continua sendo uma fábula blasfema, um perigoso engodo e que se Madre Tereza nela confia para obter a salvação, segundo nos parece, ela nem é a maior cristã do mundo atual e nem mesmo é cristã, conforme o sentido bíblico do termo. [Madre Tereza faleceu na mesma época da Princesa Diana. Esta era uma protestante incrédula, engodada pelo esoterismo, pois consultava médiuns e cartomantes. Aquela havia sido criada na religião da Babilônia... Se fossem salvas pelas obras, a primeira teria ido para o inferno, caso não tivesse se arrependido na hora da morte, o que seria praticamente impossível, tendo em vista as circunstâncias do acidente que a vitimou. A outra adormeceu placidamente nos braços da Mistério Babilônia, não devendo ter sido salva, apesar de todas as boas obras praticadas].
Devemos enfatizar, visto como nos preocupamos com as almas dos homens, que o papa, longe de ser o maior líder moral e espiritual, é um dos maiores idólatras do mundo atual. Ele exalta a Madona Negra (da Polônia) e promove a adoração às “nossas senhoras”. Tem um programa de difusão que atinge cinco continentes, unidos via satélite, a partir de 16 santuários marianos, ofício considerado um dos ápices de sua carreira papal. Ele vive convocando o mundo inteiro para adorar Maria. Ele atribui cada livramento importante que tem experimentado à intervenção de Maria. Ele acredita que Maria opera milagres e ainda lhe fará um milagre muito maior, que será o de transformá-lo no supremo líder espiritual do mundo. Claro que a Escritura liga esse falso profeta ao homem do pecado: “A esse cuja vinda é segundo a eficácia de Satanás, com todo o poder, e sinais e prodígios de mentira, e com todo o engano da injustiça para os que perecem, porque não receberam o amor da verdade para se salvarem”. (2 Timóteo 2:9-10)
Quando o papa outorga a si mesmo o título de “Vigário de Cristo”, ele blasfema contra o Espírito Santo (pecado imperdoável), o qual é o único Vigário legítimo de Cristo na terra. O título de “Vigário de Cristo” significa estar no lugar de Cristo e também, conforme o original Grego, tomar o lugar de Cristo. Desse modo, o papa é o confesso Anticristo, mesmo que os jesuítas e os reconstrucionistas, como Gary North e David Chilton, além de uma hoste de outros líderes ecumênicos, tanto se empenhem em livrar o papa do título pelo qual ele é identificado.
A “consolidação do erro” à qual se refere Trench, agora se torna cristalização do erro e jamais deveria ser desconsiderada pelos homens de Deus. Lutero, Calvino, Knox e todos os que lhes seguiram os passos, repudiaram veementemente a consolidação do erro. Contudo, esse mesmo erro prossegue atualmente, mesmo decorridos cinco séculos do tempo em que os reformadores tentaram destruí-lo, sendo que agora tem piorado bastante. Vejamos:
A infalibilidade papal (a peça mais exorbitante de ficção da ICR); a Imaculada Conceição de Maria (falsa doutrina tomada de empréstimo ao Islamismo); a Assunção Corporal de Maria aos céus e o título de Maria Mãe da Igreja (essas duas peças do drama da Mariolatria, as quais deveriam ser abominadas por todo cristão legítimo) têm sido acrescentadas à teologia do erro, desde a época dos reformadores.
A lista certamente ainda não está completa, pois o dogma de Maria Co-Redentora está em vias de ser proclamado, a fim de acrescentar mais blasfêmia ao já tão extenso currículo papal dos séculos 19 e 20. Quando acrescentada a esse deprimente catálogo de engodo satânico a secular invenção do purgatório, lugar mitológico, de onde para escapar é preciso que os vivos dêem muito dinheiro em favor dos mortos, nós, os crentes bíblicos, precisamos clamar a Deus em favor daqueles que estão imersos nesse mar de heresias e engano católicos. [E não ficar batendo palmas às mentiras que JP2, o superpapa voador, tem espalhado pelo mundo a fora].
Qualquer coisa que os homens possam dizer, a libertação espiritual JAMAIS VIRÁ através da ICR. Os reformadores libertaram milhões de pessoas com o seu posicionamento antipapal. Enquanto isso, os líderes neutralizados de hoje não conseguem mais libertar PESSOA ALGUMA.
Esses líderes comprometidos, ao mesmo tempo em que tecem louvores ao papa, condenando os protestantes que a ele se opõem, são os que permitem que incontáveis milhões de iludidos permaneçam escravizados a esse maligno sistema carente de qualquer padrão de verdade e justiça, para o qual devem olhar na esperança de serem. O FRACASSO em levantar o padrão moral e espiritual desta geração é bem mais maligno do que a maioria dos cristãos possa imaginar... O povo a quem o Reconstrucionismo é apresentado como salvação está sendo vítima de uma diabólica mentira. Quando o Dr. Ian Paisley fez o seu histórico protesto no Parlamento Europeu, em Estrasburgo, no dia 10 de outubro de 1988, fez com que o mundo inteiro soubesse que o papa é o Anticristo. Ele falou sobre um assunto do qual dificilmente qualquer outro líder mundial jamais teria coragem de falar, renegando o papa e chamando-o Anticristo. Ele usou as mesmas palavras do Arcebispo Crammer, enquanto ia caminhando para a estaca, na qual seria queimado, no mesmo lugar onde Latimer e Ridley haviam sido queimados: “Renego o papa, pois ele é o inimigo de Cristo, é o Anticristo com todas as suas falsas doutrinas!
Portanto, enquanto Boyce, Dobson, Billy Graham, Farwell, Colson e uma hoste de outros homens permanecem mudos diante da grande meretriz, e até lhe tecem louvores, pelo menos uma voz fiel se levantou, neste século 20, a fim de repudiar o erro e a blasfêmia. William Kelly escreveu, há mais de cem anos:
Pelo que imagino, Roma parece adquirir vasta influência e abafar qualquer voz contrária, exceto o leve murmúrio de algumas testemunhas que se levantam, as quais, quando não são por ela abafadas, dela se apartam [obedecendo Apocalipse 18:4]. Deus há de ouvi-las mas, enquanto isso, qualquer testemunho verdadeiro em favor de Cristo será abafado pela Babilônia. (William Kelly, “Lectures on the Revelation”, Londres, 1874).
Lutero tinha razão ao afirmar que “ao papa está reservado o julgamento de Deus e, portanto, somente através do julgamento divino ele poderá ser destruído” (Lutero, “Table Talks”, p. 205) Hoje em dia a opinião pública é totalmente manipulada pela religião da Mistério Babilônia, de modo que se torna quase impossível receber uma informação correta, antes que ela seja suplantada pelo erro. Os agitadores do mundo atual manipulam os que tentam apresentar a verdade e desafiar o erro, de três maneiras diferentes:
Tudo que é contrário à religião da grande Mistério Babilônia é ignorado pelos que controlam a mídia.
Se for de tal importância que não possa ser ignorado, o assunto é esmagado através do ridículo e da caricatura.
Se não for possível ignorá-lo, a mídia lhe dá apenas 15 segundos de exposição, a fim de que, logo em seguida, os controladores da opinião pública mundial possam anunciar algo que mereça de todos uma atenção e consideração do mesmo porte.
Quando o Dr. Paisley fez o seu protesto em Estrasburgo, ele não pôde ser ignorado. E por isso a mídia lhe deu uma certa cobertura. Só que a natureza dessa cobertura foi a tal ponto de reduzir severamente o efeito do seu protesto. Embora Paisley tenha feito com que a sua presença fosse colocada em termos claros, os jornalistas não cobriram legitimamente o assunto do seu protesto, que era a visita ilegal do papa. Ao contrário, mencionaram apenas o resultado criado pelo protesto. Desse modo, Paisley foi transformado em vilão, mesmo sendo um membro do Parlamento Europeu, enquanto o papa era apenas um usurpador que não deveria se encontrar ali no corpo, sem antes ter sido debatido o assunto. A mídia mundial [ofuscada pelo prestígio internacional do papa] nem sequer mencionou o assunto do protesto de Paisley.
Quando o papa visitou o Haiti, ele pediu ajuda para os pobres da cidade de Simone... Enviei uma carta à revista “News and World Report” perguntando: “Por que o Vaticano não oferece uma pequena parte dos seus mais de 300 bilhões em ações (1993), a fim de ajudar esses pobres?” A revista acusou o recebimento de nossa carta, dizendo que não iria publicá-la. [Ora, se o Vaticano e a Ordem Jesuíta são sócios majoritários de todas as multinacionais, através dos seus laranjas católicos, e controlam toda a mídia mundial, como iria essa revista se atrever a publicar a carta do Dr. Cooke?] Como se pode ver, não apenas qualquer protesto e declaração contra o Vaticano e a ICR já não são permitidos, como ainda qualquer pergunta sobre a mesma deve ficar sem resposta... E tudo isso contra a liberdade de imprensa... Se já não existe, de modo algum, qualquer liberdade de imprensa para se discutir ou questionar a estupidez desta geração, muito menos existe a possibilidade de se discutirem assuntos substanciais da verdade bíblica. Em vez de estarem sendo reconstruídos - a América e o mundo – em realidade eles estão sendo remodelados pela Babilônia.
O que nos conforta é saber que Deus ainda pode fazer jorrar algumas fontes no deserto... Para aqueles que o buscam Ele se revela em termos de bênçãos verdadeiras. Contudo, é na improdutiva terra espiritual que Ele derrama bênçãos mais abundantes!
Capítulo 22
A Besta vem aí!
Através do seu site “http://www.ianpaisley.org”, o Dr. Ian Paisley nos envia mais uma importante informação a respeito da cadeira vazia - número 666 - no Parlamento da União Européia, que não é outro senão o Estado Mundial Católico planejado desde o ano 1825 pelo Vaticano, através das guerras napoleônicas, da I e II Guerras Mundiais e, finalmente, com sucesso garantido através do Ecumenismo. A União Européia fez renascer o Sétimo Império Romano, provavelmente o último da história mundial visto como na profecia bíblica SETE é o número da perfeição. Vamos dar a palavra ao eminente pastor presbiteriano, Dr. Ian Paisley:
O Quinto Parlamento Europeu foi eleito em 20/07/02, no palácio de cristal. Este edifício custou muitos bilhões de Libras aos pagadores de impostos da União Européia. A seção deveria ter começado às 10 hs. da manhã, porém foi iniciada com meia hora de atraso (10,30 hs.) por causa de um defeito no sistema de amplificação, o qual custou aos cidadãos da UE muitos milhões de Libras. Sem dúvida alguma, muitos outros defeitos ainda vão aparecer, num breve futuro, nesse suntuoso palácio de cristal.
Por acaso os membros do Parlamento Europeu não foram devidamente informados sobre a localização e os custos desse edifício, antes de ser construído. O governo [católico] da França impôs o mesmo, não apenas aos membros do Parlamento, como aos demais governos da UE, sendo que a Alemanha e a Inglaterra foram os países mais explorados nessa gigantesca soma. [Agora a Alemanha já tem problema com o pagamento de muitos trabalhadores porque o FMI não lhe dá mais crédito, segundo informação de uma brasileira que lá trabalha. O objetivo do Vaticano é afundar política e financeiramente estes dois países, ex-baluartes do Protestantismo e da Democracia na Europa, a fim de ter o caminho livre para o estabelecimento do seu despótico Governo Mundial]. Estes dois países (ex-protestantes) têm se tornado escravos pagadores das contas da Europa.
A significação profética da União Européia está sendo revelada à medida que se desenrola a saga [Vejam sobre este assunto o capítulo do meu livro “O Vaticano e a União Européia”, traduzido do Dr. Arthur Noble]. Primeiro, o símbolo escolhido para parlamento da UE é a mulher cavalgando a besta [disfarçado na forma de um mapa, maneira pela qual o Vaticano tem zombado da profecia bíblica de Apocalipse 17]. A figura da mulher prostituta foi reproduzida no selo comemorativo da UE, num gigantesco mural no Parlamento de Bruxelas e numa enorme escultura no Escritório do Concelho de Ministros em Bruxelas. A nova moeda européia – o EURO – lançada oficialmente em janeiro deste ano, tem essa mesma efígie. A Torre de Babel tem sido usada em posters espalhados pela Europa. [É a maneira pela qual o Vaticano declara que, enquanto Deus confundiu as línguas na edificação da Torre, agora o papa reúne todas as línguas na edificação de uma nova Torre de Cristal. Isso mostra que ele não acredita na Bíblia].
Agora, o suntuoso palácio de cristal, oficialmente chamado “Edifício da Torre”, abriga o Quinto Parlamento Europeu. Obviamente ele é um edifício típico da Era Espacial. Seus assentos em maciço semicírculo foram desenhados conforme o modelo dos assentos da tripulação das naves espaciais do tipo “Guerra nas Estrelas”.
Há 679 assentos numerados [6 é número do homem; 7 é o número da Trindade mais a criação; 9 é o número invertido do homem, ou seja, a criatura zombando do Criador]. Agora, prestem bem atenção! Conquanto esses 679 assentos estejam todos ocupados, o de número 666 continua vago... Vamos dar os nomes dos ocupantes dos assentos, a partir de 655, até o número 679:
655. Couteaux * 656. Fitzsimons * 657. Hyland * 658. Kuntz
659. De La Perrière * 660. Marchiani * 661. Montfort
662. Quiero * 663. Souchet * 664. Thomas-Mauro * 665. Zissener
666. VAZIO
667. Cappato * 668. Turco * 669. Bonino * 670. Pannella
671. Dupuis *672. Della Vedova* 673. Dell´Álba
674. Gorostiaga Atxalandabaso * 675. Gobbo * 676. Speroni
677. Bossi * 678. Formentini * 679. Crowley (Aqui termina a lista).
Em Apocalipse 13:18, lemos o seguinte: “Aqui há sabedoria. Aquele que tem entendimento, calcule o número da besta; porque é o número de um homem, e o seu número é seiscentos e sessenta e seis”.
Atualmente estamos presenciando o cumprimento dessa profecia diante dos nossos olhos. O assento do Anticristo deverá ser ocupado em breve. O mundo aguarda o desenrolar da trama diabólica para o cumprimento desta citação profética. Por isso é que nós, os cristãos bíblicos, estamos aguardando com ansiedade a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, a qual vai confirmar 2 Tessalonicenses 2:8: “E então será revelado o iníquo, a quem o Senhor desfará pelo assopro da sua boca, e aniquilará pelo esplendor da sua vinda”.
Diante de todas essas evidências escatológicas, o povo de Deus precisa mais do que nunca: 1. Levar uma vida reta diante de Deus e dos homens, a fim de glorificar o Nome do Pai Celeste. 2. Conduzir o maior número possível de católicos e espíritas à leitura da Bíblia, a fim de que possam encontrar a VERDADE e abandonar a “operação do erro”. A Europa e os USA começaram a afundar moral e espiritualmente, desde que a Igreja Protestante se uniu ao Catolicismo Romano, traindo os preceitos bíblicos da Reforma. Infelizmente, a maior parte dos que se intitulam ministros evangélicos, principalmente os televisivos, têm se engajado na operação do erro, dando a Roma um apóio que ela não merece, olvidando, assim, as toneladas de sangue que foram derramadas no passado em favor da verdade que liberta da mentira religiosa.
Capítulo 23
O Padroeiro da Internet
O Dr. Arthur Noble, nos traz agora a notícia de que o Vaticano já escolheu um padroeiro para a Internet.
Se alguém tiver problema em navegar na internet, pode ficar tranqüilo, pois, dentro em breve, teremos o auxílio “espiritual” de um personagem falecido há quase 1.400 anos. E não é esse apenas mais um dos “tremeliques” do esclerosado papa JP2, pois o Vaticano sabe muito bem o que faz e porque o faz.
Tom Hallwood, o porta-voz do Escritório da Mídia Católica, diz o seguinte: “Ainda não houve uma declaração oficial de Roma, mas essa idéia tem pairado no ar. E por que não? Existem padroeiros para tantas coisas, por que então não escolher um para a Internet?”
A escolha tem sido amplamente acreditada de que esse padroeiro será Sto. Isidoro de Sevilha. Diz Hallwood que “essa é uma boa idéia e o santo poderia ajudar-nos, quando estivéssemos à beira de uma pane na Internet.”
Não nos parece tratar-se de devaneios de mentes “iluminadas”? Ora, Sto. Isidoro (560-636 d.C.) faleceu há mais de 1.400 anos e, portanto, tudo indica que ele não deverá ser de muito proveito no sentido de evitar qualquer tipo de pane na Internet, em pleno século 21.
Isidoro é apresentado na biografia escrita por Ernest Brehaut, impressa em 1912 e reimpressa em 1967, como o autor de uma enciclopédia na Era das Trevas, sendo-lhe creditada a produção dessa primeira enciclopédia mundial de 20 volumes, sob o título “Etimologias”, descrevendo a história mundial e as obras de Aristóteles de Espanha. Em 633 d.C., Isidoro teria liderado a 4o. Concílio de Toledo, o qual, dentre outros assuntos, conseguiu apoio à união entre a ICR e o Estado Espanhol, bem como a uniformidade na missa espanhola. Por essas e outras, ele foi canonizado pelo papa Clemente VIII, em 1598. Em 1722, o papa Inocêncio XIII o declarou oficialmente “doutor da igreja”.
O nome de Isidoro ficou ainda mais notório na história dos “Decretos de Isidoro”, documentos que foram publicamente considerados falsos pelos próprios eruditos católicos, uma papelada maciça que respaldava os dogmas da ICR e outras aberrações dessa “Igreja”.
Embasado nesses documentos e nas “Doações de Constantino”, o papa Adriano IV entrou em conluio com o Rei Henrique II da Inglaterra, em 1170, e através da bula “Laudabiliter”, ele deu de presente a Adriano nada menos que a Irlanda. Foi assim que o Romanismo foi imposto àquele país cristão, onde havia florescido o Cristianismo bíblico, levado até lá por Patrício, em 422, e ali exercido, dois séculos antes da chegada dos invasores católicos. [Como vemos, tudo na história da ICR tem sempre como base a fraude e as apropriações indébitas. O resultado dessa doação fraudulenta é a sangrenta história de muitos séculos de luta entre protestantes e católicos, com estes últimos levando sempre a parte do leão, apoiados pela mídia católica mundial.]
Ironicamente, o site do Vaticano tem como servidores três ”santos” católicos chamados Rafael, Gabriel e Miguel. Agora vemos esse hilariante absurdo de ser nomeado mais um “santo” católico, a fim de salvar a Internet de uma pane geral.
[Mas o que está escondido por trás dessa escolha do “santo” padroeiro da Internet? O Vaticano já está quase conseguindo o controle mundial das nações, a fim de exercer o poder temporal absoluto do papado, como acontecia na Idade Média. E com o domínio da Internet, dentro em breve todos “hereges” protestantes, judeus e membros de outras religiões, serão caçados, implacável e rapidamente, pelo Vaticano, com as bênçãos de Sto. Isidoro].
Roma é sempre a mesma. Portanto, ainda não se conscientizou de que existe apenas um SALVADOR para tudo o que diz respeito à humanidade perdida, O QUAL pode salvar qualquer pessoa de todo tipo de “pane” física, mental e espiritual, pois já pagou o preço total de todos os males do mundo, e esse Nome é JESUS CRISTO!
Capítulo 24
Laços que unem o Catolicismo e o Islamismo
Este título foi motivo de controvérsia, segundo o autor do artigo, T.A. McMahon, na “Berean Call Letter”, de novembro 2002, durante uma palestra que ele fez numa Conferência Profética. Vamos dar-lhe a palavra.
O que achei curioso sobre a comoção é que ela partiu dos católicos (e de alguns evangélicos), os quais, contudo, foram obrigados ouvir a minha exposição. Além disso, o título reflete a esperança e as orações do Concelho Pontifício Para o Diálogo Inter-religioso. Roma tem estado a cultivar esse “terreno comum” com o Islamismo, durante décadas, conforme tem sido evidenciado nas publicações do Vaticano, de 1994 - “Reconhecer os Laços Espirituais que nos Unem: 16 Anos de Diálogo Cristão-Muçulmano”. Por que, então, deveria alguém se agastar pelo fato de que eu esteja repetindo o que a ICR tanto deseja?
Realmente, a verdadeira controvérsia se origina da confusão criada pela própria ICR. Em seu empenho de ser a voz espiritual das religiões mundiais, ela fala pelos dois cantos de sua boca ecumênica. Com respeito ao seu relacionamento com o Islamismo, ela tem feito aos da fé muçulmana não apenas algumas aberturas teológicas em contradição à ortodoxia cristã, como, o que é pior, existem laços entre as duas religiões que estão mais aprofundados do que as pessoas podem ver. Primeiramente, vamos considerar algumas coisas em comum entre as duas fés.
Principiemos pelo número de membros, pois tanto o Catolicismo como o Islamismo possui, cada um, mais de um bilhão de membros, quase todos agregados à sua respectiva religião, na infância. Mais de 16 milhões de bebês são batizados na ICR, todos os anos. É um costume de família. Minha irmã e eu fomos batizados na ICR, porque nossos pais eram católicos e eles e seus irmãos foram batizados na ICR porque os seus pais eram católicos. Essa é a principal maneira pela qual é propagada a fé católica. Falando de maneira prática, embora o batismo não faça parte do Islamismo, todas as crianças nascidas nas famílias muçulmanas se tornam muçulmanas. Sua “confirmação” oficial acontece, tão logo elas possam confessar a “shahada”: (“Não existe outro Deus senão Alá, e Maomé é o seu Profeta”) Esse processo orientador da criança, no sentido de engrossar as suas fileiras, tem sido o fator da motivação do lobby patrocinador Vaticano/Saudita contra os esforços da ONU de introduzir a pílula anticoncepcional e outros métodos de controle populacional, especialmente no Terceiro Mundo. [Interessante é que, segundo Avro Manhattan, o Vaticano é sócio majoritário de algumas fábricas de anticoncepcionais, ao mesmo tempo em que proíbe o uso da pílula. Isso mostra como a religião católica tem duas caras, usando cada uma conforme a sua conveniência.]
O Islamismo é a religião que cresce mais rapidamente no mundo, hoje em dia. O Catolicismo Romano é a maior organização religiosa entre as que professam ser cristãs. Se o número de seguidores fosse um bom método para se reconhecer o valor de uma religião, nesse caso o Islamismo e o Catolicismo seriam o caminho a seguir. Contudo, a Bíblia não segue esse padrão de medida. Pelo contrário, Jesus disse: “Entrai pela porta estreita; porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que entram por ela; e porque estreita é a porta, e apertado o caminho que leva à vida, e poucos há que a encontrem” (Mateus 7:13-14).
A maior parte das pessoas está a par da veneração, e até mesmo adoração a Maria, a qual existe entre os católicos romanos, porém não muitos sabem que essa mesma devoção existe entre os muçulmanos. Existe no Corão um capítulo intitulado segundo Maria (Sura para Maria). Dos confins do Cairo até Bombaim e Medjugorje na Bósnia-Herzegovina, centenas de milhares de seguidores da fé muçulmana têm se congregado em procissões, carregando as imagens de Maria, e nos lugares onde se supõe que ela tenha aparecido. Ela é estimada acima das mulheres mais reverenciadas da fé muçulmana, inclusive as duas esposas favoritas de Maomé, Kadidja e Aisha, e sua filha Fátima. [Diz Dave Hunt (em seu livro “A Woman Rides the Beast”) que o local escolhido pela Igreja de Roma para o aparecimento de Maria foi Fátima, exatamente a cidadezinha montanhosa de Portugal, cujo nome havia recebido na antiguidade o nome da filha de Maomé, podendo, desse modo, conseguir, no futuro, bons dividendos religiosos entre os muçulmanos, o que tem realmente acontecido.] Uma das aparições mais populares de Maria é exatamente a de Fátima .
A tradição (Hadith) ensina que Maomé escolheu Maria para ser a sua primeira esposa, quando ele entrou no Paraíso. (Para saber mais dobre Maria, leiam TBC de outubro 2000).
As orações católicas e muçulmanas [melhor seria dizer “rezas”] são muito semelhantes. Para os muçulmanos rezar cinco vezes por dia a Alá é sempre um ato de obediência e as orações são sempre repetitivas. Como diz um ex-muçulmano: “Dificilmente isso é para entrar em comunicação com Alá... É mais para escapar do castigo infligido aos que negligenciam a oração”. A maior parte das orações feitas pelos católicos romanos se constitui de rezas automáticas e repetitivas, sendo o rosário o melhor exemplo. Repetir dezesseis vezes o Pai Nosso e cento e cinqüenta e três vezes a Ave-maria está longe de ser uma comunicação pessoal. Tanto que, quando um católico vai se confessar, o padre lhe prescreve a reza do rosário como severa punição pelos seus pecados.
A oração feita com o auxílio de contas já era parte da devoção muçulmana, muito antes da aparição, na qual a Bendita Senhora teria ensinado São Domingos a rezar o rosário, no século 13. Pelos visto, a oração através de contas tem estado em uso no mais antigo e no moderno paganismo. [No Catolicismo Romano foi feita uma mistura fina de Paganismo e Judaísmo, com uma leve pitada de Cristianismo, a fim de que essa religião sincretista pudesse explorar abusivamente o Nome de Jesus Cristo.] Numa nota irônica os historiadores da ICR creditam as orações dos membros da Confraria do Rosário a uma importante vitória naval contra os turcos, a qual “salvou a Europa do perigo muçulmano”.
Os católicos e os muçulmanos consideram as peregrinações como um meio de obter o favor de Deus. O “hadj”, um dos cinco pilares do Islamismo, é uma peregrinação anual a Meca, a qual deve ser feita pelo menos uma vez na vida. Para os católicos as peregrinações têm sido feitas, conforme a história, geralmente induzidas pela promessa de indulgências. Milhões e milhões de católicos viajam anualmente a centenas de santuários (quase todos dedicados a Maria) espalhados no mundo inteiro.
As cruzadas foram estimuladas pelas indulgências como tentativas no sentido de reconquistar Jerusalém dos infiéis muçulmanos, a fim de re-estabelecer ali as peregrinações católicas. Por acaso, a ICR oferecia também aos cruzados o perdão completo do sofrimento no purgatório, no caso dos cruzados morrerem lutando para libertar a Terra Santa. Do mesmo modo, o Islamismo oferece como recompensa e garantia do paraíso àqueles que morrem nas batalhas religiosas (jihad), inclusive aos homens-bombas suicidas. [Que contraste entre Jesus e Maomé, hem?]
A ICR reconhece Alá como o mesmo Deus da Bíblia. Em 1985, o papa JP2 falou para uma inebriada multidão de milhares de jovens muçulmanos: “Cristãos e muçulmanos, temos muitas coisas em comum como crentes e seres humanos... cremos no mesmo Deus, no único, e exclusivo Deus, o Deus vivo...”
Mas como isso pode ser possível? Historicamente, Alá era um ídolo pagão, o deus supremo entre os muitos ídolos adorados pela tribo “Muhammad Quaraish”, muito anos de Maomé ter nascido. Will Durant, em sua clássica “História da Civilização”, escreveu:
“Dentro da Caaba, nos dias que antecederam Maomé, havia vários ídolos representando os deuses. Um deles se chamava Alá. Outros três eram as filhas de Alá, al-Uzza, al-Lat e al-Manat. Devemos julgar a antiguidade do panteão árabe, pela menção de Al-il-Lat (al-Lat) por Herodoto (historiador do século V a.C) como a divindade principal. O Quairish pavimentou o caminho para o monoteísmo, quando começo a adorar Alá como o deus principal.
Evidências arqueológicas descobertas na Arábia são importantes no sentido de demonstrar que a religião muçulmana predominante era a adoração ao deus-lua-Alá. Maomé simplesmente eliminou as outras 300 divindades, inclusive as três filhas de Alá, tornando Alá supremo, ao mesmo tempo em que retinha os rituais e símbolos pagãos associados a Alá. Por exemplo, a lua crescente era o símbolo do deus-lua, do tempo dos sumérios e dos babilônios, até a chegada de Maomé. Não pode ser mera coincidência que o Ramadã, o tempo do jejum muçulmano, comece e termine no período da lua crescente Quase todos os rituais do deus-lua e outras práticas idólatras, inclusive beijar a pedra negra, a oração em direção a Meca, a corrida ao redor do templo e dos dois morros de Safa e Marawa, eram rituais existentes antes da fundação do Islamismo.
O empenho do Catolicismo Romano em se relacionar com o Islamismo faz-nos duvidar da sua honestidade em relação à sua própria perspectiva de Deus, conforme a Escritura Sagrada. Deus é apresentado como Yhaveh ou Jeová, cerca de nove mil vezes na Bíblia. Ele nunca é chamado assim no Corão. Ele se revela nas Escrituras como “O Deus de Abraão, Isaque, o Deus”. Deus de Jacó/Israel”. Ele é o Pai dos judeus, “O Deus de Israel”. No Corão Alá jamais se refere a Ele, de modo algum. Deus chama os judeus de “povo escolhido”. Ele lhes deu a terra de Israel como herança “perpétua’. (Ezequiel 37:25). A Aliança Divina é com Isaque (Gênesis 17:19-21) e não com Ismael, enquanto os muçulmanos acreditam ser com Ismael.
Alá tem uma atitude completamente diferente em relação aos judeus, comparada aos Deus da Bíblia. Alá comanda dos seus seguidores a “não tomar os judeus ... como amigos” (Sura 5:51). Enquanto os judeus são mencionados no Corão como “O povo do Livro” (isto é, a Bíblia), quando estes se recusam a converter-se ao Islamismo, devem pagar um imposto tributário aos seus senhores, a eles se tornando subservientes. “Lutem, até o Último Dia, contra aqueles a quem foi dada a Escritura, porque não crêem em Alá, nem proíbem o que Alá tem proibido através do seu Profeta, os quais não seguem a religião verdadeira, até que paguem prontamente o tributo, forçando-os ao se curvarem” (Sura 9:29).
Conforme a “hadith” a qual os muçulmanos equiparam ao Corão [do mesmo modo como os católicos fazem com a tradição de sua Igreja] Maomé é citado dizendo: “A última hora não chegará, até que os muçulmanos lutem contra os judeus e os matem”. Também diz a “hadith” com relação ao Dia do Julgamento, que os muçulmanos vão lutar e matar os judeus, os quais se escondem atrás das árvores e dizem: “Ó, muçulmanos, ó, servos de Alá, aqui há um judeu escondido atrás de mim. Vinde e matai-o”.
O Catolicismo tem a sua própria e bem documentada história hedionda sobre o extermínio dos judeus. Outras comparações entre Jeová e Alá demonstram claramente que eles não podem ser um e o mesmo Deus. Jeová tem um Filho: “E vimos, e testificamos que o Pai enviou seu Filho para Salvador do mundo” (1 João 4:14). Alá não tem filho: “E digam, demos graças a Alá, o qual não tomou para si um filho, e que não tem parceiro algum em sua soberania” (Sura 17:111). “Alá não escolheu filho algum, nem existe qualquer Deus além de Alá” (Sura 23:91).
Enquanto isso, Deus Pai declara do céu a respeito de Jesus: “... Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo”. O Alá do Corão condena esta crença: “Dizem os cristãos: o Messias é o Filho de Alá. Esse é um dito da boca deles. Eles imitam os ditos dos descrentes da antiguidade. Seja sobre eles a maldição de Alá, tanto como estão afastados da verdade.” (Sura 9:30). (The Holy Qur´an site, www.orst.edu/groups/msa/indez/html.
Conquanto existam tanto claras e críticas diferenças entre o Deus da Bíblia e Alá, a ICR os aceita como o único e exclusivo Deus. A aceitação seguinte é do Vaticano: “A Igreja tem também alta consideração pelos muçulmanos. Eles adoram o Deus, que é o Único vivo e subsistente, misericordioso e Todo Poderoso Criador do céu e da terra, o qual também falou aos homens. Eles se empenham para se submeter sem reservas aos ocultos decretos de Deus, como Abraão se submeteu ao plano de Deus, a cuja fé os muçulmanos ligam ansiosamente a sua fé. Embora não o reconhecendo como Deus, eles veneram Jesus Cristo como um profeta, sua virgem Mãe eles também honram, e até mesmo a invocam com devoção. Além disso, eles aguardam o Dia do Julgamento e a recompensa divina, logo após a ressurreição dos mortos. Por essa razão eles estimam altamente a vida correta e adoram a Deus, especialmente por meio da oração, das esmolas e do jejum.” (Nostra Aetate, Vaticano II) [Pelo visto, esses hierarcas do Vaticano II não conhecem realmente a Bíblia e nem o que Jesus declarou em João 8:24.)
Considerem a citação acima (retirada do que a ICR considera um Concílio infalível) e vejam o que verdadeiramente liga o Catolicismo Romano e o Islamismo. Ambos têm um Jesus que não pode salvar almas. O Corão ensina que Jesus não morreu na cruz, conforme a Sura 4:157. O Vaticano pode dar crédito aos muçulmanos porque estes veneram Jesus. Mas de fato esse é um Jesus falso. Ela ensina que a sua morte na cruz não foi suficiente para a nossa salvação. (o qual, segundo as Escrituras, foi único: “Assim também Cristo, oferecendo-se uma vez para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o esperam para salvação” (Hebreus 9:28). A ICR ensina que não apenas deve o Seu sacrifício ser reapresentado, diariamente, pelos nossos pecados, sobre os seus altares ao redor do mundo, como devem os católicos também expiar os seus próprios pecados, através de ofertas aqui na terra e do sofrimento no purgatório.
Finalmente, o Vaticano II afirma claramente o que o Islamismo e o Catolicismo consideram a esperança da salvação: “... Eles estimam altamente uma vida correta e adoram a Deus, especialmente por meio da oração, das esmolas e do jejum”. Estas são obras de salvação. No Islamismo uma pessoa tem de dar conta de cada pensamento, palavra e ação. A vida de um muçulmano deve ser vivida segundo o que é agradável a Alá, conforme encontrado no Corão e na “hadith”. Além disso, existe a “shari´á” , um sistema de regras que tenta cobrir a totalidade vida islâmica religiosa, política, social e doméstica. Quebrar essas leis significa várias formas de punição temporal. No Último Julgamento, Alá vai determinar o destino eterno, quando colocar na balança as boas e más obras de cada um: “Então aqueles, cujas balanças forem pesadas (com as boas obras), serão bem sucedidos. E aqueles cujas balanças forem leves são os que vão perder suas almas na habitação do inferno” (Suras 23:102-103).
Meu amigo James McCarthy produziu um vídeo intitulado “Catolicismo: Crises de Fé” , no qual ele entrevistou dúzias de pessoas saindo da missa na Catedral de S. Patrício, em Nova York. Ele simplesmente lhes perguntou sobre qual base elas esperavam alcançar o céu. Somente uma delas fez ligeira referência a Jesus. Sua inacreditável resposta foi que elas se consideravam pessoas muito boas e estavam mais ou menos confiantes de que as suas boas obras iriam compensar os seus mal feitos. Embora a ICR declare que é somente pela graça de Deus que se pode entrar no céu, ela deixa muito claro que essa graça é exigida, a fim de possibilitar alguém a realizar as boas obras que o qualificam para o céu. Conforme o Catecismo da ICR, publicação da Editora Vozes, 1993, # 1821: “ ... Em qualquer circunstância, cada qual deve esperar, com a graça de Deus, “perseverar até o fim” e alcançar a alegria do céu como recompensa eterna de Deus pelas boas obras praticadas com a graça de Cristo...”
Também diz o Catecismo, no #2027: “Ninguém pode merecer a graça primeira que se acha na origem da conversão. Sob a moção do Espírito Santo podemos merecer para nós mesmos e para os outros, todas as graças úteis para receber a Vida Eterna, como também os bens temporais necessários”.
O papa JP2 se dirigiu a uma comunidade católica na Turquia, com as seguintes palavras: “Percebo como é urgente agora, precisamente hoje, quando cristãos e muçulmanos têm entrado em um novo período da história, que possamos reconhecer e desenvolver os laços espirituais que nos unem.”
Não!!! O que é URGENTE é que os católicos e os muçulmanos se libertem da escravidão espiritual que supostamente os qualifica para o céu, através das boas obras. Oremos para que se abram os seus corações, a fim de poderem receber a vida eterna, conforme Romanos 6:23: “Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor”.
Capítulo 25
Perversão na Estrada de Damasco
O Prof. Arthur Noble encerra esta pesquisa sobre o Falso Profeta de Roma com um artigo publicado no site “ianpaisley org”, em dezembro de 2001. Leiamos:
A maravilhosa história da conversão de Paulo na Estrada de Damasco, conforme narrada em Atos 9:1-19; 22:5-16 e 26:12-18, apresenta um visível contraste com a “peregrinação” do papa JP2.
Paulo, antes conhecido por Saulo, o nome do Rei Saul dos hebreus, fora antes treinado para se tornar um rabino e o seu zelo pelo estudo da lei judaica o conduziu à perseguição contra a igreja recém nascida. No Livro de Atos, Paulo é retratado como uma testemunha que apoiava o apedrejamento de Estevão, o primeiro mártir do Cristianismo. Contudo, após a sua experiência e a visão que teve a caminho de Damasco, ele próprio se converteu ao Cristianismo, passando a guardar a fé cristã, e sofreu, conforme suas próprias palavras, em 2 Coríntios, 11:24-27: “Recebi dos judeus cinco quarentenas de açoites menos um. Três vezes fui açoitado com varas, uma vez fui apedrejado, três vezes sofri naufrágio, uma noite e um dia passei no abismo; em viagens muitas vezes, em perigos de rios, em perigos de salteadores, em perigos dos da minha nação, em perigos dos gentios, em perigos na cidade, em perigos no deserto, em perigos no mar, em perigos entre os falsos irmãos; em trabalhos e fadiga, em vigílias muitas vezes, em fome e sede, em jejum muitas vezes, em frio e nudez”. Até que, finalmente, foi degolado por ordem de Nero.
Agora o papa JP2, à medida em que excursiona pelo Oriente Médio, afirma estar seguindo as pegadas de Paulo. Isso até nos dá náusea!
Em primeiro lugar, como pode o líder de uma igreja, cujo credo e práticas não mostram semelhança alguma com o Cristianismo primitivo, autodenominar-se sucessor de Paulo? Como foi bem colocado por Cobbin, no Cristianismo primitivo jamais encontramos:
“Nenhum papa, nenhum cardeal, nenhum monge, nenhuma freira, nenhuma hóstia consagrada, nenhuma água benta, nenhum badalar de sinos, nenhuma canonização de santos, nenhuma missa, nenhuma vela gigante, nenhum crisma, nenhuma cruz, nenhuma repetição do “Pai Nosso” e da “Ave-Maria”, nenhum jubileu papal, nenhuma indulgência plenária, nenhum purgatório, nenhuma bula, nenhuma inquisição. De fato, não existe coisa sobre o papado, exceto o banimento do céu e a condenação à eterna destruição”.
Em segundo lugar, Paulo entendeu a revelação de Jesus Cristo no sentido de abandonar a falsa religião. Em contraste, o declarado objetivo do papa é estabelecer uma religião global [isto é, católica] misturando os crassos erros da ICR com as crenças de outras religiões, sendo essa a razão de sua cruzada ecumênica. Essa tentativa de preparar um caldeirão de bruxas contendo crenças disparatadas é chocantemente simbolizada em sua convocação de todas as religiões para a oração comunitária. O seu objetivo é apenas a união bastarda da religião, num sistema dentro do qual ele visualiza o seu ofício de líder supremo [Isto é, o falso profeta do Anticristo].
Em terceiro lugar, Jesus Cristo disse que “o seu reino não é deste mundo” (João 18:36) e que devemos “dar a César o que é de César e a Deus o que é de Deus” (Mateus 22:21). Contudo, o projeto do papa é politicamente motivado. O Vaticano afirma sutilmente que as viagens do papa JP2 são de caráter puramente espiritual, conquanto ele esteja espiritualmente alinhado com os palestinos e, de um modo ou de outro, ele tenha tornado alienados os líderes judeus, gregos, ortodoxos orientais e os muçulmanos. Será que o seu antecessor não visualizou a ameaça da força política no sentido de garantir a “pax romana” na Europa? Onde se encontra, então, nesse projeto terreno, o Espírito Santo pelo qual foi Paulo de Tarso dirigido? Vamos dar a famosa resposta do autor e crítico britânico, Anthony Burgess, quando de sua visita ao Vaticano: “Toda a vida humana se encontra aqui, mas o Espírito Santo deve estar em algum outro lugar”.
Guerra e caos sem nenhuma paz e reconciliação têm acontecido, após as visitas do papa. Como disse o profeta Jeremias: “Paz, paz; quando não há paz” (Jeremias 6:14). Roma tem buscado tão somente o aumento do seu poder religioso na esfera política e o que ela tem conseguido lhe garante um alto grau de influência secular, a qual poderá ser usada contra os seus adversários espirituais. O sistema já uma vez quase conquistou para ela toda a Cristandade e a sua natureza imutável está pressionando para que isso novamente aconteça.
Toda essa galanteria papal, plena de falsas apologias, não passa de uma enganosa cortina de fumaça com o objetivo de fazer renascer o Romanismo [com o estabelecimento do Sétimo Império Romano em franco renascimento].
Não se trata de um genuíno arrependimento pelas cruzadas, pela Inquisição e pelo Holocausto. [A inquisição continua em pleno vigor, sob o disfarce de Congregação para a Doutrina da Fé, com o Cardeal Ratzinger na liderança da mesma]. Esses movimentos da ICR trouxeram tormento e destruição a milhões de muçulmanos, judeus, ortodoxos e cristãos bíblicos, durante os séculos em que Roma exerceu o seu domínio sobre a Europa e o Mediterrâneo. [Quem sabe, dentro em breve, estaremos voltando aos mesmos procedimentos eclesiásticos da Idade Média?]
Como disse Lorenzo Cremonosi: “O papa é um astuto diplomata. Ele sabe como é poderosa a sua imagem e dela está se aproveitando muito bem, sem colocar o Vaticano em novas e drásticas posições”.
Semper eadem! A ICR é sempre a mesma, nunca muda e por isso temos essa perversão na estrada de Damasco.
Capítulo 26
Euro ou Oiro?
Estranhei o fato dos alemães pronunciarem a palavra "euro" como "oiro" e então me lembrei que "eu" em alemão soa "oi", daí terem eles dado ao Euro o verdadeiro significado, pois agora esta moeda vale ouro ou "oiro", que é uma variante do vocábulo em nossa língua.
A vida na Europa está ficando cada vez mais sufocante por causa do controle exercido pelos governantes sobre os cidadãos, do problema do desemprego, que tem aumentado sensivelmente, do surgimento de um regime neo-nazista, principalmente no lado ex-comunista da Europa Oriental, e da falta de objetivo de um povo abastado de bens materiais, o qual, tendo mergulhado no pós-cristianismo e não crendo mais na divindade do Senhor Jesus Cristo e nem na eternidade, está se voltando cada vez mais para o hedonismo, buscando esquecer, através do consumismo desenfreado e do prazer sexual, um paliativo para a sua depressão espiritual. Haja vista que ninguém mais quer se casar na Europa, achando que basta se amar e viver juntos, enquanto durar o amor.
O povo europeu é um povo inseguro, apesar de toda a segurança social de que desfruta, do alto nível de vida, enfim de tudo que o ser humano pensa que é mais importante neste mundo. E como riqueza não traz felicidade, existe uma sensação de enfado na face de cada cidadão europeu, como se cada um estivesse vivendo em tremendo estado de estresse. Foi isso o que pude observar, nas semanas que passei na Alemanha.
O Euro, a nova moeda européia, desbancou todas as moedas da Europa, inclusive o Marco alemão, que era a mais forte. O Euro é emitido pelo Banco Central Alemão ou Bundesbank. Seu quartel general fica localizado em Frankfurt, Alemanha, habitat anterior do Banco Rotschild, de propriedade dos jesuítas. Meyer Rotschild, certa vez, disse o seguinte: "Dêem-me o controle do dinheiro de uma nação e não me interessa quem faz as suas leis".
Antes de 1870, todos os países europeus possuíam a mesma moeda. Esta era constituída de prata e ouro e cada um cunhava livremente suas respectivas moedas. Isso quer dizer que qualquer pessoa podia levar prata e ouro ao governo do seu país e cunhar legalmente suas moedas. Nos USA as pessoas tinham essa mesma liberdade.
A prata e o ouro deixaram de valer como moeda na França e na Alemanha, nessa época, quando foram substituídos pelo padrão ouro, para evitar o trabalho de pesar o ouro. Gradualmente, todos os países europeus foram saindo do padrão ouro e o dólar papel, a moeda americana, tornou-se a moeda mundial e o padrão de valor.
O Bundesbank é completamente independente do governo alemão e de seus oficiais eleitos. Ele foi primeiramente conhecido como Reichbank. O Federal Reserve Bank dos USA (que pertence aos jesuítas) tomou esse banco como o seu modelo.
Vejam o que o grande presidente americano, Thomas Jefferson, falou sobre o perigo de um banco particular emitir a moeda nacional:
"Permitir que um Banco Central particular emita a moeda pública é uma ameaça muito maior para as liberdades do povo do que a permanência de um exército."
O Cardeal Joseph Ratzinger - conselheiro espiritual do Banco Central Europeu - é o líder da inquisição moderna da Igreja de Roma. Ele tem por objetivo neutralizar toda a grande obra do seu patrício, Martinho Lutero.
O objetivo político do Vaticano não mudou. Ele quer estabelecer novamente na Europa o domínio temporal absoluto do papa. Para atingir tal objetivo é que a Rússia precisava ser eliminada (com a desculpa do perigo vermelho) e sua entrada tem sido barrada, na União Européia.
Quando o Vaticano tiver usado os exércitos americanos para uma guerra de proporções mundiais, os quais têm realizado o trabalho sujo do papa, nos últimos 60 anos, então ele tentará (com sucesso, é claro) substituir o Dólar americano, que é o padrão mundial, pelo Euro, visto como a União Européia será muito mais rica e forte do que os USA. Essa conspiração diabólica já está bem adiantada.
A fim de derrotar essa conspiração mundial do Vaticano através do Bundesbank, todas as nações precisariam voltar, imediatamente, à moeda embasada no padrão prata e ouro, como antigamente. Estes metais nobres são o único sustentáculo de qualquer moeda, em qualquer país da terra.
No início da história mundial, conforme o VT, lemos sobre o grande patriarca Abraão, que viveu em 2.000 a.C., e era um homem muito rico em gado, prata e ouro, quando este negociava a compra de um local para o construir o túmulo de sua esposa Sara:
"Meu senhor, ouve-me, a terra é de quatrocentos siclos de prata; que é isto entre mim e ti? Sepulta a tua morta. E Abraão deu ouvidos a Efrom, e Abraão passou a Efrom a prata de que tinha falado aos ouvidos dos filhos de Hete, quatrocentos siclos de prata, corrente entre mercadores" (Gênesis 23:15-16-ACF)
O poder temporal com o qual a Santa Sé foi empossada, contribuiria para um maior grau de liberdade e prosperidade da Igreja Católica, enquanto o poder político e religioso do papa iria se expandir de maneira extraordinária, graças às manobras políticas dos seus agentes secretos, os jesuítas.
O Papa Leão XIII, cujo objetivo era o mesmo de todos os monarcas romanos, declarou ao Kaiser alemão, em 1903: “A Alemanha deve ser a espada da Igreja Católica"
O Sacro Império Germânico deixou de existir, veio a República Weimar, depois o Nacional Socialismo, com a ditadura nazista de Adolfo Hitler, e o Fuehrer quase conseguiu realizar o objetivo do Vaticano, de conquistar o mundo inteiro. Menos de 200 anos se passaram, desde aquela reunião dos líderes jesuítas, realizada no Colégio Jesuíta Chieri, na cidade de Turim, em 1825, cujo objetivo foi traçar os planos para conquistar todo o planeta para o Vaticano, liquidando os judeus, os ortodoxos e os protestantes, dentro de no máximo 200 anos.
Agora, com o estabelecimento da União Européia e do Euro e, com o descrédito mundial ao qual os USA e o Dólar papel estão sendo atirados, o Papa JP2, que é amigo íntimo de Arafat e de todos os terroristas árabes, (ou o seu substituto) vai tentar liquidar os judeus.
Ele só não conta com a intervenção do JUDEU mais poderoso de todas as eras, Jesus Cristo, o Messias prometido, que os seus não receberam, na primeira vinda, porque ELE veio em humilhação. Agora, porém, na hora do aperto, quando estiverem sofrendo os terrores da angústia de Jacó, os judeus verão Aquele que traspassaram, vindo com as nuvens, comandando os seus anjos e santos, em toda a glória e esplendor. Então lamentarão e chorarão por não terem aceitado as suas palavras, quando de sua primeira vinda.
“...e olharão para mim [Jesus], a quem traspassaram... como quem pranteia pelo filho unigênito; e chorarão amargamente... como se chora amargamente pelo primogênito”. (Zacarias 12:10).
“Aquele que testifica estas coisas diz: Certamente cedo venho. Amém. Ora vem, Senhor Jesus” (Apocalipse 22:20).
Os dados históricos foram colhidos na obra de David Marsh,
The Most Powerful Bank: Inside Germany's Bundesbank,
Random House, New York, 1993.
Capítulo 27
Duas Sátiras
1. Chegada de Wojtyla no Céu
“Sua Santidade” morreu de um derrame cerebral e foi bater na porta do céu. Aqui em baixo, os cardeais e arcebispos se agitavam para dar-lhe um sepultamento internacionalmente pomposo, com todos os chefes e governantes do mundo se fazendo presentes para homenagear o ilustre falecido, e alguns dos cardeais já de olho na vaga do trono papal. Enquanto isso, lá na porta do céu Wojtyla batia mansamente, aguardando que Pedro o “primeiro papa” do catolicismo, sobre quem teria sido fundada a Igreja de Roma, aparecesse para lhe dar as boas vindas.
Finalmente depois de algum tempo decorrido no relógio celestial, Pedro apareceu, tropeçando em suas roupas de puro armínio, com as sandálias de couro celestial brilhando nos pés, e olhou para o recém chegado, franzindo as sobrancelhas alvíssimas. Aí aconteceu o seguinte diálogo:
Pedro – Quem é você?
JP2 – Eu sou o Papa João Paulo II, ou João de Deus, ou JP2, conforme sou conhecido, respectivamente, no mundo inteiro. E no Brasil, pelos católicos e por uma herege protestante, que me deu este último apelido. Morri há poucas horas e agora vim reclamar o meu lugar aqui no céu, com os meus confrades.
Pedro – O´, Wojtyla, aqui não temos lugar para nenhum prelado católico, visto como todos eles são hereges consumados, conforme os verdadeiros ensinamentos bíblicos. Todos os seus antecessores, bem como os ditadores e o povo comum, que foram manipulados pela sua Igreja, estão no inferno e é para lá que você terá de ir.
JP2 – Que é isso, Pedro? Você está me estranhando? Sou um colega de ofício e exijo ser tratado com mais respeito. Afinal de contas o Senhor, quando fundou a Sua Igreja, Ele o fez sobre você, que foi o nosso primeiro papa e como sou o último dessa linha ininterrupta de sucessão, vim reclamar os meus direitos.
Pedro – Acho que você está enganado, Wojtyla. Primeiro, Cristo fundou a sua Igreja sobre a minha declaração de que Ele “é o Cristo, o Filho do Deus Vivo” , a Rocha Eterna, ou “a pedra principal da esquina”, e não me consta que haja outra Rocha além dele, conforme o Novo Testamento. Já deixei isso bem claro em minha “1 Pedro 2:4-8”. Paulo também fala dessa Rocha, na “1 Coríntios 3:11” e há dezenas de passagens falando da Rocha, que é Cristo. Vocês todos se extraviaram através dos escritos heréticos de Filo (de Jerusalém), e de Clemente e Orígenes, de Alexandria. Infelizmente, depois que vocês substituíram a Velha Latina, que continha as verdades do evangelho do Senhor, pelos escritos desses hereges, e que Jerônimo produziu a Vulgata Latina, tudo começou a ir de mal a pior. Com os ensinos de Platão e Aristóteles, dois filósofos gregos, homossexuais e ocultistas, sua Igreja fez uma salada mista, de paganismo e judaísmo, adicionando uma pitada de cristianismo, apenas para disfarçar, e criou um evangelho espúrio, a fim de enganar os que de bom coração têm buscado o Senhor.
Quando começaram a prestar culto a Maria e aos santos, inclusive a mim, vocês pecaram e ensinaram o povo católico a pecar contra o mandamento de adorar somente o Deus Trino e somente ao Pai fazer os seus pedidos, através de Jesus Cristo, “o único Mediador entre Deus e os homens” (1 Timóteo 2:5). Lamento muito, Wojtyla, mas aqui não temos lugar para você, que exibiu o tempo inteiro essa cara de santinho, mas era apenas um lobo vestido de pele de cordeiro, tentando ganhar almas sedentas de salvação para a sua Igreja, que depois as remete, via Sedex, para o inferno, por não serem salvas, conforme o único plano válido de salvação. Somente através do arrependimento e da fé em Cristo e nada mais. Essa história de anexar fé às obras, o meu confrade Paulo deixou bem claro que era “outro evangelho”. Portanto, se você insistir no assunto, terei de chamar Paulo para lhe dar uma explicação mais detalhada de quanto vocês, hierarcas romanos, prejudicaram as almas que acreditaram em seus ensinos heréticos, conforme Gálatas 1:6-9.
JP2 – Mas Pedro, eu sempre fui um homem decente. Tive uma vida reta, diante de Deus e dos homens... Nunca fiz uma bobagem séria, e até quando militava no Partido Comunista procurei ser fiel à Igreja de Roma.
Pedro – É verdade, Wojtyla. Você sempre procurou ser fiel à Igreja de Roma, porém não ao Senhor. Se você fosse realmente fiel ao Senhor, não teria aceitado a coroa papal, teria ficado com a Bíblia na mão e ajudado o seu povo a encontrar a verdade. Mas não, você tinha como único objetivo derrubar o comunismo, não porque achasse que esse regime era ateu, mas porque era esse o objetivo de sua Igreja. Ninguém pode servir a dois senhores, Wojtyla. Ou se serve ao Senhor ou a Mamom. E você preferiu servir a Mamom, representado pelo poder econômico e político de sua Igreja.
Eu acho o cúmulo sua Igreja ficar apregoando o tempo inteiro que é a “Igreja do Senhor”, que nem tinha onde reclinar a cabeça. E também dizer que eu fui o primeiro papa, quando eu nunca possuí prata nem ouro, jamais me sentei numa cátedra luxuosa, como aquela do século 9, que vocês me atribuem; jamais usei aquele anel de ouro maciço, que vocês usam em meu nome; jamais usei aquela mitra em forma de cabeça de peixe, copiada do deus Dagon; jamais disse que era infalível, pois até neguei o Senhor, na hora do Seu julgamento. Certa vez, meu confrade Paulo me deu o maior carão, quando eu me comportei mal com relação aos gentios, deixando de comer com eles (Gálatas 2:11-13). Imagine se eu fosse o papa, quem teria coragem de me dar uma lição de moral, conforme recebi do Paulo, hem? Enfim, tive uma sogra e sua Igreja ainda tem a coragem de exigir que todos os padres, bispos, arcebispos e papas sejam celibatários. Sabe, Wojtyla, dizem que você tem um filho, que hoje está na casa dos cinqüenta anos. Tudo bem, foi um pecado de impureza, porque você não era casado; mas seria um pecado perdoável, se você o tivesse confessado a Deus e, em seguida, tivesse assumido o seu filho e se casado com a coitada da moça, mãe do garoto. Aí, sim, o Senhor teria ficado contente e você até poderia ter se livrado desse esquema de perdição que sua Igreja tem sustentado durante 16 séculos, todo ele embasado na mentira, no vício, na prostituição, em fábulas ridículas como o purgatório; enfim, no pior de todos os males, conforme escreve o meu confrade Paulo, na 1 Timóteo 6:6-10, com ênfase no verso 10, o amor ao dinheiro!
JP2 – Pedro, agora estou vendo o quanto estive errado, durante os mais de 80 anos de vida, que levei na terra. Agora vejo tudo claramente. Será que ainda tenho uma chance de me arrepender, pedir perdão e ganhar a vida eterna? E a Virgem Santíssima, a quem servi com tanto zelo, será que ela não pode me ajudar agora? Meu moto era “Totus Tuus, Maria”! Achei que ela estaria me esperando aqui...
Pedro – NÃO, Wojtyla, agora é tarde demais e Maria não tem poder algum para salvar quem quer que seja. Se você tivesse compreendido realmente a Bíblia, já saberia que todas as chances terminam na hora da morte. Que só temos dois lugares, aqui neste mundo – o céu e o inferno. Quem foi salvo em vida, aceitando o evangelho de Cristo, sem mistura de filosofia platônica, tudo bem. Está salvo. Mas quem acreditou no purgatório, na mediação dos santos, nos dogmas da Igreja e, principalmente, na infalibilidade dessa Igreja, quebrou a cara, meu amigo. Tem de ir mesmo para o inferno... “onde haverá choro e ranger de dentes”. Lamento muito, Wojtyla, porque você é um sujeito tão convincente, com essa cara de polonês bonzinho, que se eu não fosse macaco velho, com quase 2.000 de experiência, poderia até ter caído no seu “conto do vigário... de Cristo”. Até nunca mais, Wojtyla, lamento, lamento muito... E como diz o meu querido colega de apartamento, o Lutero, Ach, Du Mein Gott!
É, “seu” Wojtyla, o negócio lá em cima é bem diferente do que você tem pregado aqui em baixo... Aqui você vive sorrindo e viajando, a fim de ganhar o mundo inteiro para o Vaticano, e só tem de obedecer ao Kolvenbach, conhecido como o Papa Negro.
O Juiz lá no céu é o Senhor Jesus Cristo e Ele não vai lhe dar moleza. O Espírito Santo não vai ficar do seu lado porque você é o AntiEspírito aqui na terra, assim como a sua hierarquia é o Anticristo. Além disso, como você tem usado e abusado do Nome de Jesus vai se dar muito mal, quando chegar a hora da verdade!!!
2. Chegada de Wojtyla no Inferno
Como já dissemos em artigo anterior, JP2 faleceu vítima de um derrame cerebral e foi bater na porta do céu. Aqui em baixo, os cardeais e arcebispos se agitavam para dar-lhe um sepultamento internacionalmente pomposo, com todos os chefes e governantes do mundo se fazendo presentes para homenagear o ilustre falecido, e alguns dos cardeais, inclusive um brasileiro, já de olho na vaga do trono papal. Enquanto isso, lá na porta do céu Wojtyla batia mansamente, aguardando que Pedro o “primeiro papa” do catolicismo, sobre quem teria sido fundada a Igreja de Roma, aparecesse para lhe dar as boas vindas.
Logo em seguida, Pedro apareceu, consultou o livro de registro celestial e, depois de uma longa discussão com Wojtyla, remeteu-o, via Sedex, para o inferno, onde Satã o aguardava, com regozijo e ansiedade.
Conhecendo de antemão a sorte que o esperava naquele reino infernal e eterno, Wojtyla chegou lá muito humilde, sem vestígio algum de sua glória terrena.
Satã o recebeu de braços abertos e foi logo se gloriando de ter mais um papa ali, para ir se juntar aos quase 300, que haviam lhe prestado tanto serviço no trono do Vaticano. Já ia mandar que um par de demônios pavorosos levasse o hóspede “para o seu próprio lugar”, um apartamento aquecido a mais de 10.000 graus (onde se encontravam Judas e alguns papas especiais, como Inocêncio III, Alexandre VI, e Pio XII), quando resolveu tirar um dedinho de prosa com esse papa, que havia se tornado o homem mais importante do mundo, na era da informática. Aliás, Satã só não ficou totalmente esquecido nas duas últimas décadas do século 20 porque as igrejas satanistas e neopentecostais passaram a dar-lhe muito IBOPE e, desse modo, ele continuou na pauta mundial.
Olhando para Wojtyla, arqueado sob o peso dos seus mais de 80 anos, 3/4 dos quais foram dedicados à ICR, Satã perguntou-lhe se sabia exatamente porque estava ali no inferno. Wojtyla respondeu que não. Foi então que Satã passou a mostrar-lhe as dez razões o por que Wojtyla iria encarar aquele destino eterno, que Satã considerava um prêmio (parafraseando algumas informações de Júlio Carrancho, um teólogo cristão que mora em Joanesburgo):
1. Você obteve muitas vantagens durante o seu papado, as quais jamais pôde recusar, pois adorava receber os aplausos do mundo.
2. Como todo prelado católico (e também alguns pastores evangélicos liberais), você era quase agnóstico ou ateu e só fingia crer no meu inimigo Jesus Cristo, a fim de enganar os católicos.
3. Você incrementou a idolatria, principalmente a mariolatria, a fim de colocar sob os pés da suposta “mãe de Deus” todos os governantes do mundo, para que estes pudessem ficar cegos de entendimento e fazer tudo o que a “nossa” Igreja ordenasse.
4. Você rezava e mandava rezar milhares de missas pelas almas dos falecidos, sabendo que nenhuma delas poderia retirar alguém do purgatório, lugar mitológico inventado pelos clérigos de “nossa” Igreja, com o único objetivo de tirar dinheiro dos analfabetos bíblicos e encher os cofres do “nosso” Vaticano.
5. Você promovia e praticava a “hostiolatria”, garantindo que Jesus, meu grande inimigo, estava presente naquela bolachinha de trigo, em corpo, sangue alma e divindade. Isso era bom demais para mim e agora posso premiar você, dentro de minhas possibilidades.
6. Você canonizou aquelas duas crianças que a “nossa” Igreja usou para a farsa de Fátima, as quais haviam sido assassinadas por inanição e desidratação, com a desculpa de “jejuar” pelos pecadores. E você sabia muito bem que a “nossa” Igreja fez isso apenas temendo que, quando crescessem, essas duas crianças encarassem a realidade dos fatos e abrissem a boca para falar a verdade. Nossa querida mitomaníaca Lúcia, discípula perfeita do “papai (da mentira) aqui”, em breve estará chegando para se juntar a todos nós.
7. Você propalava sempre que “fora da Igreja de Roma não há salvação”, sabendo que nenhum padre, bispo, arcebispo, cardeal ou papa é salvo e, portanto, jamais pode dar uma coisa que não possui e que somente o meu inimigo Jesus Cristo pode dar. Isso merece um prêmio muito especial...
8. Você e todos os hierarcas de “nossa” Igreja jamais serviram ao meu inimigo, mesmo porque foram educados na filosofia de Platão e de outros filósofos gregos e usaram sempre aquela bíblia alexandrina, a “Vulgata”, tão a meu gosto, carreando, desse modo, milhões de almas para encher este meu paraíso infernal.
9. Você pregava a paz o tempo inteiro, fazendo o mesmo que o seu antecessor Pio XII fazia. Esse prelado, que já é meu hóspede há quase cinqüenta anos, promoveu, por baixo do pano, a ocupação da Áustria, da Tchecoslováquia, da Polônia e de outros países, a fim de satisfazer a sede de poder do nosso boneco paranóico, Adolfo Hitler. Este, por sua vez, iria criar o Novo Estado Católico Europeu, a fim de me dar milhões de almas torturadas através de uma nova inquisição. Já você ficava viajando e sorrindo para engodar os governantes mundiais, usando a tática do Eucomomesmo. De parceria com a CIA, você fez média com a Rússia e os países comunistas, a fim de derrubar o comunismo, pelo que se tornou o homem mais poderoso do mundo.
10. Você, através da subtileza e do engano religioso, tentou fazer com que todos os credos do mundo se tornassem subservientes à “nossa” Igreja. Você é o papa do Eucomomesmo, iniciado por um dos que estão aqui, o Joãozinho 23, do qual o Paulinho 6 foi o grande prosseguidor, obra essa tão meritória, a qual tem me agradado muito.
Consolidar, definitivamente, o “Eucomomesmo” foi a glória máxima de sua carreira, um alvo por demais estonteante para um simples humano, que fingia o tempo inteiro acreditar cegamente em todos os dogmas de “nossa” Igreja! Que maravilha ser exaltado por todos os líderes do mundo com títulos como “Santo Padre”, “Sumo Pontífice” e “Sua Santidade”, enfim, alcançar toda essa glória humana, hem?
Ainda bem que você jamais gostou de ler a Bíblia legítima e, portanto, nunca aprendeu o caminho de salvação exclusivamente pela graça da fé em meu inimigo Jesus Cristo, perdendo, assim, a chance de ir para o céu. Mesmo porque o céu é um lugar maçante, onde só se ouve música celestial, onde se fazem orações ao Deus Trino e nunca se tem o direito de ouvir um rock de boa qualidade, tocado por um daqueles conjuntos infernais, cujos líderes já estão aqui a meu serviço. Seja bem vindo, Wojtyla, a casa é sua... La casa es suya... Feel at home, my dear friend!!!
É isso aí, Wojtyla, Se você tivesse atentado bem para algumas garantias contidas na Bíblia e as tivesse passado aos membros de sua “Igreja”, quem sabe o seu destino teria sido bem melhor? Vamos ler alguns desses versículos? Sei que é tarde para você, mas, como diz o ditado: “Antes tarde do que nunca”!
“Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá” (João 11:25).
“E a vida eterna é esta: que te conheçam, a ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste” (João 17:3).
“Por isso nenhuma carne será justificada diante dele pelas obras da lei, porque pela lei vem o conhecimento do pecado ... Onde está logo a jactância? É excluída. Por qual lei? Das obras? Não; mas pela lei da fé” (Romanos 3:20,27).
“... Compadecer-me-ei de quem me compadecer, e terei misericórdia de quem eu tiver misericórdia” (Romanos 9:15).
“Sabendo que o homem não é justificado pelas obras da lei, mas pela fé em Jesus Cristo, temos também crido em Jesus Cristo, para sermos justificados pela fé em Cristo, e não pelas obras da lei; porquanto pelas obras da lei nenhuma carne será justificada” (Gálatas 2:6).
“Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie”. (Efésios 2:8-9).
Você fez tudo para se tornar o “Big Brother” mundial e, provavelmente, não vai conseguir atingir esse posto, uma vez que está velho e decrépito. Contudo, é provável que o seu sucessor venha a consegui-lo... Agora me lembrei de uma frase que o vigia do sítio de meu pai, um alagoano descendente dos negros dos quilombos, costumava dizer, sempre que encontrava um grave problema à sua frente: DANOU-SE!
Mary Schultze, 2003
Telefax (21) 2643-3904
Dados Biográficos da autora
Mary Schultze nasceu no dia 08/12/1929, num claro domingo de sol, chorando muito, como se não desejasse aterrizar no planeta Terra. Mas Deus, eternamente sábio, estava enviando a garotinha de cabelos claros para um propósito específico, permitindo que ela fosse feliz e cumpridora de sua tarefa – alegrar as pessoas com os seus livros de contos e poesias.
Foi uma menina extrovertida e aos sete anos de idade, após ter sido alfabetizada pelo pai, começou a ler muitos livros de histórias e logo estava escrevendo contos e poesias, com um estilo muito pessoal. Estudou com afinco e aos 20 anos de idade foi trabalhar numa companhia aérea, pois falava Inglês fluentemente, desde os 17 anos, e logo se firmou como uma eficiente secretária bilíngüe.
Começou a trabalhar aos vinte anos e aos vinte e quatro, veio residir e trabalhar no Rio de Janeiro, na firma inglesa, Mappin & Webb, como Secretária do Diretor. Aos vinte e seis anos conheceu um Químico Industrial alemão de Berlim, com quem se casou. Converteu-se ao Evangelho do Senhor Jesus Cristo aos quarenta e oito anos de idade. Seu casamento durou 26 anos, até que Deus o chamou e ela ficou com duas filhas, Margarete e Rosemary, dirigindo os negócios do casal. Hoje Margarete, mãe de 3 filhos, reside na Alemanha (lado oriental) e Rosemary, mãe de duas filhas, em Teresópolis, RJ.
Seis meses antes de perder o marido, Mary havia ingressado no Seminário Teológico Betel (RJ), onde se esforçou tanto que tirou as melhores notas da turma. O resultado foi o seu 7º livrinho – “Amigos em Cristo” - para o qual aproveitou muitos trabalhos do Seminário. Este e os seis livros anteriores foram todos distribuídos entre os clientes de sua linha de cosméticos. Como resultado, ganhou algumas almas para Cristo. A Jesus Cristo, nosso Deus e grande Salvador, seja dada toda a glória, hoje e eternamente!
Mary publicou dez livros: “Cubos de Gelo”, “Meu Cristo é Poesia”, “Meu Cristo é a Verdade”, Jardim Primavera, “Colar de Pérolas”, “Sou Livre”, “Amigos em Cristo”, “A Deusa do Terceiro Milênio”, “Viajando com Martinho Lutero” e “Conspiração Mundial em Nome de Deus” (estes dois últimos em 2001).
Foi micro-empresária durante 36 anos, com a linha de cosméticos Mary Schultze, distribuída em todo o Brasil. Em 1994, depois de vender a micro-empresa, aposentou-se e passou a trabalhar, em Teresópolis, somente na obra do Senhor Jesus Cristo.
É membro correspondente de seis Academias de Letras, no Brasil, e da International Academy of Letters of England. Como sete é o número perfeito na Bíblia, ela jamais aceitará tornar-se membro (correspondente ou ativo) de qualquer outra academia.
Para muita gente, quando alguém se converte no último estágio da vida é um pouco tarde. Mas para Deus a idade cronológica não importa. Nestes 24 anos de vida cristã Mary tem se dedicado à obra do Rei Jesus. Traduziu mais de 6.000 páginas, dentre as quais se destacam: “O Próximo Passo”, de Jack Chick, “Por Amor aos Católicos Romanos”, “Escada para o Inferno”, ambos de Rick Jones, “Os Fatos Sobre a Vida Após a Morte, de John Anckerberg & John Weldon, “Respostas aos Amigos Católicos”, de Thomas F. Heinze, o “Comentário do Novo Testamento”, de John Wesley; “A Mulher Montada na Besta”, de Dave Hunt; “Fato ou Fraude? (Os Protocolos de Sião)”, de Goran Larsson, e “O Holocausto do Vaticano”, “The Vatican Billions”, “The Vatican in World Politics”, de Avro Manhattan, “O Livro das Respostas”, do Dr. Samuel C. Gipp, “Final Authority” (Autoridade Final), do Dr. William P. Grady, etc. Leu e traduziu parte do livro "Vatican Assassins" de Eric Jon Phelps, do qual tirou algum material para o seu livro inédito, "O Vaticano e a União Européia". Traduziu cinco livros do Dr. Peter Ruckman, ardoroso defensor da Bíblia King James.
Lecionou Teologia Sistemática e Inglês no Seminário Teológico Serrano, em Teresópolis, RJ, onde conheceu a aluna que se tornou sua melhor amiga e secretária – Marly Pacheco dos Santos, atualmente funcionária da FESO, onde também trabalha sua filha mais nova, Rosemary Schultze.
Durante dois anos e meio, Mary trabalhou como secretária, pesquisadora e tradutora de Inglês no Centro de Pesquisas Religiosas, em Teresópolis RJ, sob a direção do Pr. Paulo Pimentel. E a partir daí vem se dedicando, especialmente, à pesquisa sobre o Catolicismo Romano, tema de seus últimos livros. Tem recebido alguns elogios sobre o seu trabalho, inclusive do Diretor do Instituto de Pesquisas Bíblicas de Jerusalém (atualmente no Brasil) e do Presidente da Sociedade Bíblica Trinitariana no Brasil, SP.
Colaborando em 3 jornais (O Desafio das Seitas, Folha Universal e O Diário de Teresópolis), Mary não tem tempo de adoecer e nem de envelhecer, porque sua mente continua ativa e o corpo ágil, com o mesmo peso (50 Kg) dos 18 anos. Seu expediente é de 16 horas diárias, num trabalho muito gratificante. No primeiro semestre de 2002, Mary cursou a UNIVERTI/FESO, onde fez amizade com algumas senhoras inteligentes e esforçadas de sua faixa etária. Seus maiores objetivos são: ganhar almas para o Senhor Jesus Cristo e ser uma boa avó para os cinco netos.
Na parábola dos trabalhadores na vinha (Mateus 20:1-16), Jesus nos mostra que os que iniciaram o serviço às 17 horas ganharam o mesmo salário daqueles que o haviam iniciado às 6 horas da manhã. Isso quer dizer que a idade cronológica não importa para Deus, mas a qualidade da vida do cristão. Os versículos bíblicos que comandam a vida e Mary são: Romanos 8:28, Filipenses 4:19 e Efésios 3:20-21, que sempre têm funcionado maravilhosamente. Louvado seja o nome do Senhor!
Seus últimos livros, ainda inéditos, são: “D. Mariquinha em prosa e verso” (autobiográfico), “Compartilhando a Palavra Fiel”, “O Vaticano e a União Européia” e “O Falso Profeta”, todos com cerca de 130 ps. A-4. Seu grande desejo é que estes contribuam para alegrar e edificar espiritualmente o povo de Deus, glorificando o nome do nosso Deus e grande Salvador Jesus Cristo, diante de quem todo joelho se dobrará e toda língua confessará que Ele é o Senhor! (Filipenses 2:11).
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