A Bomba H e o Armagedom
Do pesquisador Leon Kilkenny (www.reformation.org) recebi o material abaixo, o qual traduzi e agora encaminho aos amigos e irmãos na fé, a fim de que possam avaliar os perigos que o mundo está atravessando, até que o Senhor Jesus Cristo volte e nos arrebate para com Ele ficarmos, eternamente!
Como não entendo bem a linguagem técnica usada por Kilkenny, espero que vocês me perdoem os erros porventura cometidos e, mesmo assim, possam entender a gravidade do assunto. Vamos deixar que fale o autor do texto.
“Toda a ferramenta preparada contra ti não prosperará, e toda a língua que se levantar contra ti em juízo tu a condenarás; esta é a herança dos servos do SENHOR, e a sua justiça que de mim procede, diz o SENHOR” (Isaías 54:17).
Enquanto o mundo sofre dores atrozes, os homens do Pentágono tomam champanhe!
O Pentágono ataca novamente... no Irã com outro terremoto nuclear. Reportagem Especial da BBC.
No dia 28/03/05, um terremoto de 8.7 na Depressão de Sumatra não produziu tsunami (joevials.co.uk).
O Pentágono está contaminando o Iraque e o Afeganistão com urânio empobrecido.
O Pentágono tem mais de 10 mil armas atômicas
em seu mortífero arsenal bélico.
Cada uma de suas Bombas de Hidrogênio (Bomba H) é 50 vezes mais possante do que a bomba atômica jogada sobre Hiroshima, no Japão, em 1945.
Esse tipo de bomba poderia ser estrategicamente colocado para devastar um país do tamanho da Inglaterra. Hitler já possuía a Bomba H, em 1945, quando o Pentágono a tomou para os USA, tendo testado a mesma no Alasca, em 01/04/1945.
Teoricamente, a principal arma bélica W-53, de 09 megatons, do Pentágono, poderia ser facilmente encaixada numa pequena câmara, a fim de ficar protegida contra as maciças 10 mil libras de pressão por polegada quadrada, na fronteira da Depressão de Sumatra. Todo o pacote contendo essa arma pesaria menos de 05 toneladas, permitindo que o mesmo escorregasse de um vaso suprido a óleo, e desse tipo existem mais de 300 na Ásia. Quem iria notar? [Ver o artigo de Joe Vials - “A tsunami não foi um acaso” - por mim traduzido e enviado ao grupo, em janeiro deste ano - MS].
A letal Bomba H é uma arma dentro de outra bomba nuclear
A Bomba H termonuclear é exatamente isso. Em outras palavras, ela usa a fissão e bilhões de graus numa bomba atômica convencional (primária), a fim de desencadear uma reação (fusão) em outra bomba (secundária), criando uma explosão nuclear. Um terceiro estágio pode ser acrescentado, chegando à soma de até 20 milhões de toneladas de TNT.
As primeiras bombas H produzidas na Alemanha Nazista eram imensos mecanismos (criogênicos) para guardar um deutério (isótopo de H) líquido abaixo de 400 graus Fahrenheit. Um submarino era o método ideal de entrega naquele tempo, mas o submarino também explodiria, junto com a explosão do artefato.
O Primeiro Teste com uma Bomba H aconteceu em
Port Chicago, no dia 17/07/1944.
Exatamente ao Norte de S. Francisco. Foi um teste feito com a bomba de pólvora e urânio combinados, igual à que seria usada em Hiroshima, em 06/07/1945.
Esse teste atômico foi executado sob uma cortina de fumaça de explosivos convencionais. Centenas de marujos negros lotavam navios carregados de munição no porto em frente à guerra no Pacífico. A explosão destruiu tudo num raio de 1/2 milha e de fato provocou uma onda gigantesca. O Pentágono informou que a munição estocada em um dos navios havia incendiado, provocando a explosão. Contudo, isso era mentira, visto como não houve fogo algum antes da explosão.
Os princípios da Bomba H já eram conhecidos em 1944.
Comparada à força destruidora de uma Bomba H, uma bomba atômica convencional é apenas um brinquedo! Hitler não estava brincando e os seus cientistas estavam empenhados em fabricar e entregar a Bomba H.
Conforme o Dr. James B. Conant, professor da Universidade Harvard e conselheiro científico do General Groves, a super-bomba americana já estava quase pronta em 1944:
“Por vários métodos parece muito provável ser possível o desenvolvimento, dentro de seis meses, após a primeira bomba ter sido aperfeiçoada, podendo-se aumentar a sua eficiência... Nesse caso, a mesma quantidade de material alcançaria algo equivalente a 24 mil toneladas de TNT. Desenvolvimentos adicionais na mesma linha dariam a possibilidade de produzir uma única bomba com tal quantidade de materiais e tal eficiência, até o equivalente a centenas de milhares de toneladas de TNT... Todas essas possibilidades residem apenas em aperfeiçoar a eficácia do uso dos elementos “25” (U-235) e “49” (Pu-239). Vemos, assim, que uma considerável “super” bomba está pendente, totalmente à parte do uso de outras reações nucleares” (Bush - Conant Letter on the Super Bomb - National Archives). Esta carta foi escrita pelo Dr. Conant, em 20/10/1944.
O Primeiro Terremoto e Tsunami do Século 20
aconteceram no Alasca, em 01/04/1946.
Nessa data um maciço terremoto e tsunami atingiram a cordilheira da Ilha Aleutiana, na costa do Alasca:
“Uma das mais destruidoras tsunamis do Pacífico foi gerada pela magnitude de um terremoto de 7.8, perto da Ilha Unimak, na cordilheira da Ilha Aleutiana, no Alasca. Uma gigantesca onda de 35 metros destruiu completamente o farol da Capitania Scotch da Guarda Costeira dos USA, matando cinco dos ocupantes. O farol estava sobre uma estrutura de concreto e aço, numa altura de 30 metros sobre o nível do mar. Ondas gigantescas alcançaram as ilhas havaianas, cinco horas depois, causando considerável estrago e perdas de vida. Essas ondas obliteraram completamente a praia de Hilo, na Ilha do Havaí, matando 159 pessoas. O total foi de 165 pessoas mortas nessa tsunami, incluindo crianças que assistiam aula no Hawaii’s Laupahoehoe Point , onde as ondas, chegando a mais de 8 metros, destruíram um hospital. Os prejuízos foram calculados em US$26 milhões (Câmbio de 1946). Em 1948, por causa dessa tsunami, os USA fundaram o Pacific Warning Center, no Havaí. (International Tsunami Information Center).
O Primeiro Teste com uma Bomba H aconteceu
no Alasca, em 01/04/1946.
Após a II Guerra Mundial, o Alasca foi escolhido como sítio favorito onde o Pentágono iria testar suas armas nucleares. Este ficava próximo à Rússia, de modo que os resíduos iriam contaminar a Sibéria, ficando bastante longe do território americano, podendo, assim, esconder os efeitos dos “shots” ou testes. O coordenador do Alasca para testes nucleares era o Dr. Edward Teller - o então chamado “Pai da Bomba H”.
Teller testou a Bomba H no Alasca, em 01/04/1946. A mídia controlada pelo Pentágono registrou esse teste como tendo sido um “terremoto” e uma tsunami. Essa explosão da Bomba H foi desencadeada mediante uma explosiva mistura - Little Bay - igual à da bomba jogada em Hiroshima. Hitler já havia desenvolvido essa bomba, a fim de ser jogada sobre a Inglaterra ou sobre os USA.
Essa bomba do Dr. Teller era uma cópia da bomba alemã, ou algo por ele criado em Los Alamos.
O Dr. Edward Teller (1908-2003), conhecido como o “Pai da Bomba H”, visitava sempre o Alasca. Sob o disfarce de uso pacífico de bombas nucleares, ele testou várias bombas H no Alasca, sob o codinome de “Project Chariot”.
O poder destruidor de uma Bomba H é inimaginável, conforme tem sido demonstrado nos subseqüentes “terremotos” e tsunamis. Essa bomba foi também chamada SUPER. Temos aqui uma citação com autoridade da “US Nuclear Weapons: The Secret History” :
“Uma importante reunião após a guerra, para rever o status da Super, aconteceu em Los Alamos, entre 17 e 23/04/1946. A obra até a data, sobre processos termo-nucleares foi revisada e o modelo específico de uma bomba termo-nuclear foi apresentado. A conferência foi centralizada sobre o estudo da viabilidade desse modelo, o qual foi escolhido pela facilidade do seu teórico tratamento, em vez da praticidade engenhosa ou eficiente do uso de material de fissão e do Tritério.
A princípio, o objetivo da conferência era estudar a viabilidade das bombas termo-nucleares, sem a intenção de usá-las como armas de fato. Uma extensa série de computações no ENIAC de uma dimensional queima de “tritium” e deutério havia sido concluída nesse tempo. Outro propósito da reunião foi discutir os resultados computacionais e assessorar os prospectos para a realização física de um engenho termo-nuclear. Apesar da simplificada, embora relativamente ambiciosa natureza do modelo, o consenso geral foi que os resultados preliminares eram encorajadores (em vista do que era conhecido naquele tempo sobre os fatores de resfriamento e dispersão de combustível). Sobre o assunto foram preparados vários documentos, na primeira fase do programa de desenvolvimento termo-nuclear conseguido no final” (Hansen, “US Nuclear Weapons: The Secret History”, p. 45).
A Segunda Explosão da Bomba H
Aconteceu na costa russa, em 1952.
Conforme os peritos no assunto, a Rússia não teria explodido a sua Bomba H, antes de 1956. Então, esse “terremoto” e a tsunami (1952) devem ter sido obra do Pentágono. Nesse tempo, a Guerra da Coréia estava indo mal para o General MacArthur. Vejamos mais uma citação do International Tsunami Information Center:
“No dia 06/11/1952, um forte terremoto (magnitude 8.2) na costa da Península Kamchatka gerou uma enorme e destruidora tsunami. Suas ondas atingiram a Península Kamchatka, as Ilhas Kuril, e outras áreas no extremo leste da Rússia, causando consideráveis estragos e perdas de vida. A tsunami foi amplamente observada e registrada no Japão, sem perdas de vida nem estragos ali. Houve muitos estragos nas ilhas havaianas e alguns danos no Peru e no Chile. A tsunami foi registrada e observada através das ilhas do Pacífico. Na Nova Zelândia as ondas chegaram a 01 metro de altura, No Alasca, na Ilha Aleutiana e na Califórnia, as ondas chegaram a 1.4 metros, onde foram observadas e registradas. De longe, as maiores ondas, fora da aérea geradora, foram observadas nas ilhas havaianas. Felizmente, nenhuma vida humana foi ceifada no Havaí por causa dessa tsunami, mas os danos foram extensos, totalizando uma estimativa de US$800.000 a US$1.000.000 (ao câmbio de 1952). Essa tsunami causou danos nas Ilha Midway. Em alguns locais da cadeia de ilhas havaianas, as ondas destruíram barcos e cais, derrubaram linhas telefônicas e causaram extensa erosão na praia. Em algumas localidades, as ondas foram destruidoras, mas em outras mal foram observadas. A praia norte da Ilha Oahu experimentou as ondas mais altas, de 4.5 metros. Na praia sul da ilha, a tsunami foi poderosa, a ponto de arremessar uma construção ornamental de cimento no Porto de Honolulu para dentro de um barco de pesca” (International Tsunami Information Center).
A Terceira Explosão da Bomba H aconteceu
no Alasca, em 09/03/1957.
O Pentágono explodiu uma BIG ONE em 09/03/1957. Isso aconteceu, provavelmente, junto com a planejada invasão da Rússia, a qual deveria ser executada em 1958:
“Em 09/03/1957, aconteceu um terremoto de 8.3 de magnitude, ao sul das Ilhas Andreanof, na Ilha Aleutiana no Alasca, na mesma área daquele ocorrido em 01/04/1946, tendo gerado uma tsunami no Pacífico. Embora sem perdas humanas, houve ampla destruição de propriedades nas ilhas havaianas, com danos estimados em cerca de U$5 milhões (câmbio de 1957). As ondas foram particularmente altas na praia norte da Ilha Kouai, onde atingiram a altura máxima de 16 metros, inundando a rodovia, destruindo casas e pontes. Essa tsunami alcançou o dobro da altura daquela de 1946. Em Hilo, Havaí, ela chegou a 3.9 metros de altura, com consideráveis danos às construções à beira-mar. Dentro da Baía Hilo, a Ilha Coconut foi coberta por um metro d’água e a ponte que a conectava à praia foi novamente destruída”. (International Tsunami Information Center).
A Quarta Explosão da Bomba H aconteceu
na costa do Chile, em 1960.
No dia 22/05/1960, um gigantesco “terremoto” e tsunami aconteceram na costa do Chile. O Pentágono não estava oficialmente em guerra com o Chile, nesse tempo, mas o governo chileno deve tê-lo ameaçado de expulsar uma das companhias controladas por Rockfeller. Temos aqui outra citação do International Tsunami Information Center:
“O terremoto mais forte, com magnitude de 9.5, no século 20, aconteceu em 22/05/1960, na costa central ao sul do Chile. Ele gerou uma tsunami em toda a extensão do pacífico, a qual foi localmente destruidora no Chile e em todo o Oceano Pacífico. Essa tsunami matou cerca de 2.300 pessoas no Chile. Houve tremenda perda de vidas e propriedades nas ilhas havaianas, no Japão e em várias partes do Pacífico. Ondas furiosas em Hilo, Havaí, destruíram a beira-mar e mataram 61 pessoas. Os danos totais chegaram a US$500 milhões (Câmbio de 1960)”
A Quinta Explosão da Bomba H aconteceu
no Alasca, em 26/03/1964.
Em 1963, o Pres. Kennedy assinou o Tratado de Banimento dos Testes Nucleares, o qual bania os testes nucleares na atmosfera, em espaços abertos e submarinos. O Pentágono ficou FURIOSO! Para piorar as coisas, Kennedy baniu também os testes subterrâneos no Alasca. Temos aqui uma citação do Secretário de Imprensa de Kennedy, o General Salinger:
“Entre todos os oficiais da imprensa que cooperaram neste assunto, um dos mais destacados foi Arthur Sylvester. O Departamento de Defesa é um verdadeiro labirinto e qualquer Presidente ou Secretário da Defesa ficar bem informado do que ali acontece é praticamente impossível. A informação que Sylvester me deu sobre as propostas atividades do Departamento de Defesa comprovaram, na ocasião, ser nulas. Por exemplo, certa vez ele reportou-me que estava em procedimento um plano do Departamento de Defesa para construir alguns sítios de teste nuclear para os USA, no Alasca. Quando ele me deu essa informação, logo me veio à mente a possibilidade de uma ação da União Soviética contra testes nucleares, tão perto de suas fronteiras. Levei o assunto ao Pres. Kennedy, o qual nunca fora informado desse plano. Um telefonema do Presidente ao Secretário da Defesa, McNamara (que também nada sabia do plano) pôs um rápido fim a toda a idéia” (Pierre Salinger, “With Kennedy”, p. 137).
A Sexta Explosão da Bomba H aconteceu
na Indonésia, em 26/12/2004.
No dia seguinte ao Dia de Natal, o Líder da Morte, o General Jesuíta do Vaticano [Peter Hans Kolvenbach], ordenou que o Pentágono suspendesse temporariamente o Movimento Ecumênico e enviasse um presente de natal aos muçulmanos da Indonésia. Tradicionalmente o seu “Satã”, ou melhor, “Santa”, costumava viajar por via aérea, mas dessa vez ela chegou via marítima, trazendo morte e destruição a centenas de milhares de incrédulos. [Para entender bem este assunto, vocês devem ler o que fez o Vaticano durante os anos 1960, usando a imagem de sua “santa” padroeira universal, a “Senhora de Fátima”, em peregrinação pelo mundo inteiro, a fim de acirrar o ódio contra a União Soviética - Mary Schultze].
A bomba (ou bombas) foi colocada pela Marinha do Pentágono [a qual, segundo Eric Jon Phelps - em seu livro Vatican Assassins - é totalmente controlada pela Ordem de Loyola - Mary Schultze] na Depressão de Sumatra, na costa da Indonésia. Roma esteve envolvida no controle desse evento.
Todos as grandes inquisições da história começaram após a Missa de Natal. Carlos Magno, o profano imperador romano, foi coroado no Dia de Natal do Ano 800 d.C. Logo em seguida, veio o terror sobre as Ilhas Britânicas, através dos navios de guerra dos vickings.
Todos os“anos santos” e Jubileus do Vaticano começaram no Dia de Natal.
A União Soviética foi oficialmente dissolvida, pelo jesuíta treinado, Gorbachov, no Dia de Natal, 1991 [Como o Dia de Natal é o dia do aniversário de Horus, o deus sol, o Vaticano aproveita esse dia nefasto para executar as suas realizações demoníacas de destruição em massa - Mary Schultze].
Hitler já possuía sua Bomba H, em 1945!
Na bomba de Hitler foi usada uma mistura de pólvora e urânio - no sentido de iniciar uma cadeia de hidrogênio em reação. Após terem os britânicos bombardeado as facilidades da “heavy water” na Noruega, Hilter conseguiu essa “heavy water” no Congo Belga. Ele construiu uma gigantesca facilidade subterrânea para armas nucleares, em Sangerhausen, na Alemanha Oriental.
Hitler obteve urânio puro (U-235) de agentes secretos em Oak Ridge, Tennessee e o isótopo deutério (heavy water) do Congo Belga.
Norsk Hydro na Noruega supriu a Alemanha Nazista de “heavy water” para a Bomba H, até ser bombardeada pelos britânicos.
O urânio das minas do Congo Belga foi inundado pelos britânicos, mas um dique no Rio Congo foi usado pelos nazistas, a fim de produzir “heavy water” para a sua Bomba H.
Em janeiro de 1945, Hitler estava pronto a explodir uma Bomba H, via submarino, no porto de Liverpool, Inglaterra. Uma só Bomba H poderia ter arrasado quase toda a Grã Bretanha.
A “heavy water” não é necessária à produção de uma bomba atômica... porém é absolutamente indispensável à produção de uma Bomba H.
Alguns reatores de hoje usam a “heavy water” como um moderador para retardar a reação, mas nos USA, Enrico Fermi usou uma pilha de grafite... em vez de “heavy water” ... para retardar a reação.
Esse reator nuclear era comumente conhecido como reator de pilha de grafite. Durante a sua pesquisa, Fermi bombardeou o núcleo de um átomo com nêutrons. Durante esse bombardeio, o núcleo do átomo se fendeu e uma reação de fissão nuclear ocorreu. Fermi usou a grafite no reator, para retardar os nêutrons, o bastante para reduzir o núcleo da reação. Temos aqui uma citação do “Critical Assembly”:
“Teller frisou que o deutério seria bem mais barato de se obter do que a U-235, ou Pu-239 e que a explosão poderia ser tornada infinitamente maior, aumentando-se a quantidade de deutério colocada perto da bomba de fissão. A partir desse ponto, embora Oppenheim tenha tentado levar a discussão de volta à bomba de fissão, Bethe e outros gastaram a maior parte do seu tempo argumentando com Teller sobre suas idéias da Super. Bethe recorda que Teller estava tão preocupado com a Super que, em certo ponto, numa discussão da necessidade alemã pela “heavy water” (como moderador no reator nuclear), Teller, sempre avançado trinta anos além do seu tempo, havia dito: ‘claro, eles precisam da heavy water para fabricar a super bomba”’. (Hoddeson, “Critical Assembly”, p. 45).
Comentário da Tradutora: Será que esse recente “terremoto” no Paquistão e Caximira, com milhares de mortos e tanta destruição, não teria sido mais uma explosão do Pentágono? Pode ser que os homens de lá estejam preocupados demais com o fato da Índia e do Paquistão já possuírem o segredo da Bomba H.
Pelos artefatos bélicos existentes no mundo inteiro, parece que o planeta Terra está em vias de explodir e o Armagedom está mais próximo do que todos nós possamos imaginar... Por isso, nós, os crentes bíblicos em Cristo, devemos orar e trabalhar pela salvação dos perdidos, aguardando a “bendita esperança” do Arrebatamento, que não deve tardar...
(Nuclear Tsunamis - Weapons of Mass Destruction Revealed At Last! - 22/02/2005). Leon Kilkenny/Mary Schultze, 18/10/2005.
frauschultze@uol.com.br
Bibliografia:
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Hershberg James. James B. Conant. Harvard to Hiroshima and the Making of the Nuclear Age. Alfred A. Knoph, New York, 1993.
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Hoddeson, Lillian. Critical Assembly: A Technical History of Los Alamos during the Oppenheimer Years, (1943-1945). Cambridge University Press. New York, 1993.
Kohlhoff, Dean W. Amchitka and the Bomb. Nuclear Testing in Alaska. University of Washington Press, Seattle, 2002.
Morland, Howard. The Secret that Exploded, Random House, New York, 1981.
O'Neill, Dan. The Firecracker Boys. St. Martin's Press, New York, 1994. (A great exposé of Edward Teller and Alaska nuclear testing called Project Chariot and Operation Plowshares).
Powers, Thomas. Heisenberg's War: The Secret History of the German Bomb. Alfred A. Knopf, New York, 1993.
Rhodes, Richard. The Making of the Atomic Bomb. Simon & Schuster, New York, 1986.
Rhodes, Richard. Dark Sun: The Making of the Hydrogen Bomb. Simon & Schuster, New York, 1995.
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Shambroom, Paul. Face to Face with the Bomb: Nuclear Reality after the Cold War. Johns Hopkins University Press. Baltimore, MD., 2003.
Shepley, James R. The Hydrogen Bomb. David McKay Co., New York, 1954.
Copyright © 2005 by Leon Kilkenny