Clamem por Liberdade

(Cry Out For Liberty)

 

         Deus prometeu que o Messias, o qual iria redimir a humanidade do poder de Satanás e da penalidade do pecado, seria um judeu nascido de uma virgem (Gênesis 3:15 e 12:3; Isaías 7:14 e 9:6), e reinaria para sempre no trono do Rei Davi, em Jerusalém. Com a finalidade de neutralizar o plano de Deus, Satanás deveria inspirar a aniquilação dos judeus. O anti-semitismo, a perseguição e o extermínio,  satanicamente inspirados, como jamais aconteceram a nenhum outro povo em toda a história, foram profetizados na Bíblia (Deuteronômio 28:37; Jeremias 29:17-19, etc). A destruição de Jerusalém, no Ano 70 d.C. (com 12 milhões de mortos) prosseguiu, em 135 d.C., com 985 cidades destruídas e 580.000 judeus assassinados.

         A situação facilitada pelos césares piorou sob outros governantes. Constantino (280-337) concedeu ao Judaísmo, por algum tempo,  o mesmo status das outras religiões. Contudo, logo após ter-se tornado “cristão”, ele começou a oprimir os judeus. Os imperadores romanos procederam de igual modo, continuando essa perseguição.

         Os papas, sucessores dos imperadores romanos [e não de Pedro, conforme apregoa a ICR], continuaram essa opressão. Inspirados pelo papa Urbano II, os cruzados assassinaram os judeus no percurso de toda a sua rota e também quando tomaram posse da Terra Santa. Os concílios da Igreja, como o de Viena (1311), de Zamora (1313) e de Basel (1431-1433), fortaleceram o anti-semitismo, transformando-o em doutrina oficial da ICR.  Mais de cem documentos eclesiásticos anti-semitas foram publicados entre os séculos VI e XX.

         Durante o domínio eclesiástico na Era das Trevas, os judeus foram expulsos  de quase todas as nações da Europa - inclusive da Inglaterra. Para onde poderiam ir, se não tinham o seu próprio país?  Desse modo, eles tiveram de aceitar uma vida confinada aos guetos.

Maomé, o fundador do Islamismo (570-632), matou todos os judeus na Arábia, exceto os poucos que lograram escapar. Nos países da África do Norte e do Oriente Médio, após a conquista muçulmana no século VII, aconteceu uma intolerável brutalidade, com pilhagens e massacres contra os judeus.

Conforme os romanos haviam feito em Jerusalém, em 135 d.C., qualquer cidade designada como “cidade sagrada do Islã”, como Cairoã, na Tunísia, no século XIII, for tornada “sem judeus”. (1)

Nas eleições alemãs de maio/1928, o Partido Nazista, auxiliado pelos fundos do Vaticano, entregues a Hitler pelo Cardeal Eugenio Pacelli (futuro papa Pio XII), conseguiu as suas doze primeiras cadeiras no Parlamento Alemão (Reichstag). A partir desse tempo, desencadeou-se um reinado de terror através da Alemanha, o qual iria escravizar toda a Europa. No dia 01/01/1930, a tropa de choque terrorista de Hitler assassinou oito judeus, tendo sido estas as primeiras vítimas da era nazista. “Os judeus eram molestados em lugares públicos e os cultos das sinagogas eram constantemente interrompidos...” (2) Nas eleições de 1930, com os “camisas pardas” de Hitler intimidando os eleitores, as cadeiras no Parlamento subiram de 12 para 107.

Em 30/01/1933, um compromisso político transformou Hitler, então com 43 anos, no Chanceler da Alemanha. Bem depressa ele estabeleceu uma ditadura nazista, na qual não era permitido qualquer dissidente. Seu livro “Mein Kampf” (Minha Luta) [escrito pelo padre jesuíta Stampfle] havia prometido “uma solução final para os judeus”, os quais passaram a ser espancados nas ruas, com as suas lojas pilhadas e, em seguida, boicotadas.

A reação através de toda a Alemanha foi rápida e silenciosa. Protestos em massa foram postos em ação, em Nova York, no Madison Square Garden; no Trocadero, em Partis; no London Queen´s Hall na Inglaterra, contra os pogroms antijudaicos. Mesmo assim, um mundo alienado fechou os olhos ao Holocausto [do mesmo modo como está fechando os olhos, agora, contra a perseguição aos judeus e cristãos, em determinados países], movimento que ainda atormenta todos os que têm consciência. 

Em 1934, a campanha para criar vilas “sem judeus” estava se alastrando.  Os judeus eram expulsos de todas as profissões e da educação. Num crescente terrorismo as tropas de choque de Hitler entrariam numa vila, destruindo e pilhando as lojas dos judeus, calcando aos pés a Torah, na Sinagoga, assaltando e matando os judeus nas ruas.

Aterrorizados e confusos, os judeus fugiam para as cidades vizinhas, apenas para serem sempre e sempre expulsos das mesmas e, eventualmente, enviados aos campos de extermínio.

Durante séculos os judeus estiveram fugindo da Europa, tentando retornar à sua Terra de origem. Ali, nos anos 1920 e 1930, empurrados pelos nazistas (3) e auxiliados pelos britânicos “mantenedores da paz”, as perturbações  antijudaicas começaram, lideradas por Haj Amin al-Hussein (4), o grande mufti de Jerusalém, um terrorista amigo e admirador de Hitler, e de Himmler, o tio-avô, mentor e modelo de Yasser Arafat. O mufti, a quem Hitler prometeu “uma solução final para o problema do judeu” (5),  semelhante àquela que ele estava executando na Alemanha, tornou-se pessoalmente responsável pelo campo de concentração que iria exterminar centenas de milhares e judeus” (6)

Durante a II Guerra Mundial, Haj Amin voou até Berlim, onde fez uma transmissão radiofônica: “Árabes, levantem-se a uma e assassinem os judeus, onde quer que eles sejam encontrados... Isso é do agrado de Alá”.

Os judeus lutaram ao lado dos Aliados, enquanto aos árabes se juntaram a Hitler. Como recompensa, este prometeu exterminar os judeus nos países árabes, do mesmo modo como estava fazendo na Europa. Mas em fevereiro de 1945, quando a vitória dos Aliados parecia certa, o Egito, a Arábia Saudita, a Síria e o Líbano declararam guerra contra a Alemanha, ato exigido, antes de 01/03/1945, de qualquer país que desejasse se juntar à ONU, recentemente organizada.

Em 29/11/1947, depois que seis milhões de judeus haviam perecido, uma ONU ligeiramente acusada pela consciência, na Res. 181, concedeu aos judeus 18 por cento da Terra de Israel, erroneamente conhecida como “Palestina”, com toda a Liga das Nações reconhecendo a sua “conexão histórica (ao) povo judeu”, passando esta a ser concedida como a sua terra natal. O Mandato da Palestina, de 24/07/1922 (7) deveria ser administrado pela Grã Bretanha, conforme a Declaração Balfour.

Infelizmente, ao conceder 82 por cento do que o mundo havia admitido pertencer aos judeus (e tudo isso exigindo), “empregando forças e exércitos exteriores dos estados árabes,  tão distantes como o Iraque,” (8) os árabes se rebelaram, roubaram e assassinaram os judeus, encorajados pelos próprios britânicos, os quais estavam buscando uma desculpa, a fim de abandonar o Mandato de estabelecer os judeus em sua terra natal (9). A traição britânica aos judeus, tendo começado nos anos 1920 em favor dos árabes ricos em petróleo, acarretou à Grã Bretanha a perda de um império sob o mesmo “o sol jamais se punha” , como um cumprimento da maldição divina de Gênesis 12:3: “Amaldiçoarei os que te amaldiçoarem”.

Coisa bem pior do que o Nazismo estava se reerguendo, com a religião árabe chamada Islamismo, a qual, alguns séculos antes, havia conquistado a maior parte do mundo através da espada. Dessa vez, a sua arma principal seria o petróleo.

Quando Israel declarou a sua independência, em maio de 1948, a nação foi logo atacada pelos exércitos regulares de seis nações muçulmanas, cujos líderes juraram publicamente aniquilar cada judeu.  Azzam Pasha, secretário geral da Liga Árabe, prometeu: “Esta será uma guerra de extermínio”. (10) A Palestina, bem como a Arábia, deveria ficar “sem judeus”.

Os líderes muçulmanos, tanto os políticos como os religiosos, mais publicamente do que Hitler repetiram a convocação para o extermínio de todos judeus... O Islã exige a morte de todos eles, antes que o julgamento do “Último Dia” aconteça. Em 28/11/1937, o Rei Ibn Saud da Arábia Saudita falou: “A um muçulmano que matar um judeu sua entrada no céu fica assegurada”. (11). O líder da OLP, Farouk Kaddoumi, jurou: “Esse gueto sionista de Israel deve ser destruído(12). Os palestinos que marcharam em apoio a Saddam Hussein, na invasão do Kuwait, cantavam: “Saddan, você é um herói! Ataque Israel com armas químicas(13).

Uma tradução árabe do livro “Mein Kampf” é hoje um bestseller no território da Autoridade Palestina (14). Quatorze livros textos na Síria conduzem os estudantes à “inevitável conclusão... de que todos os judeus devem ser aniquilados”. Convocações para a aniquilação dos judeus continuam a ressoar por todo o mundo muçulmano, conforme o sermão da sexta-feira, 14/10/2000,  em Gaza, Zayed bin, feito pelo Sultão da Mesquita Aal Nhyan, Ahmad-Abu-Halabia: Os judeus... devem ser massacrados... sem misericórdia... Matem-nos! (15). Também aqueles americanos que estabeleceram Israel, bem no coração do mundo árabe...” (16).

O Sheik Ibrahim Mahdi jurou, durante uma preleção na TV palestina, em 28/06/2001: “Querendo Alá... Israel será apagada... os USA serão apagados... A Grã Bretanha será apagada... Bênçãos a todos os que carregam um cinto cheio de explosivos sobre o corpo, ou sobre os dos seus filhos, e os explodem em meio aos judeus”.  [Isso foi dito, menos de três meses antes dos atentados ao WTC e ao Pentágono].

Inacreditavelmente o Sionismo (a crença de que os judeus têm direito à sua terra natal) foi condenado como racismo, na Assembléia Geral da ONU, Res. 3379, no dia 10/11/1975. Somente após dezesseis longos anos  (16/12/1991) esse voto foi anulado, sob os protestos dos muçulmanos [que agora ameaçam explodir a ONU]. Mesmo assim, o Sionismo continua a ser considerado um crime capital no Iraque.

Poucos indivíduos, sejam judeus ou inimigos, reconhecem que os conflitos no Oriente Médio se referem ao estabelecimento “nos últimos dias” do povo escolhido de Deus na Terra que lhe foi prometida. Os eventos dos dias atuais foram preditos nas profecias bíblicas, as quais, sem dúvida alguma,  dão validade à Bíblia, provando ser ela a Palavra de Deus. Segundo foi profetizado, Israel se tornou, nas palavras do Pres. Eisenhower, “A área estratégica mais importante do mundo”. Ao se transformar numa nação, cerca de 800 mil judeus (aproximadamente o dobro do número de “palestinos” originais) fugiram para Israel devido ao horror que há tanto tempo vinham suportando,  nos países muçulmanos. Aqui temos a conta dos judeus, em vários paises, em 1948 e hoje:

Algéria – 145.000/75; Egito – 75.000/200; Iraque – 150.000/100; Líbano – 2.000/50; Líbia – 38.000/zero; Marrocos – 265.000/5.800; Síria – 30.000/150; Tunísia – 105.000/1500; Yemen e Aden – 63.000/150,  e assim por diante.

Após a Guerra dos Seis Dias (1967), o Conselho de Segurança da ONU determinou a investigação do tratamento aos judeus nos países árabes. Contudo, a Síria, o Iraque e o Egito recusaram-se a permitir a entrada da comissão de investigação. (17)

Hoje olhamos com descrença e vergonha para a era do Nazismo e a bárbara determinação de extermínio de uma raça. Em contraste, o mundo islâmico olha para trás com aprovação. Seu único lamento, hoje em dia,  é que Hitler não tenha consumado a desejada aniquilação de todos os judeus. O colunista de um jornal egípcio – Ahmad Ragag – escreveu: “Graças a Hitler, bendita memória... Embora lamentemos... que sua vingança contra (os judeus) não foi suficiente”. (18)

         Ao mesmo tempo em que isso acontece, muitos no mundo islâmico negam o Holocausto. Tanto que o preletor da Universidade de Gaza, o Dr. Issan Sissalem, declarou: “Tudo isso é mentira...Nenhum Dachau, nenhum Auschwitz...o holocausto foi contra o nosso povo.” (19)

Deus criou o homem à sua imagem  (Gênesis 1:26-27), com a capacidade de escolher entre amar e obedecer a Deus ou rebelar-se contra Ele. Deus quer a nossa obediência voluntária em amor. A liberdade de escolha é essencial ao amor, mas o amor não pode ser forçado. Procurando conquistar o coração do homem, Deus apela: “Vinde então, e argüi-me...”  (Isaías 1:18)

Em contraste, Satanás escraviza o homem com mentiras. ”Todo aquele que comete pecado é servo do pecado” (João 8:34). Os tiranos escravizam os seus seguidores. A pior ofensa de homens como os césares, os papas, os Maomés, os Hitleres e todos os que seguem os seus exemplos não é a escravidão da carne e do sangue, mas a tirânica tentativa de escravizar a alma e o espírito do homem. Não se pode arrazoar com os tiranos. Não existe sequer um país muçulmano, hoje em dia, no qual as liberdades outorgadas por Deus sejam concedidas. A Arábia Saudita se absteve da Declaração Internacional dos Direitos Humanos  adotada em 19/09/1981. Os “direitos” que esse país oferece são todos conforme o “Sharia” islâmico (Lei islâmica, exatamente como foi praticada pelo Taliban) e o “Sunnah” (modo de vida do profeta). (20)

A Arábia Saudita, a terra sagrada do Islamismo, tem completado o que a Alemanha Nazista tanto desejava fazer: “um país sem judeus”. Em obediência ao profeta Maomé, fundador do Islamismo, nenhum judeu é permitido na Arábia Saudita e somente os muçulmanos podem se tornar cidadãos. Isso é o nazismo ressurreto. Deveria haver um clamor internacional de revolta! Contudo, há silêncio.

Quer sejam fanáticos ou muçulmanos legítimos os adoradores do Taliban e os homens bombas, essa é uma questão que deve ser facilmente descartada, do mesmo modo como deveria ser o engodo difundido pelo Pres. Bush e outros líderes políticos e religiosos de que o Islã “é paz e tolerância”. Basta que se olhe para a Arábia Saudita. Ali fica o sítio mais sagrado do Islamismo, a Caaba em Meca, a qual todo muçulmano deve visitar em peregrinação (hajj) pelo menos uma vez na vida. Ali começa o Islã e ali está o seu quartel general. Na Arábia Saudita pode-se ver como seria a vida diária na América e na Europa, se o Islã atingisse o seu objetivo de tomar conta do mundo. Uma mulher não pode dirigir automóvel, nem mesmo sair de casa sem a permissão do marido e sem um parente masculino a escoltá-la.

Nenhum local muçulmano de adoração ou de qualquer expressão pública que discorde do Islamismo é permitido. Questionar o Islamismo é crime e um muçulmano que se converte a outra religião recebe a pena de morte.

Isso não é fanatismo. É o Islã. Maomé disse: “Qualquer um que abandonar a sua fé deve morrer”. Depois da morte de Maomé milhares de muçulmanos tentaram abandonar o Islamismo, no qual haviam sido forçados a ingressar por meio da espada. Nas “guerras contra a apostasia” dez mil ex-muçulmanos árabes foram mortos, a fim de levar a Arábia de volta ao Islamismo.

Todos os muçulmanos deveriam envergonhar-se! A liderança da Arábia Saudita deveria envergonhar-se! Como podem os países muçulmanos aproveitar-se das liberdades no mundo livre, a fim de construir as suas mesquitas e adorar livremente, falando contra todos os que os desagradam, ao mesmo tempo em que intimamente sabem que a religião por eles promovida iria suprir todas essas liberdades, caso delas se apoderassem?  Isso é hipocrisia no mais elevado grau!

Durante anos tem havido um holocausto contínuo dentro dos países muçulmanos. Mais de 2 milhões de não muçulmanos, na maioria cristãos,  têm sido mortos na Indonésia, Nigéria, Sudão e em toda parte, com centenas de igrejas destruídas. Devemos esperar até que esse holocausto chegue a seis milhões de vítimas? Deveria levantar-se um imediato clamor internacional de protesto e repulsa.

Estamos incluindo nomes e endereços de líderes políticos e religiosos e de pessoas da mídia. Pedimos a cada leitor que faça cópias desta carta, ou de partes da mesma, e envie, junto com uma nota de protesto, a tantos líderes quantos lhe for possível. Precisamos agir, antes que muitos outros sejam assassinados.

 

1 - D. Cazes, Essai sur l’Histoire des Israelites de Tunisie (Paris, 1888), 83-4.

2 - Martin Gilbert, The Holocaust (Henry Holt and Company, 1985), 29-30.

3 - From captured Nazi records, as part of documentary evidence submitted to UN May ’47 by Nation Associates of New York, Arab Higher Committee: Its Origins, Personnel and Purposes, 5.

4 - Arab Higher Committee, 4-7.

5 - From the Mufti’s private diary; cited in Arab Higher Committee.

6 - Ibid., cited in Joan Peters, From Time Immemorial (J. KAP Publishing, 1984), 363.

7 - www.mfa.gov.il/
mfa/go.asp?
MFAH00pr0

8 - Harry Sacher, Israel: The Establishment of a State (London, 1951), 235; cited in Peters, 12, fn 11.

9 - Colonel R. Meinertzhagen, Middle East Diary, 1917-1956 (London, 1959), 81-2.

10 - Interview on BBC, May 15, 1948.

11 - Official British document, Foreign Office File No. 371/20822 E 7201/33/31.

12 - Newsweek, Nov 17, 1975, Mar 14, 1977.

13 - Associated Press, Aug 12, 1990.

14 - Middle East Media and Research Institute (MEMRI).

15 - Meyrav Wurmser, The Schools of Ba’athism: a Study of Syrian Textbooks (MEMRI, 2000), xiii.

16 - Mitchell G. Bard, Myths and Facts: A Guide to the Arab-Israeli Conflict (American-Israeli Cooperative Enterprise, 2001), 195.

17 - Maurice Roumani, The Case of the Jews from Arab Countries: a Neglected Issue (World Organization of Jews from Arab Countries, 1977), 34.

18 - Al-Akhbar (Egypt), Apr 18, 2001.

19 - PA TV broadcast, 11/29/00.

20 - Islamic Declaration of Human Rights, explanatory notes, 1.

 

Dave Hunt, “Berean Call Letter”, fevereiro 2003. Tradução de Mary Schultze

EN-US"> - Islamic Declaration of Human Rights, explanatory notes, 1.

 

Dave Hunt, “Berean Call Letter”, fevereiro 2003. Tradução de Mary Schultze