A DIACONISA

        Essa lorota de que Febe (Romanos 16:1) foi uma diaconisa na igreja primitiva é amplamente propalada pelos pastores modernos, pois um abismo chama outro abismo e assim foi criado o cargo de pastora em suas igrejas. Predominando no pentecostalismo, o cargo foi também criado nas igrejas tradicionais e em breve, se o Senhor não voltar,  as pastoras e diaconisas  vão ultrapassar o número de pastores e diáconos.

        Não estou afirmando que a mulher seja inferior ao homem, mas sou contra mulher exercendo o diaconato e o pastorado. Paulo deixa isso muito claro na 1 Coríntios 14:34-35: “As vossas mulheres estejam caladas nas igrejas... é vergonhoso que as mulheres falem na igreja”. Ele está falando do assunto das línguas, mas hoje as “pastoras” e as “diaconisas”  são as que mais “enrolam” a língua nos cultos evangélicos, inclusive uma “diaconisa” sobre quem vou falar.

Ela é a pessoa mais sem caráter que já existiu neste mundo e só não se tornou pastora porque não conhece coisa alguma da Bíblia e também porque somente  depois que ficou viúva de um marido coerente é que ela começou a exercer esse cargo, numa igreja onde o pastor virou “apóstolo”. Conheço bem a sua história:

Primeiro, porque no tempo em que eu era microempresária, essa futura “diaconisa” costumava comprar meus cosméticos para revender, triplicava o valor do preço faturado, mas nunca se lembrava de me pagar. Na terceira vez em que ela sonegou o pagamento de um pedido, coloquei a duplicata no cartório e ela ficou furiosa, tendo escrito uma carta circular me caluniando da maneira mais vil entre os membros da família...

Segundo, porque sua irmã é uma de minhas melhores amigas, uma crente sincera, cujo caráter é exatamente o oposto do caráter da “diaconisa” e tem me dado sempre um bom relatório das mutretagens da espertalhona.

        A mãe das duas faleceu em 2005 e deixou três imóveis, que deveriam ser vendidos para que o valor dos mesmos fosse dividido entre os cinco herdeiros. A casa em que a mãe vivia foi desocupada e vendida. Os cinco herdeiros herdaram sua parte, inclusive a “diaconisa”. Os dois apartamentos que restaram estão ocupados por duas filhas da falecida, exatamente as duas que nunca trabalharam. Uma é viúva (a “diaconisa”) e a outra é divorciada. Elas se aboletaram nos imóveis, enquanto a mãe era viva, e nunca mais saíram.

        A divorciada é uma dona de casa sustentada pelos filhos, pois o marido sumiu. Mas a viúva (a “diaconisa”) recebe uma gorda pensão do marido falecido, o qual se aposentou como gerente de um banco importante. Com os 3/5 que iria receber do total dos valores imobiliários, que dariam uns 40 mil, ela bem poderia comprar um pequeno apartamento e ali viver honesta e tranquilamente pelo resto da vida.

        Mas até hoje ela não desocupou o imóvel e jura que não vai sair, alegando que mora no mesmo há 18 anos. O apartamento fica num condomínio de luxo, o que alimenta o seu EGO, pois ela sempre teve mania de grandeza. O que lhe falta em caráter sobra em astúcia e megalomania...

        Lembro-me que certa vez ela veio ao RJ (gosta muito de viajar à custa das duas filhas classe média alta) e me visitou, tendo ficado chocada com a simplicidade do meu apartamento de 50 metros quadrados, pois o imóvel do qual ela se apossou tem o dobro da área e muito luxo. Ela não consegue entender como eu, tendo trabalhado dos 20 até os 65 anos de idade, posso viver de maneira tão modesta. Ela não entende que a verdadeira felicidade não se encontra nos bens materiais, nem no fato de ser “esperta”, procurando sempre tirar vantagem do próximo, pois desconhece totalmente Gálatas 5:14. Ela se acha muito santa porque entrega fielmente o Dízimo de sua gorda  pensão à igreja onde congrega, desconhecendo Gálatas 3:10 e esquecendo totalmente o mandamento de Paulo em Romanos 13:8.

        A esperança de sua irmã, inventariante dos bens maternos e vítima dos seus caprichos megalomaníacos, é que um dia a “diaconisa” se converta; que o Espírito de Deus possa corrigir o seu péssimo caráter e ela deixe de usufruir dos bens que pertencem aos irmãos de sangue, principalmente os que trabalharam a vida inteira e chegaram à velhice, vivendo modestamente, embora com muita dignidade!

        Irmãos, vamos orar pela conversão da “diaconisa”, cujo nome é ODETE. Se ela não nascer de novo, não poderá ver o reino de Deus,  pois na hora do julgamento ela não vai poder bancar a esperta nem ludibriar o Supremo Juiz dos vivos e dos mortos.

 

Mary Schultze, 10/12/2007.

www.cpr.org.br/Mary.htm

Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça. (1 João 1:9)
...o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado. (1 João 1:7)