O DOMINIONISMO e a Ascensão do Imperialismo Cristão
A agenda, supostamente secreta, sobre a “Conspiração Contra os Direitos Cristãos” apresenta características de idéias bizarras, fomentando o ódio de uma porção de manipuladores dos Direitos Cristãos, conquanto, ao mesmo tempo, negligenciando a ampla popularidade da Teologia do Domínio” (Sara Diamond, “Dominion Theology”).
A Verdade Sobre o Empenho dos Direitos Cristãos pelo Poder (1).
“As igrejas americanas são definidas, em larga escala, por aquilo contra o que desejam se rebelar. O Direito Cristão tem-se colocado em oposição ao governo liberal e secular e, como conseqüência política, ele se declarou aliado do Big Business”. (Russ Rymer, “Mother Jones”, Dez. 2005). (2)
“As palavras do Embaixador, algumas semanas atrás, pareceram proféticas, quando ‘Um Sonho Pela África’ encontrou o seu caminho nos jornais do Swazi, tornando ferrenha a opinião pública contra Mr. Wilkinson. Sob a manchete ‘British Colony or Dr. Bruce’, um ousado escritor do [jornal] ‘Swasi News’ escreveu: ‘Por que ele não pode simplesmente declarar que deseja que lhes seja entregue o país inteiro, de modo que ele possa se gloriar, perante os seus amigos de além mar, que agora é dono de uma colônia dos tempos modernos, na África, chamada Swaziland?” (Michael M. Phillips – “Mr. Wilkinson Hots Wall, Trying to Push”, Orphan Village, Wall Street Journal, 19/12/2005). (3)
Desde as décadas passadas, a Esquerda política tem focalizado sua atenção sobre o ativismo político dos Direitos Cristãos, na América. Particularmente, ela tem criticado bastante o seleto grupo de dominionistas chamado Reconstrucionista, cuja agressiva verbosidade, aliada às teologias hiper-calvinistas e às agendas religiosas, tem transformado [o Reconstrucionismo] no alvo principal do seu ódio. Mas, como astutamente observou a pesquisadora de Esquerda, Sara Diamond, “A religião [hiper]calvinista dos reconstrucionistas... torna-os sem chance alguma de agradar aos evangélicos” (4). De fato, poucos reconstrucionistas deveriam se considerar evangélicos. Mesmo assim, sua influência sobre um enorme grupo de evangélicos patriotas tem sido considerável.
Existem duas outras SEITAS dominionistas, dentro do Evangelicalismo, as quais passaram despercebidas aos esquerdistas. Esses dominionistas têm conseguido funcionar, virtualmente incógnitos, por várias razões:
1. - Eles têm estado profundamente imersos na subcultura evangélica [neopentecostalismo].
2. - Eles têm camuflado o seu Dominionismo com novas terminologias e doutrinas, por um período de 30 anos.
3. - Eles aprenderam a embrulhar o seu Dominionismo usando, maciçamente, sofisticadas técnicas de marketing [do tipo “Uma Vida com Propósito”]. Convém observar ainda que esses dois outros campos (seitas) do Dominionismo têm operado de maneira dialética, pois, enquanto um grupo apela aos carismáticos, com todos os seus excessos emocionais, pela TBN, o outro grupo se apresenta com uma imagem intelectual, a fim de se adaptar ao modelo evangélico tradicional.
Este trabalho vai dar uma rápida olhada sobre os três movimentos principais do Dominionismo, operando dentro do Evangelicalismo, com um exame sobre estas três seitas, as quais estão se afinando com a Agenda Global do Reino. [N. T. - Toda vertente do Cristianismo que prega a glorificação da igreja, neste mundo, é dominionista, confundindo Mateus 24 e 25 como sendo passagens destinadas à igreja e não a Israel]. Este não é um tratado sobre doutrina, nem um registro histórico, nem ainda uma análise completa dos variadíssimos ramos do Dominionismo evangélico. Ele não cobre o assunto do Dominionismo dentro das religiões mundiais, exceto quando isto for necessário, em rápidas menções. Para se examinar a totalidade dos indivíduos, das organizações e dos laços entre eles, seria necessário um estudo exaustivo, o qual foge ao escopo desta breve sinopse. Mesmo assim, cada ponto tratado nesse trabalho pode ser validado por dúzias, e até centenas, de peças de documentação. O leitor interessado em pesquisar poderá conferir as notas de rodapé e as referências [pela Internet].
Apenas uma pequena porção de discernimento cristão e de ministérios apologéticos, dos quais este autor faz parte, tem dado atenção à interligação dos ramos dominionistas. Os ministérios apologéticos desempenham o papel bíblico de examinar e denunciar as falsas doutrinas e os falsos mestres, admoestando os crentes sobre as suas [deles] heresias (Judas 3 e 2 Pedro 2:1).
Gradualmente, nas duas últimas décadas, muitos apologistas têm sido seduzidos pelo Dominionismo, deixando de exercer sua habilidade para examinar, criticamente, as raízes e os frutos desta seita [importada do Catolicismo Romano], a qual tem crescido, rapidamente, nesta era da igreja.
Um resumo sobre o Dominionismo
Durante estes 2.000 anos de história do Cristianismo, tem existido sempre uma veia de Dominionismo, pulsando no coração das doutrinas. Isso parece ter diminuído e depois florescido, durante 20 séculos, apresentando-se, algumas vezes, submersa e, outras vezes, na superfície. Sempre que ela emerge publicamente, tem causado tremendos abusos contra o Nome de Cristo. No início do século 21, novamente, esta veia está se apresentando, ativamente agressiva. Tenhamos em mente que: o Dominionismo é sempre uma aberração à verdadeira Teologia de Jesus Cristo.
Muitos cristãos [biblicamente esclarecidos] têm se oposto ao mesmo, tendo, até mesmo, suportado o martírio, por causa da intolerância dominionista. [N. T. Conforme declaração verbal do Dr. Aníbal Reis, o maior pesquisador de Catolicismo Romano, no Brasil, a Igreja de Roma mandou assassinar nada menos de meio bilhão de pessoas, por causa do seu desejo de domínio mundial].
Ensinos tradicionais do Cristianismo - O Evangelho da Salvação ensina que esta acontece pela fé em Jesus Cristo e no Seu sangue derramado na cruz. A ênfase é colocada sobre o arrependimento e conversão das almas individuais. O Reino de Deus, nesta era da igreja, é espiritual e cresce pelo esforço do evangelismo embasado, exclusivamente, no ensino bíblico. O Reino de Cristo não é deste mundo (João 18:36) e o Seu governo espiritual é exercido nos corações (Lucas 17:20-31). Além disso, o Reino de Deus só poderá ser realizado, na Terra, na Segunda Vinda de Cristo, quando Ele mesmo vai estabelecer o Seu Reino literal e físico.
A ordem de evangelizar pela Palavra e pelo Espírito - “Cristo jamais pretendeu que o Seu Evangelho fosse pregado a fogo e espada, ou que Sua justiça fosse operada pela ira dos homens. Quando os altos louvores nos chegam aos lábios, junto com eles, deveríamos ter os ramos de oliveira da paz, em nossas mãos. As vitórias de Cristo acontecem pelo poder do Seu Evangelho e Graça sobre os inimigos espirituais, através do qual todos os cristãos são mais que vencedores... A Palavra de Deus é uma espada de dois gumes (Hebreus 4:12) e a Espada do Espírito (Efésios 6:17)” (5). (Mathew Henry, “Circular 1700).
O Dominionismo ensina - O evangelho da salvação é alcançado pelo estabelecimento do “Reino de Deus”, na Terra, na era atual.
Alguns dominionistas confundem o Reino mencionado no Novo Testamento com o Israel do Velho Testamento, usando o método [da espiritualização] de lançar mão da espada, ou de outros métodos de julgamento e punição, a fim de lutarem contra os inimigos do Reino. Eles atribuem à igreja deveres e direitos, os quais, biblicamente, pertencem, com exclusividade, ao Senhor Jesus Cristo. Isso inclui a crença esotérica de que os crentes podem ”encarnar” Cristo e funcionar como o Seu Corpo, a fim de estabelecerem o governo do Seu Reino. Uma ênfase especial é colocada sobre os esforços humanos, minimizando, desse modo, a doutrina da Soberania de Deus.
Novo comando do domínio pelo controle - A Teologia do Domínio se embasa em três crenças básicas: 1.) - Satanás usurpou o domínio do homem sobre a Terra, com a queda de Adão e Eva. 2.) - A igreja é o instrumento de Deus para reaver esse domínio do poder de Satanás. 3.) - Jesus Cristo não poderá retornar à Terra, até que a igreja tenha retomado o domínio, obtendo o controle das instituições governamentais e sociais. (Al Dager, “Vengeance is Ours”; The Church in Dominion”) [N. T. – O Dominionismo está concorrendo, prazerosamente, para a implantação da Agenda Global do Anticristo]. (6).
A Teologia do Dominionismo é uma HERESIA - Raramente, ela é apresentada, abertamente, como tal, conforme as definições acima podem indicar. Fora do campo reconstrucionista, o Dominionismo tem sido embrulhado em hábeis pacotes - com uma peça de cada vez, para o consumo da mídia de massa. Este processo tem sido lento, abrangendo várias décadas. Poucos evangélicos iriam reconhecer a palavra “dominionismo” ou o seu significado. Isso porque outras terminologias têm sido desenvolvidas, a fim de amenizar e vender o Dominionismo, camuflando todo o escopo de sua agenda. Muitos evangélicos podem aderir aos desvios do Dominionismo, sem reconhecer o erro. Isso porque os dominionistas ativos “se introduzem” (Judas 4), a fim de seduzir esta geração sem discernimento. [N. T. - Quase todos os pastores que eu conheço são dominionistas e nem sequer sabem disso!].
A fim de propagar mais efetivamente a sua agenda, os líderes dominionistas desenvolveram novas eclesiologias e soteriologias, para as suas visadas audiências, junto com as principais linhas evangélicas deficientes do Cristianismo. Mais tarde, nos anos 1900, o Dominionismo passou a ser conhecido através do movimento de homens “Promise Keepers” (Pagadores de Promessa), o qual tem sido usado como veículo para derrubar paredes e quebrar barreiras denominacionais, com o objetivo precípuo de exportar o Dominionismo à mais ampla subcultura evangélica. (7). Essa estratégia tem sido tão eficiente [como a do programa A.A.], que alcançou todas as denominações protestantes. Os dominionistas selecionaram cuidadosamente os líderes a serem treinados como agentes da mudança para a “transformação” (domínio), usando um modo tão sagaz, ao ponto de conseguirem engodar o estereótipo da mídia, do sulista, dos titânicos bíblicos, dos fundamentalistas pouco inteligentes, etc.
As três seitas do Dominionismo Evangélico - São três as seitas predominantes (ou movimentos) que propagam a Teologia do Domínio, as quais têm exercido considerável influência sobre o setor evangélico:
1). - Movimento de Oração da Batalha Espiritual - O Reino de Deus (segundo esta seita) deve ser incrementado na Terra através da hiper-batalha espiritual contra o diabo. Um verdadeiro supermercado de técnicas de oração verbal e física, tais como cânticos, passeios e marchas é usado neste sentido. Aos crentes é ensinado que o poder de suas orações cria “toldos” espirituais de proteção, preparando o caminho para o “reavivamento”. Neste sentido, a batalha de oração é vista como obra preparatória, de modo que os dois outros movimentos possam edificar o Reino. Recentemente, o movimento de oração contemplativa - o qual inclui meditação, jejum e labirintos, foi adicionado ao “arsenal” da batalha espiritual. A oração atua como uma armadilha para operações secretas. Todas as três seitas estão utilizando maciços recursos das estatísticas dos bancos de dados (exemplo: o World Prayer Center, de Colorado Springs) e os sofisticados grupos psicossociais de manipulação, a fim de camuflar a “Transformação” do Reino. Um dos líderes desta seita é Cindy Jacobs, a qual está intimamente associada a C. Peter Wagner e cujo website é http//www.generals.org. Ela exemplifica as doutrinas e práticas militantes da seita batalha espiritual.
Oração antes da batalha - “Nossa vocação é para sermos adoradores, guerreiros e obreiros. Devemos oferecer primeiro nossas vidas como sacrifício vivo em adoração a Deus. De nossa adoração, fluirá a vitória de nossa batalha, visto como agimos com as armas da justiça, na mão direita e na mão esquerda. Somente depois de termos adorado o nosso Deus e lutado a batalha no Espírito, é que devemos começar a trabalhar na colheita dos campos, podendo, assim, incrementar o Reino de Deus”. (8).
Promovendo essas atividades de oração, na batalha espiritual, estão os hiper-carismáticos do movimento de sinais e maravilhas, os auto-nomeados “apóstolos” e “profetas”, os quais estão se preparando para governar o mundo, através da Nova Reforma Apostólica. Esta seita dominionista é uma direta eclosão da seita Latter Rain (também conhecida como Exército de Joel e Manifestos Filhos de Deus) (9). O arquiteto principal, de duas décadas para cá, tem sido C. Peter Wagner, presidente do Global Harvest Ministries e chanceler do Wagner Leadership Institute. Seus ensinos sobre a batalha espiritual têm sido amplamente difundidos, através de missões na Internet, tais como a AD 2000, a qual esteve intimamente ligada ao Movimento de Lausane. Outro famoso indivíduo ligado a esta seita foi Ted Haggard (10) [ex-presidente da National Evangelical Association, cujo comportamento indecoroso foi amplamente divulgado na mídia].
A Nova Reforma Apostólica - “Desde 2001, o Corpo de Cristo tem estado na Segunda Era Apostólica. O governo apostólico/profético da igreja já está em funcionamento... (nós) começamos a edificar nossa base, localizando e nos identificando com os movimentos de oração intercessória. Contudo, desta vez, sentimos que Deus deseja que iniciemos o governo, juntando-nos aos apóstolos da região. Deus já me levantou como apóstolo maior de uma das nações estratégicas do Oriente Médio e outros apóstolos já estão a caminho... Quando tivermos os apóstolos estabelecidos, colocaremos, então, os intercessores e profetas, num círculo interior, e poderemos liquidar as hostes espirituais do mal, que ainda precisamos derrotar, a fim de assumirmos o domínio que nos pertence.” (C. Peter Wagner).
2). - Movimento de Missão como Transformação - As palavras “reavivamento”, “reforma” e “transformação” carregam, hoje, conotações dominionistas. “Cumprir a Grande Comissão” (Mateus 28:18-20) já não significa propagar a mensagem do Evangelho, a Palavra da salvação, como a Bíblia ensina. O foco dominionista está colocado na frase “fazer discípulos”, com uma incorreta exegese, a qual se torna desconcertantemente compulsória. O evangelismo da missão tradicional, feito de pessoa para pessoa, com a Bíblia na mão, está sendo substituído pelo sopro da “construção do Reino”, mediante atividades corporativas para as cidades, regiões e nações. A ingênua frase: ”feliz é a nação” tem sido usada para complementar o Dominionismo. O Dr. Bill Bright, da Campus Crusade for Christ International, e Ralph Winter, fundador do U.S. Center for World Mission, e editor da circular “Perspectives on the World Christian Movement” (o qual tem ensinado Dominionismo a toda uma geração de missionários) têm estado entre os principais arquitetos deste movimento. (12).
O Dominionismo suplanta o evangelismo bíblico - “A igreja deve suplantar a mensagem do Evangelho da Salvação e entender que somente quando começarmos a implementar os princípios do Evangelho do Reino é que, realmente, poderemos ver mudanças nas vidas, nas cidades e nações. A igreja ainda não abrange este mundo... Ela deve crescer...” (13) (Dale Neill, presidente do ICCC).
Além da Salvação - “A preocupação ultrapassa a salvação da pessoa como indivíduo. Seu plano redentor engloba a cura e a transformação de todas as nações... As nações são discipuladas, quando a igreja torna o Reino invisível em Reino visível, mediante a fiel obediência à Palavra de Deus, através da cultura... em cada área da vida, em cada ambiente da sociedade, incluindo a família, a comunidade, artes, ciência, mídia, lei, governo, escolas, negócios...” (14).
3). - Movimento Patriótico Americano - Os dominionistas patriotas, a maioria dos quais não é de reconstrucionistas, ensinam que a ação política incrementará o Reino de Deus, na América. Usando a mídia cristã como veículo, eles têm ensinado aos evangélicos, nas últimas três décadas, que a América é uma nação cristã e precisa voltar às suas raízes. Quase cada “esquentador de banco” nas igrejas tem sido influenciado, de um modo ou de outro, por esta seita. Os líderes do Dominionismo Patriota e suas organizações têm estado bastante interligados, financeira e politicamente, com os conservadores da Direita política. Os conservadores pressupõem elevar a moralidade, o que agrada aos evangélicos. A força combinada dos conservadores e evangélicos flexiona os seus músculos políticos, em Washington. Um dos líderes mais poderosos é James Dobson (da Focus on the Family). O Dominionismo tem sido amplamente disseminado por Jay Grimstead, fundador da Coalition on Revival ,
a COR (Coalizão Sobre o Reavivamento). Desde sua exata concepção, a COR tem gerenciado, com sucesso, a união dos principais líderes de todas as seitas dominionistas, inclusive dos reconstrucionistas, a fim de promover as mais ignóbeis doutrinas do Dominionismo.
Alguns itens da Carta de Convocação, de Grimstead, à COR:
1.) - O reino de Deus foi inaugurado e o Rei foi entronizado, no Século 1 d.C. e não precisamos esperar pela Segunda Vinda do Rei, para iniciar o Seu Reinado aqui na Terra...
4.) - Neste momento histórico, todos os humanos na Terra, quer sejam judeus ou gentios, crentes ou incrédulos, pessoa física ou oficial, ficam obrigados a dobrar os joelhos diante do Rei Jesus, confessando que Ele é o Senhor de todo o universo e de suas línguas, devendo se submeter ao Seu senhorio, em todos os aspectos de suas vidas, pensamentos, palavras e ações.
5.) - O Evangelismo Bíblico, conforme a Grande Comissão de Mateus 28:18-20, não ficará realmente completo, a não ser que a mensagem do senhorio de Cristo, do supracitado ponto 4, seja entregue à pessoa que está sendo evangelizada, a fim de que ela saiba que uma tentativa de neutralidade pessoal diante de Jesus é pecado de traição neste universo (16) [ N.T. - Somente um diligente estudioso da Bíblia poderá descobrir a subreptícia heresia contida nesta declaração, aparentemente bíblica].
O Dominionismo se torna global - A partir da segunda metade dos anos 1900, as três maiores seitas dominionistas têm se transformado, publicamente, numa força ecumênica. Os três ramos do Dominionismo estão interligados, historicamente, em muitos níveis, e existe uma sólida documentação para embasar a idéia de que esta interligação foi planejada e intencional. (17).
Enquanto os da Esquerda focalizavam sua atenção sobre os políticos dominionistas da política americana e sobre o que estava acontecendo no Iraque, os três movimentos (seitas) se tornaram globais. Esta nova confederação de dominionistas tem incrementado rapidamente o seu Reino, através do globo, usando a “transformação econômica, social, política e espiritual” (18). Com o objetivo de deslanchar esse paradigma, os dominionistas têm usado sofisticadas metodologias psicossociais, estatísticas, ferramentas do desenvolvimento sócio-econômico, pesquisa de mercado, planejamentos estratégicos, estimativas, bancos de dados, monitoramento e assistência técnica. Eles estão também formando, agressivamente, alianças com governos nacionais e internacionais, corporações, indivíduos, agências particulares, grupos filantrópicos e outras entidades seculares...
[N.T. - Paramos na tradução da metade do artigo, pois o resto é, de fato, cansativo demais para o peso dos nossos 78 anos].
Artigo: “Dominionism and the Rise of Christian Imperialism”, by Sarah Leslie
Traduzido por Mary Schultze, em 29/06/2008.