DS-12, 4T99
JORNAL DESAFIO DAS SEITAS
Ano III – Nº 12 – 4º Trimestre – 1999
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AS SEITAS
DA VIRADA DO MILÊNIO
Pr. Paulo C. Pimentel
A curiosidade é a principal doença do homem, dizia Pascal. “Quando serão essas coisas, e que sinal haverá da tua vinda e do fim do mundo?” (Mt. 24:3), perguntaram os curiosos discípulos a Jesus. A resposta foi imediata: “Acautelai-vos que ninguém vos engane. Porque muitos virão ... e enganarão a muitos.” (v.4-5) Desde então os homens têm-se debruçado, desobedientemente, sobre o complicado estudo da previsão do fim. Motivados por uma curiosidade doentia ignoram ou discordam das palavras de Jesus que disse: “Daquele dia e hora ninguém sabe” (Mt.24:36) e “Não vos pertence saber os tempos ... que o Pai estabeleceu pelo seu próprio poder” Atos 1:7. As conseqüências foram, são e sempre serão: engano (Jesus avisou!), dor e morte.
LBV PROCLAMA O FIM
Dentre as seitas apocalípticas (que prevêem o fim do mundo) temos uma genuinamente brasileira – a LBV (Legião da Boa Vontade). Sua mensagem é: “grandes desastres que vamos presenciar”. Dizem que Jesus voltará “na glória do Terceiro Dia que é o Terceiro Milênio”. Surgida no Brasil, em 4/3/1949, seus líderes, prevêem no Livro de Deus, pág. 249, sob o título Jesus Está Chegando: “Eis que Jesus vem com as nuvens, e todo olho o verá [...] É para este advento, sem precedentes na História da Humanidade, que a LBV prepara o nosso povo. E continuará, até que todos possamos dizer: Salve o Jubileu de Ouro da LBV!” No jubileu de ouro comemoram-se 50 anos. Somados estes a 1949 (início da LBV), chegaríamos a 1999, ano do jubileu da LBV. Será que a LBV está pregando a volta de Jesus para este ano (1999)? Quantos adeptos dessa seita, enganados, estão crendo assim?
TESTEMUNHAS DE JEOVÁ ESPERAM O FIM PARA O SÉCULO 20
Sobre as profecias de Mateus 24 e 25, lemos o seguinte na revista A Sentinela, de 01/11/1975, pág. 659, parágrafo 16: “Alguns destes acontecimentos, naturalmente, tiveram seu começo no primeiro século, mas a conclusão que indicam se dá neste século vinte.” Os líderes dessa seita confirmaram suas previsões de fim para antes do século 21 ao registrarem na Sentinela, de 01/01/1989, pág. 26, parágrafo 8: “O apóstolo Paulo servia de ponta de lança na atividade missionária cristã. Ele também lançava o alicerce para uma obra que seria terminada em nosso século 20.” Percebe-se que os coitados estão sendo enganados de novo.
ESTADOS UNIDOS: MAIS SEITAS A CAMINHO
Especialistas em religião nos Estados Unidos prevêem um aumento no número de casos de suicídio coletivo nos próximos anos. Eles dizem que o ano 2000 é místico, marcado por visões catastrofistas e que, com a chegada do 3º milênio, o número de novas seitas tende a aumentar cada vez mais. Estão proliferando seitas excêntricas alimentadas pela interpretação literal de textos alegóricos. Um instituto americano especializado em seitas milenaristas registrou 1.200 profetas do fim do mundo (somente nos Estados Unidos!).
ISRAEL: PALCO DOS ACONTECIMENTOS
Uma equipe do governo israelense já identificou alguns grupos milenaristas com planos de saudar o terceiro milênio cometendo suicídio coletivo no Monte das Oliveiras. No dia 8/1/99 foram expulsos de Israel 14 pessoas (8 adultos e 6 crianças), membros de uma seita apocalíptica chamada Cristãos Preocupados. Eles planejavam apressar a Segunda vinda de Cristo provocando um banho de sangue nas ruas de Jerusalém. Essa seita foi fundada em Denver, EUA, por um homem chamado Monte Kim Miller, cujo paradeiro é desconhecido, que profetizou sua morte em Jerusalém em 1999, e 3 dias depois ressuscitará.
ÚLTIMO ECLIPSE SOLAR DO MILÊNIO
O famoso estilista Paco Rabanne temeu o eclipse do último dia 11 de agosto, achando que seria o fim do mundo. Resolveu fechar sua casa de negócios em Paris. Na Espanha uma seita está concluindo a construção de uma espécie de segunda arca de Noé para quando o fim do mundo chegar. No México, o bruxo Antônio Vásquez Alba garantiu que o mundo não acabaria com o último eclipse solar em agosto/99, mas disse que a Terra vai iniciar um ciclo mortal de 30 anos que exterminará com 80% da população.
PALAVRA FINAL
Realmente estamos vivendo dias difíceis: guerras, terremotos, furacões, etc. Alguns dizem que o polêmico livro O Código da Bíblia, lançado em 1997, prevê que a terceira guerra mundial terá início entre 2000 e 2006 e que um grande terremoto destruirá Los Angeles em 2010. Na pirâmide de Quéops, no Egito, foi encontrada uma data – 2001 – como provável para o fim do mundo. “Cuidado! Que ninguém vos engane!”, orientou o nosso Jesus.
Como cristãos, devemos ser obedientes a Jesus. “Daquele dia e hora ninguém sabe”, disse ele. Mas se queremos apressar a sua volta (todo cristão deve fazer isso), só existe um meio – proclamar o Evangelho a todas as pessoas! Pois, quando este Evangelho do Reino for pregado em todas as nações, em testemunho a todas as pessoas, então virá o fim (Mateus 24:14). Que neste final de milênio, por todos os meios disponíveis ao nosso alcance, proclamemos a todas as pessoas as preciosas boas novas de salvação! Que segurança é pertencer a Jesus! Levemos a todos essa mesma segurança.
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Editorial
Ufa! Um ano quase inteiro já se passou. Esta é a última edição do ano e, à medida que nos aproximamos do reveillón 1999-2000, inúmeras seitas vão pelo mundo afora preconizando o fim do mundo. Preocupado com os desdobramentos destas falsas mensagens, o Desafio das Seitas traz uma reflexão bíblica sobre o assunto, a fim de vacinar todos os nossos leitores contra a sedução das advinhações e invencionices milenaristas.
Esta edição também expõe critérios pelos quais avaliar as atuais lideranças pastorais. Nada mais justo, pois ninguém deve confiar o cuidado de sua alma a qualquer um que arroga a si o título de pastor, antes de ter certeza que sua prática e prédica são genuinamente evangélicas.
Você terá acesso a uma exposição dos métodos de controle psicológico praticados pelas seitas mais radicais, com enfoque sobre o discipulado da Igreja de Boston.
A intrigante história de processo e caçassão envolvendo um livro sobre a Sociedade Gnóstica vem à tona nas palavras do Pr. Luciano Vergara, e mostra a dura realidade da batalha “pela fé uma vez entregue aos santos”.
Uma novidade que veio para ficar: duas páginas inteiras sobre as ações que o Movimento pela Sexualidade Sadia tem promovido para alcançar gays e lésbicas com o evangelho de Jesus Cristo. Não deixe de ler sobre o II Seminário sobre Homossexualidade, planejado para pastores, líderes e interessados na evangelização e aconselhamento de homossexuais.
Com tantas novidades era justo que o jornal ganhasse mais espaço. Por isso, ao invés de dez páginas, você tem em mãos um Desafio das Seitas com doze. Como você pode ver, esta edição está imperdível. Aproveite a literatura anunciada para fazer algo grande para Deus neste final de 1999. Afinal, só estaremos juntos novamente no primeiro mês do ano 2000. Até lá!
Pr. Sergio Viula
Editor
p.3
O
CUSTO DO DISCIPULADO
Movimento de Boston – Igreja de Cristo Internacional
Alexandre Galante
Um dos mais novos movimentos pseudo-cristãos da atualidade e de maior crescimento no mundo é a Igreja de Cristo Internacional (ICI), conhecida no início como Movimento de Boston. Sob a capa de uma teologia aparentemente ortodoxa, esta seita se considera a igreja renascida do 1º século, a única igreja verdadeira de Deus na terra. O Movimento baseia-se sobretudo no evangelismo, discipulado intensivo e proselitismo, rebatizando principalmente jovens cristãos de outras denominações.
No site da ICI na Internet existe uma declaração que diz: “Pelo que conhecemos, nós somos o único grupo que ensina os princípios bíblicos de discipulado como uma parte necessária do processo de salvação”.
Atualmente o número de adeptos cresce cerca de 10% ao ano. Segundo os últimos dados disponíveis, o número de membros estaria em torno de 175 mil, em mais de 292 igrejas no mundo. O Movimento encontra-se ativo em mais de 115 países, inclusive no Brasil (onde chegou em 1994) e o objetivo da ICI é plantar pelo menos uma igreja numa cidade de mais de 100 mil habitantes em cada nação até o ano 2000, dentro de um ambicioso plano de evangelização para atingir o mundo todo em apenas 32 anos. Isso é possível com o uso do sistema de pirâmide semelhante ao empregado nas empresas de marketing de rede, pois os membros discipulam e batizam uns aos outros, resultando num crescimento em progressão geométrica.
Rápido crescimento
O fundador da ICI, Kip McKean, de 43 anos de idade, começou com 30 pessoas numa pequena igreja no subúrbio de Boston, Lexington – EUA, em 1979. Renomeada como Igreja de Cristo de Boston, a congregação cresceu rapidamente com o novo método de discipulado.
McKean cresceu num ambiente Metodista e se tornou cristão quando era estudante na Universidade da Flórida em Gainesville, através da Igreja de Cristo, uma denominação radical conhecida por abolir os instrumentos musicais nos cultos. Em 1987 a Igreja de Cristo expulsou o grupo de McKean, considerando-o como causador de divisão, autoritário e perigoso. McKean disse em entrevista ao Jornal Miami Herald em 1992: “Nós não somos uma seita. Aqui você não tem que raspar a cabeça ou dar todo seu dinheiro à igreja. Mas você tem que dar seu coração. Nas nossas mentes, estamos apenas tentando voltar à Bíblia.”
Al Baird, que está no movimento desde 1983, disse também numa entrevista: “Se alguém abandona esta Igreja, ele está abandonando a Jesus e certamente perderá sua salvação.”
No final da década de 80, o psicólogo e pesquisador Flavil R. Yeakley da Universidade Cristã de Abilene, realizou uma série de testes psicológicos, levantando os perfis de personalidade de 900 membros do Movimento de Boston, com a aprovação do grupo.
A conclusão do Dr. Yeakley foi: “O Movimento de Boston está produzindo em seus membros o mesmo padrão não-saudável de mudança de personalidade observado em outros estudos de conhecidas seitas manipuladoras.” Apesar das conclusões de Yeakley, o Movimento de Boston alegou que “os membros estão se conformando mais à imagem de Jesus Cristo”.
O discipulado da ICI
A ICI usa a Bíblia, radicalizando e torcendo suas verdades, para controlar mentalmente seus membros através de reconstrução cognitiva e indução, manipulando a vida dos membros em todos os detalhes, provocando despersonalização, quebra de vínculos afetivos, invasão da intimidade do lar, abandono de empregos, carreiras e ideais pessoais. A ICI ensina que a fé somente não pode garantir a salvação, sendo necessário o batismo nas águas (ou o rebatismo, caso o candidato já tenha sido batizado noutra igreja) e a confissão periódica de todos os pecados a um discipulador, além de ter que evangelizar diariamente. Na ICI os jovens aprendem que “um discípulo que não faz discípulos, não é um verdadeiro discípulo de Cristo.”
Hoje no mundo o número de ex-membros é o dobro do número de membros ativos. E a maioria dessas pessoas que deixaram o Movimento carrega profundas seqüelas produzidas pelo abuso de autoridade e pela metodologia psicológica praticada pela ICI. Alguns tentaram o suicídio, outros enlouqueceram e a maioria dos ex-membros não quer mais ouvir falar em qualquer forma de cristianismo.
Mantendo um estilo de vida de alto desempenho, o discípulo da ICI vai ficando exausto ao invés de aliviado. O que vemos acontecer com várias ex-membros é o oposto do que o Senhor Jesus disse quando chamou as pessoas para o Seu discipulado. Em Mt.11:28 Ele pede para as pessoas virem para serem aliviadas de todos os fardos e exigências que os líderes religiosos lhes colocaram. Jesus disse: “Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve”.
Alexandre Galante é
ex-membro da Igreja de Cristo Internacional
E-mail:
galante@jambock.com
Discipulado ou controle da mente?
Na seguinte série de seis pontos, a Dra. Margaret Singer, psicóloga e investigadora que fez alguns trabalhos no campo de controle de mente (mind control), descreve como um grupo abusivo estabelece o controle da mente sobre seus membros:
1. Mantém a pessoa alheia ao que está acontecendo, fazendo-a aprender um passo de cada vez
Os novos membros potenciais são conduzidos, passo por passo, por um programa de mudança de comportamento, sem estar atentos ao objetivo final do trabalho ou ao real conteúdo dele. Na ICI, os novos membros potenciais são convidados para “bate-papos bíblicos”, ou até mesmo para festas, sem se dar conta de que o evento está sendo patrocinado para outro propósito.
2. Exerce o controle social da pessoa em ambiente físico; especialmente o controle do tempo do indivíduo
Os membros são mantidos ocupados e conduzidos para pensar no grupo e em seu objetivo a maior parte do tempo possível. Na ICI, os membros são mantidos tão ocupados com atividades da igreja, que a maioria tem crônica falta de sono.
3. Cria sistematicamente uma sensação de “impotência” no indivíduo
Isto é feito levando os candidatos a membro para longe de seu grupo social de apoio anterior (família, igreja etc), para um período de tempo em um ambiente onde a maioria das pessoas já pertence ao novo grupo. Os membros servem como modelos nas atitudes e comportamentos e falam um “idioma” próprio. Uma vez despojado de sua cadeia de apoio habitual, a confiança do membro na sua própria percepção se corrói. Como a sensação de aumento de impotência, a capacidade de julgamento e entendimento do mundo é diminuída. A visão ordinária da realidade é desestabilizada. Com constantes ataques à visão que o membro tinha do mundo, a igreja vai causando angústia e confusão interna no indivíduo; contudo os líderes não permitem que os membros falem sobre esta confusão ou que se faça qualquer objeção — a liderança reprime qualquer tipo de questionamento.
4. Usa um sistema de manipulação através de experiências para inibir o comportamento do indivíduo
O uso de padrões de fala, longas sessões de oração, momentos de silêncio intercalados com cultos emocionalmente carregados de constante apoio do grupo-induzido (“É isso aí, irmão!”) da congregação e cânticos, são os métodos de indução utilizados pela ICI.
5. Manipula um sistema de recompensas e castigos para promover a ideologia do grupo
O bom comportamento, com a demonstração de compreensão e aceitação das convicções do grupo e a complacência são recompensadas, enquanto o questionamento, expressão de dúvida ou crítica são recebidos com desaprovação e possível rejeição. Com o passar do tempo, a solução usada para a insegurança gerada pelas dificuldades de aprendizagem do novo sistema é inibir qualquer amostra de dúvida – os novos membros simplesmente consentem, afirmam e agem como se eles entendessem e aceitam a nova ideologia sem questionar.
6. Usa um sistema fechado de lógica e uma estrutura autoritária que não permite nenhum aprendizado externo
O grupo tem uma estrutura de pirâmide, do topo para a base. Não é permitido ao membros questionar, criticar ou reclamar – o indivíduo sempre está errado – o sistema, seus líderes e sua convicção sempre estão certos. É assim que funciona a Igreja de Cristo Internacional.
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Apostilas do irmão Clávio
Manual do Pesquisador: R$ 1,50
Adventismo – Conflito com as Escrituras: R$ 2,50
Discos Voadores: R$ 3,00
Fenômeno UFO e Satanismo: R$ 2,00
Nova Era – Principais Crenças e Objetivos: R$ 1,50
Escatologia Apócrifa – Cronologia Falsa das Profecias: R$ 2,00
Ecolatria – O Reaparecimento da Deusa Gaia: R$ 2,50
Como Fazer Seu Pedido:
Depósito Bancário: Conta Corrente 106.713-3 – Agência 348-4 – Bradesco
Cheque Nominal a Clávio Juvenal Jacinto.
Enviar o comprovante de depósito ou o cheque para:
Clávio Juvenal Jacinto
Rua Morro Agudo, S/N
89490-000 Paulo Lopes, SC
Curso: Preparados para a Evangelização
Data: 30 e 31de outubro de 1999.
Local: Igreja Batista em Irati (PR)
Rua: Dr. Correia, 349
Tel: (021-42) 423-3138 (Arlete) ou 460-1416
Preletores: Pr. Paulo Cesar Pimentel (Pres. do CPR), Pr. Agrício do Vale (ex-padre) e Pr. João Aloísio Loureiro (Pesquisador de esoterismo-ocultismo).
Batalha
Espiritual e o Apocalipse
Enquanto o fim não chega devemos pregar o evangelho
Batalha espiritual e o apocalipse, são dois assuntos que despertam a atenção e comentários, tanto no âmbito da Igreja, como também fora dela, já que o assunto “Fim do Mundo”, tem tomado lugar de destaque nas manchetes de toda mídia, principalmente na proximidade da virada do século. Diante desse cenário, onde fica a Igreja de Cristo e qual o seu papel principal, tanto no mundo secular, como no reino de Deus? Este artigo, tem como objetivo colocar algumas considerações do verdadeiro papel da Igreja, que segundo a nossa ótica, tem se desviado para outros fins que não são de responsabilidade direta da Igreja.
Batalha Espiritual existe? Com toda veemência, afirmo que sim e devemos guerrear essa batalha com todo poder e autoridade que temos recebido do Espírito Santo no nome de Jesus. Infelizmente, nos últimos anos tem surgido vários seguimentos e ministérios pregando e fomentando ensinamentos distorcidos sobre Batalha Espiritual, levando muitos irmãos sinceros a ficarem guerreando com Satanás e seus demônios em campos de batalha totalmente equivocados. Essas batalhas são travadas onde habita os demônios, ou seja, nos ares, com a finalidade de prender e lançar os demônios no abismo, livrando desse modo os territórios sobre os quais esses demônios teriam autoridade.
Existem demônios? Com toda certeza, sim. E eles estão por aí, nos ares, oprimindo, possuindo e aprisionando pessoas. Mas não é papel da Igreja promover reuniões para guerrear e aprisionar demônios. O dever da Igreja de Cristo é obedecer o IDE de Jesus, pregando o evangelho de Jesus que salva e liberta o homem do poder do pecado, quebrando toda e qualquer maldição que possa estar presente na vida da pessoa. Aprisionar Satanás e seus demônios, é papel de Jesus, o que Ele fará quando descer com poder e glória, com todos os salvos que foram arrebatados e decretar a prisão de Satanás e Cia. O que queremos esclarecer, é que esse fato não se dará no tempo da Igreja e, sim, no final da 70ª semana de Daniel (Dan.9:24-27), ou seja após o período de 7 anos de tribulação onde Satanás estará reinando através do Anti-Cristo. Enquanto não chegar o fim da grande tribulação, Satanás e Cia. estarão soltos e ativos em todo o mundo, pois não poderá acontecer a Grande Tribulação sem a presença desses demônios.
Em vista disso, desafio o caro leitor e sua igreja a gastarem as energias e finanças na divulgação do evangelho de Cristo, mostrando o poder da salvação que liberta, transforma e resgata o homem das garras de Satanás. Desafio a colocarem-se de joelhos e submeterem-se ao senhorio de Cristo e guerrear a verdadeira batalha espiritual, que se dá no nosso dia a dia, no trabalho, escola em casa, onde estiver um verdadeiro crente comprometido inteiramente com Deus. Nessa guerra só existe um exército vencedor, onde o comandante é o Senhor dos senhores o Reis do reis, Jesus Cristo.
Alexandre Lopes
Acampamento Jesus Vive
Tel: (021-21) 643-2960
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Espíritos Viciados
As drogas dentro e fora dos terreiros
“O ladrão vem senão a roubar, a matar e a destruir;
eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância”(Jo.10.10)
Há 2000 anos atrás Jesus falou de qualidade de vida. Este discurso parece novo quando ouvimos hoje da boca dos psicólogos, mas é bem velho, anterior ao nascimento do próprio Jesus. Deus criou o homem e deu-lhe tudo para que tivesse uma vida plena, mas como sabemos, o homem não acreditou em Deus, preferiu dar ouvidos a Satanás. Com este ato afastou-se de Deus e surgiu, então, no homem a necessidade de ter experiências onde ele pudesse transcender ao seu cotidiano, a sua realidade, tamanho foi o vazio que ficou com a ausência de relação com o Pai. Existem substâncias capazes de dar ao homem a sensação de alívio desta angustia perene. Os farmacologistas chamam estas substâncias de drogas psicotrópicas. Elas tiram o indivíduo, momentaneamente de seu estado normal de consciência, alteram a sua percepção. Droga psicotrópica ou psicoativa, num sentido amplo, é qualquer substância química capaz de atingir o sistema nervoso central (o cérebro) e que causa dependência. Temos como drogas bem conhecidas: A maconha, a cocaína, as anfetaminas, a morfina, o LSD e os calmantes. Porém não são estas que estão que estão lotando as casas de saúde e os hospitais. São o álcool e a nicotina.
O que é mais interessante é que estas duas drogas são livremente comercializadas e o seu uso bastante estimulado pela mídia. Nas festas de “macumba” estas drogas são consumidas em grande abundância entres os “deuses” que incorporam nos eleguns – aqueles que podem se montados (cavalos ou burros dependendo da entidade), pessoas que nem sempre tem o hábito de fumar ou beber. O que é símbolo de grande poder entre eles é a quantidade de bebida que a entidade bebeu (sem deixar o seu cavalo/burro bêbado) ou a quantidade de cigarros ou charutos que fumou. Quanto maior a quantidade maior o poder da entidade, logo maior glória para o cavalo/burro. O que os pesquisadores dizem é que o uso crônico do álcool provoca alterações permanentes em tecidos de vários órgãos do corpo, principalmente o fígado. Outra característica do álcool é a de fornecer um suprimento de calorias, ao mesmo tempo em que inibe o apetite. Isto provoca desnutrição e falta de vitaminas. O uso periódico e em grandes quantidades certamente causa danos ao cérebro (maior afetado) e pode levar o indivíduo a ficar dependente.
O tabaco dos cachimbos, da cigarrilhas, dos charutos e dos cigarros por sua vez têm 4720 substâncias tóxicas, das quais só se conhece 2000 (as mais conhecidas são o alcatrão e a nicotina). O tabaco é responsável, entre outras coisas, por 85% dos casos de doenças pulmonares obstrutivas crônicas, 30% dos casos de câncer, 25% dos casos de angina e infarto agudo do miocárdio e 25% dos casos de doenças cérebro-vasculares. Segundo pesquisas, morrem diariamente em todo mundo DEZ MIL pessoas por causa de doenças provenientes do uso de tabaco.(INCA/Min. Saúde)
Volto agora ao texto bíblico e deixo que ele (Jesus) que fale com você: “O ladrão vem senão a roubar, a matar e a destruir; eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância”.
Não deixe o seu amigo perder a saúde sem saber disto, mostre este texto a ele.
Carlos Henrique
Pesquisador de cultos afro-brasileiros
Consultor em Dependência Química
Carlos Henrique ministra cursos e palestras e lidera o projeto “Falando sério sobre drogas”, que visa a capacitação de pastores e líderes para lidar com o fenômeno do uso abusivo de drogas.
Contatos pelo telefone: (021-21) 899-5771
E-mail: chveloso@mandic.com.br
Seu
Pastor é Evangélico?
Veja como identificar um bom pastor
A pergunta pode parecer irônica, mas nos dias de hoje se faz cada vez mais necessário que saibamos definir corretamente o que é um evangélico. Não basta que alguém se auto-defina como evangélico. Existem certas características que justificam este nome, sem as quais não faz sentido tomar o nome de evangélico.
Esta preocupação já ocupava a mente do renomado pregador D.M. Lloyd-Jones em 1971, quando na Áustria ele proferiu uma série de três palestras na conferência “IFES”. As palestras foram publicadas sob o título Que é um Evangélico? por Publicações Evangélicas Selecionadas (PES), SP. No livro ele estabelece alguns princípios muito úteis para designar qualquer evangélico, mas aqui manteremos em mente especificamente a pessoa do pastor, porque ele é quem conduz o rebanho às fontes de águas cristalinas da Palavra de Deus ou às águas sujas das invencionices doutrinárias. Vamos aos princípios:
1. A Preservação do Evangelho
O pastor evangélico mantém o lema da Reforma, sola scriptura. Ele começa com a Bíblia e termina com a Bíblia. É homem do Livro. Não é homem de um tema só, “mas de um só Livro”, como disse John Wesley. Ele se preocupa em conhecer bem a Palavra e ensiná-la ao rebanho, jamais deixando de “anunciar cousa alguma proveitosa” (At 20:20).
2. O Interesse pela História
O pastor evangélico tem interesse pela história, sem se fazer escravo dela. Ele aprende com ela para não repetir os erros do passado e para ser enriquecido pela experiência e conhecimento daqueles que foram cristãos notáveis, muito antes de qualquer um de nós.
3. Coragem para Manter Pontos Negativos
O pastor evangélico não se ilude com aqueles que possuem uma declaração de fé positiva e historicamente correta. Ele sabe que, na maioria das vezes, são os pontos negativos que farão a diferença entre o que é genuinamente evangélico ou não. Não é só o que aceitamos que importa, mas o que rejeitamos também. Se um pastor não assume essa postura, não é evangélico.
4. Nem Acréscimo e Nem Subtração
O pastor evangélico não acrescenta e nem subtrai coisa alguma da verdade bíblica. Ele não forja doutrinas nas entrelinhas. Da mesma forma, não retira coisa alguma do texto sagrado. Ele prega só a Bíblia e a Bíblia toda. Não teme nenhuma parte e não se descuida do todo.
Saber se seu pastor é realmente evangélico ou se apenas diz que é evangélico é de fundamental importância. Muitos escolhem cuidadosamente seu médico ou dentista, mas não usam do mesmo cuidado para escolher seu pastor. Entretanto, o estrago de um mau pastor é infinitamente maior do que o de um médico ou dentista incompetente. Por isso é que Paulo diz: “Acautelai-vos dos cães! Acautelai-vos dos maus obreiros!” (Fp 3.2). Se o seu pastor não é verdadeiramente evangélico, não tenha medo de procurar outro lugar onde você possa ser genuinamente pastoreado. O que você não pode fazer é ficar sozinho, como diz Hebreus 10.25: “não deixemos de congregar-nos, como é de costume de alguns. Antes façamos admoestações e tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima.”
p.6
Tabela de Religiões e Seitas Comparadas - 1
http://www.baptistlink.com/solascriptura/Seitas/ReligioesESeitasComparadasTabela1-CPR.htm
pp.7-8 - catálogo
p.10
Seja parceiro do Centro de Pesquisas Religiosas
A obra de evangelização nunca foi obra de um homem só. Por isso, o CPR deseja contar com o apoio de novos parceiros: divulgadores, contribuintes, intercessores, etc. Gostaríamos, entretanto, de conclamar os irmãos interessados na expansão deste ministério a tornarem-se contribuintes. Antes de decidir sobre isso, leia o que diz o Pr. Oswald Smith, um homem que excedeu muitos outros no envio e sustento de missionários em diversos países do mundo. Lembre-se que o CPR é uma agência missionária voltada para adeptos de seitas e para o despertamento e treinamento da Igreja para alcançar eficazmente aqueles fisgados por alguma das diversas seitas espalhadas por nosso país.
Quanto darei?
Outro dia deram-me um papel perguntando qual a quantia que eu daria para Missões. A resposta encerrava quatro pontos:
1. Deixando de contribuir para Missões, este ano, na realidade estou dando o meu voto para que todos os missionários voltem para seu país.
2. Contribuindo menos que antes, estou contribuindo para a diminuição das forças missionárias, proporcionalmente ao corte que fiz na minha contribuição.
3. Se der o mesmo que dei, favoreço a manutenção daquilo que se conseguiu; mas me oponho a que se faça mais. Neste caso esqueço-me de que o Senhor nunca deixou que seus soldados ficassem para sempre dentro do forte. Sua ordem sempre é para que os seus soldados avancem.
4. Se eu der mais do que dei anteriormente, então estarei contribuindo para que o movimento prossiga na conquista de novos territórios para a Cristo. Não é meu dever juntar-me aos que fazem isso? Creio firmemente que é preciso aumentar o número de missionários que crêem na Bíblia e, por isso, aumentarei a minha contribuição para o trabalho missionário.
Se eu estivesse em seu lugar, meus amigos, eu faria isto. Daria mais este ano do que dei ano passado. Talvez não possa dar muito mais, mas pelo menos um pouco mais será possível. Com a minha contribuição aumentada eu mostrarei que sou a favor de um trabalho melhor.
Oswald Smith
Você pode contribuir depositando diretamente numa das contas do CPR ou se preferir enviando Cheque Nominal ao Centro de Pesquisas Religiosas para Caixa Postal 92.950 Teresópolis, RJ 25951-970.
Testemunho
O dia em que João nasceu de novo
João Carlos Xavier sofreu o trauma de ver seus pais separados aos nove anos de idade. Criado solto pela rua, conheceu, aos 16 anos, um rapaz filho de um Coronel da Aeronáutica, rico, culto, e de excelente posição social. João era pobre, filho de um sapateiro, com escolaridade incompleta e morava em uma casa muito humilde. Influenciado com todo aquele conforto, apegou-se àquela amizade. Mais tarde, segundo o próprio João, o rapaz “resolveu tirar a máscara e mostrou-me seu outro lado que eu não conhecia: ele também era homossexual, ‘pai-de-santo’, e viciado em drogas.”
Induzido pelo falso amigo, João Carlos tornou-se dependente químico, caso dele, e adepto da feitiçaria. Percebendo que havia sido enganado por aquele homem, voltou para casa, mas por falta de ambiente em seu bairro, envolveu-se com travestis no Centro do Rio de Janeiro. Aos 18 anos passou a travestir-se e ingerir hormônios (30 comprimidos anticoncepcionais ao dia) para obter uma anatomia feminina, inclusive seios. Não existia ainda o tratamento com silicone no Brasil.
No auge de sua vida materialista, como cabeleireiro famoso no Rio, possuidor de bens materiais, fama, dinheiro, e muitos amigos, João Carlos sofreu um gravíssimo acidente com sua motocicleta Honda, modelo CB 400. Batendo de frente com um carro em alta velocidade numa estrada do Rio, entrou em coma imediatamente. Diagnóstico: “Três fraturas de crânio, traumatismo crânio-encefálico, traumatismo grave facial, com fraturas múltiplas e complexas da face, fratura cominutiva de órbita e malar direito e esquerdo, fratura do nariz e fronto-etmoidal, fratura do rebordo alveolar da maxila, feridas múltiplas, corto-contusas na face, contusão, edema e cicatriz corto-contusa no joelho e perna, e fratura LEFOR III (laudo médico assinado pelo Dr. Vinício A. Alba – CRM 22.578). Para agravar ainda mais o seu quadro clínico, João Carlos contraiu meningite no hospital, podendo morrer ou viver sem alguma de suas faculdades.
Em meio a toda esta tragédia, a mãe de João Carlos recorreu ao Deus do impossível. A Igreja orou por ele, e o milagre aconteceu. “Saí do estado de coma subitamente na hora da oração, causando espanto entre os médicos”, conta triunfante. Ele foi operado. Recebeu um capacete cirúrgico, afim de sustentar os ossos da face que foram colados parte por parte (como um quebra-cabeça). “Foram trinta dias de muita dor, sem poder falar, comer, sorrir, chorar e dormir. Só Deus sabe o sofrimento que passei. Mas também foram trinta dias de muita reflexão e decisões”, revela João Carlos.
Quando removeram o capacete cirúrgico, João Carlos decidiu ir à igreja agradecer. Ele nunca havia colocado os pés numa igreja evangélica. Ao sair para aquela igreja, dois amigos homossexuais convidaram-no para ir à churrascaria e depois à boate. Vários amigos estavam aguardando para ver João Carlos e encorajá-lo a esquecer todo o sofrimento passado. Os amigos foram com ele até a porta da igreja para esperá-lo, mas “quando o pastor da igreja começou a falar de Jesus”, diz ele, “meu coração encheu-se de algo maravilhoso. Brotou uma esperança tão grande dentro de mim, que pude ver soluções para todas as questões da minha vida através daquele Homem-Deus chamado Jesus. Entreguei minha vida aos seus cuidados, e provei uma libertação maravilhosa em todos os sentidos. Jesus mudou tudo em minha vida. Aqueles que me jogavam pedras, hoje me pedem para orar por eles”.
João Carlos casou-se com Rosa, de quem ele fala sem poupar doces adjetivos, e gerou João Felipe, hoje com seis anos. Depois de toda sua trajetória, ele testemunha abertamente: “Enfim, somos felizes com Jesus. Abandonei o mundo e as suas concupiscências para agradar e servir ao Rei dos reis e Senhor dos senhores. Meus amigos que deixei na porta daquela igreja, acredito que estão me esperando até hoje sair dela; mas espero que aconteça o contrário, tenho orado ao Senhor para que também eles entrem, porque Jesus é a Porta de entrada para o céu, e o Caminho que nos conduz à vida eterna, a única Verdade em que se pode confiar.” n
Pb.
João Carlos Xavier
Assembléia de Deus em Cordovil/RJ Tel.: (021-21)-481-6581
Caixa Postal: 45.000
21232-970 Rio, RJ
Cânticos & Lamentações
Eis que os semeadores saíram a semear...
Mais de 100 mil folhetos A Vida de Cosme e Damião foram distribuídos por ocasião da Festa de Cosme e Damião, que acontece no 27 de setembro. O folheto produzido pelo CPR foi distribuído em grande escala pela Aliança Pró-Evangelização de Crianças (APEC), além de várias igrejas.
Por sugestão de Cindy Jacobs, intercessora pertencente à Rede de Batalha Espiritual, um dos braços do Movimento AD2000, uma considerável comissão estará fazendo uma suposta batalha espiritual, gritando “Grande é Jesus de Nazaré!” no mesmo anfiteatro em que, nos dias de Paulo, os seguidores de Diana gritaram durante uma hora “grande é a Diana dos Efésios”. Meia hora de evangelização aos muçulmanos turcos faria mais pelo reino de Deus do que quatro horas de palavras ao vento.
Fidel Castro recebeu um grupo de pastores em Cuba e conversou com eles durante nove horas. Seu filho, carinhosamente chamado de Fidelito, que estava doente recebeu oração e uma Bíblia durante a visita de um pastor ao seu quarto no hospital. Há comentários de que ele está lendo avidamente a Bíblia. Gloria al nombre de Jesus!
Neemias Marien, pastor da igreja Presbiteriana Betesda no Rio de Janeiro, além de apoiar o casamento gay, o ecumenismo irrestrito e ser capelão do Atobá, maior grupo de militância gay do Rio de Janeiro, acrescentou à sua lista de desvios, a pregação de que Jesus não vai voltar e de que não há ressurreição. Apesar de se declarar presbiteriano, a falta de semelhança não é mera coincidência. Por causa de suas posturas anti-bíblicas, ele foi excluído há anos.
Em Belém, Pará, é realizada a maior procissão católica do mundo. No segundo domingo de outubro os paraenses celebram o Círio de Nazaré, quando cerca de um milhão de pessoas percorrem as ruas da capital disputando “a corda” que segura a berlinda onde repousa a pequena imagem da Senhora de Nazaré. Segundo informações do pesquisador José Barbosa de Souza Júnior (veja seus dados na pág. 2), residente em Belém, as igrejas evangélicas da região nada têm feito. Até quando?
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Confissões e desabafos
“Hoje tomei uma decisão séria em minha vida e não volto atrás: terminei com um relacionamento homossexual de 20 anos.” J., 32 anos, falando ao Moses do término do relacionamento homossexual e incestuoso que mantinha com o irmão casado (filho do mesmo pai e da mesma mãe) desde os 12 anos. Por telefone, Bahia.
“Tenho orado por vocês e admiro muito o grande trabalho que estão realizando. Esse ministério é de grande valor no Reino de Deus.” O., seminarista. Por carta, Patrocínio, MG.
“Quando li na Bíblia que devemos arrancar os membros do nosso corpo que nos fazem pecar, tentei o suicídio, pois o homossexualismo me faz pecar com o corpo todo. Preciso de ajuda!” B. 25 anos, ex-transformista e novo convertido. Por telefone, Minas Gerais.
“Jesus Cristo de Nazaré, socorre-me! Quero ser liberto, casar e ser feliz. Socorro, Jesus!” E., falando da masturbação e desejos homossexuais. Por carta, Capão Bonito, SP.
“Vai nessa tua força e livra a Israel, porventura não te enviei eu?” (Jz 6:14) Marcia Trindade, intercessora e mantenedora do Moses. Por carta, Rio de Janeiro.
“Levou 30 anos para que eu entregasse minha vida ao Senhor Jesus e este dia chegou. Depois de oito anos numa vida a dois no homossexualismo - meu Deus, quanto tempo jogado fora! - saí somente com um carro, deixando tudo sem olhar para trás, pois encontrei um tesouro maior que é viver com o meu Senhor Jesus.” M. S., 30 anos, depois de se converter e abandonar oito anos de relacionamento homossexual e ter adquirido, com o parceiro, dinheiro, bens móveis e imóveis. Por carta, Blumenau, SC.
“Dar-vos-ei coração novo, e porei dentro em vós espírito novo; tirarei de vós o coração de pedra e vos darei coração de carne. Porei dentro em vós o meu Espírito, e farei que andeis nos meus estatutos, guardeis os meus juízos e os observeis.” (Ezequiel 36:26 e 27)
II Seminário sobre HOMOSSEXUALISMO
(30 de outubro, sábado – das 8:30 às 18:00h)
Nossa visão
O MOSES crê que o homossexualismo é biblicamente considerado pecado e contradiz o plano original de Deus para sua criação (conforme a Bíblia Sagrada revela em: Gn 19.4 a 9, Lv 18.22, 23 e 20.13, Rm 1.26 e 27, 1 Co 6.9 a 20, 1 Tm 1.9 e 10, Mt 19.4 e 5 e Hb 13.4). O MOSES tem por motivação anunciar aos que sofrem de desvios sexuais as verdades da Bíblia Sagrada visando levá-los a uma vida de comunhão diária com Deus e restauração de sua sexualidade.
Temas:
Refutações Bíblicas e Científicas, Homossexualismo e Sociedade, Como Deixar o Homossexualismo, Como Aconselhar, Como Iniciar um Ministério com Homossexuais e Evangelização
Preletores:
-Rozangela Justino (Coordenadora do Exodus/Brasil).
-Glaucia Medeiros (Psicóloga, Professora do Seminário Betel, RJ, e Coordenadora do Corpo de Psicólogos e Psiquiatras Cristãos do Rio de Janeiro).
-Dr. José Maria Nascimento Pereira (Psiquiatra, professor universitário no Ceará e conselheiro na área da homossexualidade há 45 anos).
-Equipe do Moses.
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O que é
o Movimento pela Sexualidade Sadia
Novas abordagens para velhas questões
O Moses nasceu da experiência de pessoas que deixaram o homossexualismo e foram libertas pela graça de Deus revelada no Evangelho de Jesus Cristo. O trabalho do Moses é centralizado no conhecimento de Deus e na obediência diária à sua Palavra - a Bíblia.
Nossa motivação para crer na mudança é o fato de que o homossexualismo - assim como o adultério, a idolatria, a imoralidade, a injustiça, o roubo, entre outras coisas - é biblicamente considerado pecado e contradiz o plano original de Deus para sua criação. Os argumentos bíblicos que usamos encontram-se em Gn 19:4 a 9, Lv 18:22 e 20:13, Rm 1:26 e 27, 1 Co 6:9 a 11, 1 Tm 1:9 e 10, Mt 19:4 e 5.
O Moses existe para ser uma voz de conscientização em favor dos padrões bíblicos para a sexualidade humana e de protesto contra qualquer ação ou ensino que promova comportamentos ou idéias ético, moral e espiritualmente prejudiciais no que se relaciona a essa questão.
Queremos deixar bem claro que somos contra todo e qualquer tipo de violência contra os homossexuais. Como cristãos entendemos que a violência é contra os princípios básicos da mensagem de Jesus Cristo que, como nenhum outro, incentivou o diálogo.
Respeitamos os direitos de qualquer cidadão, independente de sua conduta sexual, mas não nos isentamos do direito de apontar a porta de saída para todo ser humano que deseje, voluntariamente, deixar o comportamento homossexual ou qualquer outro que esteja lhe causando prejuízos no que diz respeito à sexualidade.
O Moses tem a intenção de discutir os desvios e perversões sexuais - homossexualismo, bissexualismo, vício sexual, pedofilia, prostituição e prostituição infantil, estupro, sexo sem compromisso matrimonial, pornografia, aborto, bestialidade e outros - esclarecendo que o uso dos termos desvio e perversão não surge como fruto de interpretações particulares e sim do conhecimento da Palavra de Deus, clara e definitiva ao tratar tais questões. Surge, também, da certeza de que não há quaisquer pesquisas científicas isentas que tenham provado que algum desses comportamentos é inato ou indiscutivelmente favorável à construção de uma psicossexualidade sadia.
O Moses, ao realizar evangelismo, visitar igrejas, promover eventos ou marcar presença em programas de rádio e televisão, busca alcançar e aconselhar o maior número possível de pessoas que tenham problemas na área da sexualidade.
A finalidade do Moses é realizar, no Brasil e no exterior, evangelismo estratégico, passeatas e protestos pacíficos, seminários, congressos, debates etc, a fim de capacitar os que queiram trabalhar com pessoas que apresentam desvios sexuais.
Se você está vivendo um drama na área da sexualidade ou conhece alguém que esteja, lembre-se que:
“Confessai, pois, os vossos pecados uns aos outros, e orai uns pelos outros, para serdes curados...” (Tiago 5.16)
“Aquele que encobre as suas transgressões jamais prosperará, mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia.” (Provérbios 28.13)
Que Deus abençoe a sua vida em Cristo Jesus!
João Luiz Santolin
(Presidente do Moses)
De Pastor para Pastor
O que fazer com os homossexuais que integram nossos rebanhos
Houve tempo em que os pastores não se preocupavam muito com a questão gay. Poucas pessoas apresentavam esse tipo de comportamento. E as que tinham tendências para a homossexualidade procuravam lutar contra ela, mesmo que em silêncio. Os tempos mudaram. Os homossexuais começaram a se organizar em grupos de militância supostamente defendendo os direitos dos homossexuais, mas na verdade tentando provar e convencer toda a sociedade, inclusive a Igreja, que o homossexualismo é genético e irreversível - o que cientificamente não tem respaldo nenhum. Toda esta movimentação em torno da homossexualidade não só transformou gays e lésbicas em pessoas mais ousadas como atraiu para esta prática muitas outras pessoas que, de outra maneira, talvez nunca se tornariam homossexuais.
O problema, como sempre, não ficou confinado ao mundo lá fora. Ele chegou aos nossos arraiais na pessoa de cada homossexual que foi se integrando às nossas igrejas. Estes se dividem basicamente em dois grupos: os que passaram a amar a Jesus e buscaram libertação e os que só estão na igreja tentando a última alternativa, ou até mesmo para atrair outros a si.
Diante do problema, os pastores também se dividem. Existem aqueles que procuram ajudar sabendo lidar com o problema (poucos) ou mesmo sem o saber (a maioria). E existem aqueles que tentam ignorar o problema ou até maltratam os que lutam contra esta tendência, ora dizendo coisas que só prejudicam, ora expondo-os publicamente na igreja ao primeiro sinal de pecado.
É fundamental que os queridos colegas de ministério procurem se informar melhor acerca do assunto. A questão, mais do que área de estudo das ciências do comportamento, passa pela teologia, ética, eclesiologia e missiologia. Por isso, pastores amigos, não podemos fechar os olhos frente à enorme demanda de gays e lésbicas por libertação e cura. Precisamos ler, estudar e comungar com aqueles que estão mais avançados na reflexão sobre este assunto e no tratamento dos que se envolveram em tal prática.
Há poucos anos, quase não havia literatura evangélica sobre o assunto. Hoje, no entanto, várias editoras têm investido nesta área. Livros como O Movimento Homossexual (Ed. Betânia), A Operação do Erro (Ed. Cultura Cristã), Deixando o Homossexualismo (Ed. Mundo Cristão) e Os Fatos Sobre a Homossexualidade (Ed. Chamada da Meia-Noite) são excelentes fontes de consulta. Cada um fala sobre uma faceta diferente da questão gay, portanto todos indispensáveis na biblioteca do pastor.
Outra coisa que pode e deve ser feita por nós pastores é tomar parte em seminários, conferências ou congressos a respeito do assunto. É muito importante fazer a escolha certa. Deve-se averiguar quem está promovendo o encontro, quais são os objetivos e qual é a visão dos organizadores a respeito da homossexualidade, da Bíblia, de Deus, etc. O Moses, por exemplo, estará promovendo o II Seminário sobre Homossexualidade no mês de outubro. Pastores não têm desculpa para não participar. Mais cedo ou mais tarde vão se deparar com a necessidade das informações que ali serão passadas. E não adianta querer apagar incêndio depois que o fogo se alastrar. É preciso se preparar.
Se, em contrapartida, você investiu tempo e oração para ajudar algum homossexual que desistiu no meio do caminho, não fique desanimado. Lembre-se que muitas pessoas já passaram por sua igreja e não ficaram. Este não é um fenômeno que atinge só homossexuais. Da mesma maneira, muitos homossexuais perseverarão e serão transformados assim como o foram outras pessoas que são uma bênção em sua igreja.
Como qualquer outro pecador - inclusive nós pastores - o homossexual pode ser perdoado e transformado pela graça de Deus. Se em sua igreja há algum gay ou lésbica, não duvide que Deus o colocou ali para receber o que precisa, mas também para ensinar-lhe muito sobre as lutas que precisam ser enfrentadas para vencer este pecado e como se alcança a vitória. No processo, ganham todos, menos satanás. E é nosso dever nos assegurarmos de que assim seja. Portanto, “sê forte e corajoso, porque tu farás a este povo herdar a terra que, sob juramento, prometi dar a seus pais.” (Js. 1:6). Nenhum esforço é demais para se alcançar homens e mulheres para o Reino de Deus e salvá-los, arrebatando-os do fogo. (Jd. 23). Continue lutando e seja humilde para contar com a ajuda de quem possui mais experiência. O Senhor é contigo!
Pr. Sergio Viula é membro do Conselho de Referência do MOSES e pastor da Congregação Batista em Jardim Leal, Duque de Caxias, RJ
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CALA
A BOCA!
Ex-gnósticos são processados e têm livro interditado
Pr. Luciano P. Vergara
Na cidade gaúcha de Passo Fundo, popularizada pela personagem Salomé, que durante a era Figueiredo era interpretada por Chico Anísio, firma-se uma ”escrita”. Cada vez mais, a cidade exibe uma vocação para concentrar escritores perseguidos. Escolhida pela Organização das Nações Unidas (ONU) como refúgio de escritores e intelectuais, dessa vez, porém, os perseguidos são escritores da própria cidade.
O casal missionário Gilson e Eliane Deferrari, ambos membros da Assembléia de Deus e autores do livro A realidade Gnóstica (Ed. Kurios), estão impedidos de se manifestarem publicamente. A razão do “cala a boca” é a ação liminar cautelar inominada do Movimento Gnóstico Cristão Universal do Brasil e acolhida pela 2ª Vara Cível de Passo Fundo. Sem conseguir distribuir exemplares do livro, os missionários respondem a dois processos conduzidos por advogados paulistas de uma multinacional especializada em direitos de imagem. Para os suplicantes, os missionários terão que pagar por danos morais e o livro será interditado definitivamente.
Diversas pessoas que haviam comprado o livro antes da cassação, em 2 de maio, último, têm mandado mensagens de apoio, o que faz com que Gilson e Eliane sintam-se confortados. Eles têm pedido a oração e o apoio de outros crentes, pois, até o momento, ninguém conseguiu ajudá-los a vencer a ação judicial. Mas a maior preocupação dos missionários é que essa perseguição ao seu livro não seja um ato isolado, pois se o juiz foi convencido pelo argumento dos suplicantes: - “Deixaria um filho seu freqüentar o movimento gnóstico, sem preocupações, após ler o livro?”, o que poderá acontecer quando outros livros e eventos fizerem advertências doutrinárias sobre idéias opostas à Palavra de Deus? “Em pouco tempo a gente dirá para uma pessoa que ele é um pecador e que precisa de salvação e esta pessoa nos colocará na justiça”, afirma Gilson Deferrari.
A realidade gnóstica é um livro de 176 páginas, formato 15x21 cm e foi lançado, com a presença do presidente da Academia de Letras de Passo Fundo, menos de um mês antes da interdição judicial. No livro, nomes são preservados e não se fazem ataques a pessoas ou grupos, apenas uma exposição doutrinária e filosófica contrária às idéias e ensinos gnósticos. São 30 capítulos, cinco dos quais dedicados ao relato da conversão do casal Deferrari, provenientes do esoterismo ocultista. Há oito anos, antes de se tornarem cristãos, os Deferrari integravam o movimento místico Gnose. Dedicados a publicações, os autores já participaram de outros livros como Asas da fé (volumes I, II e III), de Argemiro Figueiró. Também representam o evangelista norte-americano Morris Cerullo no Rio Grande do Sul.
Para quem pretende orar durante o Dia Internacional de Oração pela Igreja Perseguida (IDOP 99), o casal Deferrari é mais um item a ser incluído nas orações dos crentes. Vale lembrar, principalmente aos pastores, que o IDOP será no dia 14 de novembro em cada igreja. Informações podem ser obtidas pelo e-mail lpvergara@ibm.net ou pelo telefone (021-21) 208-0621.
O Pr. Luciano Vergara é professor do Seminário Teológico Betel, Rio de Janeiro