A TRISTE HISTÓRIA DE EDELWEISS
(Parábola)
João e Maria formavam um casal de nordestinos, que vivia na maior pobreza, numa cidade do interior, no nordeste brasileiro. Tinham uma linda filha de 12 anos chamada Edelweiss (Edel = nobre; “weiss” = branco), nome sugerido pelo pároco (alemão) da pequena cidade onde viviam. O nome era tão complicado para aquele casal de analfabetos que a garotinha passou a ser chamada “Delinha”, apelido também sugerido pelo padre. A mãe da menina era cozinheira/arrumadeira/lavadeira na casa paroquial e o padre acompanhou o crescimento de Edelweiss, desde o primeiro ano de vida.
Gordo, suado e avermelhado, por causa do clima quente, o Padre Schmidt começou a ter sonhos eróticos, nos quais a menina estava sempre presente. Um dia, não resistindo à tentação, ele mostrou à inocente garotinha aquele “órgão menos honroso no corpo” (1 Coríntios 12:23), o que deixou a menina horrorizada! Temendo ser descoberto em seu gesto obsceno, o “padrinho” ameaçou-a com o inferno, se contasse o fato aos pais. Várias vezes passou a exibir-se diante da garotinha, até que um dia, inflamado de paixão, usou e abusou da menina e depois estrangulou-a friamente (como queima de arquivo), levando o corpo (no próprio carro) para um matagal muito longe dali.
Naquela cidadezinha, morava um garoto de 15 anos conhecido como Elói (que viera ao mundo com síndrome de Down), a quem, por ignorância do povo, eram sempre atribuídos todos os malfeitos do lugar. O garoto foi acusado do crime e o padre ficou a salvo do castigo. Havia apenas uma pessoa que conhecia aquela história escabrosa, o seu confrade e confessor. Roma jamais publica os segredos da confissão, principalmente quando esse tipo de revelação pode lhe trazer prejuízo moral ou financeiro.
O segredo foi guardado para sempre, exatamente como o de Fátima. Vamos ler o que um escritor português escreveu a respeito das três vítimas da fome de ouro romana, no caso da suposta aparição de Fátima:
“Duas crianças morrem e uma terceira sobrevive, mas é retirada da sua terra e para sempre impedida de levar uma vida em tudo semelhante à das outras pessoas (primeiro, internaram Lúcia secretamente, no Asilo de Vilar, no Porto, e depois a mandaram para a Espanha e fizeram dela freira de clausura para o resto da vida, situação que, muitas décadas após os acontecimentos de 1917, manteve-se); eis o principal balanço das chamadas Aparições de Fátima.
As duas outras crianças... ficaram completamente possuídas por uma mística de morte, uma mística sacrifical, que condiz com um deus que se alimenta de gente...
Nunca mais, então, essas crianças (videntes de Fátima), puderam deixar de sentir vontade e disposição de fazer sacrifícios pelos.
O Inferno era, afinal, a grande ameaça para todos. E o que, com mais probabilidade, poderia acontecer a qualquer um. E para os pecadores, mais do que ameaça, era já uma certeza.
Em todos os momentos, a partir daquele dia, a visão do Inferno persegue as duas crianças, aterroriza-as, obriga-as a rezar pelos pecadores e força-as a fazer sacrifício pela conversão dos pecadores. O livro das “Memórias de Lúcia” testemunha que os dois irmãozinhos eram capazes de passar dias inteiros sem comer, davam a merenda às ovelhas, não bebiam ponta de água, mesmo em pleno mês de Agosto, andavam todo o dia, e mesmo durante o sono da noite, com uma corda permanentemente amarrada à cinta, até fazerem sangue”.
Finalmente, conta o autor do livro “Fátima Nunca Mais”, as crianças morreram de pneumonia, por causa da subalimentação e dos sacrifícios que eram obrigadas a fazer.
Mais tarde, Roma canonizou as duas, a fim de apaziguar a consciência dos seus prelados e, ao mesmo tempo, para agradar, politicamente, mais um país católico. E logo estará canonizando a principal vidente, pois esta passou a ter uma vida escravizada ao sacrifício, a fim de servir de exemplo aos crédulos católicos do mundo inteiro. Com essa farsa, a Igreja do papa criou mais uma “Nossa Senhora” e “padroeira”, a qual lhe rende milhões de dólares, ao mesmo tempo em que tem condenado ao inferno milhões de almas por causa da idolatria.
Outro exemplo da “bondade” de Roma foi a canonização de Joana D’Arc (1412/1430), a qual fora queimada na fogueira como bruxa, por ter cometido o crime de lutar pela sua pátria. Séculos mais tarde, Joana foi canonizada como santa, a fim de agradar politicamente o país católico, que havia se tornado um grande aliado de Roma - a França.
Agora, provavelmente, vai chegar a vez da garotinha Edelweiss ser canonizada. Tendo sido vítima da luxúria de um sacerdote católico, ela terá, finalmente, uma compensação digna do estilo romano. E como o Brasil é “o maior país católico do mundo”, na certa vão chover canonizações de “santos” brasileiros (da parte do papa alemão Bentinho), a fim de agradar ao povo católico (completo ignorante da Palavra de Deus) e, ao mesmo tempo, fazer média com o “caótico” (segundo declaração de um prelado romano, durante o funeral de JP2) presidente atual do nosso país.
Que Deus nos livre de ver uma filha ou neta cair nas mãos de um desses padres católicos, muitos dos quais se tornam monstros, por causa do ridículo voto do celibato clerical.
Mary Schultze, 23/10/2007