Fabricantes de Vírus

 

Falando sobre as pestes modernas que têm assolado o mundo, o escritor e pesquisador americano Eric Jon Phelps, em seu livro "Vatican Assassins",  nos deixa perplexos, quando afirma que os médicos nazistas trouxeram para os Estados Unidos os resultados das experiências feitas com os Judeus, ciganos e socialistas, nos vários campos de concentração.

Eles testaram venenos, novas vacinas  e realizaram cirurgias experimentais em suas vítimas. Tudo isso pode ser constatado no livro “Os Médicos Nazistas”. Todas essas experiências foram arquivadas pela Sociedade Médica Americana, após a II Guerra Mundial.

Diz ainda Phelps que o uso do cloro na água faz com que o oxigênio diminua no corpo humano, e se alastre o câncer, o qual precisa de um estado anaeróbio. O vírus do câncer converte as células em mutantes anaeróbias. Na Europa é proibido usar cloro. Lá a água é ozonizada  e não clorada.

As vacinas contra a hepatite B, diz Phelps,  estão todas contaminadas com o vírus HIV, SV-40. Isto foi apreendido na Alemanha Nazista. Os médicos americanos desenvolveram o processo e continuaram realizando suas pesquisas, no laboratório da CIA. Há uma fita dupla sob o título “The CIA and the Vírus Makers”, a qual explica como a CIA criou o vírus HIV e muitos outros. O Jesuíta Roberto Gallo, um católico romano italiano, é o Virologista mais famoso do mundo e, certamente,  o responsável por todas essas experiências.

Phelps acrescenta que em sua casa ele usa ozônio, em vez de cloro. Também usa radiação ultra violeta para evitar o lupo, a hepatite e a meningite. Essa radiação destrói também o vírus HIV, diz ele.

Phelps continua. Então, como deveriam os cristãos bíblicos reagir, diante das leis que decretam certos tipos de vacina? Deveriam responder: “é contra minhas convicções religiosas colocar germes patogênicos estranhos em minha corrente sangüínea. Isso vai prejudicar o meu coração.  E quando eu chegar aos 40 anos,  as placas me levarão a um ataque cardíaco. Por isso, não vou permiti-lo”.

            Falando da epidemia de AIDS, do virus Ebola, do Antraz e de outros males que ele credita aos agentes de saúde controlados pelos Jesuítas, Phelps denuncia:

Tendo  a Sociedade Jesuíta envenenado a nossa corrente sangüínea  com as suas "vacinas e imunizações", tendo nos mutilado com as suas desnessárias cirurgias, tendo nos drogado com as suas "medicações", agora ela se apronta para nos cortar as gargantas, de uma orelha à outra, através de um ditador fascista, que trará contra nós exércitos estrangeiros armados. Para quem vamos apelar?

Ainda sobre o assunto de saúde, Phelps cita o Primeiro Ministro Inglês, Benjamim Disraeli, 1877: "... A saúde do povo é, sem dúvida, o fundamento sobre o qual repousam toda a felicidade e poder do Estado... E se a população de um país se torna estacionária ou diminue anualmente - se enquanto ela diminue de número, também diminue em estatura, em força - esse país está condenado. A saúde do povo, em minha opinião, é o primeiro dever do Estado".

Leonard G. Horowitz, Físico e escritor americano, desvendou essa conspiração jesuíta e, por isso, está na mira da Ordem de Loyola, diz Phelps. Seu livro “Emerging Viruses: Aids and Ebola”, editado em 1997,  é um documentário corajoso. Numa de suas páginas podemos  ler:

"Desse modo, os dois maiores genocídios  deste século (o Holocausto dos Judeus e a epidemia de AIDS) parecem ter sido determinados pelas mesmas lideranças mentais..."

O Dr. Roberto Mendelson, cientista americano, em seu livro "Confessions of a Medical Heretic", 1979, cuja publicação lhe custou a própria vida, denuncia:

"Não acredito na Medicina moderna. Sou um médico herege. Acredito que os tratamentos das doenças feitos pela Medicina moderna... são mais perigosos do que as doenças que pretendem tratar. Creio que mais de 90% da Medicina moderna poderia desaparecer da face da terra - doutores, hospítais, drogas e equipamentos - e o efeito sobre a nossa saúde seria imediato e benéfico... Pois o hospital é o templo da Medicina moderna e, desse modo, um dos lugares mais perigosos da terra... Há muito o que temer ali. O deus que reside no templo da Medicina moderna é a MORTE... O médico-sacerdote sempre sai lucrando muito, porque declara estar contra as forças do mal... que nunca são vistas à luz do dia - como agentes do Diabo...

Temos uma inquisição médica. O primeiro sinal de uma inquisição é a venda de indulgências... Do mesmo modo que acontece na comunhão da hóstia, que os católicos recebem na língua, as drogas são as hóstias da Medicina moderna... Tente ir até o final da vida sem pagar seus tributos à Medicina moderna: imunizações, água flourada, injeções endovenosas e nitrato de prata... Quando você entrar numa catedral e nos pequenos "vaticanos" da Medicina moderna,  dará  de cara com  os sacerdotes ancorados no peso da infalibilidade. Eles nunca podem errar e, por isso, são muito perigosos...

Os Jesuítas são os maiores exploradores dos sistemas particulares de saúde, dos hospitais, das indústrias farmacêuticas, etc... Será que os terroristas que estavam enviando o pó branco contendo o virus do antraz (depois do atentado de 2001) não têm ligação com esses "donos dos laboratórios", que estão agindo desse modo, a fim de desencadear o pânico entre os cidadãos americanos? Com o povo em pânico, a confusão fica armada e logo um estado de sítio é decretado... E adeus democracia americana! Quem vai cair primeiro? A Inglaterra ou os USA? Ambos estão na mira do  papa e tudo que les têm em maéria de riqueza vai ser entregue à União Européia, que é o Estado Mundial Católico. A Alemanha já era!

Sempre fui rebelde. Nunca tomei  vacina da Terceira Idade. Como muito pouco (frutas, legumes e carne branca), só consulto médicos para um check anual, evito  medicamentos e, talvez por isso, já cheguei aos 75 anos com uma saúde invejável. Meu marido, um Químico Industrial de Berlim, costumava dizer que as três coisas mais prejudiciais à saúde de uma pessoa são: 1. Comer e beber muito. 2. Consultar médicos. 3. Tomar medicamentos. Pela primeira vez, encontro três pessoas (Phelps, Horowitz e Mendelson) que pensam exatamente como esse alemão com quem fui muito bem casada durante 26 anos. Romanos oito, vinte e oito!

 

Mary Schultze

Março 2005

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Março 2005