O facilitador da felicidade
Não me lembro, exatamente, do tema entregue à classe de Redação Criativa da UNIVERTI, para o trabalho a ser apresentado, na próxima terça feira, mas deve ser algo relacionado com o título acima.
Numa classe, onde não sou muito apreciada, talvez porque tenha o hábito de citar versos bíblicos em meus trabalhos, estou apresentando mais um artigo, citando algumas passagens do Novo Testamento, pois, o evangelho de Cristo é “o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê” (Romanos 1:16).
Ser facilitador da felicidade, por exemplo: é promover uma sociedade mais justa, íntegra e ética pelo bem estar comum; provocar reflexão, expressão e desenvolvimento do potencial das pessoas que nos cercam; buscar o nosso próprio desenvolvimento, com um trabalho voluntário, na matéria à qual temos nos dedicado no conhecimento; é enriquecer, constantemente, nossa atuação nos ambientes por nós freqüentados...
Quero apresentar os conceitos de quem, a meu ver, foi o mais perfeito facilitador da felicidade, o apóstolo Paulo, um judeu nascido em Tarsis da Cilícia, na época de Cristo, cidade que lhe proporcionou o título de cidadão romano, o qual ele usou, sempre que se fez necessário.
Como se pode conseguir a felicidade, mesmo enfrentando situações precárias de saúde e finanças, no ambiente social e familiar? Paulo responde: “E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos sentimentos em Cristo Jesus. Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai”. (Filipenses 4:7-8).
Jesus Cristo, o Messias de Israel, “o qual é a imagem do Deus invisível e em quem estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e da ciência” (Colossenses 1:15;2:3 ), nos dá este conselho: “Vinde a mim todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei” (Mateus 11:28).
Paulo acrescenta: “Ora, àquele que é poderoso para fazer tudo muito mais abundantemente além daquilo que pedimos ou pensamos, segundo o poder que em nós opera, a esse glória na igreja, por Jesus Cristo, em todas as gerações, para todo o sempre. Amém.” (Efésios 3:20-21).
Desse modo, ser feliz não é tão difícil assim. Basta conhecer e obedecer aos ensinamentos bíblicos, andando em retidão de vida, diante de Deus e da comunidade, enfrentando, de cabeça erguida, os problemas que se apresentam na vida diária.
Quando um problema se ergue diante de nós, primeiro temos que sentar e, calmamente, avaliar a sua gravidade. Em seguida, devemos pedir a orientação divina, pois, “a sabedoria que do alto vem é, primeiramente pura, depois pacífica, moderada, tratável, cheia de misericórdia e de bons frutos, sem parcialidade, e sem hipocrisia”. (Tiago 3:17).
Não devemos confiar em nossa própria capacidade de resolver os problemas, sem a ajuda do “Pai das Luzes”, pois Ele “nos elegeu... antes da fundação do mundo, para que fôssemos santos e irrepreensíveis diante dele em amor...” (Efésios 1:4) e nos deu a capacidade de vencer os obstáculos que se apresentam em nosso viver diário. Cristo é o [nosso] pastor e nada nos faltará (Salmos 23:1). Ele é o Deus bendito eternamente (Romanos 9:5).
Portanto, que nos acheguemos a Ele, para que Ele se achegue a nós (Tiago 4:8), seguindo o mandamento áureo que todo cristão deve seguir, ou seja “Toda a lei se cumpre numa só palavra, nesta: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo” (Gálatas. 5:14).
Quem se norteia pela bússola do conhecimento bíblico, sempre encontra um meio de solucionar os seus problemas psicológicos, encontrando a felicidade, sem a ajuda dos facilitadores da felicidade, ou seja, dos psicanalistas, psicólogos, pregadores da confissão positiva e gurus do panteísmo.
Quem se preocupa com o bem estar da família e do vizinho consegue escapar do abismo do seu EGO. Descobrir que a vida não é feita apenas de auto-realizações, mas de enxergar além de nós mesmos, é conseguir estar de bem conosco e com os que nos rodeiam. Somos fúteis e egoístas, quando só enxergamos o nosso EU.
Não levar em contra a opinião crítica/negativa que possam ter a nosso respeito, conscientes de que fazemos o melhor que podemos... É mais um dos segredos facilitadores da felicidade...
Mary Schultze, 02/07/2008