Continuação
do MANIFESTO EM DEFESA DA IGREJA DE CRISTO
(Leia os fatos anteriores
aqui)
FATO
59 O
GOLPE MILITAR DE 64
Maçom Brasileiros “Ilustres” http://www.lojasmaconicas.com.br/macom/famousbr.htm
Gioia Júnior - poeta, político (evangélico?? -
misericórdia)
Golbery
do Couto e Silva - militar e ministro de Estado
Gomes
Cardim - jornalista e político
Gomes Carneiro -
militar
Guilherme Ellis - médico
Jânio
da SIlva Quadros - presidente da República

CAROS AMIGOS
(MAÇONS)
Edição Especial – O Golpe de 64
Carlos Azevedo
interpreta o período entre a renúncia de Jânio Quadros e a
derrubada de João Goulart.
Thiago
Domenici conta como foi a Marcha da Família com Deus, pela
Liberdade.
Marina Amaral entrevista Almino Affonso que dá uma aula
viva dos acontecimentos que culminaram no 1o de abril.
Sílvio Tendler
traça um perfil de Jango.
Natalia Viana descreve o papel dos EUA no
golpe.
José Arbex Jr.
fala da Doutrina de Segurança Nacional, a receita americana para intervir
nos países da América Latina.
Marinheiros que fizeram uma
rebelião para defender Jango e as reformas de base corrigem os historiadores em
conversa com Marina Amaral.
Emiliano José ouve o impressionante relato de Waldir
Pires sobre a fuga do governo na madrugada do golpe.
Fernando Gasparian, que conheceu os
bastidores da conspiração, conta certas cenas reveladoras em entrevista a Marina
Amaral
Palmério Dória
foi saber o que faziam os governadores no 1o
de abril.
Beto Almeida entrevista Jarbas Passarinho, golpista
convicto.
Gilberto Felisberto
Vasconcellos pinta com cores vivas o seu
painel sobre o golpe.
Antonio
Martinelli Jr., Débora Pivotto, Thiago Domenici e João Mauro B. de Araújo
foram ouvir artistas, professores e
jornalistas que contam o que viram e fizeram na época dos
acontecimentos.
Lourdinha Dantas
conversa com Elizabeth Teixeira, das Ligas
Camponesas, que rememora seus contatos com Jango.
Georges Bourdoukan
pergunta se valeu a pena lutar pela esquerda.
Trechos do discurso de Jango no comício da Central do Brasil;
e uma relação de livros que abordam o
golpe de 1964.
A direita brasileira é uma das mais espertas do mundo,
porque entregou a pesquisa universitária à esquerda, para que esta estudasse os
movimentos populares e assim ela ficaria bem informada – enquanto praticamente
não há quem estude a própria direita e as elites em geral”.
Partindo
desta análise, feita pelo jornalista da equipe de Caros Amigos, Renato Pompeu,
nasce esta edição especial, que busca identificar, definir e analisar a
ideologia direitista em diversas áreas:
Na política: um artigo de Caio
Navarro de Toledo, professor de Ciência Política da Unicamp, discute o porquê do
pensamento político contemporâneo insistir na “negação da validade da distinção
entre esquerda e direita”. Navarro provoca: “como sagazmente observou o
paraibano Suassuna, aquele que, enfaticamente, proclama o anacronismo das noções
de esquerda e de direita, ‘normalmente é de direita’”. E Marina Amaral investiga
o papel da direita na política nacional, na reportagem As Faces do
Neoliberalismo.
Na economia: Luiz Gonzaga Beluzzo analisa as medidas e
conseqüências da política econômica de direita ao longo da história, e o
repórter João de Barros apresenta a grande reserva moral do capitalismo – o
mercado, ícone da direita.
Na educação: o artigo do professor João dos
Reis, do Departamento de Educação da UFSCar resume como, historicamente, a
lógica mercantil foi sendo inserida nas diretrizes educacionais do país, e
Natalia Viana apresenta as maiores universidades privadas do país e seus donos:
“o ensino superior no país acabou virando mercadoria da maior
lucratividade”.
Na mídia: o jornalista José Arbex Jr. declara: “A
imprensa é o mais sério e conseqüente partido da burguesia. Se a genial
constatação feita por Antonio Gramsci tem validade universal, no Brasil ela
assume contornos bem mais dramáticos”, e Marcelo Salles conta a história
política das Organizações Globo.
Na justiça: o cientista político Andrei
Koerner, professor da Unicamp, analisa o “direito da direita”, no qual
“princípios e objetivos são omitidos ou manifestados de maneira seletiva”. O
repórter Thiago Domenici analisa o judiciário brasileiro a partir de um
relatório da ONU que o classificou como “lento, com tendência ao nepotismo,
machista e pouco acessível à população carente”.
Nas Forças Armadas:
Natalia Viana e Diogo Ruic apresentam o “conservadorismo das Forças Armadas”, e
a professora e pesquisadora da Unesp Suzeley Kalil Mathias defende que “a
mentalidade militar hoje é ‘de direita’ pois busca nas antigas práticas e
vivências construir o caminho para o futuro”.
Na religião: Marcos Zibordi
discute a “intensa e explícita aproximação entre política institucional e
religião” e a pesquisadora da Universidade de Chicago Simone Bohn analisa a
suposta relação entre religiões evangélicas e fortalecimento da direita na
política.
E ainda:<BR
- Entre o ódio e o orgulho: Andrea Dip fala
sobre as organizações da extrema-direita;
- Gilberto Felisberto
Vasconcellos fala sobre nacionalismo;
- Os psicanalistas Antonio Lancetti
e Heid Tabacof colocam o conservadorismo no
divã.
PLANO
DE OBRA
Coleção dividida em 12 fascículos publicados de quinze
em quinze dias que descreve em detalhes as diversas fases daquele governo de
exceção, a partir da noite de 31 de março de 1964 até a entrega da faixa
presidencial a José Sarney, em 15 de março de 1985, após tumultuado processo que
culminaria com a volta do Estadao de direito.
1 - A NOITE DO
GOLPE
2 - ANTECEDENTES: O SUICÍDIO DE VARGAS
3 -
GOVERNO JANGO
4 - GOVERNO CASTELO BRANCO
5 - GOVERNO COSTA E
SILVA
6 - GOVERNO MÉDICI; O MILAGRE
7 - GOVERNO MÉDICI; A
TORTURA
8 - GOVERNO MÉDICI; TERROR TOTAL
9 - GOVERNO GEISEL; FIM
DO MILAGRE
10 - GOVERNO GEISEL; EXTINTA A LUTA ARMADA
11 - GOVERNO
GEISEL; A ABERTURA
12 - GOVERNO FIGUEIREDO; FIM DA
DITADURA


LIBERDADE,
IGUALDADE E FRATERNIDADE,
só pra eles.
Página Dr. José
Renato Pedroza