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ÉS
INESCUSÁVEL, Ó HOMEM “Porque
do céu se manifesta a ira de Deus sobre toda a impiedade e injustiça dos
homens, que detêm a verdade em injustiça. Porquanto o que de Deus se pode
conhecer neles se manifesta, porque Deus lho manifestou. Porque as suas
coisas invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o seu eterno poder,
como a sua divindade, se entendem, e claramente se vêem pelas coisas que
estão criadas, para que eles fiquem inescusáveis” (Rm
1:18-20 - ACF) INTRODUÇÃO No
Antigo Testamento, desde o livro de Gênesis, podemos perceber, claramente,
a comunhão pessoal que havia entre Deus e os homens. Através da história
de Adão, Noé, Abraão, Moisés,
os profetas, etc., vemos que Deus Se manifestava, falava, ouvia,
estabelecia alianças, etc., o que dispensava que se provasse Sua
existência, tendo em vista que Ele Se revelava pessoalmente aos homens,
através das cristofanias (manifestações de Jesus Cristo, “o Anjo do
Senhor”).
No decorrer da história, o Senhor continuou revelando Sua vontade e
Sua verdade aos seres humanos, de diversas maneiras, para atraí-los a Si.
TIPOS
DE REVELAÇÃO Para
Se revelar aos homens, Deus se utilizou da Revelação Geral e da Revelação Especial.
Como
bem esclarece Harold Ralph
Gilmer: “É necessário que
Deus se manifeste, pois o homem é um ser carnal e Deus é Espiritual.
Evidencia-se em Salmos 19 que Deus se revela de uma forma geral, ou
natural, (versículos 1 a 7) e também de uma forma especial (versículos 8
ao 14).” [1] Vejamos
como ocorre cada uma delas:
[2] 1-
Revelação geral:
é endereçada e acessível a TODA criatura inteligente. Tal Revelação só
serve para persuadir a alma a buscar o verdadeiro Deus: “... porque é necessário que aquele
que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que
o buscam” (Hb 11:6b). Entretanto,
este tipo de Revelação É
INSUFICIENTE PARA SALVAR o ser humano; porém, deixa-o INESCUSÁVEL!
Ela
ocorre das seguintes maneiras: a)
Na Natureza:
A finalidade deste tipo de Revelação (através da natureza) é incitar o
homem a buscar o Deus verdadeiro, para receber mais luz (Jó 12:7-9; Sl
8:1, 3; 19:1-3; Is 40:12-14, 26; At 14:15-17; Rm 1:19-23;
2:14-15). Deus
Se revela aos homens, através das coisas criadas. Ele quer ser conhecido
pelos homens e a própria natureza dá testemunho de Sua existência e
cuidado; pois Ele “...
não se deixou a si mesmo sem testemunho, beneficiando-vos lá do céu,
dando-vos chuvas e tempos frutíferos, enchendo de mantimento e de alegria
os vossos corações.”
(At 14:17). Aquele velho ditado que diz que “o sol nasceu para todos”, é
uma grande verdade, pois a Bíblia nos diz: “Porque faz que o seu sol se levante
sobre maus e bons, e a chuva desça sobre justos e injustos.” (Mt
5:45). É
o próprio Deus que permite ao homem, através da observação da natureza,
contemplar as maravilhas da Sua obra. No Salmo 19:1, lemos: “Os céus declaram a glória de Deus e
o firmamento anuncia a obra das suas mãos.” Nos Salmos 14:1 e 53:1,
por sua vez, lemos que os homens que alegam que Deus não existe são
chamados de “néscios”, tamanha a loucura de suas
declarações. Como
nos diz Dave Hunt:“Deus
providenciou para observadores humildes do universo ampla evidência de sua
existência disponível em todas as culturas na história. Portanto, não há
desculpa para rejeitar o testemunho da criação. Tanto é que os Salmos
declaram duas vezes, bruscamente: "Disse o néscio no seu coração: Não
há Deus." (Sal. 14:1; 53:1).” Só mesmo um louco para dizer que
Deus não existe! [3] Mathias
Claudius, poeta alemão (1740-1815), disse: “Certamente a primavera é uma clara
revelação de Deus e da Sua bondade, pois, o que nos toca de tal maneira o
coração, deve proceder do coração de alguém.” No
Livro do Gênesis, podemos ver os seis dias literais da criação. Só pelo
fato de contemplarmos a imensidão do Universo, isto nos leva a crer na
existência de um Criador Inteligente! Em
Isaías 40:26, podemos ler: “Levantai ao alto os vossos olhos, e vede
quem criou estas coisas; foi aquele que faz sair o exército delas segundo
o seu número; ele as chama a todas pelos seus nomes; por causa da grandeza
das suas forças, e porquanto é forte em poder, nenhuma delas
faltará.” Até
a ciência comprova a existência de Deus. A Segunda Lei da Termodinâmica,
por exemplo, diz que a entropia do universo sempre aumenta (o caos e a
desordem do Universo aumentam, sua energia disponível diminui). Daí: Se o
Universo fosse eterno, sua energia utilizável, na eternidade passada,
teria que ter sido infinita, o que é impossível. Logo o Universo teve
origem.
No
Universo, todo efeito tem que ter tido uma causa apropriada. Logo, o
Universo é o efeito de uma causa que, por Sua vez, não teve causa, e é
transcendente (fora do Universo e em tudo seu Superior): Deus. (Gn 1:1).
Em Hebreus, lemos: “Porque
toda a casa é edificada por alguém, mas o que edificou todas as coisas é
Deus”. (Hb 3:4).
Portanto, toda a criação revela a existência de um
Criador!
b) na História de
nações (Sl 75:6-7, cf. Rm 13:1; At 17:26-27): Deus Se revela aos
homens através do que acontece no mundo, nas nações, onde podemos ver a
Sua providência e atuação no decorrer da história. Alguns eventos narrados
na Bíblia e também da história mundial indicam-nos que há um Ser
Onipotente, atuante, que, de certa forma, dirige e coordena os
acontecimentos (Pv 16:9; Jo 5:17). Em Daniel, lemos: “E ele muda os tempos e as estações;
ele remove os reis e estabelece os reis; ele dá sabedoria aos sábios e
conhecimento aos entendidos.” (Dn 2:21)
Israel, uma minúscula nação, por si só nos mostra a providência
divina. Esta nação se encontra rodeada por milhares de inimigos e, mesmo
assim, em virtude da proteção divina, mantém-se indestrutível (Dt 7:1,
9:1, 28:10; Js 6:12; 2 Sm 7:9, 11; Sl 75:6-8; Pv 14:34; At 17:2-4; Rm
13:1). Isto nos mostra, claramente, que Israel é o povo escolhido,
guardado pelo Senhor! A própria condução do povo judeu pelo deserto (no
Êxodo), durante 40 anos, sem precisar trocar de roupas ou sapatos, é um
exemplo do agir de Deus (Dt 29:5).
Na Bíblia, vemos como Deus lidou com o Egito (Êx 9:13-17; Rm 9:17;
Jr 46:14-26), com a Assíria (Is 10:12-19; Ez 31:1-14; Na 3:1-7), com a
Babilônia (Jr 50:1-16, 51:1-4), Medo-Pérsia (Is 44:24 – 45:7), com os
quatro reinos que vieram após a queda do império de Alexandre (Dn 8:9-14,
22-25; 11:5-35), com o império romano (Dn 7:7, 23), etc.
Portanto,
a própria história leva o homem a entender que há um Criador, um Deus vivo
e atuante!
c) na Consciência
(Rm 1:19; 2:15): a Lei gravada nos corações, "uma espiã de Deus em nosso
peito", "uma embaixadora de Deus em nossa alma", como os puritanos
costumavam chamá-la. É
a presença no homem desta ciência do que é certo e errado, deste algo
discriminativo e impulsivo que constitui a revelação de Deus. Em outras
palavras, ela revela o fato de que há uma lei absoluta do certo e do
errado no universo e de que há um Legislador Supremo que encarna esta lei
em Sua própria pessoa e conduta (Rm 2:14-16). A
consciência é aquela voz insilenciável (a chamada “voz da consciência”)
que fala incessantemente à pessoa, exigindo-lhe obediência e lhe
asseverando de um Juiz que punirá cada desobediência. Alguém disse:
“Não fora esta voz ... e eu seria ateu!” Portanto,
em nosso íntimo, sabemos que existe “Alguém” que fala à nossa consciência,
que é Bom, Justo Juiz, Senhor, Autor e Mantenedor de uma Lei moral
permanente, absoluta e mandatória. Um grande Legislador:
Deus.
2- Revelação especial (Rm
1:20-23,25; 1 Co 1:21): foi necessária porque o homem não respondeu à
Revelação Geral. Paulo declara que, apesar de Deus haver Se revelado aos
homens, estes não O conheceram: “Visto
como na sabedoria de Deus o mundo não conheceu a Deus pela sua sabedoria,
aprouve a Deus salvar os crentes pela loucura da
pregação.”
(1 Co 1:21). Apesar de Deus haver Se revelado de forma geral, os povos se
voltaram para o misticismo, ocultismo, mitologia, feitiçaria, politeísmo,
idolatria, etc. A própria nação de Israel não teve um conhecimento real da
natureza e da vontade de Deus (Is 1:11-15; Mt 9:13, 12:7, 15:7-9,
23:23-28, 32-36). Assim, uma revelação mais plena tornou-se necessária.
Ela ocorre das seguintes maneiras:
a) nas experiências íntimas de certos homens:
Deus Se manifestou diretamente a certos homens, através de sonhos, visões,
cristofanias, que são as aparições de JESUS CRISTO, pré-encarnado, como o
“Anjo do Senhor” (Gn 16:7-12, 21:17-18, 22:11-18; Êx 3:2; Jz 2:1-4, 5:23,
6:11-24, 13:3-22; 2 Sm 24:16; Zc 1:12, 3:1, 12:8), etc. Nas Escrituras,
lemos sobre vários desses homens: Enoque e Noé (Gn 5:21-24, 6:9, 13, 7:1,
9:1), Abraão (Gn 12:1-3), Samuel (1 Sm 3:2-4), Davi (1 Sm 23:9-12), Felipe
(At 8:29), Paulo (At 9:4-6, 18:9), Ananias (At 9:10),
etc. b)
em milagres:
o milagre, por ser um acontecimento que desafia as leis físicas, revela a
presença, a ação e o poder de Deus (Êx 4:2-5; 1 Rs 18:24, 38; Jo 5:36,
20:30-31; At 2:22); c)
em profecias:
são predições de acontecimentos através de uma comunicação direta de Deus.
As verdadeiras profecias já constam na Bíblia. Em Dt 29:29, lemos que: “As coisas encobertas pertencem ao
Senhor nosso Deus, porém as reveladas nos pertencem a nós e a nossos
filhos para sempre, para que cumpramos todas as palavras desta lei.”
Deus
já nos revelou tudo o que vai ocorrer, inclusive, nos tempos finais,
conforme consta no Livro do Apocalipse (que é o Livro da Revelação). TUDO
O QUE PRECISÁVAMOS SABER JÁ NOS FOI REVELADO POR DEUS.
Na
2 Pe 1:3, lemos: “Visto como o seu
divino poder nos deu tudo o que diz respeito à vida e piedade, pelo
conhecimento daquele que nos chamou pela sua glória e
virtude.” No
A.T., lemos: “Certamente o Senhor
Deus não fará coisa alguma, sem ter revelado o seu segredo aos seus
servos, os profetas.” (Am 3:7). PORÉM, TUDO JÁ FOI REVELADO. NÃO HÁ
NOVAS REVELAÇÕES! No
N.T., lemos o Livro do Apocalipse, que diz em sua introdução: “Revelação de Jesus Cristo, a qual
Deus lhe deu, para mostrar aos seus servos as coisas que brevemente devem
acontecer; e pelo seu anjo as enviou, e as notificou a João seu
servo.” (Ap 1:1).
d) em Jesus Cristo:
Jesus Cristo é a PALAVRA DE DEUS aos homens (Jo 1:1-18; Hb 1:1-2; 1 Pe
1:20, 21; Ap 19:13). Ele é a
suprema revelação de Deus (Mt 11:27; Jo 14:9; Cl 1:15, 2:9; Hb 1:1-3):
“Deus nunca foi visto por alguém.
O Filho unigênito, que está no seio do Pai, esse o revelou.” (Jo
1:18).
É evidente, portanto, que ninguém pode conhecer a Deus, senão por
Jesus Cristo (Jo 1:18; Mt 11:27): “O qual é imagem do Deus invisível, o
primogênito de toda a criação; porque
nele foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e
invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam
potestades. Tudo foi criado por ele e para ele.”
(Cl 1:15-16).
e) nas Escrituras:
que reúnem toda a revelação que Deus quis que ficasse inerrantemente
corporificada (Dt 4:2; Sl 19:7-8; Is 8:20; Is 30:8; Mt 15:2, 6, 9; Rm
15:4; 1 Tm 4:1; 2 Tm 3:16-17; 2 Pe 1:3; Ap 22:18). Ela reúne todos os
demais tipos de revelação e é a forma através da qual Deus Se comunica com
os homens atualmente.
Quanto às Escrituras, Henry Clarence Thiessen declarou: “Ela registra, por exemplo, o
conhecimento de Deus e de Seu relacionamento com a criatura a que os
antigos chegaram através da natureza, da história e da consciência, e
também dos milagres, profecias, do Senhor Jesus Cristo, da experiência
íntima e da instrução divina.” [4]
A Revelação Especial possibilita a salvação do homem, pois, através
dela, os seres humanos têm não só o conhecimento da existência de Deus,
como da salvação que há somente pela graça, mediante a fé em Jesus Cristo
(Ef 2:8-9).
POSSO
SER SALVO PELA REVELAÇÃO GERAL
A REVELAÇÃO GERAL DE DEUS (através da natureza, da história e da
consciência) só serve para persuadir a alma a buscar o verdadeiro Deus,
mas é INSUFICIENTE para salvar o
homem. Entretanto, o fato de Deus haver Se revelado desta forma torna os homens INESCUSÁVEIS
diante dEle! (Rm 1:18-20).
Quanto à revelação através da natureza, vejamos esta
citação: “... nossa salvação não pode acontecer
simplesmente pela contemplação da natureza porque esta é uma revelação
incompleta no sentido de ser apenas suficiente para nos deixar
indesculpáveis, mas não conhecedores de aspectos essenciais, como o
pecado, a vinda de Cristo, a necessidade de fé e arrependimento, e de uma
vida conforme a Lei do Senhor. Como falar em salvação de pessoas na idade
da razão sem estes pontos? (...) O apóstolo Paulo mostra a trajetória
do homem que conhece a Deus apenas por meio da natureza. Ele pode conhecer
atributos invisíveis, como o eterno poder e a natureza divina de Deus, e
isto é suficiente para torná-lo indesculpável (Rm 1:20). Contudo, tal
pessoa prefere adorar a criatura, ofendendo o Criador (v.23)”. [5] Todo
o homem, mesmo que vagamente, tem a idéia de um Deus infinito e perfeito
(pois, Deus Se revelou de forma Geral); mas, mesmo assim, prefere adorar
os ídolos. Em At 17:21-23, lemos que os atenienses eram supersticiosos, a
tal ponto, que, além de idolatrar vários deuses, eles ergueram um altar
“AO DEUS DESCONHECIDO”, para não correr o risco de deixar alguma divindade
“de fora”! A
Crença na existência de Deus é universal, é intuitiva, inata (mesmo
que, por vezes, de forma supersticiosa); não é mero resultado de
tradições, educação, raciocínio acurado e educado. Portanto, a crença
na existência de Deus foi colocada no coração do homem. Só Deus poderia
fazê-lo. Quanto
à Revelação através da consciência,
vejamos a definição feita por Norbert Lieth:“Gostaria de definir a consciência
como o "acusador" divino, pois ela nos acusa quando fazemos algo errado.
(...) Através da consciência, a
Lei de Deus está inscrita em nossos corações” [6] A
Bíblia nos mostra que todo ser humano normal possui esta “voz da
consciência”, que o acusa. Quando os escribas e fariseus trouxeram uma
mulher para ser apedrejada, por haver cometido o pecado do adultério,
Jesus disse que quem não tivesse pecado que atirasse a primeira pedra.
Então, “quando ouviram isto,
redargüidos da consciência, saíram um a um, a começar pelos mais
velhos até aos últimos; ficou só Jesus e a mulher que estava no meio.”
(Jo 8:9). [grifos meus]. Nossa consciência nos acusa constantemente e nos
lembra que somos pecadores! Muitos
lêem a seguinte passagem bíblica: “Porque, quando os gentios, que não
têm lei, fazem naturalmente as coisas que são da lei, não tendo eles lei,
para si mesmos são lei; os quais mostram a obra da lei escrita em seus
corações...” (Rm 2:14); e a “interpretam”, erroneamente e fora do
contexto. Concluem, equivocadamente, que tais homens que “fazem naturalmente as coisas que são
da lei, não tendo eles lei” poderão ser “salvos” porque mostraram “... a obra da lei escrita em seus
corações” (Rm 2:15a). Entretanto,
eles se esquecem de Rm 1:20, que diz: “Porque as suas coisas invisíveis,
desde a criação do mundo, tanto o seu eterno poder, como a sua divindade,
se entendem, e claramente se vêem pelas coisas que estão criadas, para
que eles fiquem inescusáveis” [grifos meus].
Os
homens são INESCUSÁVEIS por não buscarem a Deus, não O tendo reconhecido
através da Revelação Geral. Infelizmente, eles preferem honrar e servir
mais à criatura (natureza) que o Criador: “Porquanto, tendo conhecido a Deus,
não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes em seus
discursos se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu... Pois
mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a
criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém.” (Rm 1:21,
25). Tanto isto é verdade que muitos idolatram a própria natureza (que é a
revelação de Deus), chamando-a de “mãe natureza”, “deus Sol”, “mãe lua”,
“planeta mãe”, “mãe Terra”, “Gaia”, etc., o que é puro ocultismo.
Ninguém
pode ser salvo se não for pela Palavra de Deus, a Revelação Especial
O
Livro de Romanos (capítulos 1 a 3) fala exatamente da depravação total do
gênero humano e da total incapacidade da Revelação Geral de produzir
salvação, mas apenas condenação. Pecar no entendimento quanto à
salvação, em Romanos, é pecar em todo o restante das Escrituras!
Salvação
só é possível pela graça, mediante a fé em JESUS CRISTO, pois Ele é o
“Caminho, a Verdade e a Vida”! (Jo 14:6).
Vejamos
esta explicação: “Essa revelação
geral, contudo, não tem poder salvífico. Ela não é nem mesmo um tipo de
graça, embora muitos falem dela como um exemplo da assim chamada “graça
comum”. Pelo contrário, como Romanos 1 deixa bem claro, essa
revelação geral é uma revelação da ira de Deus, e serve somente para
deixar o ímpio sem escusa (vv. 18, 20). Certamente, então, a revelação
geral não fornece outro caminho de salvação. A idéia que os ímpios podem
ser salvos por uma resposta moral a essa revelação geral é totalmente sem
fundamento na Escritura, e é apenas outra forma de salvação pelas obras e
de humanismo religioso.” [7]
Deus julgará as pessoas segundo a luz que receberam. Porém,
muitos crêem, equivocadamente, que haverá possibilidade de salvação, em
tal julgamento, para aqueles
que morreram sem ouvir o evangelho e “não tiveram luz suficiente
para se salvar”. Ora,
este entendimento é uma grande heresia! Cogitar salvação pela ignorância
do indivíduo que não ouviu o evangelho é o oposto do verdadeiro evangelho!
Imaginar que alguém será salvo por “não ter culpa” de não ter ouvido o
evangelho, enquanto viveu, é ir contra as Escrituras. A
Bíblia nos mostra em Rm 3:10-12 (citando Sl 14:1-3 e Ec 7:20) que: “Como está escrito: Não há um justo,
nem um sequer. Não
há ninguém que entenda; não há ninguém que busque a
Deus. Todos
se extraviaram, e juntamente se fizeram inúteis. Não há quem faça o bem,
não há nem um só.” E
mais: “Porque todos pecaram e
destituídos estão da glória de Deus.” (Rm 3:23). Vejamos,
a explicação do Pb. Paulo Cristiano, do CACP: “Nos
primeiros dois capítulos da epístola de Paulo aos Romanos, o apóstolo
mostra que o problema espiritual mais profundo da humanidade não é uma
falta de conhecimento sobre Deus, mas uma atitude do coração rebelde.
Esses que não têm a Palavra escrita de Deus (revelação especial) estão,
não obstante, sem desculpa, de acordo com Paulo, porque eles rejeitaram a
revelação que Ele deu através da criação e da consciência humana
(revelação geral)... Além da revelação da existência de Deus e do poder da
criação, o mundo pagão também tem a voz da consciência. Paulo descreve
consciência como "o trabalho da lei escrita nos corações" (Rm 2:15). Esses
com apenas a luz da criação e da consciência serão julgados por Deus com
menos rigor , entretanto eles ainda estarão sem desculpa”. [8] A
verdade bíblica é que estes, com apenas a luz da revelação pela
natureza, pela história e pela consciência, SERÃO CONDENADOS; porém,
com menos rigor (Rm 2:12), pois as Escrituras nos
ensinam que haverá diferentes e justos graus de castigo, segundo a luz
recebida (se ouviram ou não o evangelho) e as obras de cada um (Mt 11:24,
23:14; Mc 12:40; Lc 12:46-48, 20:47; Rm 2:5-6, 12-15; 1 Co 15:41-42; Hb
10:27-31; Ap 20:12-13). Mas, não há a menor possibilidade de salvação,
após a morte! [9]
Gleason Archer, explicando o livro de Romanos, informa que: “Se os incrédulos pudessem salvar-se
mediante as luzes que receberam, a dedução lógica, necessária,
significaria que as pessoas podem salvar-se pelas suas boas obras. Se isso
fosse verdade, Cristo teria morrido em vão e estaria errado afirmar: “...
ninguém vem ao Pai senão por mim” (Jo 14:6)... Ninguém é condenado ao
Inferno pela falta de testemunhas missionárias. A pessoa é conduzida à
condenação pelos seus pecados. Ela é culpada de colocar-se a si mesma
acima de Deus, pois esse é o principal interesse de seu coração e, nesse
sentido, repete a escolha de Eva... Todos os seus descendentes que viveram
até a idade de tomar decisões morais seguiram-na e fizeram a mesma escolha
– todos, menos Jesus! A condenação sobrevém não da falha em não se ouvir o
Evangelho, mas da total transgressão de não se guardar o primeiro
mandamento, o maior de todos: ‘Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu
coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento’. (Dt 6:5; Mt
22:37).” [10]
Para ser salvo, é necessário ouvir a Palavra de Deus e crer em
Jesus Cristo (Revelação
Especial); haja vista que, sem crer em Jesus Cristo, não há
possibilidade de salvação, pois, “... sem fé é impossível agradar”
a Deus (Hb 11:6) e “... a fé é
pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus.” (Rm 10:17). Afinal: “Quem crê nele não é condenado; mas
quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito
Filho de Deus.” (Jo 3:18). A
Bíblia deixa claro que a salvação é pela graça, mediante a fé em Jesus
Cristo e não por obras: “Porque
pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de
Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie” (Ef 2:8-9).
[Vide: Mt 16:26; Rm 3:24-26, 28, 4:5, 5:1; Gl 3:11, 24; Tt 3:5-7]. E diz
que somente os que crêem em Jesus Cristo tornam-se filhos de Deus (Jo
1:12-13; Rm 8:14-16; Gl 3:26, 4:5-7; Ef 5:8; 1 Jo 3:1, 10), sendo salvos;
e que, uma vez salvos, sempre salvos! O próprio Senhor disse: “Na verdade, na verdade vos digo que
aquele que crê em mim tem a vida eterna” (Jo 6:47).
Se
a pessoa morreu sem ouvir o evangelho, ela não nasceu de novo (Jo 3:3, 5)
e, conseqüentemente, está condenada eternamente (Is 38:18;
Mc 16:15-16; Jo 3:16-18, 36, 5:24; At 4:12; Rm 2:4-8; 2 Co 6:2; 2 Ts 2:10;
Hb 3:7-9, 9:27; 1 Jo 5:12; Ap 20:11-15, 21:8).
Após
a morte, o destino de todos os homens é selado, uns para a perdição
eterna, outros para a salvação eterna: “Quem crê nele não é condenado; mas
quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito
Filho de Deus” (Jo 3:18). O
sangue de Cristo é a única forma pela qual alcançamos a completa redenção
e, pelos méritos dEle (e não pelos nossos), somos justificados diante de
Deus: “Em quem temos a redenção
pelo seu sangue, a remissão das ofensas, segundo as riquezas da sua graça”
(Ef 1:7). [Vide:
At 5:31, 13:38, 26:18; Rm 3:24-25, 28; 2 Co 5:21; Gl 2:16, 3:24; Cl 1:14;
Hb 9:11-15, 10:18; 1 Tm 2:6; 1 Pe 1:18-19; 1 Jo 1:7; Ap 1:5].
Inclusive
as crianças, quando atingirem a maturidade (a idade da razão, da
consciência de seus erros/pecados), só serão salvas se também nascerem de
novo (pela fé em Jesus Cristo) ou serão condenadas, como qualquer outro
adulto descrente (Rm 3:23; 5:12): “Jesus respondeu, e disse-lhe: Na
verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo, não pode
ver o reino de Deus.” (Jo 3:3).
Assim, o ser humano que não creu em Jesus Cristo e não O recebeu
como Senhor e Salvador, ESTÁ CONDENADO! As
Escrituras mostram que haverá somente duas ressurreições (Jo 5:28-29; At
24:15): a dos justos para a vida eterna (Fp 3:20-21; 1 Ts 4:16-17) e a dos
ímpios, para a morte eterna (Ap 20:5, 13-15). Não há meio-termo entre
estas duas situações. E
SE O HOMEM RESPONDER POSITIVAMENTE À REVELAÇÃO
GERAL?
Como vimos, apenas pela Revelação Geral, não é possível que o homem
seja salvo. Entretanto, se o homem responder positivamente à Revelação
Geral, a Bíblia nos mostra que o Senhor providenciará o acesso dessa
pessoa ao Evangelho (At 8:26-40, 10:1-48), a Revelação Especial. Deus
afirma: “... buscar-me-eis, e me
achareis, quando me buscardes com todo o vosso coração” (Jr 29:13). Em
Romanos, lemos: “Porque todo
aquele que invocar o nome do Senhor será salvo.” (Rm 10:13). [11]
Para tal, é necessário que o evangelho seja anunciado aos perdidos,
para que possam conhecer Jesus Cristo: “Como, pois, invocarão aquele em quem
não creram? e como crerão naquele de quem não ouviram? e como ouvirão, se
não há quem pregue?” (Rm 10:14).
Paulo era um perseguidor dos cristãos e, a caminho de Damasco,
recebeu a Revelação Especial, pois, foi surpreendido pelo próprio Jesus
Cristo: “Mas, quando aprouve a
Deus, que desde o ventre de minha mãe me separou, e me chamou pela sua
graça, revelar seu Filho em mim, para que o pregasse entre os
gentios, não consultei a carne nem o sangue.” (Gl 1:15-16). [grifos
meus].
E, então, passou a ser o “apóstolo dos gentios”, anunciando o
evangelho da graça que ele recebeu por revelação direta do Filho de Deus:
“Porque não o recebi, nem aprendi
de homem algum, mas pela revelação de Jesus Cristo.” (Gl
1:12). CONCLUSÃO Muitas
pessoas pensam que Deus seria “INJUSTO” se não salvasse as pessoas “boas”,
que morreram sem ouvir o Evangelho, pelo fato de terem vivido isoladas,
sem o acesso ao trabalho missionário, etc. Alegam, ainda, que tais pessoas
exercitaram, “sinceramente” (“bem-intencionadas”), a “fé” que possuíam,
adorando o sol, a lua, fenômenos da natureza, estátuas, “santos”, etc.,
como se fossem seus “deuses” (esta é a crença na “salvação por obras”, tão
difundida em falsas religiões, como o Catolicismo Romano, o Espiritismo,
etc.).
A
idolatria é abominável aos olhos de Deus (Lv 19:4, 26:1; Êx 20:4; Dt
4:23-25, 27:15, 29:17; 1 Rs 14:15, 16:33; 2 Rs 17:13-41, 23:6-7, 24; Sl
78:58, 97:7; Is 2:8, 31:7, 44:9-20, 45:20, 57:13; Jr 8:19, 10:14, 51:17,
52; Ez 6:4-6, 14:6-7, 36:18, 25; Os 8:4, 13:2; Mq 1:7; Hc 2:18; At 15:20;
1 Co 8:1-6, 12:2; 1 Ts 1:9; 1 Jo 5:21; Ap 9:20; etc.).
Vejamos
alguns versículos: “Não fareis
para vós ídolos, nem vos levantareis imagem de escultura, nem estátua, nem
poreis pedra figurada na vossa terra, para inclinar-vos a ela; porque eu
sou o Senhor vosso Deus.” (Lv 26:1); “Porque todos os deuses dos povos são
ídolos; porém o Senhor fez os céus.” (1Cr 16:26; Sl 96:5); “Que aproveita a imagem de escultura,
depois que a esculpiu o seu artífice? Ela é máscara e ensina mentira, para
que quem a formou confie na sua obra, fazendo ídolos mudos? (Hc 2:18);
“Deus é Espírito, e importa que os
que o adoram o adorem em espírito e em verdade.” (Jo 4:24). Deus tanto
abomina a idolatria que diz: “Eu
sou o Senhor; este é o meu nome; a minha glória, pois, a outrem não darei,
nem o meu louvor às imagens de escultura.” (Is
42:8).
Vejamos esta citação: “A
manifestação de Deus nas coisas que foram criadas é a razão pela qual
ninguém será capaz de se queixar no dia do juízo que não conhecia a Deus.
Se considerarmos Romanos 1, não existe nenhum ateu. Portanto, o ímpio que
nunca ouviu o evangelho pode e será condenado no dia do juízo, como
resultado dessa manifestação. Todavia, o único resultado dessa
manifestação de Deus, no que diz respeito ao ímpio, é que eles recusam
glorificar a Deus, continuam a ser ingratos, e transformam a glória de
Deus, manifesta a eles e neles, em imagens de coisas corruptíveis (vv.
21-25). Simplificando, isso significa que a idolatria dos ímpios não é uma
busca pelo Deus que eles não conhecem ou uma tentativa, embora débil, de
encontrá-lo. Antes, é um afastar-se do verdadeiro Deus, a quem eles
conhecem. Eles, de acordo com Romanos 1, não estão procurando a verdade,
mas suprimindo-a (v. 25). A sua filosofia e religião não representa um
pequeno princípio da verdade ou um amor pela verdade, mas a verdade
recusada e abandonada. (...) A revelação geral, portanto, serve
somente para aumentar a culpa daqueles que não ouvem ou não crêem no
evangelho. Ensinar outra coisa é negar o sangue de Jesus Cristo e sua
obediência perfeita como o único caminho de salvação, zombando dele e de
sua cruz.” [12]
A
humanidade está cada vez mais atolada no pecado, apesar de Deus já haver
Se revelado de diversas maneiras e, inclusive, enviado Seu Filho Unigênito
para morrer pelos nossos pecados: “Porque
Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que
todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida
eterna.”
(Jo 3:16).
Mesmo assim, os homens insistem em seguir seus próprios caminhos,
suas “religiões”, suas vãs filosofias, etc. A Bíblia diz: “Há um caminho que parece direito ao
homem, mas o seu fim são os caminhos da morte.” (Pv 16:25). Como disse
certa vez um líder cristão: "Se
Deus não nos julgar, precisará pedir desculpas à população de Sodoma e
Gomorra no Dia do Juízo Final."
Ao homem que não se arrepende e não reconhece a existência do
Criador, nem recebe Jesus Cristo como Seu único Senhor e Salvador, a
Bíblia diz: “ÉS INESCUSÁVEL, Ó
HOMEM!” Humberto
Fontes
(humbertoetania@globo.com) Novembro/2008 NOTAS
E SUGESTÕES DE ESTUDOS: [1]
“Não
Omitas Nenhuma Palavra”, autor: Harold
Ralph Gilmer, disponível em: http://solascriptura-tt.org/Bibliologia-PreservacaoTT/NaoOmitasNenhumaPalavra-HGilmer.htm
[2]
Bibliologia (A doutrina da Bíblia), autor: Hélio de Menezes Silva,
disponível em: http://www.solascriptura-tt.org/Bibliologia-InspiracApologetCriacionis/Bibliologia-EsbocoCurso-Helio.htm [3]
A Palavra Viva de Deus, autor: Dave Hunt, The Berean Call Newsletter -
Janeiro de 2001, tradução de Mário Sérgio de Almeida - Abril de 2004,
disponível em: http://camposdeboaz.alef3.com/index.php/a-palavra-viva-de-deus-dave-hunt
[4]
a) Palestras
em Teologia Sistemática, autor: Henry Clarence Thiessen, IBR-Imprensa
Batista Regular, pág. 18. b)
TEOLOGIA
- A DOUTRINA DE DEUS,
autor: Hélio de Menezes Silva, disponível em: http://solascriptura-tt.org/TeologiaPropriaTrindade/TeologiaPropria-ADoutrinaDeDeus-DeusPai-ATrindade-CursoHelio.htm
[5]
Escrituras,
Evangelho e Salvação, autor: Allen Porto, disponível em: http://allenporto.wordpress.com/2007/03/05/escrituras-evangelho-e-salvacao/ [6]
A
Consciência, o Acusador Divino, autor: Norbert Lieth, disponível em:
http://www.chamada.com.br/mensagens/consciencia.html [7]
Revelação
Geral, autor: Ronald Hanko, (Fonte original: Doctrine according to
Godliness, Reformed Free Publishing Association, p. 8-9.), tradução de
Felipe Sabino de Araújo Neto, disponível em: http://www.monergismo.com/textos/bibliologia/revelacao-geral_dag_r-hanko.pdf
[8]
A
Bíblia ensina salvação para os mortos? Autor: Pb.
Paulo Cristiano, Centro Apologético Cristão de Pesquisas, disponível em:
http://www.cacp.org.br/mormonismo/artigo.aspx?lng=PT-BR&article=305&menu=6&submenu=8 [9]
Diferentes
graus de castigo e de recompensa, autor: Pr. Airton Evangelista da Costa,
disponível em: http://www.palavradaverdade.com
[10]
Enciclopédia de Dificuldades Bíblicas, autor: Gleason Archer, Ed. Vida,
(Pág. 415) [11]
a)
Segunda Oportunidade, autor: Pr. Timofei Diacov, disponível em:
http://timofei.blogspot.com/2007/08/segunda-oportunidade.html
b)
Deus é parcial? É justo salvar apenas alguns? E aqueles que nunca ouviram a Palavra
de Deus? Autor: Compilado por Daryl E. Witmer do AIIA Institute,
editado por Eden Communications, disponível em: http://christiananswers.net/portuguese/q-aiia/godfair-pt.html
c)
A DOUTRINA BÍBLICA DA ELEIÇÃO, autor: C. D. Cole, disponível em: http://www.palavraprudente.com.br/estudos/cdcole/micelanea/cap02.html
d)
Eleição Incondicional, autor: Pr. Solano Portela, disponível em: http://www.solanoportela.net/sermoes/eleicao_incondicional.htm e)
O QUE ACONTECEU COM A DOUTRINA BÍBLICA DA ELEIÇÃO? Autor: Pr. Paul
Justice, tradução: Calvin G. Gardner 12/00, disponível em: http://www.palavraprudente.com.br/estudos/paul_j/micelanea/cap03.html
f)
PREDESTINAÇÃO VERSUS LIVRE ARBÍTRIO, Explanação Bíblica por Cooper P.
Abrams, III, disponível em: http://www.solascriptura-tt.org/SoteriologiaESantificacao/Predestinacao-AbramsIII.htm
g)
Rejeitar a Cristo é o único pecado que leva ao inferno? Autor: Hélio de M.
Silva, disponível em: http://www.solascriptura-tt.org/SoteriologiaESantificacao/EhRejeitarCristoQueLevaAoInferno-Helio.htm [12]
Revelação
Geral, autor: Ronald Hanko, (Fonte original: Doctrine according to
Godliness, Reformed Free Publishing Association, p. 8-9.), tradução de
Felipe Sabino de Araújo Neto, disponível em: http://www.monergismo.com/textos/bibliologia/revelacao-geral_dag_r-hanko.pdf Todas as citações bíblicas são da ACF (Almeida Corrigida
Fiel, da SBTB). As ACF e ARC (ARC idealmente até 1894, no máximo até a
edição IBB-1948, não a SBB-1995) são as únicas Bíblias impressas que o
crente deve usar, pois são boas herdeiras da Bíblia da Reforma (Almeida
1681/1753), fielmente traduzida somente da Palavra de Deus infalivelmente
preservada (e finalmente impressa, na Reforma, como o Textus
Receptus). VOLTAR PARA www.cpr.org.br |