Irmãos, orai por nós!
Na 1 Tessalonicenses 5:25, Paulo faz um pedido aos irmãos de todas as igrejas por ele fundadas: “irmãos, orai por nós”.
Hoje o pastor da nossa PIBT fez um belo sermão, usando a 1 Tessalonicenses 5, dos versos 13 a 17, focalizando, em seguida, o supra citado verso 25. Leiamos: “E que os tenhais em grande estima e amor, por causa da sua obra. Tende paz entre vós. Rogamo-vos, também, irmãos, que admoesteis os desordeiros, consoleis os de pouco ânimo, sustenteis os fracos, e sejais pacientes para com todos. Vede que ninguém dê a outrem mal por mal, mas segui sempre o bem, tanto uns para com os outros, como para com todos. Regozijai-vos sempre. Orai sem cessar... “irmãos, orai por nós”.
Ao contrário dos pregadores pentecas, nosso pastor gosta de usar o Novo Testamento e até escreveu, na mensagem do boletim, uma crítica (muito sutil, ao contrário do que eu faço) contra os pastores que vivem pregando o Velho Testamento, tentando impor as obsoletas leis judaicas, exigindo uma cega obediência dos membros da igreja. Nota 10 para o nosso charmoso pastor, europeu nas maneiras e nas muitas recordações do tempo em que foi missionário em Portugal.
Ele mencionou a completa incredulidade do povo europeu, dizendo que é muito difícil levá-los à conversão a Cristo, pois é um povo arraigado ao Catolicismo (no caso de Portugal e Espanha) ou ao Protestantismo tradicional e frio das igrejas Luterana, Anglicana e Reformada, atualmente mais católicas do que sempre o foram. Minha neta Marion (14) vai receber a “Confirmação” na Igreja Luterana (isto é, o Crisma, no Catolicismo), no dia 01 de maio, e me convidou para a celebração. Vou decepcioná-la, pois detesto viajar. Com a minha idade e os problemas que têm surgido para quem chega à União Européia, o melhor que eu faço é ficar neste paraíso chamado Teresópolis.
Realmente, o povo europeu, culto e abastado como ficou, a partir dos anos 1970, esqueceu completamente quem é Deus quem o supre de tudo, através do trabalho de suas próprias mãos: “Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas” e Paulo aqui se refere a tudo que se faz ou recebe de bom neste mundo. Com tanta riqueza material, o povo europeu criou um tremendo apego ao dinheiro, desconhecendo que “... os que querem ser ricos caem em tentação, e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, que submergem os homens na perdição e ruína. Porque o amor ao dinheiro é a raiz de toda a espécie de males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores” (1 Timóteo 6:9-10).
Esse povo julga-se inteligente e educado, e até nos olha como se fossemos fanáticos religiosos, quando tentamos pregar-lhe o Evangelho de Cristo. Infelizmente, os teólogos liberais, a partir da segunda metade do século 19, começaram a minar a confiança na infalibilidade da Bíblia e, conseqüentemente, a crença na Divindade de Cristo. Darwin contribuiu para essa desgraça espiritual, através da sua Teoria da Evolução, enquanto Freud criou a Psicanálise, tudo isso contribuindo para a descrença ocidental na Palavra de Deus. Esta foi relegada às empoeiradas prateleiras européias e o resultado é a generalizada insatisfação interior, a qual se pode observar em cada europeu. O vazio interior e a conseqüente tendência à depressão mental resultam da falta de Deus, pois o Seu lugar é ocupado pela vã sabedoria do mundo e, como diz o apóstolo Paulo: “Ninguém se engane a si mesmo. Se alguém dentre vós se tem por sábio neste mundo, faça-se louco para ser sábio. Porque a sabedoria deste mundo é loucura diante de Deus; pois está escrito: Ele apanha os sábios na sua própria astúcia” (1 Coríntios 3:18-19).
“Bem-aventurada é a nação cujo Deus é o SENHOR, e o povo ao qual escolheu para sua herança” (Salmos 33:12). A União Européia elegeu como o seu senhor o deus Mamom; portanto, há de ser uma nação infeliz, pelo resto de sua existência... Oremos por esse povo!
Mary Schultze, 09/03/2008
www.cpr.org.br/Mary.htm
Se
confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados,
e nos purificar de toda a injustiça. (1 João 1:9)
...o
sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado. (1 João 1:7)