Precisamos levar Gálatas 3:10 a sério!
Novecentos e noventa e nove entre cada mil pastores evangélicos da atualidade (macaquinhos dos pastores americanos) estão se judaizando, escandalosamente, graças ao confuso movimento da Igreja Emergente, o qual pretende apagar na mente do mundo ocidental a nação de Israel, apropriando-se das leis e costumes do Velho Testamento, colocando a Igreja como o Novo Israel de Deus, achando que foi isso que Paulo quis dizer em Gálatas 6:16.
Esse erro vem desde a Reforma, quando Lutero e seus companheiros passaram a odiar Roma e, ao mesmo tempo, assumiram a postura romana de substituir Israel, adotando a Teologia da Substituição, criada por Agostinho de Hipona. Vi na Alemanha, bem perto do Museu de Lutero, uma placa chamando os judeus de “porcos”. Esse foi o maior pecado que Lutero cometeu em vida. Quando subi ao púlpito (uma réplica) de Lutero, em Wittenberg, tive vontade de falar umas palavras de censura ao anti-semitismo luterano, mas preferi me calar, pois havia subido ali, escondida, driblando o guia turístico, e só tive coragem de fazê-lo, porque sabia que o guia alemão não se atreveria a bater numa indefesa brasileira de 69 anos.
As igrejas pentecostais são as que mais gostam de chapinhar no Velho Testamento, buscando respaldo para suas bizarrices. Vou contar, com minhas palavras, o que um dos meus filhos mais inteligentes (ex-penteca) escreveu:
As igrejas da linha pentecostal clássica, como Assembléia de Deus [de onde ele saiu] Congregação Cristã do Brasil e Deus é Amor (umas mais, outras menos) mantém seus fiéis debaixo de pesadíssimo jugo de tradições, trazendo usos e costumes antigos, restritos ao povo judeu, para nossos dias. Sei de um terrível do pastor penteca, que espancou violentamente a filha, simplesmente porque ela havia cortado as pontas do cabelo, deixando-a estirada no chão. Depois, ele foi, tranquilamente, pregar sobre o amor no culto da noite.
A moça não agüentando mais a pesada doutrina do pai, ateou fogo ao corpo, morrendo, dias depois, no hospital. O tal pastor, acometido pelo intenso remorso, foi parar num hospício, sabendo que vai prestar conta da alma da filha, naquele grande e terrível Dia, e que não terá meios de cobrir a oferta pela vida da filha, a saber, o sangue do Cordeiro de Deus.
E como as coisas vão piorando, no mundo pentecostal judaizante, leiamos o que sabiamente escreveu o Pr. Renato Vargens, em sua crônica “Cristãos que teimam em recosturar o véu”, publicada hoje na Internet:
[Boa] parte dos evangélicos brasileiros necessita, desesperadamente, de coisas novas em seus ministérios. Na verdade, inúmeros destes, insatisfeitos com as Escrituras Sagradas, precipitaram-se por caminhos escusos, em busca de uma nova revelação. Tais pessoas transformaram-se em entusiastas caçadores de novidades, cuja expectativa é descobrir algo novo, que os impulsione a uma nova dimensão de vida cristã. Parte destes necessita “dançar conforme a música”, com modismos irracionais, os quais contribuem, significativamente, para o adoecimento da igreja.
Esses modernos fariseus têm disseminado praticas tais como:
* Tocar de costas para a congregação, por considerar os ministros de musica “levitas de Deus”.* Usar o Shofar, para liberar unção ou invocar a presença divina.
* Guardar o sábado fazendo dele o dia do Senhor.* Observar TODAS as festas Judaicas.
* Usar o Kipá e o Talit, que são as vestimentas que os judeus praticantes usam para ir a sinagoga.
* Usar excessivamente símbolos judaicos tais como, a bandeira de Israel, o Menorah ou a Estrela de Davi dentre tantos outros mais.
Esses pastores estão submetendo suas ovelhas à maldição de Paulo, conforme Gálatas 3:10, condenando os judaizantes do seu tempo: “Todos aqueles, pois, que são das obras da lei estão debaixo da maldição; porque está escrito: Maldito todo aquele que não permanecer em todas as coisas que estão escritas no livro da lei, para fazê-las”. (grifo meu).
Mary Schultze, 17/10/2008