O
Movimento da Igreja Emergente
Olhando pelas janelas de nossas casas, ficamos indiferentes à poeira do
terreno que a cerca. Porém, quando a poeira penetra em nossas casas, as coisas
mudam e começamos a varrê-la, porque não queremos sujeira alguma ali dentro. Em
João 2:14-16, lemos:
“E
[Jesus] achou no templo os que vendiam bois, e ovelhas, e pombos, e os
cambiadores assentados. E tendo feito um azorrague de cordéis, lançou todos fora
do templo, também os bois e ovelhas; e espalhou o dinheiro dos cambiadores, e
derribou as mesas; E disse aos que vendiam pombos: Tirai daqui estes, e não
façais da casa de meu Pai casa de venda”.
Após
ter andando calmamente pelas ruas de Jerusalém, a passividade de Jesus se
transformou numa crise de ira, quando Ele começou a fazer a purificação do
Templo. No verso 15, lemos que Ele fez
“um
azorrague de cordéis, lançou todos fora do templo, também os bois e ovelhas”.
Tudo
indica que, enquanto Deus Se opõe ao erro e ao pecado penetrando em nossas
casas, Ele faz passionalmente a Sua oposição, quando estes penetram na Sua Casa,
afetando os cristãos. [esta frase está sem sentido ou truncada]
Em Gálatas 5:12, Paulo modela o coração e as ações do servo de Deus,
mandando que se cortem os judaizantes que estavam perturbando os cristãos,
tentando impor erros doutrinários aos membros das igrejas da Galácia:
“Eu quereria que fossem cortados aqueles que vos andam inquietando”. A
intensidade destas palavras foi ditada pelo seu zelo e amor pela Casa do
Senhor. Os servos de Deus se sentem
mal, quando vêem a Casa de Deus sendo profanada. Os pastores cristãos têm
responsabilidade sobre o rebanho de
Cristo. Esta paixão, divinamente inspirada, compele-os a uma reação adequada,
quando a Casa de Deus sofre vandalismo e o Seu povo é enganado.
Infelizmente, muitos pastores evangélicos têm abandonado o modelo
ministerial profético e aceitado o modelo profissional e, bem depressa, começam
a dar boas vindas aos lobos que penetram na Igreja e começam a entregar às
ovelhas um moderno e tendencioso lixo doutrinário.
Atualmente,
a heresia mais contundente, que está recebendo as boas vindas de muitos líderes
evangélicos, é o conhecido Movimento da
Igreja Emergente. Conquanto, muitos participantes deste Movimento conheçam e
amem o Senhor Jesus Cristo e muitas de suas críticas às tendências atuais dos
evangélicos sejam bem fundadas, suas concessões ao relativismo têm se tornado
inevitáveis, conduzindo-os a sérios desvios doutrinários e morais, os quais são
levados para dentro de suas igrejas.
O
Movimento da Igreja Emergente
consiste de um grupo diversificado de pessoas, que se identificam com o
Cristianismo; porém, acham que atingir o mundo pós-moderno exige de nós uma
reestruturação das crenças e práticas da Igreja, as quais precisam ser adaptadas
ao pós-modernismo. Pós-modernismo é um termo que tem sido
dissecado e desmembrado em vários esquemas e subcategorias, pois não existe uma
uniformidade absoluta entre os pensadores pós-modernos. Mesmo assim, existem certas
características definidas neste fenômeno, as quais se desenvolveram no século
passado, a partir de alguns elementos que sempre existiram no Modernismo. Grenz
e Franke resumem o Pós-modernismo como sendo “... uma rejeição a certas características
centrais do projeto moderno, tais como uma busca pelo conhecimento exato,
objetivo e universal, junto com o seu dualismo e pressuposição do bem que existe
no conhecimento. É esta crítica agenda, em vez de qualquer proposta de paradigma
construtivo, que substitui a visão modernista que une os pensadores
pós-modernos” .
O
Pós-modernismo rejeita as premissas básicas da moderna Epistomologia. No
pensamento modernista, a percepção corresponde à verdade e a linguagem se refere
a um referendo independente.
Douglas Groothuis descreve a teoria da verdade correspondente como a
pressuposição de que “uma crença ou declaração é verdadeira,
somente quando ela se encaixa em, reflete ou corresponde à realidade à qual ela
se refere. Para que uma declaração seja verdadeira, ela deve ser factual. Os fatos determinam a verdade ou
falsidade de uma crença ou declaração”.
Para
Groothuis, esta teoria se harmoniza exatamente com as pressuposições que ele
encontra claramente implícitas na Escritura. A Bíblia não relaciona uma visão
técnica da verdade, porém,
implícita e consistentemente, ela adianta a visão da correspondência em ambos os
Testamentos.
A
teoria referencial da linguagem é a visão de que ela se refere a algo
subjetivamente real na mente daquele que a comunica. A comunicação não é vista
como verbalizações ambíguas, a qual possa ter várias significações particulares
para cada ouvinte, independente da intenção original do autor ou preletor.
Exatamente como Groothuis entende a teoria da correspondência da verdade
pressuposta na Bíblia, Justin Taylor acha a teoria referencial da linguagem
igualmente presumida na Escritura: “Parece-me que nada poderá ser mais claro no
Novo Testamento do que a idéia de que Deus nos deu uma revelação doutrinária
universal, a qual pode ser compreendida, compartilhada, defendida e
contextualizada.
‘A
fé que uma vez foi dada aos santos’
(Judas 3). Devemos conservar “o
depósito que te foi confiado, tendo horror aos clamores vãos e profanos e às
oposições da falsamente chamada ciência’
(1 Timóteo 6:20). ‘Guardar
o bom depósito pelo Espírito Santo que habita em nós’ (2
Timóteo 1:14). ‘Retendo
firme a fiel palavra, que é conforme a doutrina, para que seja poderoso, tanto
para admoestar com a sã doutrina, como para convencer os contradizentes’;
(Tito
1:9). E “falar
o que convém à sã doutrina”.
(Tito 2:1). A falsa doutrina está
associada ao conceito da ignorância: ‘Se
alguém ensina alguma outra doutrina, e se não conforma com as sãs palavras de
nosso Senhor Jesus Cristo, e com a doutrina que é segundo a piedade, é soberbo,
e nada sabe, mas delira acerca de questões e contendas de palavras, das quais
nascem invejas, porfias, blasfêmias, ruins suspeitas, contendas de homens
corruptos de entendimento, e privados da verdade, cuidando que a piedade seja
causa de ganho; aparta-te dos tais’. (1
Timóteo 6:3-5). Paulo nos comanda a
“que
não sejamos mais meninos inconstantes, levados em roda por todo o vento de
doutrina, pelo engano dos homens que com astúcia enganam fraudulosamente’.
(Efésios
4:14)”.
A
rejeição pós-moderna a estes princípios conduz à quebra da linguagem dos textos (inclusive da Escritura),
redefinindo as palavras e
reinterpretando os textos para significar o que bem se deseja encontrar no
texto.
Embora
muitos aspectos do Modernismo
não possam ser misturados à fé cristã, a teoria da correspondência da verdade e
a teoria referencial da linguagem se harmonizam com as pressuposições da
Escritura. Deus quis nos dar uma
significação real e objetiva na Bíblia. A Escritura não tem qualquer valor real,
além dos momentos subjetivos de inspiração, se não cremos nas suas narrativas e
proposições conectadas à realidade ou que cada original do autor seja o terreno
e objetivo de nossa interpretação.
Eruditos contemporâneos bíblicos que adotam os
elementos da moderna Epistomologia, abraçando as teorias correspondentes e
referenciais, incorporando-as à sua hermenêutica, não estão, portanto, abraçando
uma completa adesão a todas as crenças do Modernismo secular. Contudo, os
líderes da Igreja Emergente acusam os evangélicos de formarem uma cultura ligada ao
Modernismo, tendo sido o Evangelicalismo, de várias maneiras, um movimento de
contracultura, rejeitando, por exemplo, o estrito empirismo do Modernismo que
desaloja os milagres ou a revelação. Somente os clássicos teólogos liberais têm
se acomodado ao Modernismo em todas as suas visões.
A
Epistomologia pós-moderna tem sérias e práticas conseqüências, ao ponto de não permitir
qualquer fundamento das crenças objetivas - uma posição chamada
“Pós-fundamentalismo”. Apesar dos
ingentes esforços dos hábeis teólogos pós-fundamentalistas, visando construir
uma teologia que “tenha implicações universais”, todo o seu pensamento,
eventualmente, sucumbe a alguma forma de ceticismo ou relativismo. Assim, dentro
do pensamento pós-moderno, nenhuma verdade ou moralidade consegue ser
“normativa”, ou seja, nenhuma pessoa ou “escritura” pode dizer com autoridade,
aos pós-modernistas, o que é certo e o que é errado para eles. A verdade e a
moral são encontradas no contexto de uma comunidade específica e estas variam de uma para a
outra”.
Desse
modo, conquanto a “espiritualidade” “genérica” seja mais aceitável aos
pós-modernistas do que o foi para os modernistas, (principalmente porque as afirmações
absolutistas da ciência estão perdendo terreno em toda parte), qualquer
afirmação exclusivista embasada na revelação da verdade ou da moral, agora, é
considerada como pensamento arrogante e filosoficamente insustentável. Os
pós-modernistas acreditam que a adesão aos absolutos é uma tentativa ilegítima
de manipular as pessoas e de
exercer o poder sobre elas.
Nenhuma pessoa que abrace esta Epistomologia tem espaço para a
proclamação aos outros de uma significação “não histórica” subjetiva e
universalmente autoritativa de um texto da Escritura.
Não é simplificar demais afirmar que o Pós-modernismo é hostil aos
objetivos e às afirmações objetivas e exclusivistas do Cristianismo. [N.
T.
- Se Deus em Sua Palavra não tivesse o direito de ser exclusivista, quem mais o
poderia ser?).
Conquanto os cristãos possam ser sensíveis à cultura, na qual imaginam encontrar
a si mesmos, e conquanto devamos contextualizar nossos métodos, a fim de
alcançar essa cultura, jamais devemos alterar o
próprio
Evangelho, a fim de adaptá-lo à visão mundial prevalecente
em
cultura alguma. O “Cristianismo” pós-modernizado fica seriamente
comprometido.
Declaro
que o Movimento da Igreja Emergente é culpado
desse tipo de comprometimento, por abraçar a Epistomologia pós-moderna e aceitar
suas implicações práticas. Os esforços dos emergentes na acomodação ao
Pós-modernismo, modificando a Teologia, a fim de que esta se adapte à cultura
vigente têm sido em cada sentido tão desastrosos como a acomodação dos eruditos
liberais ao Modernismo. Tal acomodação conduz à renovação de um fundamento teológico (base
objetiva da fé) com a rejeição de uma Teologia “estabelecida na fronteira” (da
ortodoxia). Sem quaisquer fundamentos ou fronteiras, torna-se praticamente
impossível dizer o que é e o que não é a verdade ou a conduta cristã,
visto não haver definições objetivas ou limites à fé ou a prática.
Opiniões
culturalmente arbitrárias vão ser tudo que restará. Qualquer crença ou modelo
poderá, deste modo, ser questionado ou mudado. Numa fé pós-modernista, todas as
crenças são válidas para os que as mantêm. Por exemplo, Brian McLaren
disse:
“Não acho que fazer discípulos
deva ser o mesmo que fazer membros para a religião cristã. Pode ser
aconselhável, em muitas (embora não em todas) circunstâncias, ajudar as pessoas
a se tornarem companheiras de Jesus Cristo, mesmo permanecendo nos seus
contextos: budista, hinduísta ou judaico... em vez de resolver o paradoxo,
através de pronunciamentos sobre o destino eterno das pessoas mais convencidas
por uma religião, ou leais a outras religiões diferentes da nossa, nós
simplesmente nos movemos ... para ajudar os budistas, muçulmanos, cristãos e
qualquer pessoa a experimentar a vida em sua totalidade, na maneira de Jesus
(contanto que se tornem pessoas melhores); eu alegremente me tornaria uma delas,
quem quer que fosse, em qualquer grau que eu pudesse, para abraçá-las, juntar-me
a elas, entrar no seu mundo sem julgamento, mas com um amor salvador, como o que
me foi dado pelo Senhor”
. [N.T.
- Esta era a teologia defendida e praticada por Madre Teresa de
Calcutá]
Qualquer
razoável consideração sobre a renovação do fundamento e dos limites da fé cristã
leva-nos a concluir que esta pós-modernização é fatal à fé bíblica, desnudando
de qualquer significação verdadeira a palavra “fé” e abrindo a porta à
substancial mudança das crenças fundamentais da fé cristã. Tais mudanças podem
ser encontradas especialmente na Soteriologia e na Escatologia dos emergentes. Após terem
sofrido a acomodação emergente ao Pós-modernismo, doutrinas essenciais como a da
Reparação e a do Julgamento já não se assemelham às
doutrinas bíblicas, as quais os evangélicos sempre acreditaram que são
inegociáveis.
A
coleção de citações dos emergentes a serem encontradas em seguida, neste artigo,
poderá dar ao leitor uma idéia da extensão das heresias que têm penetrado neste
Movimento.
O efeito da presença do Movimento
Emergente no Corpo de Cristo equivale a duas moléstias perigosas: a esclerose múltipla, que destrói
lentamente o sistema nervoso, e a AIDS, que elimina toda a imunidade do
corpo contra os agentes patogênicos externos. Este movimento age como a esclerose múltipla, ao desnudar a
terminologia cristã de suas significações bíblicas e age como a AIDS,
retirando
do Corpo suas defesas contra a invasão de doutrinas estranhas. [N.
T.
- Isso nos leva a crer que as Igrejas que se
juntam
ao Movimento Emergente (as quais, hoje em dia, são inúmeras) ficam à mercê de
vários tipos de moléstia espiritual, enquanto o seu corpo vai definhando, pela
impossibilidade de resistir à infiltração das doutrinas satânicas em seu
meio].
O
resultado é que este Movimento
representa uma influência letal dentro da Igreja Cristã, o que exige uma
resposta decisiva dos que o reconhecem como tal.
Conquanto, muitos participantes deste Movimento, tais como Dan Kimbal,
reconheçam que o termo “emergente” e “emergindo” sejam essencialmente sinônimos
na compreensão popular, e conquanto muitos eruditos como D. A. Carson, usem o
termo intercambiavelmente, alguns dos seus participantes vêem uma diferença na
significação do termo. Mark Drisoll e muitos outros que pertencem às igrejas que
fazem parte da lista da “Atos29Network” (http://atos29network.org/index.html)
se consideram como “emergindo” e não como “emergentes”, por associarem o termo
“emergente” às posições mais liberais e antinomionistas de Brian McLaren e a da
Emergentvillage.
Esta
minoria mais conservadora pode ser caracterizada por algumas, embora não por
todas as críticas feitas neste artigo. Uma minoria até mais restrita de donos
dos blogs “emergindo” considera a corrente emergente conservadora e estruturada
demais.
Exatamente
como existe diversidade no Pós-modernismo,
maior ainda é a diversidade no Movimento
da Igreja Emergente. Existem muitas coisas dentro dele que se constituem em
seu próprio deus. Para isolar a essência dos emergentes, precisamos
desconsiderar os vários elementos que estes, não necessariamente, têm em comum.
Os emergentes diferem em muitos itens periféricos da Teologia e da prática.
Deste modo, estes itens não ajudam a definir adequadamente o Movimento, mesmo
sendo uma parte real do mesmo. Também
desconsideramos os elementos que são comuns na face externa do Movimento. Os emergentes compartilham muitas coisas
com os não emergentes, tais como uma crença na contextualização, preocupando-se
com os carentes, com a amizade, com o evangelismo e o companheirismo. Consequentemente, estes recomendáveis
elementos não fazem parte da essência diferencial dos emergentes, independente
do verdadeiro lugar que eles ocupem no Movimento. Isso nos deixa com os ensinos
e objetivos diferenciais elaborados abaixo.
Quando comparamos esta essência diferencial dos emergentes a um lago,
podemos observar que homens como Brian McLaren estão imersos na parte mais
profunda do lago. Outros, como Scott McKnight, estão nadando na parte menos
profunda. Finalmente, outros (como John Ortberg e Rick Warren) preferem remar
nas águas superficiais do lago, bebendo, ocasionalmente, de sua água, usufruindo
a simpatia do Movimento; porém, mantendo uma identidade evangélica.
[N.T.
-
Como diria o Dr. Peter Ruckman, estes últimos são os que assumem 80% da verdade
bíblica e 20% da ilusão emergente, uma dose pequena, porém letal para qualquer
cristão, pois com Cristo é tudo ou
nada].
Artigo:
“Appropriate Response to The Emerging
Church Movement”, de David Kovalski. (Continua…)
Traduzido
e comentado por Mary Schultze, em 13/01/2009.
Ostensiva
Apostasia Americana
Ao
contrário do que tem acontecido com os líderes do executivo no país de Abraham
Lincoln, que o antecederam, quando Barack Obama assumir a presidência dos
Estados Unidos, no dia 20 deste, provavelmente não vai repetir a
expressão "So help me God" (assim Deus me ajude), a qual sempre tem sido
a expressão final do juramento formal de posse, no governo
americano.
Este
assunto deve ser decidido, amanhã, (15/01/09), quando uma corte distrital julgar
a reivindicação do ativista ateu e advogado Michael Newdow, o qual tem-se
empenhado ferrenhamente em excluir qualquer tipo de referência religiosa
nas práticas governamentais do país.
Diz
o ateu Newdow que a menção de Deus, incluída pela Suprema Corte, faz com que os
cidadãos de outras crenças sejam excluídos do discurso que deveria representar
toda a população americana. Com a empáfia natural dos ateus, Newdow
afirma:
"Decidi
fazer isso porque acredito profundamente na igualdade. Acho que não há
igualdade, quando o governo toma uma decisão que envolve escolhas
religiosas".
Como
todo ateu, este Newdow é um néscio de galocha, pois o vocábulo "Deus" se encaixa
em qualquer religião, inclusive na religião ateísta, a qual tenta negá-Lo.
Apenas o verdadeiro Deus não se mistura com outro deus, que não seja o Deus de
Abraão, Isaque e Jacó, conforme Ele é conhecido na Bíblia.
Se
depender de Newdow, o juramento de Obama à Constituição vai ser encerrado sem a
menção da palavra "Deus", o que pressagia um nigérrimo futuro para a nação
americana.
O
texto do juramento diz: "Juro, solenemente, que vou executar com fidelidade o
cargo de presidente deste país, e vou fazer o possível para proteger, preservar
e defender a Constituição dos Estados Unidos". Este juramento fez parte da
posse de todos os presidentes americanos e a tradição diz que o primeiro líder
americano, George Washington, teria incluído a menção a Deus no final do seu
juramento, em 1789.
Durante
quatro anos, Newdow tentou retirar o "pacto de Lealdade" recitado nas escolas
americanas. Agora ele está se empenhando para que a expressão "abaixo de Deus"
também seja retirada das escolas americanas. Este médico e advogado, natural de
Sacramento, Califórnia, entrou com uma ação judicial, a fim de conseguir o seu
intento, assegurando que "qualquer declaração 'religiosa' é
inconstitucional". Ultimamente, ele conseguiu um apoio ao seu projeto na
pessoa de um juiz federal de Sacramento e o seu apelo logo chegará à Suprema
Corte Federal Americana.
A
primeira referência a Deus foi permitida nas moedas americanas de 2 centavos, em
1864. Em seguida houve uma ação favorável do Diretor Financeiro, MINT, o qual
mandou que se escrevesse o "distinto e inequívoco reconhecimento nacional da
soberania divina", nas moedas nacionais.
Em
1955, quando o Congresso Americano inseriu a expressão "Under God" (Abaixo de
Deus)" na Declaração de Lealdade, o Congresso pediu que em todo o
dinheiro americano fosse registrado o moto "In God We Trust" (Em Deus
Confiamos). Eis um dos motivos pelo qual a nação americana se tornou a mais
rica e próspera do mundo, porquanto, 'confiou em Deus'.
Depois
da invasão dos incrédulos - hinduístas, budistas, muçulmanos e outros, os
Estados Unidos (um país líder no Irredentismo) se tornaram uma verdadeira
Babel religiosa, culminando com a maldição divina dos que trocam o Deus dos
judeus (e dos cristãos) por falsos deuses. O que temos visto, desde os anos 1960
(Até parece que essa maldição foi trazida até lá pelos Beatles), é uma tremenda
derrocada social, moral, econômica e, sobretudo, espiritual, num país,
que cresceu sob as bênçãos do Evangelho de Cristo. Agora
os líderes americanos tentam expulsar Deus de suas escolas e departamentos
governamentais, pressionados pelos ateus, pelos cientistas incrédulos e pelos
Illuminati, que comandam o país. Vejam a notícia recebida hoje do neto Lawrence,
quando lhe enviei este artigo para revisão: "Legal
Alert na BBN-Inglês, quando o Dr. Gibbs, dizia que um professor
baixou a nota de um aluno, porque o mesmo orou discretamente, agradecendo
ao Senhor pela sua merenda.
"Bem-aventurada a nação cujo Deus é o Senhor" é uma
passagem bíblica que o povo americano passou a ignorar e cujas conseqüências
serão terrivelmente desastrosas, na história americana, quando a mão de Deus
pesar, definitivamente, sobre o seu povo, pois:
"Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também
ceifará. Porque o que semeia na sua carne, da carne ceifará a corrupção; mas o
que semeia no Espírito, do Espírito ceifará a vida eterna" (Gálatas 6:7-8).
P.S.
- Vejam a notícia que recebi do meu neto Lawrence, ao ler o artigo que lhe
enviei para ser revisado:
Olá
Vó:
O
artigo está irretocável. O conteúdo procede e é oportuno.
Só a título de
informação: Ontem eu ouvia o Legal Alert na BBN-Inglês, quando o
Dr. Gibbs dizia que um professor baixou a nota de um aluno,
porque o mesmo orou discretamente, agradecendo ao Senhor pela sua
merenda.
Esses
loucos ateístas estão indo longe demais.
Beijo,
Law
Mary
Schultze, 14/01/2009
Revisado
por Lawrence Husby, USA.