A Nova Era Global
Entramos, no final do século passado, com a ajuda da Internet, dos humanistas e do domínio das multinacionais (das quais o Vaticano é o sócio majoritário), na chamada Nova Era Global, em que “o aborto, a eutanásia, o confisco dos filhos de famílias consideradas desajustadas, a liberação das drogas,, a neurose coletiva da agenda ecológica do ‘aquecimento global’, o casamento gay, a abolição das fronteiras nacionais, etc.”, são assuntos primordiais na simpatia da mídia mundial. Trata-se de um prenúncio funesto de que a civilização gentílica está no fim. Jesus disse aos seus discípulos: “Aprendei, pois, esta parábola da figueira: Quando já os seus ramos se tornam tenros e brotam folhas, sabeis que está próximo o verão” (Mateus 24:32). A figueira - ISRAEL - já floresceu, quando Jerusalém foi retomada dos árabes, no dia 07/06/1967.
Após ter Ele predito a queda de Jerusalém, 40 anos se passaram até acontecer o que ele havia profetizado. Pois este ano completa 40 anos que os judeus retomaram Jerusalém. Não é interessante? Nos versos 33 e 34, Jesus prossegue dizendo: “Igualmente, quando virdes todas estas coisas, sabei que ele está próximo, às portas. Em verdade vos digo que não passará esta geração sem que todas estas coisas aconteçam”. A geração aqui mencionada é a dos judeus que tomaram Jerusalém dos árabes. Ora, uma geração bíblica tem 40 anos, portanto devemos nos preparar para acontecimentos mundiais decisivos, a partir deste ano.
Em Mateus 25:13, lemos “Vigiai, pois, porque não sabeis o dia nem a hora em que o Filho do homem há de vir”. Vemos aqui que o “ele” mencionado em Mateus 24:33 como o verão, pode ser o retorno da Dispensação Judaica, interrompida com a queda de Jerusalém. Será que o Senhor vai nos arrebatar ainda em 2007?
O humanismo da psicologia, amplamente infiltrado nas escolas, universidades e também na igreja, promete a melhoria do homem, com maior equilíbrio mental e espiritual. As religiões prometem salvação aos seus adeptos. Os governos prometem paz e prosperidade aos seus governados. Mas nada disso vai funcionar. A apostasia religiosa dentro do Cristianismo tem crescido em ritmo acelerado, sendo este o maior prenúncio do final dos tempos gentílicos, depois da volta dos judeus à sua terra.
Enquanto muitos povos vivem miseravelmente famintos (na África, por exemplo), outros esbanjam riqueza. As guerras e rumores de guerra são constantes. Os terremotos, enchentes, ciclones, desequilíbrio ecológico, e novas pestes, tudo isso foi previsto pelo Senhor, antes dEle se entregar ao sacrifício na cruz:
“E ouvireis de guerras e de rumores de guerras; olhai, não vos assusteis, porque é mister que isso tudo aconteça, mas ainda não é o fim. Porquanto se levantará nação contra nação, e reino contra reino, e haverá fomes, e pestes, e terremotos, em vários lugares. Mas todas estas coisas são o princípio de dores” (Mateus 24:6-8). ‘
Ao Vaticano interessa o descrédito mundial e o declínio dos Estados Unidos; por isso ele aceita de bom grado a bajulação dos evangelicalistas emergentes, que pretendem algo semelhante ao que Agostinho de Hipona já pregava há tantos séculos: o domínio global absoluto da Igreja de Roma, com uma religião mundial. O Vaticano tem o seu programa chamado “Dominionismo” (criado por Agostinho). Os evangelicalistas (cujos líderes têm aderido ao Ecumenismo) possuem a sua agenda de “Reconstrucionismo”, a qual, no final das contas, é a mesma coisa. Só que os “inocentes” líderes americanos atuais (escritores, pastores, apóstolos e profetas) estão iludidos quanto aos interesses de Roma, achando que os Estados Unidos vão conseguir a Reconstrução Mundial, enquanto o Vaticano é quem, realmente, vai conseguir o domínio, com a ajuda dos que apostataram do Cristianismo bíblico.
Nós, os cristãos fundamentalistas bíblicos, devemos ser “aniquilados”, segundo o escritor Rick Joyner, a fim de não atrapalharmos os planos de preparação para o Cristo (deles) reinar no mundo inteiro, a partir dos Estados Unidos. Em minha modesta opinião, 2007 é um ano escatológico e vamos esperar para ver até onde chegará a confusão global, que impera em alguns países ocidentais, através da violência e, em outros, da deslavada mentira do socialismo cristão, planos que os jesuítas tinham desde 1825, delineados em uma reunião, no Colégio Jesuíta Chieri, na cidade de Turim, Itália, quando prepararam o seu programa de domínio mundial de longo alcance, conforme o livro "Vatican Assassins", de Eric Jon Phelps:
“Vamos dar preferência a uma guerra secreta, evitando publicidade. Cada bispo deve agir rigorosamente sobre o seu rebanho, sendo gentil, porém inflexível. Ele deve ser orientado a assumir a humildade de um cordeiro... para ganhar todos os corações. Mas que também saiba agir com ferocidade, quando tiver de defender os direitos da Igreja... Que nada nos possa diferenciar dos outros homens, em matéria de aparência. Exteriormente, todo católico deve ser sociável, acalentando, ao mesmo tempo, dentro de si, um ódio concentrado e indômita antipatia pelos inimigos [Um dos segredos do Ecumenismo] Quando a ebulição (estado de efervescência), que estamos fomentando secretamente, tiver atingido o clímax, a tampa do caldeirão será repentinamente removida e então derramaremos o nosso fogo líquido sobre os políticos intrujões, os quais são ignorantes e desatentos, a ponto de nos servirem de ferramentas [Hitler, Mussolini, Pavelic, Dolfuss, Stalin e Roosevelt, na II Guerra Mundial]. Desse modo, nossos esforços resultarão numa revolução digna do nome, a qual combinará, numa conquista universal, todas as conquistas já realizadas. [Isso já aconteceu com o estabelecimento da União Européia, em conseqüência da II Guerra Mundial, da Guerra Fria e da queda do Muro de Berlim. Agora a Ordem exerce um férreo domínio sobre os Estados Unidos, desejando implantar um sistema de aniquilamento do país e, assim, conseguir que o Catolicismo Romano domine o mundo inteiro]. O plano da Ordem prossegue:
Para não perdermos de vista esse objetivo maior, as pessoas devem ser moldadas conforme o nosso propósito... Sim, o povo é o vasto domínio a ser conquistado... As classes mais altas têm sido sempre inacessíveis às mais baixas, portanto devemos acalentar entre elas a antipatia mútua. Vamos acalentar o populacho, que é, sem dúvida, um implemento de poder. Que possa este nos considerar seus calorosos defensores. Favorecendo os seus desejos [Nos Estados Unidos, o Movimento dos Direitos Civis dos Negros, e, no Brasil, o dos Sem-Terra|. Devemos alimentar o fogo de sua ira, abrindo diante dele (o populacho) a esperança de uma Era de Ouro (Nova Ordem Mundial).
Como os jesuítas conseguiram enfraquecer o zelo dos protestantes pela Palavra de Deus? Promovendo as edições modernas da Bíblia, em substituição à Bíblia King James, que eles sempre odiaram e sobre a qual diziam:
“Ora, a Bíblia (Versão Autorizada de 1611 - King James Bible), essa serpente de cabeça erguida e olhos flamejantes, nos tem ameaçado com o seu veneno, à medida que se arrasta pela terra. Contudo, ela será trocada por outra [Revised Version e as sucessivas versões modernas, que têm aparecido, como a Today´s English Version, a New King James, a Good News Bible, a NIV, e outras bem piores, todas elas embasadas nos corrompidos textos a favor da Vulgata Latina e de Westcott e Hort, a partir de 1881, as quais seguem as normas do Concílio de Trento, e têm sido espalhadas em todo o mundo pelos Jesuítas, a começar de Dublin, Irlanda, como o golpe de misericórdia contra o Protestantismo]... Durante estes últimos séculos (1611-1825) esta áspide não nos tem dado descanso. Bem sabeis em que confusão ela nos tem colocado e com que dentes venenosos nos tem mastigado. (grifo nosso)
É uma pena que um país como os Estados Unidos, antes exemplo de nação protestante, justiceira e pacifica, esteja sendo aos poucos aniquilado, graças à ação letal da Ordem de Loyola, que ali enriqueceu astronomicamente, detendo, a partir da II Guerra Mundial, um poder ilimitado em todas as áreas do país. Hoje em dia, além de um grande poder religioso e de um monumental poder econômico e financeiro, a Ordem conseguiu que os protestantes se afastassem da legítima Palavra de Deus [pela aceitação das falsas doutrinas do Vaticano, sub-repticiamente desculpadas no conteúdo das bíblias modernas], caindo, inclusive, no misticismo católico-hinduísta, que hoje predomina na chamada Igreja Emergente. A Igreja Americana, que tem exportado para todos os países do Terceiro Mundo a sua viciosa literatura celular (David Yonggi Cho); carismática/mística (Peter Wagner, Benny Hinn, Richard Foster, Henry Blackaby, e outros); e “propositada” (Rick Warren), é a profetizada “Igreja de Laodicéia” (Apocalipse 3:14-18), que o Senhor vomitará de Sua boca, ao colocar novamente os pés neste planeta em declínio.
Mary Schultze, 23/02/2007