O PODER DA SUA RESSURREIÇÃO
Dave
Hunt
A oração de Paulo pelos crentes efésios é muito específica. Ele
pede que Deus lhes dê “espírito de sabedoria e de revelação”, o que também
devemos pedir para nós mesmos. Isto não é algo que possamos aprender num
seminário, no estudo da Bíblia ou na leitura de livros devocionais. O
desejo de Paulo para os efésios era que estes recebessem de Deus o
espírito de sabedoria e de revelação no conhecimento de Cristo (Efésios
1:17-23).
Especificamente, Paulo ora para que eles conheçam a “sobreexcelente
grandeza” do poder de Deus (verso 19) demonstrada em suas vidas. Sua
explanação desse poder é deveras instrutiva. Paulo nos fala, em Filipenses 3,
que era realmente isto que ele desejava para si mesmo. Ele o chama “a
virtude de sua ressurreição”, tendo declarado: “Para conhecê-lo, e à
virtude da sua ressurreição, e à comunicação de suas aflições, sendo feito
conforme à sua morte; para ver se de alguma maneira posso chegar à
ressurreição dentre os mortos. Não que já a tenha alcançado, ou que seja
perfeito; mas prossigo para alcançar aquilo para o que fui também preso
por Cristo Jesus. Irmãos, quanto a mim, não julgo que o haja alcançado;
mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e
avançando para as que estão diante de mim, prossigo para o alvo, pelo
prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus” (Filipenses 3:10-14).
Será que Paulo duvidava de sua salvação, preocupado em não estar
qualificado para a ressurreição dos crentes no Arrebatamento?
Dificilmente! Ele está nos dizendo que a ressurreição de Cristo foi, não
apenas um evento histórico, para o qual olhamos retroativamente, com
satisfação e alegria, mas que se trata do MAIOR evento da história
(passada, presente e futura) de todo o universo. É o maior evento que o
universo já viu, o qual é, também, o mais difícil de ser compreendido. Nós
o mencionamos tão casualmente, sem pensar que aqui se encontra o ápice do
qual depende toda a história e pelo qual toda ela foi dividida para
sempre. A divisão do tempo não deveria ser a.C (antes de Cristo) e d.C
(depois de Cristo), mas a.R (antes da Ressurreição) e d.R. (depois da
Ressurreição).
[N.T. - que tal, nós, cristãos bíblicos, começarmos a usar esta
nomenclatura?].
Com os modernos telescópios
e novos meios de nos
aventurarmos, mais do que nunca,
pelo espaço, as palavras do Salmo 19 de Davi ganham uma
significação mais ampla: “Os céus proclamam a glória de Deus”. A criação é
a maior expressão visível do poder do Deus Infinito, o Criador de tudo que
vemos e diante de Quem nos ajoelhamos, maravilhados, e O adoramos, quando
pensamos que Ele está por trás de tudo isto. Contudo, Paulo diz que tudo
isto se resume em nada, quando comparado ao poder demonstrado na
ressurreição de Jesus Cristo, sendo este o grande poder que ele desejava
que os efésios experimentassem em suas vidas diárias.
De fato, Paulo nos diz que a ressurreição de Cristo é a maior
demonstração do poder de Deus já demonstrado, a qual jamais poderá ser
superada. Precisamos entender por que Paulo orou desse modo. Acima de
tudo, “Nele (Cristo) estava a vida” (João 1:4), conforme Jesus disse:
“Ninguém ma tira de mim, mas eu de mim mesmo a dou; tenho poder para a
dar, e poder para tornar a tomá-la. Este mandamento recebi de meu
Pai”. (João 10:18). Então,
por que foi preciso tal poder para levantar Cristo dos mortos?
Durante Sua vida na Terra, e antes de Sua ressurreição, Cristo
ressuscitou muitas pessoas falecidas. Essas pessoas ressuscitadas - Lázaro
(João 11), o filho da viúva de Naim (Lucas 7:11-16) - iriam morrer
novamente, a fim de aguardar a ressurreição no dia do
Arrebatamento.
Como, então, poderia
morrer o Doador da vida, por Quem tudo foi feito (João 1:3)? Temos aqui
uma aparente contradição. [Falando da vida], o próprio Cristo disse em
João 10:18: “Ninguém ma tira de mim, mas eu de mim mesmo a dou; tenho
poder para a dar, e poder para tornar a tomá-la. Este mandamento recebi de
meu Pai”. Contudo, Pedro, dirigindo-se aos rabinos, acusa os judeus, conforme Atos
2:23: “A este que vos foi entregue pelo determinado conselho e presciência
de Deus, prendestes, crucificastes e matastes pelas mãos de injustos”.
Estevão usou uma linguagem mais contundente: “Homens de dura cerviz, e
incircuncisos de coração e ouvido, vós sempre resistis ao Espírito Santo;
assim vós sois como vossos pais. A qual dos profetas não perseguiram
vossos pais? Até mataram os que anteriormente anunciaram a vinda do Justo,
do qual vós agora fostes traidores e homicidas” (Atos
7:51-52).
A resposta à pergunta: “por
que a ressurreição foi o maior poder demonstrado por Deus ao levantar
Cristo dos mortos” somente pode ser encontrada em relação à morte que
Ele padeceu. Deus havia declarado que a penalidade do pecado é a morte, ou
seja, a separação eterna de Deus. Ora, isto não é terrível? Adão e Eva
foram expulsos do Jardim pelo seu Criador, que ali os havia colocado. Isso
aconteceu por causa da insignificante infração de ambos terem comido o
fruto proibido. Como poderia isto merecer o castigo eterno?
Em geral, temos uma visão muito relapsa do pecado, olhando apenas o
ato em si e esquecendo contra Quem o pecado foi cometido. O pecado de Adão
e Eva não foi simplesmente o de comer o fruto proibido. Foi a sua
deliberada rebelião contra Aquele que os havia criado e que criou todo o
universo. Do nosso ponto de
vista, o adultério, o assassinato e a mentira de Davi são muito mais
repreensíveis. Mas, Davi tanto reconheceu o horror do seu pecado que
escreveu: “Contra ti, contra ti somente pequei, e fiz o que é mal à tua
vista, para que sejas justificado quando falares, e puro quando julgares”
(Salmo 51:4).
Em essência, o pecado é uma deliberada traição contra o Criador e
Sustentador do universo, fato do qual precisamos sempre nos lembrar. A
maioria dos cristãos, quando acusados pelas suas consciências, prostra-se
de joelhos, confessando os seus pecados. Contudo, o fato é que eles não
estão cônscios do horror que praticaram. Não basta que nos arrependamos do
ato, mas devemos confessar que não importa como pensamos ou agimos, a
verdade é que temos repetido a mesma traição de Adão e Eva contra o Senhor
nosso Deus. Sem esta admissão profundamente sentida, com toda a convicção em nosso
coração, nossa confissão de pecados permanece incompleta. [N.T.
-
Senhor, tem misericórdia de mim, pecadora miserável!].
Agora, podemos entender por que foi necessário o “sobreexcelente
poder de Deus” para levantar Cristo dos mortos. O autor do antigo hino
coloca isto muito bem: “Foi por
causa do enorme fardo dos nossos pecados, colocado sobre Ti, Senhor da
vida, que foste levado ao túmulo”. Qual a significação destes versos?
Como os nossos pecados foram colocados sobre o Cristo sem pecado? Isso não foi realizado através da
condenação de Pilatos, nem dos açoites e da crucificação efetuados pelos
ímpios soldados romanos. Contudo, foi isso que o filme não bíblico - A Paixão de Cristo - mostrou, um
filme tão elogiado pelos evangélicos, inclusive por centenas de líderes.
O que realmente aconteceu
na Cruz jamais poderia ser facilmente demonstrado num filme, sem
incorrer na omissão e negação [do seu verdadeiro sentido]. Isaías
escreveu: “Todavia, ao SENHOR agradou moê-lo, fazendo-o enfermar; quando a
sua alma se puser por expiação do pecado, verá a sua posteridade,
prolongará os seus dias; e o bom prazer do SENHOR prosperará na sua
mão” (Isaías
53:10).
Obviamente, o que os homens fizeram contra Cristo nada teve a ver
com “moê-lo e torná-lo expiação pelo pecado”. Existe aqui uma dimensão
moral e espiritual do pecado que Cristo teve de enfrentar no lugar de cada
pessoa, o que ninguém mais poderia ter feito. [N.T.
- Cristo se tornou um autêntico “comedor de pecados”].
Nosso Salvador não deveria ser apenas absolutamente sem pecado, a
fim de poder pagar pelos pecados alheios, como deveria ser Infinito. [N.T.
-
Todo pecado é um ultraje ao Deus Infinito e somente o Deus Infinito
poderia satisfazer a penalidade do mesmo].
A penalidade do pecado havia sido pronunciada contra toda a humanidade.
Desse modo, mesmo sendo Infinito, Deus não poderia pagar essa penalidade,
exceto nestas condições: Ele (Deus) “esvaziou-se a si mesmo, tomando a
forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens; e, achado na forma de
homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de
cruz” (Filipenses 2:7-8). Deus Se fez homem através do nascimento
virginal.
Os ateus reclamam que seria injusto um inocente sofrer o castigo em
lugar do culpado. Isso poderia ser verdade, a não ser pela infinita
dimensão espiritual da Cruz. Para os que crêem, Deus considera a morte e
ressurreição de Cristo como sendo a deles mesmos. A miraculosa
transformação interior acontece, conforme prometida por Cristo, em João
3:3-16. Não se trata de um clichê, mas de uma realidade.
Pilatos não poderia entender o que estava dizendo, quando
apresentou Cristo à multidão ululante: “Eis é homem!”. Este Homem era o
que Deus pretendia que o homem fosse. Paulo O chamou “o segundo homem” e
também “o último Adão” (1 Coríntios 15:45,47). Em outras palavras, desde
Adão, recentemente criado pela mão de Deus, no Jardim, até Cristo, o
último Adão, recentemente formado no seio de uma virgem, não houve homem
algum de quem se pudesse dizer: “Eis o homem, conforme Deus havia
pretendido que ele fosse”.
O alto preço do pecado, o qual teria levado toda a humanidade para
o Lago de Fogo, eternamente, pôde ser pago totalmente, na Cruz, pelo Deus infinito, que ali se
encontrava como Deus e como Homem. Se a justiça divina não tivesse sido
satisfeita pelo total pagamento dos nossos pecados, Cristo não poderia
ter-Se levantado do túmulo!
A penalidade do pecado é a eterna separação da presença de Deus e
de todo o Seu universo, quando o não salvo é atirado no Lago de Fogo. Isso
acontece a todos os que cometem alta traição contra o Criador [N.T:
e não é justificado pela fé em Cristo Jesus].
Um dos majores horrores no Lago de Fogo é o fato de que, nesse lugar de
tormento, os que odiaram a Deus não encontrarão escape algum, pois Deus
estará presente em suas consciências, e eles não mais terão uma desculpa
atrás da qual poderão se esconder. Davi disse: “Se subir ao céu, lá tu
estás; se fizer no inferno a minha cama, eis que tu ali estás também”
(Salmo 139:8).
É impossível a qualquer ser finito pagar a penalidade infinita
exigida pela infinita justiça divina. Nenhum homem que tentasse pagar
pelos próprios pecados poderia dizer como Cristo: “Está consumado! A dívida foi
paga”. Mesmo porque a penalidade precisa ser totalmente paga, pois, de
outro modo, os portões da justiça não poderiam ser completamente
abertos.
No Livro de Jó, temos alguns lampejos da luta verdadeira que tem
sido travada entre Satanás e Deus, pelo universo: “E num dia em que os
filhos de Deus vieram apresentar-se perante o SENHOR, veio também Satanás
entre eles”. (Jó 1:6). Nesta interessante narrativa, temos um insight sobre o assunto. Este é um
conflito de proporções cósmicas pelo controle do universo e o homem é o
prêmio pelo qual se empenham os dois lados. Trata-se de uma batalha real
pelo coração e pela afeição humana. Não existe garantia alguma no caso de
cada individuo... Cada homem faz a sua escolha individual a respeito do
lado em que ele deseja ficar nessa batalha.
Os cristãos têm um papel vital no empenho pela derrota final de
Satanás (Judas 1:22-23). Em Apocalipse 12:9, lemos: “E foi precipitado o
grande dragão, a antiga serpente, chamada o Diabo, e Satanás, que engana
todo o mundo; ele foi precipitado na terra, e os seus anjos foram lançados
com ele”. No verso 11, lemos: “E eles o venceram pelo sangue do Cordeiro e
pela palavra do seu testemunho; e não amaram as suas vidas até à morte”.
Isso faremos com o amor de Cristo em nossos corações e seguindo o exemplo
que Ele nos deixou, conforme a 1 Pedro 2:21-25: “Porque para isto sois
chamados; pois também Cristo padeceu por nós, deixando-nos o exemplo, para
que sigais as suas pisadas. O qual não cometeu pecado, nem na sua boca se
achou engano. O qual, quando o injuriavam, não injuriava, e quando padecia
não ameaçava, mas entregava-se àquele que julga justamente; levando ele
mesmo em seu corpo os nossos pecados sobre o madeiro, para que, mortos
para os pecados, pudéssemos viver para a justiça; e pelas suas feridas
fostes sarados. Porque éreis como ovelhas desgarradas; mas agora tendes
voltado ao Pastor e Bispo das vossas almas”.
Satanás
continua a se apresentar, ousadamente, diante de Deus, exatamente como no
tempo de Jó. Como o sabemos? Ele continua acusando, dia e noite, os
irmãos, diante do trono de Deus, o que vai fazer, até o dia final,
conforme Apocalipse 12:10: “E ouvi uma grande voz no céu, que dizia: Agora
é chegada a salvação, e a força, e o reino do nosso Deus, e o poder do seu
Cristo; porque já o acusador de nossos irmãos é derrubado, o qual diante
do nosso Deus os acusava de dia e de noite”. Satanás se assemelha a um
presidente deposto, conservando ainda um certo poder, o qual anda pelos
corredores do palácio do governo, tentando influenciar as pessoas, por
trás das cenas. Ele ainda não foi atirado do céu, mas esse dia logo
chegará, conforme Apocalipse 12:12: “Por isso alegrai-vos, ó céus, e vós
que neles habitais. Ai dos que habitam na terra e no mar; porque o diabo
desceu a vós, e tem grande ira, sabendo que já tem pouco tempo”.
Como Satanás vai ser, finalmente, expulso do céu? Um hino antigo
expressa, claramente e de maneira bela, o relato da Escritura: “Tanto na fraqueza como na derrota,
Ele (Cristo) recebeu a coroa da vitória; todos os Seus inimigos foram
postos sob os Seus pés, para serem esmagados. Ele derrubou o poder de
Satanás. Feito pecado, Ele venceu sem pecado. Levado ao túmulo, ele também
venceu a morte e, ao morrer, Ele a matou”.
Satanás não consegue entender como Cristo, através da humilhação e
parecendo ser fraco, pôde triunfar sobre ele. Tudo sobre a cruz confunde
Satanás. Primeiro, ele inspirou Pedro a tentar impedir que Cristo chegasse
à Cruz: “Desde então começou Jesus a mostrar aos seus discípulos que
convinha ir a Jerusalém, e padecer muitas coisas dos anciãos, e dos
principais dos sacerdotes, e dos escribas, e ser morto, e ressuscitar ao
terceiro dia. E Pedro, tomando-o de parte, começou a repreendê-lo,
dizendo: Senhor, tem compaixão de ti; de modo nenhum te acontecerá isso”
(Mateus 16:21-22). Sabemos que foi ele quem inspirou Pedro, porque Cristo
disse: “Para trás de mim, Satanás, que me serves de escândalo; porque não
compreendes as coisas que são de Deus, mas só as que são dos homens”
(verso 24). Depois, Satanás inspirou Judas a entregar Jesus aos rabinos
para que estes mandassem crucificá-Lo: “E, após o bocado, entrou nele
Satanás. Disse, pois, Jesus: O que fazes, faze-o depressa” (João 13:27).
Até hoje, Satanás não consegue entender a razão do Calvário [N.T.:
Nem também a grandeza da ressurreição!].
Em minha opinião, Satanás ainda acha que poderia ser o vencedor
nessa batalha pelos corações e mentes da humanidade [N.T. -
Por isso ele tem se empenhado tanto, principalmente nestes últimos tempos,
em conduzir a igreja à apostasia, para conseguir seguidores dentro do
local, que deveria ser exclusivamente a casa de Deus].
E por que não? Ele oferece o que tem sido ensinado: a ambição e a
concupiscência do homem pelo desejo de possuir riqueza, de usufruir
prazeres hedonistas, de sexo livre, de popularidade, de fama, drogas e
álcool em abundância; enfim, a satisfação de todo tipo de desejo
pecaminoso.
Mas,
apesar dos esforços do “Anjo de luz”, multidões têm seguido a Cristo,
mesmo que isto ofereça ódio e rejeição do mundo, com perseguição e
sofrimento, embora, com a garantia da eternidade, onde a felicidade será
completa. “Far-me-ás ver a vereda da vida; na tua presença há fartura de
alegrias; à tua mão direita há delícias perpetuamente” (Salmo 16:11).
E quanto aos que fazem a escolha errada, optando por se juntar a
Satanás, cometendo traição? Sabemos que “Deus não tem prazer na morte do
ímpio” (Ezequiel 33:11), mas o castigo de cada um é conforme o seu crime.
Quando lemos o que os líderes ateus falam sobre Deus, em ostensiva e
desafiadora rebelião, sabemos que eles O expulsariam do Seu trono, se
pudessem fazê-lo. Eles odeiam
Deus. É claro que o tormento
eterno no Lago de Fogo, por causa de suas constantes traições, será a
colheita final do que eles estão semeando.
Considerem o que disse Richard Dawkins, líder do movimento Novos Ateus, num debate com John
Lenox, um cristão fervoroso, também professor em Oxford, com dois Ph.D.s,
o qual, em suas observações finais, expressa claramente, e de maneira
bela, sua fé em Cristo e na ressurreição de nosso Senhor. A isso, Dawkins,
torcendo os lábios com desprezo, numa voz carregada de veneno, falou: “Sim, bem, falta pouco para encerrar
este jogo, não é? Todo esse estofo sobre a ciência Física...Tudo isso é
muito importante e maravilhoso, mas, de repente, voltamos à ressurreição
de Jesus... Uma coisa tão pequena e trivial, tão local, tão terrena, tão
indigna do universo!”.
Mesmo assim, Deus chama a ressurreição de a maior demonstração já
conhecida de Sua majestade e poder. Como é lamentável esse venenoso
desabafo de Dawkins! Este pagão, que certamente adora a criação em lugar
do Criador (Romanos 1:21-23), está sendo consumido por um ódio íntimo, o
qual vai torná-lo eternamente ridículo. Enquanto isso, o céu vai retumbar
com esta canção eterna e sempre constante: “Digno é o Cordeiro, que foi
morto, de receber o poder, e riquezas, e sabedoria, e força, e honra, e
glória, e ações de graças” (Apocalipse 5:12).
TBC janeiro, 2009 -
Dave Hunt (thebereancall.org)
Traduzida por Mary
Schultze, em 08/01/2009
www.cpr.org.br/Mary.htm