Membros da Opus Dei  ressuscitam

os flagelos da Idade Média

 

         Roma é sempre a mesma e continua superando-se  tremendamente em tudo que é condenável diante dos olhos do nosso grande Deus e Salvador Jesus Cristo.

         À medida em que nos aproximamos do final dos tempos gentílicos, coisas escabrosas estão acontecendo, com o ressurgimento de tenebrosas práticas da Idade Média, pois o Dominionismo da Igreja Católica visa escravizar toda a humanidade sob o tacão do papa, exatamente como o fazia na Era das Trevas.

         Não importa se o católico é direitista ou esquerdista em matéria de política ou se vive uma vida cheia de pecados hediondos,  contanto que ele dê dinheiro à Igreja, em troca de sacramentos e indulgências, a “santa madre” lhe garante a salvação, claro que depois de uma boa temporada de veraneio no lendário Purgatório, digamos de uns 200 a 500 anos. A isso ficam sujeitos até mesmo os papas falecidos, o que demonstra um contraste, pois são eles que liberam as indulgências aos crédulos fiéis, com a promessa de que as almas dos seus entes amados ficarão  menos tempo no Purgatório.

         A novidade agora é ressuscitar as práticas da "oração centralizada"  e da flagelação usadas pelos místicos da Idade Média, as quais até mesmo alguns líderes evangelicalistas americanos, apaixonados pela veneração aos “santos” católicos, estão praticando. Um desses é Richard Foster, guru quaker da Nova Era, cujo livro “Celebração da Disciplina”  foi pregado e estudado por alguns irmãos em nossa PIBT, sob a égide do pastor da igreja.

         Os pastores brasileiros adoram imitar os líderes ecumenistas americanos (e sempre no que há de pior). Brevemente poderemos estar escutando em nossas igrejas batistas (avivadas) que o crente, além de entregar os dízimos e as ofertas, de subir ao monte para orar de madrugada e de jejuar toda semana, precisa usar de autoflagelação, para ficar mais abençoado espiritualmente e para chegar mais perto de Deus.         Na Itália já existe até uma catolicíssima senadora fazendo essas coisas... Ela deve estar bem esclerosada pelo excesso de macarronada regada a vinho tinto. E os católicos brasileiros, na certa, irão logo imitar essa senadora, a qual deverá ser beatificada e canonizada, logo depois de morta, pois a Igreja de Roma adora esquisitices! Vejam abaixo a notícia que trata deste assunto:

         Os pastores brasileiros adoram imitar os líderes ecumenistas americanos (e sempre no que há de pior). Brevemente poderemos estar escutando em nossas igrejas batistas (avivadas) que o crente, além de entregar os dízimos e as ofertas, de subir ao monte para orar de madrugada e de jejuar toda semana, precisa usar de autoflagelação, para ficar mais abençoado espiritualmente e para chegar mais perto de Deus.         Na Itália já existe até uma catolicíssima senadora fazendo essas coisas... Ela deve estar já bem esclerosada pelo excesso de macarronada regada a vinho tinto. E os católicos brasileiros, na certa, irão logo imitar essa deputada, a qual deverá ser beatificada e canonizada, logo depois de morta, pois a Igreja de Roma adora esquisitices! Vejam abaixo a notícia que trata deste assunto:

 

Regresso da autoflagelação na Itália suscita surpresa e admiração

02/03/2007
- A descoberta de que um membro do Parlamento italiano emprega o cilício, um meio de mortificação corporal para combater as tentações, suscitou surpresa.
A entrevista-confissão da senadora Paola Binetti, de 63 anos, publicada pela revista Magazine, do jornal Corriere della Sera, deixou claro não apenas as enormes contradições da coalizão de centro-esquerda da qual é integrante, mas ressuscitou a lendária história do que poderia ser chamado de cinturão de dor, que agora se emprega como uma liga nos músculos da perna.

"Melhor o cilício do que os saltos altos", assegurou a senadora,
admitindo que costuma empregar o instrumento de autoflagelação.
"A mortificação é um exercício de vontade. Há pessoas que fazem votos,
outras passam horas na academia para ficar em forma. E ainda há
mulheres que vivem com saltos altíssimos e incômodos",
comentou.

O cilício, que segundo a definição do dicionário é um cinturão com espinhos e agulhas que as pessoas usam se imolar, foi empregado por muito tempo por comunidades monásticas durante a Idade Média.

Santos, profetas, ascetas e penitentes costumavam expiar os seus pecados
assim e personalidades mundanas da história também o usavam, entre elas o pensador católico Thomas Moore, chanceler de Henrique VIII.
[Já canonizado por JP2].

Nos tempos modernos são poucas as comunidades que continuam empregando-o. O Papa Paulo VI, falecido em 1978 e conhecido por ser  uma pessoa sumamente austera, costumava utilizar o cilício, segundo revelou seu secretário depois de sua morte [Com tanto cilício, segundo Eric Jon Phelps (The Vatican Assassins), ele se tornou tão “santo” que mandou assassinar o Presidente Kennedy, porque este não quis prosseguir com a Guerra do Vietnã, a qual estava rendendo uma fábula à Igreja de Roma - MS]

Embora seja um membro do ultra-conservador movimento Opus Dei, ela foi
eleita pelo partido moderado de centro-esquerda La Margarita. Na
quarta-feira de Cinzas passada, data em que antigamente os penitentes vestiam o cilício, a parlamentar italiana com certeza padeceu sob o cilício. Pelo menos de forma simbólica: sua coalizão perdeu a maioria no Senado e provocou a queda do governo de Romano PRODI.

Uma semana depois, o governo se salvou, embora tenha sido obrigado a renunciar a alguns de seus objetivos iniciais, como a legalização dos casais, tanto de heterossexuais como de homossexuais. Esses foram alguns pontos criticados pela senadora Binetti dentro de seu próprio partido.

Para o professor espanhol Daniel Arasa, professor da Universidade Pontifícia Santa Cruz e membro da Opus Dei, "hoje em dia não se entende o conceito de sacrifício e sofrimento e, por isso, as pessoas se escandalizam com o uso do cilício, que é um aspecto mínimo da vida de um cristão", comentou à AFP.

Contudo, a senadora comunista Rina Gagliardique, sua colega no Parlamento,
ficou chocada com a revelação: "Somos realmente muito diferentes, mas não pensava que chegasse a tanto. O cilício no século XXI me parece alucinante", assegurou. O célebre e malvado personagem do albino Silas no popular livro "O Código Da Vinci" despertou o interesse pelo incômodo instrumento de dor, em meio mundo, e agora não se descarta a possibilidade de que seu uso volte a ser imposto. "Não é terrível, nem doloroso, nem masoquismo, é algo sensível, que serve para recordar o próprio compromisso com Jesus", sustenta Arasa, admitindo que a Opus Dei recomenda que seus "seguidores" o usem diariamente por duas horas.

(Fonte: AFP). http://www.ig.com.br / www.portalitalia.com.br.

Se os católicos lessem as Epístolas de Paulo jamais cairiam nesses engodos demoníacos, que maltratam o corpo, degeneram o espírito e acabam conduzindo-os ao inferno... Pois o Purgatório não existe!

Até a volta do Senhor Jesus Cristo, ainda iremos presenciar coisas mais escabrosas, pois, como diz o Apóstolo João em Apocalipse 12:12: “.... Ai dos que habitam na terra e no mar; porque o diabo desceu a vós, e tem grande ira, sabendo que já tem pouco tempo”.

 

Mary Schultze, 08/04/2007 - http://www.cpr.org.br/Mary.htm

 

Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça. (1 João 1:9)
...o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado. (1 João 1:7)