Com autorização do autor, reproduzo o texto abaixo que integra uma peça teatral. Paulo Pimentel, presidente do CPR
PELEJA DE PAPAI NOEL COM PAPAI CORDEL
(SINÓPSE)
- Finalmente, aqui e agora,
É chegada a hora e a vez
Foi prometido a vocês:
- O encontro de Papai
Noel, aqui num dueto,
com Papai Cordel que vai
bagunçar este coreto!
- Um veio do Pólo Norte,
o outro do Pólo Nordeste,
pra um desafio de morte,
como lá no Velho Oeste.
- Peleja é um desafio,
Feito qualquer outro esporte.
Como se fosse o Brasil
Jogar contra o Pólo Norte.
- É um jogo de poesia
Que a gente tem que rimar
Tudo que a cabeça cria,
De improviso, sem pensar.
- Se esta moda sertaneja
É do jeito que falai,
Vamos logo a esta peleja
Pra ver quem eleito sai.
- Eu pelejo no ganzá,
O senhor peleja o sino,
O que melhor pelejar
Será o Papai natalino.
Assim começa essa PELEJA nunca vista – entre PAPAI NOEL E PAPAI CORDEL – da qual sairá (com o voto da platéia) o verdadeiro PAPAI DO NATAL. Em lúdico passeio pelos ritmos da fala e cantoria brasileiras, cada um dos dois PAPAIS exalta a Cultura, o clima, costumes de sua Terra Natal. Quando este embate poético atinge seu clímax, PAPAI CORDEL indaga: “Qual dos dois tem mais tempero/pra ser o Papai Natalino/o que veio do estrangeiro/ou do Sertão nordestino?” Aderindo á graça do ritmo, das rimas e versos da dupla de PAPAIS BRINCANTES, a platéia elege/escolhe qual dos dois é o verdadeiro PAPAI DO NATAL. Feita a votação, a dupla pede mote à platéia ( referente ao Natal), a partir do qual canta-se o desfecho da apresentação, com o público repetindo o mote como refrão.
Dê, enfim, ao Seu Natal,
Um brilho bem diferente,
Contratando, afinal,
Esses ases do repente.
Autores:
Edmilson Santini e Thomas Bakk.
Com:
Edmilson Santini (PAPAI CORDEL)
Gedivan de Albuquerque (PAPAI NOEL)
Atenciosamente:
Edmilson Santini
Contato:
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