Síndrome
Waldomiriana
Depois de ler o artigo “The Coming
Persecution of Christians in the Coming One World Government”, a “caçadora
de heresias” pentecas foi dormir, tendo caído nas garras de um pesadelo
horripilante.
Ela e o Atalaia chegavam à
entrada de uma sinagoga waldomiriana, lá para as bandas do Bairro dos Epitáfios, e entravam para
assistir a mais um desempenho da “corrida em busca do ouro apostólico”. Como
sempre, receberam uma oferta da “água purificadora do Jordão” e do “óleo
ungido”, misturado ao “colágeno escorrido das narinas dos quatro seres viventes”
(segundo afirmação dos obreiros recepcionistas), duas “preciosidades” recusadas
pelos visitantes.
Lá dentro, eles viram uma enorme multidão, balançando languidamente o
corpo e repetindo o mantra “Sai, sai,
Satanás”, criado por um famoso bispo penteca, hoje bilionário em dólares. O
culto-show prosseguia, com o “pastor” gritando que “o verdadeiro cristão é
aquele que vai à igreja várias vezes por semana, entrega o dízimo, mais ofertas
de peso, e pratica os mandamentos do
apóstolo, pois somente este se comunica diretamente com o Senhor, a fim
de nortear as desgarradas ovelhas que manquejam neste mundo
perigoso”.
“Meus irmãos, vocês precisam comer
a Palavra de Deus... Coloquem um pouco de sal grosso na boca, pois ele vai
facilitar um gemido igual ao do Espírito Santo, que por nós intercede ao Pai com
gemidos inexprimíveis. Vamos gemer: umh, umh, umh...” Os
crentes obedecem e o salão se transforma no muro das lamentações judaicas, igual
àquele em que o papa alemão fingiu
que estava intercedendo pela paz de Jerusalém.
O “pastor renascido”, segundo os padrões waldomirianos, prossegue, depois
de alguns atentados letais à Palavra Santa: “Meus irmãos, agora vamos comprar os
lencinhos ungidos com o suor milagroso do apóstolo, pois ele cura todo tipo de
doença, ferimento e maldição de Satanás. Nosso apóstolo tem passado muitas horas
da noite orando e conversando ao vivo com o Senhor, trazendo Suas últimas instruções para um viver cristão
conforme a Sua vontade”. Os
inocentes fazem fila e vão entregando aos obreiros suas minguadas notas de 10
Reais, adquirindo os tais “lenços ungidos”, acreditando que estes garantem uma
proteção absoluta contra todo tipo de mal físico ou espiritual, que porventura
proceda de Satanás...
Um rapaz alto olha com estranheza para o Atalaia e a “caçadora de
heresias”, indagando aos gritos, (pois o barulho não permite que se fale
normalmente): “Por que vocês não compram
os lencinhos ungidos pelo apóstolo? Não acreditam neles?” A “caçadora”, sempre mais afoita que o
Atalaia, responde: “Não, nós não
acreditamos no poder miraculoso dos lencinhos, pois isto cheira a ocultismo”.
O rapaz faz uma cara feia e
diz: “Então, por que estão aqui? Para
espionar nossos cultos? Acho melhor darem o fora, porque a coisa pode esquentar,
se os obreiros descobrirem penetras em nosso salão” (Quem vive à margem da Palavra de
Deus está sempre temeroso de algum tipo de perigo).
Obama está sendo beneficiado pelos pentecas fanáticos, acostumados a obedecer aos seus líderes
religiosos.
O
governo
americano,
segundo o escritor cristão Paul Mcguire, (autor da obra “The Day the Dolar Died”) estaria
criando uma lei de exacerbada perseguição aos cristãos, que se
posicionarem contra um total ecumenismo político e religioso, repudiando a criação da Nova Ordem Mundial.
Em
breve seremos perseguidos...
Imaginem
a delicada situação dos inocentes waldomirianos, quando forem aprisionados como
“terroristas de extrema direita”, caso não se dobrem às exigências ecumenistas.
Os cristãos bíblicos incomodam os governos ocidentais por causa de sua fé
inabalável na Palavra de Deus. Os pentecas, por causa do seu fanatismo
religioso. Uns e outros serão rotulados como indesejáveis, por não aderirem às novas
leis americanas, as quais serão implantadas em todos os países do Ocidente,
visando à criação de um Estado totalitário, nos moldes do Nazismo alemão e do
Comunismo russo, para uma rápida execução dos planos da ONU,
segundo
McGuire.
Não
somente o dólar vai desaparecer, mas todas as moedas do planeta, para que seja
implantado o “Omni Card”, ou “Cartão Total”, onde constarão todos os dados de
cada habitante da Terra, ficando estes sob o controle dos inimigos de Cristo. O
controle através dos chips e a identificação pela “íris” já estão funcionando em
alguns setores americanos. Pessoa alguma poderá escapar dos olhos perscrutadores
do “Big Brother”, conforme este foi apresentado, há tantos anos, por Orwell, em
sua obra “1984”.
Quem não estiver totalmente firmado na Palavra de Cristo, pela qual
seremos todos julgados (João 12:48), ou não tiver sido arrebatado, no início da
Grande Tribulação, receberá este
cartão e ficará sob a égide satânica da Nova Ordem Mundial e dos seus poderosos
dirigentes. E não adianta exclamar, como aquela solteirona da novela global: “Jesus, me abana!”. Porque o Senhor não
vai reconhecer pessoa alguma que não O tenha conhecido e amado, nem vai livrar os “inocentes úteis” dos
horrores que vão desabar sobre este planeta, no Dia do Senhor.
Mary
Schultze, 29/05/2009.