Um adeus a Freud

 

        Na sexta feira passada (18/04), fui assistir à última aula de Psicologia (duas horas de duração) na UNIVERTI. O assunto da primeira parte da classe foi embasado em Freud e, como a professora é vidrada neste criador da Psicanálise, por ser uma psicanalista clínica, o assunto tratado foi o comportamento do pai e da madrasta que trucidaram e atiraram a menina Isabela Nardoni pela janela do 6º. andar do prédio de apartamentos onde residiam. Este foi um dos crimes mais chocantes entre os muitos que têm acontecido neste país, o qual teve a infelicidade de ser colonizado e “evangelizado” pelos jesuítas, desde o seu descobrimento, em 1500 d.C.

Por causa da corrupção moral e religiosa, que sempre tem norteado a igreja do papa, o Brasil continua mantendo uma consciência dobre em seu povo e, quem não se converteu realmente ao evangelho de Cristo, é capaz de cometer as piores atrocidades, uma vez que as leis são criadas pelos corruptos parlamentares e a impunidade campeia em todos os setores nacionais. Quem tem dinheiro nunca vai para a cadeia.

Infelizmente, uma grande maioria de homens e mulheres honestos trabalha pelo menos oito horas diárias, para enriquecer uma minoria corrupta, nascida em berço de ouro (como os assassinos de Isabela), ou então essa turma de desocupados que ficam assentados nas cadeiras parlamentares, pelo voto de um povo que nunca sabe escolher bem os seus governantes, mesmo porque é quase impossível conseguir um candidato que seja realmente íntegro. Meu marido costumava dizer que seria melhor fechar de vez o parlamento brasileiro, a fim de que o país pudesse crescer...

Voltando à UNIVERTI, minhas colegas da terceira idade deram sua opinião sobre o caso Isabela e uma delas até foi muito generosa, querendo explicar que o casal teria agido sob intensa emoção (quem falou isso?), a fim de perpetrar um crime tão hediondo. Só que nenhuma delas lembrou-se de dizer que “um abismo chama outro abismo (Salmo 42:7) e que esse casal amasiado já havia dado o primeiro passo para endurecer a consciência, quando cometeu o pecado da imoralidade, dando uma demonstração de desrespeito às leis de Deus, o que, aliás, a esmagadora maioria das pessoas tem-se achado no direito de fazer...

Paulo nos ensina em Gálatas 5:19 que entre as obras da carne estão o adultério, a prostituição, a imoralidade e a lascívia, quatro dos pecados cometidos pelo casal de assassinos da pobre menina, numa “família” constituída sem a aprovação divina.

Alguém mencionou a inveja da madrasta (com dois filhos do sexo masculino, quando tanto teria desejado uma menina) e uma colega judia citou o caso de José. Ela disse que os irmãos de José morriam de ciúmes dele e pediu que eu contasse a história desse personagem da Bíblia (o qual foi um protótipo de Cristo), visto como eu (segundo ela disse) conheço melhor a Bíblia.  Aproveitei a oportunidade para contar a história de José do Egito e citar alguns versos bíblicos, inclusive Romanos 8:28, explicando por que Deus permitiu o sofrimento de José, a fim de salvar, anos mais tarde,  o povo judeu da fome, do mesmo modo como Ester salvaria o seu povo da morte, com a coragem de enfrentar o Rei Assuero.

Na segunda parte da aula, o assunto versou sobre a leitura e interpretação de um conto árabe, cujo herói enfrentou o perigo de ser enforcado para salvar a sua tribo do extermínio. Aproveitei novamente o ensejo e contei detalhadamente a história da Rainha Ester, enaltecendo o povo judeu, o que agradou sobremaneira as três colegas judias da turma.

Estou abandonando o curso de Psicologia, porque aquelas senhoras idosas estão encruadas demais em suas tendências católicas e novaerenses, descrendo absolutamente da Bíblia como sendo a Palavra de Deus. Não tenho mais paciência para evangelizar gente velha (como eu). O Pr. Neemias Marien costumava me chamar “bibliólatra”, no tempo em que eu freqüentava a IP de Copacabana. Considero a Bíblia como se fosse Jesus Cristo encadernado, do mesmo modo como Jesus Cristo é o Verbo (Palavra) encarnado. Por isso fico agastada, quando alguém minimiza o seu valor, considerando-a como um livro qualquer (Quem sabe eu seja mesmo uma tremenda bibliólatra!)

Fico triste, imaginando o desespero dessas colegas: católicas, novaerenses e judias (incrédulas), que nunca leram a Bíblia, quando o Senhor Jesus Cristo voltar em glória. Se elas ainda não tiverem morrido de velhice (como eu, também), na certa vão encarar horrores nas mãos do Anticristo, o qual na certa será recebido festivamente, como o esperado “cristo cósmico” das nações. Isso para não citar todas as pragas do Apocalipse!

 

 

Mary Schultze, 21/04/2008 - www.cpr.org.br/Mary.htm

 

Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça. (1 João 1:9)
...o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado. (1 João 1:7)