Vou dar o fora... FUI!

 

No curso de Redação Criativa, que estou freqüentando, desde fevereiro, na Universidade da Terceira Idade, deveria ser respeitado o lema “Imparcialidade”, o qual tem sido pregado. Infelizmente, porém, tudo ali é válido e toda opinião é respeitada, menos a minha, quando tento rebater alguma heresia ou exaltação à imoralidade, usando um verso de Paulo.

A maioria das idosas é constituída de gente totalmente incrédula, católica ou espírita. Hoje, durante a aula, uma das colegas (que se veste tão extravagantemente, como se estivesse desfilando no Carnaval, e fala de sexo, o tempo inteiro), explicou que não pode aceitar trabalho meu na revista que está sendo ali editada, por causa da mania que eu tenho de “citar religião”.  Com isso a maioria concordou, imediatamente.

Quando uma colega (judia, espírita) quis me defender, interrompi-a, simplesmente por que... Não me interessa publicar artigos na revista da nossa turma. Primeiro, porque não sei escrever coisa alguma que não seja para a glória do Senhor Jesus Cristo, a quem sirvo de coração. Segundo, porque, hoje, por exemplo, estou com, aproximadamente, 294.000 resultados para “Mary Schultze”, no Google. Aí eu pergunto: o que significa publicar um artiguinho, na revistinha da turma, quando apareço em mais de 88 sites da Internet, publicando meus artigos, que são lidos até no Japão?

Interessante é que, quando é lido um trabalho meu, cada semana, noto que a turma fica totalmente em silêncio, durante, e depois da leitura. Isso mostra que a Palavra de Deus é poderosa!

As duas colegas, encarregadas da revistinha, escrevem artigos, dignificando o amor livre e todo mundo acha lindo! O assunto de hoje, por exemplo, foi a passeata do “Orgulho Gay”, no domingo passado. Uma delas até exclamou: “Que maravilha!” O Brasil é gay!"  Escutei tudo, calada, e quando tentei perguntar: “Orgulho de que? De serem imorais? De viverem de modo aberrantemente diferente daquele que Deus ordena que seja vivido? De serem as maiores vítimas e também os maiores transmissores da AIDS?” ... Depressa me mandaram calar a boca...

O lema “Imparcialidade” é válido para todas as mulheres idosas, que ali se encontram, por falta do que fazer. Todas elas estão a poucos metros de distância do túmulo ou do crematório (como eu, também) e, mesmo assim, ainda estão ligadas (mais do que eu) às futilidades do mundo, achando que estamos vivendo numa era dourada, declarando que todos têm liberdade de agir conforme o seu coração. Isso mostra que elas jamais leram Jeremias 17:9, que diz: “Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o conhecerá?”  Também nenhuma daquelas idosas senhoras (nem mesmo as judias) deve conhecer o que diz Provérbios 16:25, que diz: “Há um caminho que parece direito ao homem, mas o seu fim são os caminhos da morte”.

Que mundo maravilhoso é esse, ali pregado? O que se vê, ultimamente, são as terríveis enchentes devastando cidades inteiras. São os furacões derrubando casas e levantando carros pelos ares, como se fossem feitos de papel. São os terremotos arrasando vilas e cidades, no Oriente e no Ocidente. Até no Ceará já estão acontecendo tremores de terra! E as novas doenças transmissíveis, que se alastram, mais rapidamente do que as curas encontradas para as antigas? O que dizer daquele alemão, que praticava antropofagia, num país, que foi o berço da Reforma? E da moça, de classe média alta, que colaborou no assassinato do pai, a fim de conseguir dinheiro para a droga que ela e o namorado consumiam diariamente?  E do pai, que matou a filha inocente (Dois casos acontecidos no Brasil)? E do pai, que trancou a filha num subterrâneo (Na Europa), durante 24 anos, usando e abusando dela, sexualmente?  Todos esses desastres ecológicos e hediondos pecados têm resultando em milhares e milhares de vítimas inocentes!

Por acaso este é, de fato,  o mundo maravilhoso pregado nas aulas freqüentadas pelas minhas colegas velhinhas, e analfabetas na Bíblia, embora excelentes no manuseio do vernáculo?

Deus não é apenas uma lenda criada e/ou acreditada pelos “fanáticos religiosos”, como, provavelmente, elas me consideram. Deus é uma REALIDADE. Deus não  está morto, como algumas devem pensar. Ele está mais VIVO do que nunca e Sua mão já está pesando sobre os povos, que não crêem nEle, não amam o Seu Filho, nem crêem no Seu sacrifício vicário na cruz do Calvário, porque vivem apegados aos falsos deuses terrenos!

Jesus falou, em Sua oração intercessória ao Pai: “E a vida eterna é esta: que te conheçam, a ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste”. (João 17:3).

Ora, essas pobres mulheres da “Quarta Idade” não conhecem o Deus de Abraão, Isaque e Jacó e nem conhecem o Seu Filho Jesus Cristo; portanto,  todas vão ser condenadas ao inferno de fogo, sem qualquer direito à vida eterna, que Cristo veio nos dar. Lamento por elas. Lamento por mim, que não tive capacidade para conduzir pelo menos uma delas aos pés do Rei dos reis e Senhor dos senhores. Estou cansada, vou abandonar esse curso e me refugiar neste pequeno escritório, diante da minha BKJ, da minha FIEL e da tela do meu computador. Este me entende, me ajuda a propagar a minha fé e ainda me rejuvenesce, quando recebo e-mails de alguns irmãos amorosos, agradecendo a Deus pela minha vida.

Cansei da UNIVERTI! Por isso, vou dar o fora... FUI  !

 

Mary Schultze, 28/05/2008