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Prêmio príncipe das Astúrias de Investigação às bioquímicas editoras do DNA

Dois bioquímicas, a francesa Emmanuelle Charpentier e a norte-americana Jennifer Doudna foram premiadas hoje com o Prémio príncipe das Astúrias de Investigação Científica e Técnica, em 2015, a desenvolver uma tecnologia que permite editar genomas de maneira simples e precisa, e manipular o DNA de plantas, animais e humanos

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Segunda-feira 06.10.2014

Segunda-feira 07.10.2013

Terça-feira 04.06.2013

Terça-feira, 07.05.2013

Charpentier, de 47 anos, e Doudna, de 51, foram pioneiras na aplicação de uma técnica denominada CRISPR-Cas9, que atua como uma tesoura molecular para cortar e substituir com grande precisão letras de DNA.

Charpentier (Juvisy-sur-Orge, França,1968), bioquímica e microbióloga especializada em vírus, é uma das pesquisadoras mais inovadoras no domínio da terapia genética que, em 2002, estabeleceu o seu próprio grupo de trabalho e que tem estado ligada a diferentes universidades da Áustria e da Alemanha.

Jennifer Doudna (Washington, D. C., 1964), doctorada em Química Biológica e Farmacologia Molecular em Harvard, é professora na Universidade da Califórnia, em Berkeley, onde também dirige a Divisão de Bioquímica, Biofísica e Biologia Estrutural.

Uma revolução na biologia molecular

A candidatura destas duas pesquisadoras foi proposta pelo presidente do Comitê Científico para Pesquisa Antártica (SCAR), Jerónimo López Martínez, se impôs com clareza as 38 candidaturas restantes e saiu na frente por unanimidade do júri.

Ele tem se destacado na acta da “revolução na biologia molecular”, alcançada por estas pesquisadoras, que tem conduzido ao desenvolvimento de uma tecnologia que permite modificar genes, com grande precisão e simplicidade em todos os tipos de células, possibilitando mudanças que constituem uma verdadeira edição do genoma”.

A partir desses avanços uniram seus esforços com uma visão inovadora que lhes permitiu desenvolver o sistema CRISPR-Cas, que permite eliminar, movimentar-se, inativar, mesmo corrigir, qualquer gene, dando lugar a diversas aplicações, tanto na pesquisa básica como na agricultura, pecuária e biomedicina.

A neurobióloga Mara Dierssen Covas, que tem feito parte do júri, foi qualificado de “revolucionária” a técnica desenvolvida por bioquímicas premiadas.

Para esta estudiosa das bases genéticas da deficiência e presidente da Sociedade Portuguesa de Neurociências, sua técnica para editar o genoma tem sido um “avanço sem precedentes” para os que, como ela, trabalham no domínio da biologia molecular, neurociências, cancro ou as doenças raras.

“Em dois ou três anos que leva esta ideia em marcha se expandiu a sua utilização em vários domínios, a margem de biologia molecular”, disse.

Por sua parte, paleoantropólogo Juan Luis Arsuaga, co-director das escavações da serra sucedido de Atapuerca, assinalou que a técnica que desenvolveram as duas peritas pode servir “para retornar à vida, ou ressuscitar espécies extintas”.

Embora não seja um aplicativo que tenha sido destacada na hora de conceder o prêmio, Arsuaga, também membro do júri, disse que na área em que trabalham as premiadas poderia servir para modificar o genoma de uma espécie viva inserindo genes de seu parente fóssil”.

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Prêmios e punições para reforçar as condutas da criança

Ninguém nasce sabendo e, as crianças, repetem-se ou não uma conduta em função de suas consequências. O sistema de prêmios e castigos é um dos métodos que ajudam os mais pequenos adquiram o hábito da maneira de se comportar. Aplicá-los adequadamente é importante

EFE/Biel Tempero

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Quinta-feira 24.07.2014

Terça-feira 25.03.2014

O sistema de pontos, o de elogios e louvores, punições eficazes ou a retirada da criança de situações desagradáveis são diversas táticas que, desde que temos o uso da razão, nos ensinam a agir em uma ou outra direção. Além disso, são os pais que têm de descobrir o quão importante é a atenção que prestam para reforçar os comportamentos da criança.

Mais uma vez, a psicóloga Supernanny , guia-nos para fazer um bom uso de recompensas e punições para canalizar a ansiedade ou a agressividade. Mas, onde está o segredo para obtê-lo? Nas conseqüências. E é que um simples beijo depois de recolher os brinquedos pode ser uma experiência positiva para a criança, algo que reforça que aumenta as possibilidades de que volte para buscá-las no dia seguinte.

O que são?

Os prémios e castigos são o resultado dos sucessivos comportamentos e determinam que, em uma situação parecida, se repitam ou não. Antes de usá-los, é necessário que se tenham em conta três aspectos:

  • É imprescindível aplicar todas as técnicas em conjunto para que eles funcionem.
  • Um prêmio é algo que é gratificante para quem o recebe.
  • Um castigo, só pode ser considerado como tal quando quem o sofre, vive como algo negativo.

Algo que, geralmente, não nos damos conta é que, se a criança se lhe presta atenção quando chora, cola ou chore, se reforça a sua conduta, embora a intenção seja a contrária. O pequeno monopoliza a atenção de seus pais, e isso para ele já é um prêmio suficiente.

A chave é não cair no erro de escolher apenas as condutas negativas, já que isso impede de observar e avaliar as positivas, com o qual se corre o risco de que não as repita.

Tempo fora

É uma técnica que, a especialista aconselha e que consiste em retirar a criança da atividade que está realizando e levá-lo a um espaço onde não haja entretenimento durante um certo tempo. É dinheiro que se cumpram alguns requisitos:

– Devem desaparecer dos realçadores que mantêm a conduta.

– Você tem que avisar a criança de que, se você insiste em tal conduta, pode levá-lo a um lugar onde não haja entretenimento durante um determinado período de tempo.

– O local escolhido não deve fornecer à criança um tipo de entretenimento. “Se você o leva ao salão e pode ver desenhos animados, não viverá a mudança como uma consequência desagradável de seu comportamento”, garante a psicóloga.

– A retirada da actividade não deve dilatar-se no tempo. Pode-Se seguir um critério relacionado com a idade da criança, por exemplo, um minuto por ano.

– Os pais devem ter claro que a criança vai cumprir a medida. “Se acabam enfrentando-se com ele ou persiguiéndole por toda a casa para que permaneça no local escolhido, se tornará um jogo gratificante para ele”.

– É necessária consistência e firmeza na aplicação. Há que se lembrar que, se não se aplica sempre que se dê o comportamento inadequado, voltará a aparecer.

– Esta técnica deve-se combinar com outras, como dar à criança uma tarefa reconstrutiva e reforçar as condutas alternativas.

O que fazer diante de uma birra

Entre as condutas que mais preocupam os pais, encontram-se as míticas birra. Se tira o chão, põe-se a chorar e a dar pontapés, seja em casa, na rua ou em qualquer lugar público.

Sim, há que se lembrar que deve ser acompanhada por um reforço de comportamentos positivos: o atendimento à criança quando parar de chorar, não importa o que tenha feito durante a birra.

É uma conduta típica de crianças de 2 e 3 anos e os passos a seguir antes dela são:

  1. Ignorar a conduta e continuar o que você estava fazendo.
  2. Expressar na primeira pessoa o efeito que provoca a sua atitude, como é “eu estou enfadando muito”.
  3. Usar palavras-chave ou frases curtas como “suficiente” ou “acabou-se”.
  4. Dizer calmamente o filho que não vai conseguir o que quer: “desculpe, eu não vou comprar bugigangas”.
  5. Aumentar o com firmeza qual é o comportamento que se espera dele: “quando se tranquilices e deixe de chorar, eu te atendo”.
  6. Retirar-se da situação e dar à criança um tempo para refletir.

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Premiados projetos de Espanha e Guatemala por lutar contra a morte no parto

Um projeto da guatemala e outra português foram premiados com dois milhões e us $ 250.000, respectivamente, por avançar na redução de óbitos no momento do parto, um fenômeno que se cobra a vida de milhões de mães e bebês a cada ano em todo o mundo

Segunda-feira 03.09.2018

Terça-feira 28.08.2018

Sexta-feira 31.08.2018

O projeto da guatemala “Vivam as mães”, dirigido pelo ginecologista e diretor do Centro de Pesquisa em Saúde Sexual e Reprodutiva da Guatemala, Edgar Kestler, foi financiado com dois milhões de dólares, com os que podem ajudá-lo, através de técnicas inovadoras médicas e de difusão, as mães de até dois departamentos inteiros de Guatemala.

Ambos os projetos foram premiados na feira de invenções e novos produtos “Saving Lives at Birth” (Salvar vidas durante o trabalho de parto), que hoje teve lugar em Washington e em que se expuseram 53 inovações médicas, tecnológicas, sociais e empresariais para combater a morte de crianças e mulheres em trabalho de parto.

“Saving Lives at Birth” é um consórcio internacional formado por Grand Challenges Canada (GCC), financiada pelo Governo do Canadá, a Agência norte-americana para o Desenvolvimento Internacional; o Departamento de Desenvolvimento Internacional da Grã-Bretanha; o Governo da Noruega, e a Fundação Bill & Melinda Gates.

“Nosso projeto tem três pernas: a promoção social, a pôr em contacto as parteiras tradicionais com parteiras profissionais, e a formação em clínicas de bons profissionais”, explicou à Efe o promotor de “Vivam as mães”, o guatemalteco Edgar Kestler.

Os três campos de atuação estão dirigidos a um mesmo objetivo: conseguir reduzir o elevado número de partos caseiros que ocorrem na Guatemala, e que, segundo Kestler, apresentam um índice de mortalidade muito mais elevado do que aqueles que ocorrem em hospitais e clínicas.

“Melhoramos a qualidade do atendimento nos centros de saúde e também a comunicação com a comunidade, para, assim, reduzir os partos em casa e potenciar que se dê à luz em hospitais”, explicou o médico, que disse que estas medidas foram já vem aplicando, durante dois anos, em alguns distritos da guatemala, em que os partos em hospitais aumentaram 10 %.

Por sua parte, o projeto português liderado pelo professor Frederico Pallardó para lutar contra a sepse é a elaboração e a distribuição em Uganda (África) de tiras radioactivas que permitem medir a quantidade de proteínas histonas no sangue e diagnosticar se o paciente está infectado.

“Com uma detecção rápida e precisa, dá-se o antibiótico só quando se deve dar, o que permite economizar”, disse o professor, que pôs como exemplo, que um médico de Malawi participante na feira havia alertado, diante da escassez de antibióticos para a sepse, que têm os hospitais do país.

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Prêmio IDIS para a jornalista de EFEsalud Laura Martinez Tebar

A jornalista Laura Martinez Tebar, de EFEsalud, ganhou uma menção honrosa na II edição dos prémios anuais da Fundação IDIS, “Prêmio Jornalístico IDIS-Healthcare Quality”, uma entrega, que teve lugar na terça-feira, na Associação de Imprensa de Madrid (APM)

Laura Martinez Tebar junto a Emílio de Bento, presidente de ANIS, que lhe entregou o prêmio/Foto fornecida pelo IDIS

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Sexta-feira 02.03.2018

Segunda-feira 20.06.2016

Terça-feira 28.06.2016

O trabalho de Laura Martinez Tebar que tem sido premiado foi publicada em EFEsalud em 25 de janeiro passado e leva o título de “se Informar com rigor sobre saúde na internet: assim é o paciente expert”.

É um pequeno guia para aceder a informações de saúde de qualidade na rede.

O Prêmio da II edição destes prémios foi para a jornalista Laura Gutiérrez Ibañez, por um trabalho publicado no “Jornal do Médico”, com o título “o Faltam ou não faltam médicos?”.

Ana Medina, de “Expansão”, obteve-se um terceiro reconhecimento através de uma menção especial.

O objetivo do Prêmio Jornalístico IDIS-Quality Healthcare é o reconhecimento da divulgação da qualidade dos cuidados de saúde em Portugal. “O prêmio valoriza -conforme explica o IDIS – o trabalho dos profissionais da comunicação que, com suas obras jornalísticas contribuem para a divulgação da percepção do cidadão sobre a realidade assistencial, segurança e qualidade das instituições de saúde, os resultados de saúde, parceria público-privada e de inovação em matéria de saúde, entre outros aspectos”.

Martínez Tebar, que recebeu o prémio das mãos do presidente da Associação Nacional de Informadores de Saúde (ANIS), Emilio de Benito, disse em seu discurso, após receber o diploma, que “a informação sobre a saúde, além de um direito para o paciente, é um dos temas que mais interesse desperta na sociedade; os meios de comunicação, temos o dever de atender a esta demanda social com o maior rigor e profissionalismo exigível”.

“A abertura de novos cenários de acesso à informação coloca sérios desafios para o paciente já que grande parte dos bulos que circulam pela Internet afetam a saúde. Por isso, jornalistas e saúde partilhamos a missão de informar e formar o paciente, fornecer ferramentas para ser ‘um paciente informado e empoderado’ e, em definitiva, alejarle do ‘ruído’ e da desinformação, que se multiplica em rede”, acrescentou Laura Martínez, que assegurou que este reconhecimento “é um grande incentivo que me impulsiona em meu trabalho”.

Redes sociais e ciberperiodismo

Antes da entrega do Prêmio, teve lugar um debate intitulado “Redes sociais, ciberperiodismo e novos gêneros”, moderado pelo diretor de Desenvolvimento Corporativo e Comunicação da Fundação IDIS, Fernando Mugarza, em que intervieram Anna Valderrama, chefe do Departamento de Televisão em Portugal e Espanha da Reuters TV; Ana López, responsável Periodistamovil.com Raquel Seco, coordenadora de redes sociais de “O País”; e José Antonio Praça, coordenador de Redação do “Jornal do Médico”.

Na abertura do ato, o presidente do Instituto para o Desenvolvimento e Integração da Saúde (Fundação IDIS), Luis Mayero, defendeu a responsabilidade, a ética e o rigor no exercício do jornalismo e se recusou a “infoxicación”.

O presidente da Federação de Associações de Jornalistas da Espanha (FAPE), Nemesio Rodrigues, exaltou o contraste e a seleção de notícias por parte dos jornalistas como freio aos conteúdos falsos na internet, ao mesmo tempo em que denunciou a redução dos investimentos e das redações no jornalismo.

No curso do debate, Ana Lopes salientou que a transformação digital “é uma oportunidade para o jornalismo”, enquanto José Antonio Praça foi mais longe e considerou uma “obrigação” para adaptar-se ao jornalismo digital.

Anna Valderrama colocou o acento em que, diante da grande concorrência das redes sociais na difusão de conteúdos, há que redobrar os esforços para trabalhar com responsabilidade e de forma impecável.

“A chave é exercer o jornalismo”, disse Raquel Seco, que apontou que a transformação digital implica em uma mudança social e cultural.

Estes jornalistas defenderam uma acreditação para páginas web de qualidade e considerou que os meios de informação devem marcar a agenda jornalística do que fazem atualmente.

Aqui você pode acessar outros trabalhos de Laura Martinez Tebar em EFEsalud

A falta de papéis femininos na ciência afeta a saúde da mulher

As vozes da dor

Amianto: assim afeta a saúde o principal cancerígeno de trabalho

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Perguntas e respostas sobre proteção solar

Proteger-se do sol é uma medida preventiva fundamental para a saúde, embora, na maioria das vezes não se realiza de forma correta. Especialistas fornecidos pela Associação Nacional de Perfumaria e Cosméticos (Stanpa) respondem a todas as questões relacionadas com a protecção solar

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Quinta-feira 13.07.2017

Terça-feira 13.06.2017

Quarta-feira 03.08.2016

A prevenção contra o sol deve se tornar um hábito diário, durante todo o ano e em todo o tipo de peles, em especial as mais claras. Os riscos de câncer de pele, melanoma ou carcinoma basocelular, lesões dermatológicas e aceleração do envelhecimento tornam a proteção solar é uma questão de saúde pública.

Assim se pôs de relevância no EFEForum Saúde, realizado recentemente em colaboração com Stanpa, em que participaram a diretora-geral desta associação, Val Diez; o doutor Raul de Lucas, membro da Academia Espanhola de Dermatologia e Venereología (AEDV) e chefe de Dermatologia Pediátrica do hospital Da Paz de Madri; a doutora Maria Teresa Truchuelo, dermatologista de Vithas Nossa Senhora da América e Clínica Grupo Pedro santa maria; e Ana Etchenique, vice-presidente da Confederação de Consumidores e Usuários (CECU).

As dúvidas sobre proteção solar

Estas são as perguntas que os participantes do fórum realizaram os especialistas e que agora retomamos para dar resposta a todas elas:

  • Para que serve a fotoresistente oral?

O sector dos solares abrange todos os produtos destinados a cuidar da pele, que vai ser ou que tenha sido exposta ao sol. Existem produtos em cada um dos três pontos mais importantes a seguir para proteger a pele contra os efeitos nocivos do sol: preparação da pele (através de suplementos orais é uma possibilidade), a proteção da pele antes da exposição (protetores) e recuperação da pele após a exposição ao sol (pós-solares).

Os especialistas explicam que “a fotoresistente oral prepara a pele para a exposição ao sol de forma que tenhamos antioxidantes suficientes para combater os radicais livres que são conseqüência dos raios solares”. Acrescentam, ainda, que “graças a esta atividade, podemos prevenir a oxidação de nossa pele e o envelhecimento prematuro, aumentando a resistência às queimaduras”.

  • Qual é a sua opinião sobre o uso de um ano para outro, de fotoprotectores?

Uma vez aberto um produto solar, há que se fixar a etiqueta (PAO), para verificar o período em que as características e funções do mesmo estão garantidas. Em geral, esse período geralmente é de doze meses, já que, durante a sua utilização de cremes solares estão freqüentemente expostas a fortes mudanças de temperatura, exposição do pote direta ao sol, contato com elementos externos, como a areia, etc. Por este motivo, desde Stanpa, a recomendação é prestar atenção aos elementos que nos ajudam a conhecer as propriedades e fazer o melhor uso desses produtos.

  • Como explicar ao usuário dos tipos de factores solares?

O SPF é o índice que mede a capacidade de proteção de um creme solar contra os efeitos nocivos da radiação ultravioleta (UVB) na pele. Indica o número de vezes que o produto aumenta a capacidade de defesa natural da pele contra o vermelhidão antes da queimadura. Por outro lado, o índice PPD (índice de escurecimento pigmentario persistente) indica o nível de proteção do nosso protetor solar contra os raios UVA. Um PPD superior a 8 revela que temos um nível de protecção elevado contra a UVA. É importante tomar consciência da necessidade de re-aplicá-lo na praia e depois de cada banho e na montanha, a cada 2-3 horas.

Na hora de comprar um protetor solar, há que se fixar o rótulo, que deve atender às recomendações europeias e, na hora de o adquirir deve analisar:

  1. A eficácia ou categoria de proteção solar (baixa, média, alta ou muito alta)
  2. O índice de proteção (FPS) contra a radiação UVB (compreendido entre 6 e 50+).
  3. O índice PPD, a garantia de protecção contra os UVA (indicado com um círculo UVA) e 4. A área de aplicação (rosto, corpo,…), a quantidade e o modo de aplicação.
  • O que o tempo nos protege um protetor desde a sua aplicação?

A doutora Maite Truchuelo, especialista em dermatologia em Vithas Nossa Senhora da América e do Grupo de Dermatologia Pedro santa maria, explica que “o factor solar depende do fototipo base, pelo qual a pele mostra maior ou menor capacidade de absorver a radiação solar”. Há diferentes fototipos base, e sua variação depende da capacidade de produção de melanina da pele, o que, em consequência, determina a capacidade de bronzeamento.

Uma vez que conhecemos o fototipo base de nossa pele e o tempo que leva para que aparecerem vermelhidão ou inflamação, podemos escolher o factor solar que ajuda a proteger nossa pele dos efeitos nocivos da radiação solar. Se os eritema –vermelhidão, inchaço…- por causa da exposição ao sol aparecem em nossa pele, em 1 minuto, um creme solar de 30 FPS nos protegerá durante 30 minutos, daí a importância da reaplicação.

  • O fator 30 ou 50, você tem diferente intensidade de proteção? Ou será que é uma graduação do tempo que protegem? Qual é a graduação de intensidade ou duração?

O fator solar mede a capacidade de proteção de um creme solar com base no tempo em que a pele pode ficar exposta ao sol sem sofrer eritema. De cara a escolher o factor solar adequado, haverá que ter em conta o fototipo banco de pele (se tem maior ou menor capacidade para produzir melanina) ao mesmo tempo em que a pele fica exposta ao sol. Por isso, é fundamental a reaplicação uma vez que o factor solar acabou de fazer efeito.

  • O SPF vai relacionado com o tempo. Se em um creme hidratante de dia, temos um SPF 15/20 (o mais habitual) não acredita que é insuficiente? Não seria melhor aplicar em cima de uma proteção urbana ou mais alta?

Antes da compra de qualquer tipo de cosmético, é importante conhecer o tipo de pele, assim como o fototipo base para a escolha correta do protetor solar. Seu uso é recomendado durante todo o ano, no entanto, há que ter em conta que a incidência dos raios solares não é a mesma no inverno, durante a época do verão, por isso que durante aqueles meses com menos horas de sol e com menos incidência em nossa pele, um fator intermediário costuma ser a escolha habitual.

Não obstante, existem marcas no mercado que oferecem maior proteção contra UVB em nossa hidratante que também são muito aconselháveis. Existe uma grande diversidade de tipos de pele (oleosa, mista, sensível, atópica, manchas…) e dentro do setor cosmético, podemos encontrar uma infinidade de produtos (no solaris, já só há mais de 300 marcas) para cobrir nossas necessidades e tipo de pele.

  • Com um fator de proteção alto nós negros?

“A pele reage contra a radiação solar e o moreno é um mecanismo de defesa da pele contra a exposição ao sol”, explica Ramón de Lucas, membro da AEDV e chefe da Seção de Dermatologia Pediátrica do Hospital Universitário da Paz de Madrid.Se o nível do fototipo base é maior, a pele terá maior capacidade para produzir melanina e, portanto, também para se bronzear. O fator solar evita que a pele possa sofrer eritema durante o tempo que estamos expostos ao sol.

  • Quais são os perigos têm as máquinas de raios UVA, que vemos em muitos centros e ginásios?

O bronzeamento artificial apresenta algumas características que a tornam mais perigosa contra o bronzeado natural, já que a intensidade de radiação ultravioleta é maior do que a radiação solar uma vez que os raios UVC e UVB são total ou parcialmente absorvidos pela camada de ozônio e este atua como protetor natural para a nossa pele.

Por isso, a Comissão Internacional de Proteção radiológica (ICNIRP) elaborou uma série de recomendações com o objetivo de alertar o consumidor de que não devem recorrer a este tipo de bronzeamento:

  1. As pessoas com fototipo de pele deficientes em melanina, já que suas peles sempre se queimam e raramente se bronzeiam.
  2. Menores de 18 anos.
  3. Pessoas com grande número de bolinhas.
  4. Pessoas com tendência a ter sardas.
  5. Antecedentes frequentes de queimaduras solares.
  6. Lesões cutâneas pré-malignas ou malignas.
  7. Pele com lesão solar.
  • Há campanhas do Ministério da Saúde sobre proteção solar?

Desde o Ministério de Saúde e Política Social, alertar os cidadãos das consequências da radiação social na pele, e ainda mais, durante o período de verão, onde os raios incidem de forma mais direta e a pele está mais vulnerável. Por isso, desde o Ministério explicam que, para além de uma adequada proteção solar, é necessário ter em conta uma série de recomendações:

  1. Evite expor-se ao sol durante as horas centrais do dia (de 12 a 17 horas), bem como exposições prolongadas ou cochilos.
  2. Reduza as partes do corpo expostas diretamente ao sol. As roupas leves, camisas de malha densa e calças compridas, que bloqueiam a maior parte da radiação solar. As peças mais confortáveis em climas quentes são as camisas de algodão e de cores claras. A roupa deve ser confortável e não demasiado apertada.
  3. Recomenda-Se cobrir a cabeça com chapéus ou bonés.
  4. O sol pode danificar os olhos, por isso é recomendável o uso de óculos de sol homologadas que escoe o 100% da radiação ultravioleta.
  5. Use produtos de proteção solar com um fator alto e adequados à sua idade, tipo de pele e zona do corpo. Os protetores devem ser aplicados, em quantidades generosas, 30 minutos antes de se expor ao sol e renovada a cada duas horas e depois de cada banho. Lembre-se que nem mesmo os produtos de proteção solar muito eficazes e que protegem contra ambas as radiações UVB e UVA, podem garantir uma protecção total contra os riscos que a radiação ultravioleta (UV) traz para a saúde. Por esta razão, foi alterada a legislação de rotulagem dos produtos de proteção solar e não deve se declarar nem dar a entender que oferecem proteção total contra os riscos decorrentes de uma exposição excessiva à radiação UV. A única forma de evitar completamente os danos do sol é evitar a exposição e, quando isso não é feito, tomar as medidas de proteção adequadas descritas para tentar diminuir o risco.
  6. Seja cuidadoso na exposição e na água, já que a radiação pode penetrar até um metro na água clara.
  7. Proteja especialmente para as crianças, já que são muito sensíveis a sobre exposições ao sol nesta época do ano. Deve-Se evitar também que menores de 3 anos estão expostos ao sol. Devem-Se utilizar cremes de fator solar elevado (se aconselham fatores de proteção solar (mais de 50).
  8. Se tomar a medicação, verifique que esta não aumenta a sensibilidade da pele à radiação uv.
  9. Não se esqueça de que o risco de queimaduras solares aumenta com a altura (a cada 300 metros, aumenta em 4% o poder das radiações ultravioletas) por isso que a montanha se devem seguir as mesmas dicas para se proteger do sol.
  • Com os protetores solares se assimila a vitamina D?

De acordo com o doutor Ramón Lucas, “20 minutos de exposição ao sol, são suficientes para assimilar a vitamina D que nossa pele precisa por dia”, e, por isso, a necessidade de converter a proteção em uma rotina diária para proteger a pele dos efeitos nocivos do sol com protetores solares e também com produtos pós-sol.

  • Por que têm focado este fórum como uma questão de saúde pública?

Em Portugal, nos últimos anos, cada vez estamos mais interessados em cuidar da pele e proteção solar, e seu uso vem crescendo, principalmente, por dois motivos fundamentais: uma maior conscientização da necessidade de proteger-se dos danos solares, a que há que acrescentar o forte incremento do turismo, que recebe o nosso país, que, em 2016, bateu números recorde com 75,3 milhões de turistas estrangeiros.

Apesar desses avanços, ainda hoje, o nível de conscientização continua a ser baixo. De acordo com os dados do Painel de Lares 2016, elaborado pela Kantar World Panel, apenas 4 de cada 10 lares espanhóis compram produtos de proteção solar e apenas 1 de cada 10 lares e outros produtos para depois da exposição ao sol (pós-solares). Outras pesquisas realizadas em nosso país sobre uma população de mais de 7.000 pessoas nos indicam que nos últimos 4 anos tem crescido mais de 15% o número de pessoas que foi queimado pelo sol e 23% declara ter queimado mais de 5 vezes

A fotoresistente é usado principalmente nos meses de verão. No entanto, os raios uv não “descansam”, pois continuam presentes os 365 dias do ano. Por este motivo, é necessário usar protetor solar sempre que estivermos expostos à radiação, independentemente da época do ano.

É fundamental quando vamos à praia ou à piscina, mas também de igual importância com as atividades ao ar livre, fazer esportes ou ir para a montanha, já que, tanto no inverno como no verão, o efeito cumulativo da radiação UV continua a ser tão prejudicial.

A curto prazo, um excesso de sol pode provocar vermelhidão, inflamação e até mesmo queimaduras; e a longo prazo, se o sol nos foi agredido a pele de forma contínua, pode gerar o aparecimento de câncer de pele ou melanoma.

Conheça também: Dermclear – Tira manjas do seu rosto.

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Mudança de dieta: perda de peso saudável pelo caminho

Dietas têm uma má reputação. Os especialistas, portanto, recomendam uma mudança permanente na dieta para perda de peso a longo prazo. Mas como funciona a perda de peso através da alimentação saudável?

 

Aqueles que comem bem a longo prazo perdem quilos em excesso e fornecem ao corpo todos os nutrientes necessários.
iStock

Ao olhar no espelho, ninguém precisa se orientar para ideais de beleza exagerados. Decisivo é o peso do bem-estar pessoal – desde que não seja muito alto. Obesidade forte é freqüentemente associada a doenças como diabetes , pressão alta e distúrbios do metabolismo lipídico. Estes, por sua vez, podem ser pioneiros em aterosclerose , ataque cardíaco e derrame .

As melhores dicas para perda de peso e desejos

 

Dieta é considerada uma das principais causas da obesidade: o homem moderno médio come muito e muitas vezes até o errado. Há muito poucos carboidratos complexos e fibras , mas muita gordura, açúcar, sal e álcool na mesa. Apesar de muitas calorias, a ingestão de nutrientes geralmente cai no esquecimento. Quem quer contrabalançar com dietas comuns, a deficiência de nutrientes, por vezes, exacerbou.

Lentamente, mas perder peso a longo prazo com uma mudança na dieta

Uma rápida perda de peso promove o efeito yo-yo : durante uma dieta, o corpo se ajusta ao suprimento reduzido de alimentos e utiliza os alimentos de forma muito completa. Isso se provou na evolução do homem para se proteger de uma possível ameaça de fome. Ao mesmo tempo, os músculos são quebrados e o metabolismo diminui para minimizar a perda de energia.

Devo perder peso?

Tudo isso promove um rápido armazenamento de gordura, assim que é ingerido de volta ao normal após uma dieta bem sucedida. Isso resulta em um ciclo catastrófico de declínio e aumento. E isso é muito mais prejudicial para o corpo do que mero excesso de peso. Para perder peso permanentemente, você deve ir devagar e não cair abaixo de uma ingestão diária de 1.200 calorias .

Mudança nutricional economiza calorias do lado

Para alcançar o peso desejado, inicialmente pode ser útil calcular as necessidades pessoais de calorias. Este consiste no metabolismo basal (manutenção das funções corporais) e na rotatividade de energia (energia para o trabalho muscular) em conjunto.

 

Para perder peso, é importante consumir mais calorias do que você consome através da dieta. Cerca de 7.000 kilocalorias são necessárias para perder um quilo de peso corporal . Qualquer um que omita 500 quilocalorias moderadas por dia ou queime através do esporte perde um quilo de gordura em 14 dias. Em contraste com outras dietas, você não precisa nem fazer um grande sacrifício: uma mudança na dieta muitas vezes economiza energia ao longo do caminho, porque “calorias vazias” de fast food, doces ou produtos acabados são evitados. Em vez disso, a comida é servida no prato, enchendo-a por um longo tempo e, ao mesmo tempo, fornecendo nutrientes valiosos.

Alimentos que tornam você mais saudável

Mudança de dieta: perder peso em pequenos passos

Mude seus hábitos alimentares que levaram à obesidade, em pequenos passos. Um diário alimentar é uma boa ajuda: acompanhe tudo o que você come ou bebe. Faz sentido notar também a ocasião para comer, por exemplo, raiva, raiva, tédio ou frustração. Isso lhe dirá o que faz você querer comer e lanchar e como desarmar essas situações. Eles podem treinar-se para comportamentos alternativos, como esportes em caso de problemas ou um telefonema com uma namorada em caso de tédio.

Você não deve configurar listas proibidas . É muito mais importante lidar consciente e prazerosamente com a diversidade de alimentos. Aqui regras nutricionais comuns continuam a ajudar:

  • comer versátil
  • prefira carboidratos complexos
  • muitos legumes e frutas
  • produtos de origem animal com moderação
  • gorduras vegetais
  • Açúcar e sal com moderação
  • 1,5 litros de líquido (água ou chá sem açúcar)
  • Prepare comida suavemente, por exemplo, vapor
  • coma devagar e desfrute conscientemente

 

Não fique tentado a mudar sua dieta de um dia para o outro. Gradualmente, integre mudanças positivas em sua vida. É melhor começar com os que são mais fáceis para você. Perda de peso rápida em dietas de baixa caloria pode ser a curto prazo, mas se as incisões são muito extremas, você não será capaz de manter seu plano de perda de peso por muito tempo.

Regras nutricionais: Como comer saudável e apto

Esporte deve acompanhar a mudança de dieta

O déficit calórico necessário para perder peso não pode ser alcançado apenas através da nutrição: idealmente, você também queima energia através do esporte. Faça do exercício uma parte integrante de sua vida cotidiana – não apenas para perder peso. Aptidão é um fator mais importante para o bem-estar físico e a saúde do que o peso. Por exemplo, um estudo mostrou que pessoas magras e inaptas são duas vezes mais propensas a morrer de obesidade fatal.

Além dos esportes de resistência, o treinamento muscular também é recomendado: um corpo muscular consome mais energia em repouso do que um desencontrado.

Perder peso através de capsulas naturais

Não necessariamente tem que ser suado para entrar em forma e queimar calorias. A maioria das calorias ingeridas com comida, segundo o professor Armin Heufelder, de Munique, é consumida pelas atividades cotidianas. Estes foram os que teriam que ser significativamente aumentados se houvesse um risco de excesso de peso. Portanto, além dos esportes regulares, é bom usar suplementos a base de fibras e quitosana como Womax funciona. A mensagem dos médicos é simples: mover-se com a maior frequência possível junto com uma dieta saudável.

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