pálpebras abertas e olhos lindos

DRA. ALEJANDRA AMESTY MORELLO / GREGORIO DO ROSÁRIO / SÁNCHEZ LÁZARO | Gregorio Do RosarioMartes 19.12.2017

Ao igual que os cirurgiões oculoplásticos reparam as pálpebras para melhorar o seu funcionamento e, por conseguinte, a proteção total do globo ocular, também operam por motivos estéticos, objetivos não negligenciáveis em uma sociedade tão carente de rejuvenescimento.

“Removemos o excesso de pele e gordura das pálpebras inferior e superior de cada olho, e levantamos a pálpebra superior para melhorar o campo de visão, evitando as moléstias secundárias de ter uma pálpebra muito, muito pesado. Melhoramos a saúde e a aparência do paciente e, de passagem, a sua sensação de bem-estar e qualidade de vida”, observa a especialista em blefaroplastia.

Na maioria dos casos, procura-se a fortaleza da função palpebral e, portanto, a melhoria do campo visual, mas não se podem separar dois propósitos: “L@s oftalmólog@s devemos ter o bom funcionamento das pálpebras e melhorar, a cada vez, o aspecto do olhar”, destaca.

Os candidatos a este duplo efeito, visual e estético, serão aqueles e aquelas que têm excesso de pele na pálpebra superior, alteração da visão de excesso de pele na pálpebra superior, aspecto de olhar cansado, com excesso de pele ou rugas finas na pálpebra inferior e sacos proeminentes sob estes mesmos pálpebras.

“A pele e a gordura da pálpebra superior remove através de uma pequena incisão na dobra, de tal forma que a cicatriz fica escondida sob o vinco. Na ocasião, a blefaroplastia superior está associada à correção da pálpebra caída -ptose palpebral – correção da sobrancelha queda pela mesma abordagem”, aponta.

“Na blefaroplastia inferior , dispomos de duas técnicas: quando queremos eliminar fundamentalmente gordura o fazemos através de uma pequena incisão na parte interna da pele que linda com a conjuntiva; quando queremos eliminar o excesso de pele e de gordura o fazemos através de uma incisão na pele exterior, a dois milímetros abaixo das guias”, aponta.

As bolsas de gordura nas pálpebras inferiores se reduzem ou se recolocan, ou ambas as coisas ao mesmo tempo. Em pacientes que apresentam bolsas de gordura muito grande será a redução e o tratamento mais eficaz.

Em outros pacientes, pode estar indicada uma recolocação do excesso de gordura, usando a própria gordura do paciente, com o fim de aplainar os sulcos que existem debaixo das bolsas.

A cirurgia de blefaroplastia é realizada com anestesia local, mas em muitos casos é utilizada também sedação intravenosa, para um maior conforto do paciente.

Após a intervenção, os pontos para fechar as feridas são retirados de uma semana após a operação. É normal que o paciente possa parecer, por acréscimo, um leve hematoma ou inchaço do pós-operatório, algo que irá remetendo ao longo das duas primeiras semanas.

“O objetivo da blefaroplastia é devolver às pessoas cerca de pálpebras com um aspecto mais jovial, mantendo os traços físicos do paciente, ressaltando o aspecto natural, evitando cicatrizes visíveis e protegendo a sua saúde ocular”, assegura a oftalmóloga.

De fato, as técnicas vanguardistas são menos invasivas e mais conservadoras, buscando uma maior preservação de tecido na pálpebra. Para a doutora Alexandra Amesty Morello, cirurgião oculoplástica, “a chave do sucesso está e estará garantida quando o paciente se coloque em boas mãos“.

Sem dúvida, depois de uma blefaroplastia podemos piscar a vontade, sem barreiras, mostrando um de nossos traços mais humanos, a expressividade facial e um olhar bonito, intimamente relacionada com a comunicação interativa entre as pessoas.

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