Prevenção de doenças, um dos temas mais demandados pela sociedade

Uma cobertura sobre o cérebro. EFE/Kiko Huesca

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O presidente da Associação de Guias da Saúde (ANIS), Alipio Rodrigues; o jornalista especializado Xavi Granda e o professor de Medicina da Universidade Europeia, Pedro Gargantilha, revêem em EFEsalud o estado dos conteúdos de saúde: o diagnóstico é bom, mas ainda temos um longo caminho a percorrer.

Segundo o presidente da ANIS é a chave para obter informações mais pedagógica e audiovisual através de vídeos, que se devem constituir como “os elementos mais persuasivos com os que temos até hoje”.

Gutiérrez foi descatado que os meios de comunicação que contam com uma página da web na Internet a utilizam como uma segunda tela, quer se trate de imprensa escrita, rádio ou televisão; “Graças aos vídeos da rádio e da imprensa escrita já se podem ver”.

Os jornalistas tiram notado informações sobre saúde

Pedro Gargantilha qualifica o trabalho jornalístico no Portugal da especialidade de saúde com um notável-7 dos 10, mas foi animado para os jornalistas que “se esforcem ainda mais um pouco para oferecer informação verdadeira e bem contrastada sobre doenças”.

Além disso, o doutor e professor afirma que a prevenção para as doenças é o tema que mais interesse suscita as pessoas: “Estão mais interessados em não ficar doente que entrar maus e receber um tratamento que lhes permita melhorar”.

Alipio Gutiérrez, considerando que a informação de saúde não se ajusta todos os temas que mais interessam aos cidadãos; do seu ponto de vista “talvez haja muita informação sobre informação de políticas de saúde e não tanto o que realmente interessa sobre a própria saúde”.

Rigor para não criar falsas expectativas

O jornalista Xavi Granda explicou que, quando uma pessoa está doente, o que mais interessa, é tudo aquilo que rodeia a sua patologia, “a informação de saúde é um tema muito quente, porque a gente levanta-se cada manhã, pensando em dar solução a seus problemas de saúde, por isso é muito importante para não levantar falsas expectativas”.

Granda acrescentou que “a cobertura da imprensa sobre saúde é bom, mas se a compararmos com a informação publicada sobre política ou futebol, podemos ver que sempre se lhe pode dar ainda mais campo”.

Os três especialistas lançam na falta de mais informações puramente sobre doenças, como no caso das raras ou outras mais comuns, como a gripe ou o catarro, duas patologias básicas, mas essenciais de se diferenciar.

Só há que perguntar sobre as palavras mais pesquisadas na rede e receber respostas como as que ofereceram à Efe os três especialistas entrevistados: “Diabetes, câncer, aids, sexo, hepatite, dpoc, gripe, hipertensão, colesterol, vacinas, antibióticos…”.

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