Primavera, uma declaração de guerra para os alérgicos

EFE/Lukas Automóvel

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Para esta especialista, os alérgicos são passado um inverno muito duro por cupressaceae como as arizónicas e agora a chegada do bom tempo vai propiciar a união das gramíneas (poaceae ou o oliveira.

Por não ter contado com muitas chuvas durante o inverno, as alergias são ainda mais fortes, porque não houve tantas possibilidades para que se limpe a atmosfera.

A doutora Carvalho explica que em Portugal as plantas são as que mais problemas ocorrem para os alérgicos, embora sempre depende da zona em que nos encontramos: “Para o centro há mais presença de gramíneas e oliveira, sobretudo à medida que baixas para o sul, enquanto que na zona mediterrânica há outras ervas daninhas parietarias”.

Os tratamentos para alergias

O primordial para dar o tratamento adequado contra a alergia é recorrer a um especialista para que ele faça um bom diagnóstico, já que a maioria das pessoas estão “polisensibilizadas” (pessoas que têm alergia a diferentes pólens), por isso é muito importante ajustar corretamente as orientações de seu tratamento.

Como a Medicina está avançando muito, ele está começando a usar cada vez de forma mais frequente o “diagnóstico molecular, que mede os anticorpos do sangue em frente aos diferentes pólens e a partir daí busca-se também a quantidade de pólen que mais afeta”, diz Pia Calçada.

Além disso, observa que para a alergia existem duas linhas de tratamentos que ajudam a aliviar os sintomas e as que curam.

A maioria dos alérgicos têm que tomar anti-histamínicos, embora muitas vezes não acontece com a freqüência que se requer, pois tendem a produzir sono e cansaço.

De acordo com a especialista, cada vez diminuem mais os efeitos secundários. Neste sentido, recorda a importância que têm também os sprays nasais ou os colírios

A calçada também adverte da existência da vacina contra a alergia. “É Cada vez mais eficiente” e as contra-indicações só entram as pessoas que “estão muito malitas ou as grávidas”.

São Principalmente de dois tipos: as que são tocados na pele ou nas que são colocados debaixo da língua. O objetivo final é que “modulen e mudem a resposta agressiva do sistema imune perante o pólen”.

O pior é o campo ou a cidade?

Antigamente sempre se fazia referência ao meio rural, pois era o espaço que estava mais exposto à flora. No entanto, atualmente, “o pólen é muito mais agressivo na cidade”, diz a voluntária.

E é que isso se reforça ainda mais com “alguns estudos sobre os anos 90 no Japão com os que se deram conta de que as pessoas que viviam perto das auto-estradas era mais anormal do que a que vivia na zona rural”.

De acordo com Pia, a Calçada, o pólen adere às partículas de poluição dos carros a diesel e isso é muito mais agressivo.

As principais dicas para que os alérgicos evitem, na medida do possível, o contato com o pólen são:

  • Fechar portas e janelas.
  • Tentar não sair à rua nas horas de polinização alta: de 5 a 10 da manhã e 7 da tarde às 10 da noite.
  • Estar ciente dos picos máximos de polinização.

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