Rebélate contra a dor, um testemunho real

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O Instituto Mundipharma e a Sociedade Espanhola da Dor (SEDE) se uniram pelo terceiro ano consecutivo para apresentar um documentário que tem o objetivo de dar visibilidade à dor crônica, uma doença que afeta atualmente cerca de 7 milhões de pessoas em Portugal.

Conforme explica o diretor do Instituto Mundipharma e ideólogo desta campanha, José Ramón Cisneros, “cerca de 56% dos pacientes que vão a consulta de um médico, o fazem por dor”.

Além disso, estes pacientes, percorrem “um périplo de especialistas” olhando para o seu diagnóstico e sua chegada às unidades da dor, pode demorar até 200 dias.

A campanha

O objetivo do documentário que, desta vez, leva o título “Rebélate contra a dor, um testemunho real” é sensibilizar a todas as pessoas que sofrem de que com um tratamento adequado e uma boa predisposição pode melhorar a qualidade de suas vidas.

“É uma campanha necessária, porque a dor pode ser amenizada e os pacientes não devem resignar-se a sufrirlo porque eles mesmos podem fazer alguma coisa”, explica o diretor de Mundipharma.

Experiências reais

A Organização Mundial da Saúde estabelece que a dor é uma doença e é considerada crônica quando o paciente sofre durante mais de 6 meses e não desaparece com tratamentos convencionais.

O documentário faz uma chamada de atenção para a opinião pública através de uma mensagem direta sobre a luta diária de mão de personagens populares como Mayra Gómez Kemp -mais conhecida por ser uma das apresentadoras do antigo concurso televisivo “Um, dois, três…”- , o humorista e cantor Paulo Carbonell, o toureiro Sebastião Palomo, sua Opinião e a atriz e modelo Esmeralda Moya.

Na apresentação deste documentário estiveram presentes dois dos seus protagonistas para transmitir diretamente a sua experiência: Paulo Carbonell e Sebastião Palomo Danko

No caso de Paulo Carbonell sua dor já começou desde pequenino: “É incrível, mas quando eu me amarrava umas botas com sete anos, ao me levantar… já tinha dor”.

Atualmente, uma de suas maiores preocupações são os seus joelhos, que sofre de artrose e de que se teve de submeter-se a operações para tirar suas meniscos, porque “estava certo”.

Sebastião Palomo, começou com suas dores há cerca de 10 anos, pois sofreu uma tríade -ruptura de ligamentos e meniscos – em seus dois joelhos.

“Não me submeti e eu fiz mal porque eu também não tenho tratado em uma unidade de dor”, confessa.

A especialidade da dor

Em Portugal já existem “cerca de 180 unidades de dor”, mas a especialidade ainda não é reconhecida.

Neste sentido, tanto Mundipharma como a Sociedade Espanhola da Dor, estão fazendo todo o possível para que esta especialidade em dor ocupe mais de 11,5 horas letivas em que se apresenta na carreira.

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